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Archive for maio \30\UTC 2009

Enquanto a comissão de anistia do governo promoveu o guerrilheiro e capitão do Exército Carlos Lamarca a coronel e determinou o pagamento de pensão e indenização a seus familiares, ao menos alguém se lembrou de homenagear uma de suas vítimas. Em excelente iniciativa, a AMAE, Associação dos Militares Auxiliares e Especialistas do RJ, presidida pelo Ten Melquisedec, decidiu instituir a MEDALHA TENENTE ALBERTO MENDES JUNIOR, homenageando o oficial da PM de São Paulo morto a coronhadas na presença de Lamarca após se oferecer como refém em troca da não captura da tropa que comandava, que se encontrava com muitos integrantes feridos, para que pudessem receber atendimento médico. O tenente Mendes, que era prisioneiro de Lamarca, foi morto porque atrasava o deslocamento do bando, que precisava vigiá-lo. O tenente Alberto Mendes Júnior, morto em 10/ 05/1970 na zona rural de Sete Barras – SP, foi promovido post mortem a capitão e sua família recebe a título de pensão pela sua morte o soldo de capitão, enquanto a família de Lamarca receberá valores correspondentes a General de Brigada. Segundo o jornal O Dia, a medalha agraciará “militares, policiais e cidadãos que se destacarem na luta contra o crime e o terrorismo”. Fonte: http://segurancapublica.net/

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Bovespa em alta

Pelo segundo mês seguido o Ibovespa liderou os ganhos de investimentos. Em maio, o índice da BM&F Bovespa teve valorização de 5,1%. No ano, o ganho acumulado é de 12,68%.

A segunda melhor opção de investimento do mês, mas bem distante do Ibovespa, foi o Certificado de Depósito Bancário (CDB), que subiu 0,81%. No acumulado de 2009, o CDB registra avanço de 4,52%.

O Certificado de Depósito Interbancário (CDI) subiu 0,77%.

O ouro e o dólar tiveram desempenho negativo em maio. A commodity teve queda de 0,56% no mês e registra perdas de 3,05% no ano.

O dólar comercial encerrou o mês com baixa de 9,49%. No ano, o recuo é de 15,42%. O dólar Ptax caiu 9,42% em maio e 15,57% no ano.

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O balanço das empresas brasileiras no primeiro trimestre de 2009 foi um retrato da forte desaceleração da economia, crédito ainda restrito e cenário externo recessivo.

Levantamento feito pela Ativa Corretora mostra que o lucro líquido de 122 empresas de capital aberto, divididas em 24 setores, caiu 26% na comparação entre janeiro e março do ano passado e o mesmo período deste ano. No entanto, a corretora mostra que esse resultado não causa surpresa e que esse pode ter sido o pior trimestre da crise.
Operacionalmente, as empresas também tiveram fraco desempenho. A geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) caiu 14% no comparativo anual.

Dos 24 setores que compõem a amostra, apenas cinco apresentaram crescimento de Ebitda, foram eles: Açúcar e Álcool, Aviação, Consumo, Construção Civil e Logística.

Segundo a Ativa, para 63% das empresas acompanhadas, a combinação entre queda no volume vendido, exportações menores, redução de investimentos, menor nível de produção, maior nível de endividamento, preços em queda e custos ainda elevados resultou em perda significativa de margem operacional no comparativo anual.

A corretora ressalta que os resultados das duas principais empresas da amostra, Petrobras e Vale, que reúnem 26% da receita consolidada, 56% do lucro líquido e 36,5% do Ebitda, contribuíram para aliviar a queda da margem consolidada.

Em comparação com o quarto trimestre de 2008, o lucro líquido das empresas acompanhadas apresentou melhora, avançando 13%. No entanto, o desempenho operacional (Ebitda) ainda foi fraco, recuando 11%.

Para o segundo trimestre, a Ativa espera que a amostra apresente uma desaceleração no ritmo de queda operacional no comparativo anual e uma leve recuperação na comparação com o primeiro trimestre.

Segundo a corretora, o ajuste de estoque parece que está na sua fase final, o que indica que novos pedidos podem chegar às indústrias.

“Porém é importante destacar que a dinâmica e a intensidade dessa recuperação ainda não estão delimitados, o que pode frustrar os agentes, que vêm reprecificando os ativos financeiros utilizando um cenário econômico melhor do que a realidade se apresenta”, alertou a Ativa, que acredita em recuperação lenta e gradual da economia.

A expectativa de desempenho operacional positivo para o segundo trimestre concentra-se em setores ligados ao mercado interno, sensíveis aos estímulos governamentais e à queda da taxa de juros.

Entre eles, a Ativa destaca: o segmento de Telecom, onde ressalta as empresas GVT e Net; Energia, com AES Tietê e Cesp; Shopping Center, com a BR Malls; Consumo, onde o foco recai sobre Natura e AmBev; Tecnologia, com a Totvs; Varejo, onde figuram Pão de Açúcar e Lojas Americanas; e Logística, onde está a ALL.

(Valor Online)

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A mineradora Vale afirmou neste sábado que ainda não está negociando o preço contratual do minério de ferro para 2009.

