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Archive for março \31\UTC 2009

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As ações do Itaú e do Unibanco vão operar de forma unificada na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) a partir de hoje dia 31.03.2009.

“Os detentores de papéis dos dois bancos passarão a ter ações da nova instituição, respeitados os critérios de migração estabelecidos nas assembléias gerais dos dois bancos, realizadas em novembro do ano passado”, disse em nota Alfredo Setubal, diretor de (RI) Relações com Investidores do Itaú Unibanco.

O investidor que possui ações ordinárias de Unibanco (UBBR3) e da Unibanco Holdings (UBDH3) receberá uma ação ON do Itaú Unibanco (ITAU3) para cada 1,1797 ação ON. Aqueles que detiverem ações preferenciais do Unibanco (UBBR4) e da Unibanco Holdings (UBDH4) devem receber uma ação do novo banco (ITAU4) para cada 3,4782 ações PN em portfolio.

Os acionistas que possuírem “units” do Unibanco (UBBR11), a relação de troca será uma ação PN do Itaú Unibanco (ITAU4) para cada 1,7391 recibo que possuírem.

segundo Setubal será pago em 8 de abril dividendos e Juros sobre Capital Próprio (JCP) aos possuidores de ações originalmente de emissão do Unibanco, declarados desde dezembro de 2008.

 

Nesse momento o papel ITAU4, esta em alta de 0,19% cotado a R$ 25,88 e ITAU3 também apresenta alta de 0,47% valendo R$ 21,50.

 

Josué Silva

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Mercados

Bolsas:

 

Índices

Pontos

Variação%

Ibovespa

Brasil

41.132

+1,18

Merval

Argentina

1.137

+1,25

S&P 500

EUA

798,55

+1,40

Nasdaq

EUA

1.526

+1,60

CAC 40

França

2.797

+2,87

DAX 30

Alemanha

4.025

+0,90

FTSE 100

Inglaterra

3.910

+3,92

Nikkei

Japão

8.110

-1,54

 

Indicadores:

 

Indicadores

Valor

Variação%

Dólar Comercial

2,3030

-1,24

Dólar Paralelo

2,5000

0,00

Dólar Turismo

2,4300

-1,22

Dólar/Euro

1,3283

+0,58

Real/Euro

3,0544

-0,83

Iene/Dólar

98,96

+1,72

Treasury 10a

2,69

-0,03pp.

Global40

128,80

+2,18

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 O governo criou um pacote de bondades!

 Manteve a redução do IPI para carros novos, essa medida alavancou o mercado de carros novos, gerando emprego nas indústrias automobilísticas e em toda a cadeia do setor.

 

Outra generosidade do governo, foi em relação à habitação prometendo 1 milhão de casas a todos os brasileiros necessitados.

 

Essas duas medidas foram importantes e fundamentais para a manutenção do emprego, porque esses dois setores são fundamentais para o crescimento do país.

 

O setor automobilístico, por exemplo, ao redor dele existem, vários outros setores que ficam a margem dele e se ele recua todos recuam juntos, no setor habitacional a mesma coisa.

 

É sempre bom lembrar que essa crise é fruto de políticas habitacionais lá nos Estados Unidos, porque no passado quando a América estava precisando de animo, quem deu foi o setor habitacional.

 

O problema é que o remédio continuou sendo ministrado depois que o paciente sarou, seria necessário regulamentar os derivativos oriundos dessa receita, algo que não foi feito e hoje o mundo esta pagando por isso.

 

Aqui o governo tomou essas medidas que acredito serem necessárias para o aquecimento de nossa economia, o único problema é que não dá para fazer caridade com o chapéu dos outros.

 

Porque estará pagando essa conta serão os fumantes, ontem foi anunciado um aumento de 30% na alíquota tributária do cigarro. Pra quem não fuma, tanto faz, mas é preciso lembrar que os nazistas não começaram perseguindo os judeus, e sim grupos pequenos.

 

No caso do Brasil é a mesma coisa, já temos uma das maiores cargas tributárias do mundo, a maior taxa de juros real do mundo em contrapartida o governo oferece os piores serviços do planeta.

 

É inadmissível isso que o governo esta fazendo, com toda essa carga tributária o ideal seria ele reduzir seu custo, e praticar medidas que realmente façam efeito sem usar o dinheiro alheio.

 

Portanto, pare de fumar agora, ou pague a conta do governo federal a decisão é sua.

 

Josué Silva

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 Existe uma maneira pouco conhecida, mas eficiente, de aumentar a rentabilidade em uma carteira de longo prazo: o aluguel de ações. Assim como imóveis, você pode alugar suas ações para outras pessoas, garantindo uma renda extra enquanto não vender sua ações.

O contrato de aluguel é acertado entre o proprietário das ações e o tomador geralmente é um especulador de curto prazo apostando na baixa das ações. As taxas médias de aluguel costumam variar entre 0,5% e 6% ao ano.

A definição das condições do aluguel são definidas pelo proprietário: o prazo de aluguel geralmente é para 30 ou 60 dias.

 A distribuição de juros sobre capital próprio ou dividendo no período do aluguel pertence ao proprietário e o pagamento do aluguel é feito no primeiro dia útil após a finalização do contrato, quando o tomador devolve as ações.

