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Archive for janeiro \30\UTC 2009

No ano passado, nosso Ministro da Fazenda Guido Mantega pediu a todos calma que a crise financeira era algo passageiro e que não deveríamos nos preocupar.

Em seguida tivemos mais bancos quebrando, mais demissões nos Estados Unidos, bolsas descendo ladeira abaixo, empresas com baixos índices de crescimento, dólar nas alturas, etc.

E agora temos uma boa notícia. O mundo crescera menos. E o Brasil também crescera menos e quem diz isso não são os tucanos é toda a cúpula do FMI no Fórum de Davos.

A economia mundial despencou nos últimos meses e só crescerá 0,5% em 2009, o pior índice desde o pós-guerra, segundo relatório divulgado nesta quarta-feira pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). A previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro neste ano caiu para 1,8%, ante expectativa anterior de avanço de 3% em novembro de 2008.

A estimativa para o Brasil representa também uma forte freada em comparação aos 5,8% previstos para o último ano, em decorrência da crise financeira. No entanto, a entidade avalia que em 2010 o País aumentará em 3,5% seu PIB.

Em novembro, o FMI previu 2,2% de crescimento mundial em 2009. A evolução do Produto Interno Bruto (PIB) foi revista em baixa para todas as grandes economias. “O ritmo de crescimento mundial cairá a 0,5% em 2009, o índice mais baixo registrado desde a Segunda Guerra Mundial”

A América Latina, por sua vez, escapará um pouco da recessão mundial e crescerá 1,1% em 2009. A região crescerá 3% em 2010, acrescenta o estudo.

“Ao contrário das crises passadas, hoje em dia muitos países da América Latina têm uma base muito mais sólida (…), contam com reservas e políticas sociais” que permitem enfrentar melhor o impacto, afirmou Charles Collyns, vice-diretor de pesquisas do Fundo.

Já a economia da zona do euro sofrerá um crescimento negativo, de 2%, ao invés do -1,5% previsto em novembro passado. Os 16 países da zona euro só experimentarão um leve crescimento de 0,2% em 2010.

Os  Estados Unidos terão uma variação negativa de 1,6%, em uma drástica revisão em baixa. Os Estados Unidos só retomarão o crescimento em 2010, com 1,6%.

Com esses números fica difícil acreditar que o país crescera e que seremos o salvador da Pátria, talvez por fatos como esses onde muitas vezes nossos governantes querem tapar o sol com a peneira.

Josué Silva

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O que é uma Companhia Aberta?

Uma companhia é considerada aberta quando promove a colocação de valores mobiliários em bolsas de valores ou no mercado de balcão.

São considerados valores mobiliários: ações, bônus de subscrição, debêntures, partes beneficiárias e notas promissórias para distribuição pública.

Ações: títulos nominativos negociáveis que representam, para quem as possui, uma fração do capital social de uma empresa.

Bônus de subscrição: títulos nominativos negociáveis que conferem ao seu proprietário o direito de subscrever ações do capital social da companhia emissora, nas condições previamente definidas.

Debêntures: títulos nominativos negociáveis representativos de dívida de médio/longo prazos contraída pela companhia perante o credor, neste caso chamado debenturista.

Outros títulos menos usuais: partes beneficiárias e notas promissórias para distribuição pública com ampla divulgação.

As operações de abertura de capital precisam ter autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o órgão fiscalizador do mercado de capitais brasileiro, o qual também registra e autoriza a emissão dos valores mobiliários para distribuição pública.

As companhias abertas devem atender a diversos requisitos, definidos na Lei das S.As. e nas regulamentações da CVM, com o objetivo de garantir a confiabilidade das informações e demonstrações financeiras divulgadas. O mercado considera que a plena abertura de capital ocorre quando há o lançamento de ações ao público, em função das transformações impostas à empresa e pelo incremento no volume de negócios com seus títulos.


O que são Ações?

Ações são títulos nominativos negociáveis que representam, para quem as possui, uma fração do capital social de uma empresa. Ação é um pedacinho de uma empresa.

Com um ou mais pedacinhos da empresa, você se torna sócio dela.

