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A economia brasileira cresceu 2,52% em 2013, segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB). O índice, sem ajuste sazonal, passou de uma média mensal de 141,93 pontos para 145,50 pontos.

O IBC-Br é parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses e sofre influência sobre as estimativas do mercado financeiro para o Produto Interno Bruto (PIB), divulgado a cada três meses pelo IBGE.

O resultado do PIB do quarto trimestre de 2013 será divulgado na última semana de fevereiro. O indicador é conhecido como “PIB do BC”, mesmo assim ele pode ser considerado como uma prévia dos dados do IBGE.

No quarto trimestre, houve recuo de 0,17% em relação ao trimestre anterior, no dado com ajuste. O indicador avançou de uma média mensal de 145,66 pontos entre julho e setembro para 145,42 p.p, entre outubro e dezembro de 2013. Nessa comparação, o resultado veio abaixo das projeções, que variavam de queda de 0,20% a crescimento de 0,40%.

Na comparação com o mesmo período de 2012, o IBC-Br passou de 142,74 pontos para 145,04 pontos, com uma variação de 1,62% (dado sem ajuste) no período.

Em dezembro, o indicador caiu 1,35%, após registrar queda de 0,64% em novembro ante outubro. Na comparação entres os meses de dezembro de 2013 e de 2012, houve elevação de 0,71% na série sem ajustes sazonais. Os dados de dezembro foram influenciados pelos resultados da produção industrial e do comércio, que tiveram retração no fim do ano passado, conforme informou recentemente o IBGE.

Fonte: Estadão

Legado da Copa

Nos últimos anos, temos ouvido e lido muito essa palavra, “Legado da Copa para o Brasil”, mas oque será esse legado?

Grandes avenidas? Hospitais de primeiro mundo? Novas linhas de trens e metro? Um grande projeto realizado de infraestrutura para receber a Copa do Mundo, que logo após seu termino será nosso legado?

Até o momento o legado para a Copa tem sido intervenção governamental em muitos estádios, via repasse de recursos para conclusão de obras, a exemplo disso, recentemente o Estado do Paraná concedeu mais um empréstimo R$ 39 milhões para o Atlético-PR concluir a reforma de seu Estádio.

Sem falar no Corinthians e Estádios em Estados onde o futebol é fraco ou inexistente, ou seja, temos uma soma enorme de recursos estatais que poderiam ser alocados em ações públicas, que estão sendo aportados em ações privadas.

Outra questão inquietante, esta relacionada à questão tributária, todas as empresas associadas à Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA) não pagam impostos.

Já o empresário e o brasileiro, são consumidos por uma carga tributária altíssima que beira 40% de sua renda, enquanto isso a FIFA e seus associados recebem 100% de isenção fiscal!

Não podemos nos esquecer de que a Copa do Mundo é um dos eventos mais lucrativos do planeta. Na África do Sul, em 2010, a FIFA, que organiza e vende o produto com valor agregado ao seu padrão, teve um lucro líquido de R$ 4,7 bilhões.

Estamos falando de um negocio bilionário que entre 2007 e 2011, a FIFA faturou R$ 8,4 bilhões, sendo que 87% (R$ 7,3 bilhões) vieram do Mundial na África. Subtraindo as despesas da Copa de 2010, que foram de R$ 2,6 bilhões, o lucro líquido alcançou os R$ 4,7 bilhões.

Se o mesmo percentual (87%) e o gasto operacional forem projetados para a Copa no Brasil, chega-se ao número de R$ 4 bilhões de lucro líquido.

Não sou contra esse evento, sou contra a forma como ele é organizado, numa “sociedade individual”, onde um sócio cria infraestrutura, ergue a empresa, faz de tudo para o negócio  dar certo, já o outro sócio  aparece somente no final do mês para fazer a retirada de seu pró-labore.

Ao que tudo indica estamos adentrando mais um momento onde uma possível crise já começa a aparecer em nosso caminho. Nossos pares como Turquia, Índia e África do Sul, já começam a apresentar certo mal estar, a Argentina mais uma vez esta no olho do furacão.

E esta chegando o momento de fazer a separação entre o joio e o trigo, por aqui temos de volta a sombra do apagão, que pode ser olhado por duas vertentes:

1º que a demanda por energia elétrica aumentou demasiadamente no Brasil a ponto de gerar black outs.

2º esse já é um problema antigo e remonta a era FHC, e significa que estamos com certo déficit de investimentos no setor.