O principal risco para o investidor é que, enquanto estão alugadas, as ações não podem ser vendidas. Isto pode ser ruim caso as ações subam demais e você queira realizar o lucro ou caiam demais e você queira limitar o prejuízo. Além disso, existe um risco mínimo do tomador não devolver suas ações. Este fator é evitado, pois a CBLC é a intermediadora deste tipo de operação e requer garantias de 100% mais uma margem de segurança. Esta garantia pode ser um depósito em dinheiro ou títulos.

Como alugar minhas ações?

Para alugar as ações, basta ligar para corretora e informar o papel, a quantidade, o prazo e a taxa desejada. Algumas corretoras têm volume mínimo para aluguel e geralmente cobram comissão percentual sobre ele.

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É um contrato entre as partes, onde pode ocorrer a compra ou a venda de determinada quantidade de ações, por um preço fixado, e com liquidação em prazo futuro determinado. Os prazos permitidos para negociação no mercado a termo, é de no mínimo 16 dias, e no máximo 999 dias corridos. A ação negociada a termo é dita como título-objeto.

O preço a termo de uma ação é o valor cotado no mercado a vista mais juros, fixados em função do prazo. A operação é feita com o intermédio de uma Sociedade Corretora, que executa a operação em pregão.

As operações a termo exigem um depósito de garantia na CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia), empresa responsável pela liquidação e controle de risco de todas as operações realizadas na Bovespa. Entretanto, o agente de compensação e a Corretora poderão requerer o depósito de garantias adicionais àquelas exigidas pela CBLC. As garantias exigidas são prestadas na forma de margem ou cobertura.

No caso do vendedor a termo, é possível depositar o título-objeto na CBLC, como garantia de sua obrigação. O depósito denominado como cobertura, dispensa o vendedor de prestar outras garantias adicionais.

Já a margem inicial exigida, é a diferença entre o preço a vista e o preço a termo do papel, somado ao valor da diferença do preço a vista e o menor preço a vista possível no pregão seguinte, com base na volatilidade histórica do título. Os papéis são classificados pela CBLC em diferentes intervalos de margem, em função da volatilidade e liquidez das ações e condições gerais das empresas emissoras. De forma geral, os papéis com maior liquidez e menor volatilidade estão enquadrados nos menores intervalos de margem.

Poderá ocorrer a chamada de margem adicional caso haja oscilação na cotação dos títulos depositados como margem/ ou dos títulos-objeto da negociação, será necessário um valor adicional da garantia inicial, através de depósito em dinheiro ou em ativos autorizados pela CBLC.

Os direitos e proventos distribuídos às ações-objeto do contrato a termo, pertencem ao comprador, e serão recebidos, com as ações-objeto, na data de liquidação ou segundo normas da CBLC.

A liquidação da operação a termo pode ser realizada no vencimento do contrato ou antecipadamente, no caso do comprador desejar. A liquidação implica, portanto, na entrega dos títulos pelo vendedor e no pagamento do preço estipulado no contrato pelo comprador. Em relação aos custos, há a cobrança de corretagem tabela Bovespa na compra a termo e rolagem, e corretagem fixa (R$16,90) na venda. Em relação a taxa de registro, liquidação e emolumentos, são calculadas sobre o valor total do contrato a termo e cobrada de acordo com as tabelas estabelecidas pela Bovespa e CBLC.

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Cotações

Mercados:

 

Índice

Pontos

Variação %

Ibovespa

Brasil

40.579

-3,17

Merval

Argentina

1.111

-4,64

S&P 500

EUA

787,76

-3,45

Nasdaq

EUA

1.497

-3,12

CAC 40

França

2.719

-4,27

DAX 30

Alemanha

3.989

-5,10

FTSE 100

Inglaterra

3.763

-3,49

Nikkei

Japão

8.236

-4,53

 

 

Indicadores:

 

Indicador

Valor

Variação %

Dólar Comercial

2,3360

+1,83

Dólar Paralelo

2,5000

+2,04

Dólar Turismo

2,4600

+2,07

Dólar/Euro

1,3163

-0,96

Real/Euro

3,0749

+0,85

Iene/Dólar

97,42

-0,45

Treasury 10a

2,74

-0,02pp

Global40

87,00

-31,12

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Os Fundos de Índices – conhecidos em outros países como ETFs (Exchange Traded Funds) – são fundos que buscam obter o retorno de determinado índice e cujas cotas são negociadas na Bolsa.

No Brasil, estão sendo oferecido os Fundos de Índices estruturados com renomadas instituições, como o BNDES e o Banco Barclays (que faz a gestão dos iShares).

Ao investir em um fundo ETF você estará investindo, ao mesmo tempo, em uma carteira de ações de diferentes companhias.

ETFs listados na BM&FBOVESPA:

 

Nome

Código

PREÇO (R$)

Abert.

Min.

Máx.

Méd.

Último

Osc.(%)

ISHARES BOVA CI

BOVA11

40,99

40,50

41,01

40,69

40,50

-2,97

ISHARES MILA CI

MILA11

ISHARES SMAL CI

SMAL11

24,08

24,03

24,08

24,06

24,03

6,33

PIBB CI

PIBB11

62,40

61,03

62,40

61,82

61,40

-2,56

 

Valor de Referência das Cotas:

 

Código

VALOR DE REFERÊNCIA DAS COTAS (R$)

Abert.

Mín.

Máx.

Último

Osc. (%)

BOVA

41,76

40,52

41,76

40,61

-2,75

MILA

32,26

31,32

32,26

31,38

-2,62

SMAL

24,19

23,71

24,19

23,74

-1,86

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