Quais são os tipos de ação?

As ações podem ser:

  • ordinárias, que concedem àqueles que as possuem o poder de voto nas assembléias deliberativas da companhia; ou
  • preferenciais, que oferecem preferência na distribuição de resultados ou no reembolso do capital em caso de liquidação da companhia, não concedendo o direito de voto, ou restringindo-o.

As ações, ordinárias ou preferenciais, são sempre nominativas, originando-se do fato a notação ON ou PN depois do nome da empresa.

As ações também podem ser diferenciadas por classes: A, B, C ou alguma outra letra que apareça após o “ON” ou o “PN”. As características de cada classe são estabelecidas pela empresa emissora da ação, em seu estatuto social. Essas diferenças variam de empresa para empresa, portanto, não é possível fazer uma definição geral das classes de ações.

O que são dividendos?

Uma empresa deve dividir os lucros com seus acionistas. Essa parcela direcionada aos detentores de ações é conhecida como dividendo. Ou seja, os dividendos correspondem à parcela de lucro distribuída aos acionistas, na proporção da quantidade de ações detida, apurado ao fim de cada exercício social. O estatuto social de uma companhia pode estabelecer o dividendo mínimo a ser distribuído, desde que não seja inferior a 25% de seu lucro líquido ajustado. Caso não haja previsão no estatuto social, o dividendo obrigatório deve corresponder, no mínimo, à metade do lucro líquido ajustado.

Quando uma empresa vai bem, ela divide os lucros com quem tem suas ações.
Isso são dividendos.

E bonificações?

As bonificações correspondem à distribuição de novas ações para os atuais acionistas. Excepcionalmente pode ocorrer a distribuição de bonificação em dinheiro.

Como funcionam as subscrições de novas ações?


Os acionistas têm ainda preferência na compra de novas ações emitidas ou direito de preferência na subscrição. Além de garantir a possibilidade de manter a mesma participação no capital total, esse direito pode significar ganho adicional, dependendo das condições do lançamento. Por fim, se não exercido, o direito pode ser vendido a terceiros.


Os Mercados Primário e Secundário

 

Você sempre ouve falar em Mercado Primário e Secundário. O que significa?
O Mercado Primário compreende o lançamento de novas ações no mercado, com aporte de recursos à companhia.

Uma vez ocorrendo o lançamento inicial ao mercado, as ações passam a ser negociadas no Mercado Secundário, que compreende as bolsas de valores e os mercados de balcão (mercados onde são negociadas ações e outros ativos, geralmente de empresas de menor porte e não sujeitas aos procedimentos especiais de negociação).

Operações como a colocação inicial, junto ao público, de grande lote de ações detido por um acionista podem caracterizar operações de abertura de capital, exigindo registro na CVM. Apesar da semelhança com o mercado primário, os recursos captados vão para o acionista vendedor (e não para a companhia), determinando, portanto, uma distribuição no Mercado Secundário.


O que são Bolsas de Valores?

São locais que oferecem condições e sistemas necessários para a realização de negociação de compra e venda de títulos e valores mobiliários de forma transparente. Além disso tem atividade de auto-regulação que visa preservar elevados padrões éticos de negociação, e divulgar as operações executadas com rapidez, amplitude e detalhes.


O que são Corretoras de Valores?

São instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Somente as corretoras estão habilitadas a executar operações de compra e venda de ações ou de derivativos na BOVESPA.

Há várias Corretoras aptas a negociarem em nome de seus clientes na BOVESPA.
Elas podem ajudar você a escolher as melhores opções de investimento, de acordo com o seu perfil, já que elas contam com profissionais especializados em análise de mercado, de setores da economia e de companhias. Por acompanharem o mercado o tempo todo, avaliando os principais acontecimentos, as empresas que estão progredindo e os fatores que podem gerar mudanças de cenário, as Corretoras prestam um serviço essencial aos investidores.

Corretora de Valores é a instituição que compra e vende ações para você.

Quem são os Investidores?