Mas não para por aí, no Brasil a exemplo do que ocorre na Ucrânia, estamos vivenciando um momento impar na politica, as manifestações em massa nas ruas, se por um lado o governo afirma que a inflação esta sob controle, nas ruas o povo pede mais pão.

E pelo andar da carruagem esses eventos vão durar até os jogos da Copa, que no momento é o grande pano de fundo de toda essa massa de insatisfeitos nas ruas das grandes metrópoles brasileiras, um movimento que iniciou com estudantes exigindo o recuo no aumento da passagem dos ônibus, hoje se desdobrou em um movimento anti Copa do Mundo no Brasil.

Não se pode afirmar com clareza, mas esse movimento acabou ganhando força por conta da inabilidade de alguns governantes e demora do poder publico em responder questões básicas à população, caso as autoridades tivesses respondido com certa agilidade e tivesse tido menos violência por parte do Estado, talvez esse movimento não tivessem ganhado a força que ganhou.

E o que isso tem a ver com investimentos no Brasil?

Tudo, porque o investidor em outras partes do mundo abre o jornal e acompanha toda essa confusão interna e acaba ficando receoso em aportar seus recursos em capital fixo em terras tupiniquins.

Nesse momento a única opção que sobrara a ele será aproveitar nossa taxa de juros atualmente em 10,5% a.a.

Analisando esses e outros fatores que serão discutidos aqui em breve podemos imaginar que teremos um longo e difícil ano pela frente.

O banco norte americano J.P Morgan & Co. reduziu na semana passada sua previsão de crescimento para o Brasil em 2014, de 2,1% para 1,5%, em parte devido à queda nas exportações para a Argentina, que, juntamente com a Venezuela, enfrenta uma inflação galopante. O banco também cortou suas projeções para México, Turquia, África do Sul, Tailândia e Chile.

Alguns economistas dizem que o mundo em desenvolvimento não representa uma ameaça tão grande assim. À medida que os países industrializados se fortalecem, seus consumidores e empresas vão comprar mais produtos da Ásia, África e América do Sul, impulsionando a recuperação global, dizem eles.

O Fundo Monetário Internacional prevê que os emergentes crescerão 5,1% este ano, acima dos 4,7% em 2013, e que os países desenvolvidos avançarão 2,2%, bem mais que o 1,3% de 2013.

O caso do menino recentemente espancado e vergonhosamente fora acorrentado ao poste  no Rio de Janeiro, nós faz lembrar que ainda estamos vivenciando o regime escravocrata no Brasil.

Também nos faz refletir, que no dia 13 de maio de 1888, não libertamos ninguém, apenas mudamos a condição do negro, deixando de ser coisa ou uma mercadoria qualquer, para se tornar vitima da fome, da falta de oportunidade e se tornar o suspeito de plantão.

Aquilo que vimos no Rio de Janeiro é apenas um reflexo do que a sociedade ainda pensa sobre o negro, deixamos de ter um Senhor, para termos Senhores. Deixamos de levar chibatadas no pelourinho que doía apenas na pele e nos olhos de quem assistia aquele espetáculo de tortura.

Hoje o chicote dói mais, a surra vem com o olhar de esguelha dentro de uma loja refinada em um Shopping de alto padrão, na rua com o olhar implacável das autoridades,no olhar de soslaio no restaurante, na falta de promoção dentro da empresa, na vergonha que as pessoas têm de estar ao lado de um negro em qualquer ocasião.

E isso tudo dói muito mais que 30 chibatadas nas costas,  ser preso pelo beiço no tronco ou ter que usar a máscara de flandres.

Muitas vezes, mesmo tendo recursos para adquirir uma mercadoria, somos olhados com olhar de desconfiança pelo vendedor que muitas vezes é negro, mas nega sua condição, apenas por ter um tom de pele um pouco mais claro, ele se sente “branco”.

Infelizmente a abolição da escravatura, não aboliu o negro da escravidão, ela simplesmente o selou aquilo que representávamos para o Brasil, fomos objetificados para sempre como coisa ou algo a ser visto em segundo plano ou seja a mão de obra barata e descartável, que vive dos restos da mesa do Senhor.

Essa questão da cota por exemplo, a meu ver é assinarmos o atestado de ineficiência derivado de nossa cor e raça. Devemos nos orgulhar de sermos como somos e não aceitar vagas em escolas ou empregos oriundas de cotas.

Pois se continuarmos aceitando essas migalhas propostas por tapadores de sol com a peneira, jamais seremos o primeiro, e se formos o primeiro, sempre se lembraram de nos como o primeiro negro a ser isso ou aquilo, nunca se lembraram de nós como pessoas, mas sim como negros que conquistaram tal coisa, graças a uma misera cota.