São indivíduos ou instituições que aplicam recursos em busca de ganhos a médio e longo prazos, que operam nas Bolsas por meio de Corretoras e distribuidoras de valores, as quais executam suas ordens e recebem corretagens pelo seu serviço.

Investidores são os clientes das Corretoras.

Mercados a Vista e de Derivativos

As operações na Bolsa podem ser efetuadas nos seguintes mercados:

  • A Vista, no qual compradores e vendedores estabelecem um preço para um lote de ações a ser entregue e pago no prazo determinado, atualmente D+3;
  • A Termo, no qual as partes fixam um preço para a liquidação físico-financeira da ação em prazo futuro determinado;
  • De Opções de compra ou venda, no qual as partes negociam o direito de comprar/vender a ação a preço e prazo futuro determinados; e
  • Futuro, no qual ocorre a compra ou venda de ação a um preço acordado entre as partes para liquidação em data futura específica.


Como escolher uma Ação

As ações com o objetivo de obter ganho(s) a médio e longo prazos, em oposição a resultados imediatos, podem ser divididas em:

  • “blue chips” ou de 1ª linha – são ações de grande liquidez (grande quantidade de negócios) e procura no mercado de ações por parte dos investidores, em geral de empresas tradicionais, de grande porte/âmbito nacional e excelente reputação;
  • de 2ª linha – são ações um pouco menos líquidas, de empresas de boa qualidade, em geral de grande e médio portes;
  • de 3ª linha – são ações com pouca liquidez, em geral de companhias de médio e pequeno portes (porém, não necessariamente de menor qualidade), cuja negociação caracteriza-se pela descontinuidade;


A Dinâmica das Operações em Bolsa

Execução

 

O intermediário financeiro (Corretora) dispõe de profissionais especializados, capacitados a dar orientações sobre investimentos, receber ordens dos investidores e transmiti-las aos operadores qualificados por ele que têm acesso ao sistema de negociação das Bolsas.

Existe ainda a possibilidade de o investidor dar sua ordem de compra ou venda de uma ação, via Internet, usando o site de sua Corretora (Home Broker). Nesse caso, o investidor estará enviando sua ordem diretamente ao sistema da Bolsa.

Liquidação

Executada a ordem de compra/venda de uma ação, ocorre a liquidação física e financeira, processo pelo qual se dá a transferência da propriedade dos títulos e o pagamento/recebimento do montante financeiro envolvido, dentro do calendário específico estabelecido pela Bolsa para cada mercado.

No mercado a vista, vigora o seguinte fluxo de liquidação:

D+0 – dia da operação;
D+1 – prazo para os intermediários financeiros (Corretoras) especificarem as operações por eles executadas junto à Bolsa;
D+2 – entrega e bloqueio dos títulos para liquidação física da operação, caso ainda não estejam na custódia da CBLC;
D+3 – liquidação física e financeira da operação.

A liquidação é realizada por empresas de compensação e liquidação de negócios, que podem ser ligadas à Bolsa ou independentes.

A BOVESPA utiliza a CBLC – Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia para liquidar as operações realizadas em seus mercados.

As Corretoras da BOVESPA e outras instituições financeiras são os Agentes de Compensação da CBLC, responsáveis pela boa liquidação das operações que executam para si ou para seus clientes.

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Ao assistir o filme Quanto Vale ou é Por Quilo, comecei há refletir um pouco sobre o papel das ONG’s. Eu já tinha uma visão crítica sobre esse pessoal e ao assistir o filme, minha crítica aumentou mais ainda, até porque eu já havia tido um contato sólido com esse mundo e pude ver como eles são podres.

 

Nunca presenciei roubos, embora sempre soube que eles roubam e roubam pra valer. Eu via coisas do tipo, não falo com assessor apenas com o prefeito, subprefeito, secretario, vereador, deputado etc.

 

Sabe não adianta aparecer na TV beijando uma criança suja, e nos bastidores desprezar alguém! Ou pisar nos seus funcionários, isso eu também já vi.

 

Mas hoje eu quero falar sobre algo mais amplo, muitos acreditam que o terceiro setor será a salvação do mundo, mas infelizmente eles estão totalmente enganados, porque esses lobos se travestem de cordeiro para comer o rebanho e ficar por isso mesmo.

 

Quantas ONG’s existem na Amazônia pra cuidar de índios e da mata? Centenas. Será que o interesse é cuidar mesmo dos índios? Ou é fazer pesquisas?!

 

No referido filme eles apresentaram um dado que eu já tinha ouvido falar, a três anos atrás aqui em São Paulo existia 10 mil crianças nas ruas e US$ 100 milhões de dólares nas mãos de ONG’s. Cada criança custava US$ 10 mil dólares pra cada ONG por ano, dividindo por 12 daria US$ 833 dólares por mês.

 

Com esse dinheiro era possível dar uma educação de qualidade, saúde e possivelmente fazer uma poupança para cada criança. Mas porque isso não aconteceu? É simples, viver da miséria alheia cria dividendos você cria uma imagem de bom garoto na sociedade e tem margem para aumentar seu produto, não precisa dizer que existem abatimentos nos impostos de renda e por ultimo é um bom lugar pra lavar dinheiro sujo e ainda posar de empreendedor social.

 

A brincadeira fica mais interessante, quando se cria uma fundação porque essas companhias não pagam impostos, destarte todo o patrimônio da empresa migra para a fundação. E em troca dos impostos e deveres tributários oque ela devolve para o governo e para sociedade? Meia dúzia de pobres sorrindo dizendo que estão super felizes e que a ONG ou a Fundação tal mudou a vida deles. Pura hipocrisia!

 

Sendo assim só posso concluir que as pessoas alem de hipócritas adoram ser enganadas.

 

Moral da história é altamente lucrativo trabalhar com o social, dinheiro do governo, tributos quase zero e status muito status!

 

Josué Silva  

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O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, iniciou o dia cotado em 38.542,90 pontos com alta de 3,41%, não teve força suficiente para resistir as péssimas noticias vindas do mercado internacional. E acabou o dia invertendo o desempenho da abertura fechando a sessão em baixa de 1,68%, cotado em 37.894,33 pontos, após resultados corporativos abaixo do esperado no exterior.

O dólar comercial caiu 0,69%, cotado a R$ 2,336 na venda.

A Petrobras e a Vale, empresas mais negociadas da Bolsa brasileira, tiveram queda de 2,56% e 0,46%.

A Microsoft divulgou resultado do trimestre outubro-dezembro com números abaixo do esperado.

Seu lucro líquido recuou 11% na comparação com o mesmo período de 2007, para US$ 4,17 bilhões, e, por volta das 17h45, suas ações caíam cerca de 10% na Bolsa de Nova York. A empresa anunciou corte de 5.000 funcionários em todo o mundo.

A maior fabricante de celulares do mundo, a Nokia, divulgou lucro por ação no quarto trimestre de 0,26 euro, ficando abaixo da expectativa média de analistas consultados pela Reuters, de 0,3 euro.

A empresa também alertou o mercado que as vendas em volume do mercado mundial devem cair cerca de 10% com a crise internacional afetando a demanda dos consumidores.

O lucro Fiat totalizou 1,7 bilhão de euros em 2008, montante 16,2% menor do que o do ano anterior. Os dados foram divulgados ontem pela empresa e mostraram os efeitos de um dos piores momentos do setor automobilístico mundial sobre a companhia.

No Brasil, o Conselho de Política Monetária do Banco Central anunciou um  corte de um ponto percentual na Taxa Selic, reduzindo a meta dos juros para 12,75% aa.

Josué Silva

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NEGOCIOS-AUTOS-GM-CORTES

O volume de vendas de carros vendidos pela General Motors(GM) sofreu queda de 26% no quarto trimestre de 2008, destarte foram vendidos 1,7 milhões de unidades.

Durante todo ano a queda foi de 11%, com vendas de 8,35 milhões de veículos, depois de 77 anos, quando superou a Ford em meio a uma crise no ano de 1932, chegou à vez de a GM ser superada pela montadora, também em meio a uma crise sem precedentes.