Parece que ser negro é um defeito ser negro, quando na verdade somos iguais a todos os seres que habitam a terra, o preconceito e a discriminação nunca nos elevarão a qualidade de pessoas e continuaremos a sermos coisas até o momento em que as pessoas abram suas mentes e nos enxerguem como seus iguais.

Não precisamos de leis que nos deem direito e acesso a nada, oque necessitamos é  respeito!

A taxa média de juros cobrada dos consumidores subiu para 5,65% em janeiro, ante os 5,6% cobrados em dezembro de 2013. Foi a oitava alta seguida na taxa, de acordo com a pesquisa da Associação dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

A taxa média apurada na pesquisa, que chega a 93,39% ao ano, é a maior cobrada desde setembro de 2012.

A Anefac pesquisa, todos os meses, as taxas cobradas em seis linhas diferentes voltadas para pessoas físicas. Apenas uma não registrou alta, mantendo-se estável em janeiro, na comparação com dezembro.

“Esta situação é reflexo do aumento da taxa básica de juros [Selic] promovida pelo Banco Central em 15 de janeiro passado”, diz o diretor executivo de estudos econômicos da associação, Miguel José Ribeiro de Oliveira.

Taxa do cartão fica estável, mas chega a 192,94% ao ano

De acordo com a pesquisa, os juros médios cobrados no cheque especial passaram de 7,97% para 8,03% ao mês. No empréstimo pessoal dos bancos, a taxa saiu de 3,20% para 3,26% ao mês.

A taxa  do empréstimo pessoal concedido pelas financeiras também subiu: era de 7,16% ao mês em dezembro de 2013 e ficou em 7,2% ao mês em janeiro.

Os juros cobrados do comércio passaram de 4,25% por mês, em média, para 4,35% mensais. No Crédito Direto ao Consumidor para financiamento de automóveis, a taxa média saiu de 1,65% ao mês para 1,69% mensal.

A taxa do cartão de crédito foi a única que se manteve estável em janeiro, segundo a Anefac, em 9,37% ao mês. Ainda assim, é a mais alta entre as seis taxas cobradas da pessoa física incluídas na pesquisa, ficando, em média, em 192,94% ao ano.

Juros cobrados das empresas também subiram

A Anefac também pesquisa, mensalmente, as taxas cobradas das empresas. Nesse caso, todas as três linhas de crédito analisadas ficaram mais caras em janeiro.

Na média, a taxa das linhas para pessoa jurídica passou de 3,25% para 3,29% ao mês. É a maior média registrada desde setembro de 2012.

Os juros cobrados nas linhas de capital de giro ficaram em 1,7% ao mês em janeiro, ante 1,65% em dezembro, em média. No crédito para desconto de duplicada, a média passou de 2,33% para 2,38% mensais.

Na linha de crédito chamada de “conta garantida”, os juros médios saíram de 5,77% para 5,79% ao mês.

http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2014/02/10/juros-sobem-pelo-8-mes-seguido-e-tem-maior-media-desde-setembro-de-2012.htm

A inflação oficial do País começou o ano registrando uma desaceleração em relação ao resultado de dezembro. Em janeiro, o Índice de Preço ao Mercado Amplo (IPCA) avançou 0,55%, ficando 0,37 ponto percentual abaixo dos 0,92% registrados em dezembro de 2013. Esse foi o menor IPCA para um mês de janeiro desde 2009, quando o indicador ficou em 0,48%. Em janeiro de 2013, o IPCA havia sido de 0,86%.

Os dados foram divulgados pela Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 7. Com o resultado, a inflação acumulada em 12 meses também recuou, para 5,59%. Em dezembro, o IPCA acumulado havia subido 5,91%.

O resultado ficou abaixo do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pela Agência Estado, que iam de uma taxa de 0,57% a 0,74%, com mediana de 0,60%.

O IPCA deste mês trouxe uma novidade: passou a incorporar duas novas regiões. Conforme anunciado em agosto de 2013, a partir deste ano Vitória, no Espírito Santo, e Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, passaram a fazer parte da pesquisa. Com a entrada das duas novas regiões, São Paulo teve ligeira perda de participação no cálculo do IPCA. A participação de São Paulo passou de 31,68% em dezembro para 30,67%.

Fonte: Estadão

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-brasil,inflacao-oficial-desacelera-para-0-55-em-janeiro,177345,0.htm