 

A diferença foi pequena, enquanto a GM vendeu 8,35 milhões de veículos a Toyota vendeu 8,9 milhões, apresentando uma queda de 4% em relação a 2007.

 

Isso tudo é apenas mais um reflexo dessa crise que assola o mundo inteiro, misturada com um certo comodismo por parte da ex-gigante mundial, enquanto a Toyota apostava em carros menores e mais econômicos a General Motors ainda vendia carros enormes e beberrões.

 

Outro fator foi o custo, como a Toyota não apresenta os enormes custos trabalhistas que a rival americana apresenta, ela teve uma margem maior para a reduzir preços, enquanto a GM se perdia em benefícios a funcionários aposentados.

 

A crise é tão grave que no final de 2008 a GM considerou a hipótese de vender a sua sede social em Detroit.

 

Infelizmente essa crise não afeta apenas a GM, grandes companhias como a Ford, Chrysler, Nissan, Renault e inclusive a Honda que recentemente fechou sua equipe na Fórmula 1, alegando problemas de caixa.

 

Josué Silva

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Sem um motivo aparente, as principais praças acionárias norte-americanas e brasileira operaram em alta durante todo o pregão. Apesar das preocupações com o setor bancário, os negócios acabaram sendo puxados pela alta do petróleo no mercado internacional. A bolsa brasileira terminou o dia com avanço de 3,41%, aos 38.542 pontos. O giro financeiro somou R$ 3,47 bilhões. “Foi uma melhora bastante pontual, já que as notícias divulgadas durante o dia não aliviaram as tensões dos investidores”, afirma Patrícia Branco, sócia-gestora da Global Equity. Ela acredita em uma recuperação técnica em função das fortes desvalorizações registradas na segunda e terça-feira. Ainda sobre o setor financeiro, rumores de mercado apontam que o Royal Bank of Scotland (RBS) teria sido estatizado. A instituição anunciou nesta semana que poderá registrar um prejuízo de € 28 bilhões (cerca de R$ 41 bilhões). Se confirmado, essa perda ofuscará o prejuízo líquido do Vodafone Group de 22 bilhões de libras esterlinas, em 2006, e se tornará o maior prejuízo de uma companhia britânica. Loyld’s e Barclay’s também devem seguir o mesmo rumo. Uma série de balanços do setor também corroboraram com a idéia de que a crise ainda afeta instituições financeiras mundo afora. O Bank of New York Mellon registrou lucro líquido de US$ 61 milhões no quarto trimestre do ano passado, o que significa um recuo de 88% ante os US$ 520 milhões registrados em igual período do ano anterior. A gestora de recursos Black Rock também reportou comportamento semelhante: lucro líquido de US$ 52,96 milhões no quarto trimestre do ano passado, resultado 84% menor se comparado aos US$ 322,4 milhões registrados em igual período de 2007. No mercado doméstico, os drivers de alta foram a valorização dos papéis da Petrobras – cerca de 4% para as ações preferenciais e 5% para as ordinárias -, repercutindo o avanço da commodity em Nova York, e as expectativas quanto a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa básica de juros (Selic). “Alguns agentes já precificaram um corte de 1 ponto percentual (p.p) para os juros, o que seria positivo para a bolsa brasileira”, ressalta sócia-gestora da Global Equity. O Banco Central (BC) anunciará, dentro de poucas horas, o rumo da taxa básica de juros. As apostas de corte variam entre 0,50 ponto percentual (p.p) e 1 p.p, com a maioria estimando redução de 0,75 p.p.

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Em sua primeira reunião do ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu reduzir em um ponto percentual a taxa básica de juros (Selic), que passa a valer 12,75% ao ano. Este é primeiro corte na Selic desde setembro de 2007, quando a taxa estava fixada em 11,25%. Segue nota na íntegra. Avaliando as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, neste momento, reduzir a taxa Selic para 12,75% a.a., sem viés, por cinco votos a favor e três votos pela redução da taxa Selic em 0,75 p.b. Com isso, o Comitê inicia um processo de flexibilização da política monetária realizando de imediato parte relevante do movimento da taxa básica de juros, sem prejuízo para o cumprimento da meta para a inflação.

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