Segundo o diretor executivo de Ferrosos da Vale, José Carlos Martins, a companhia brasileira vai aguardar a definição das negociações entre siderúrgicas asiáticas e as mineradoras australianas BHP e Rio Tinto, principais concorrentes da Vale, antes de iniciar qualquer conversa.

Ele explicou que isso decorre do fato de, no ano passado, a Vale ter fechado acordo em fevereiro e, depois disso, suas concorrentes terem conseguido um reajuste maior, de quase 100 por cento, enquanto a brasileira obteve até 71 por cento.

“O que eles (asiáticos e australianos) decidirem, vamos analisar. Se nos interessar, acompanhamos. Se não, veremos o que poderá ser feito”, disse Martins em entrevista à Reuters por telefone.

“Não queremos sofrer este ano o que sofremos no ano passado”, acrescentou Martins, que refutou informações publicadas na mídia de que a Vale estaria perto de fechar um acordo.

Ele afirmou ainda que a Vale tem conhecimento que suas concorrentes estão discutindo o contrato para 2009. “Mas estamos fora, vamos aguardar o que vem de lá.”

Os preços contratuais costumam ser estabelecidos uma vez por ano, e a partir do fechamento do contrato (sistema conhecido como “benchmark”), os valores passavam valer retroativamente a partir de 1o de abril, se forem firmados nos meses seguintes.

Por conta da queda na demanda em função da crise, a Vale tem dado neste ano descontos aos seus clientes, em relação ao valor contratual fechado em 2008.

Enquanto não é fechado um preço referencial para 2009, a Vale, segundo Martins, está dando um desconto provisório de 20 por cento para os clientes na Europa.

“Na Ásia (com exceção da China), o desconto tem sido na faixa de 10 por cento, para Japão e Coréia”, afirmou.

Para a negociação de 2009, ele disse achar “razoável” que o preço fique perto do valor atual, considerando o desconto dado em relação a 2008.

“O número que entendemos como razoável é esse que estamos dando no desconto provisório”, declarou.

Mas as siderúrgicas chinesas querem descontos maiores, considerando a queda na demanda pela crise. Elas reivindicam uma redução no preço de até 40 por cento.

CHINA

Martins admitiu ainda que as vendas atuais da Vale para as siderúrgicas chinesas são feitas com base no preço do mercado “spot” –a mineradora brasileira tradicionalmente defende o sistema “benchmark”.

“Na China, o mercado foi para o spot, ninguém esta seguindo contrato, o grosso tem sido no spot… Negocia na hora que o navio chega e assim vai.”

De acordo com Martins, o preço no “spot” na Ásia tem um desconto maior do que o dado para as siderúrgicas de Japão, Coreia e Europa.

“No spot o desconto é maior, tem variado entre 25 e 35 por cento (em relação ao valor de referência para 2008). Em janeiro e fevereiro, estava 15 por cento (o desconto), depois subiu, agora está caindo. Oscila porque tem outro componente, que é o frete.”

Os preços dos fretes marítimos têm subido nas últimas semanas.

De acordo com Martins, apesar de o mercado “spot” na China ter sido afetado pela crise, o minério de ferro da Vale, por contar com uma qualidade melhor que o de suas concorrentes, consegue um prêmio em relação ao valor pago à vista.

“O que tem é que como o nosso minério tem qualidade superior, temos conseguido de 8 a 12 dólares por tonelada acima do spot, dependendo do minério, o de Carajás tem um prêmio melhor, do que o do Sul.”

 Fonte: Reuters

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Ainda há quem duvide, mas o empresário Guilherme Paulus, fundador do Grupo CVC, está prestes a vender 63% da CVC Operadora, maior agência de viagens do País, por cerca de R$ 800 milhões para um dos fundos de private equity do norte-americano Carlyle Group. A negociação, considerada a maior do setor de turismo nacional, vem sendo feita a sete chaves desde o início do ano.

A proposta inicial do Carlyle era da compra do total de ativos, por R$ 1,1 bilhão. Mas Paulus ainda quer ficar no negócio. O empresário manterá 37% das ações da empresa, bem como a presidência do conselho de administração da CVC, no qual terá direito de indicar três dos nove conselheiros. Valter Patriani, executivo mais antigo da empresa, há 30 anos na CVC, continuará na presidência da operadora, com contrato para mais cinco anos.

Paulus não nega a negociação. Em recente entrevista ao portal Panrotas, no começo deste mês, afirmou que vários investidores têm mostrado interesse pela empresa e que houve, sim, uma aproximação com o Carlyle.

“O acordo tem tudo para dar certo e só esbarra em um quesito: Guilherme Paulus não quer que seja realizada due diligence na empresa”, afirma um executivo do setor de turismo. A proposta do empresário é que seja realizado um “escrow account”, literalmente, uma conta caução, na qual serão depositados R$ 300 milhões, que o fundo poderá usar caso surjam problemas financeiros ou jurídicos. “Com esta medida, Paulus ainda colocaria no bolso R$ 500 milhões, um valor considerável para uma empresa de turismo”, afirma o executivo.

Há cerca de dois anos, Paulus deu início ao processo de profissionalização do Grupo CVC. O objetivo era abrir o capital da empresa.

Fonte: Gazeta Mercantil

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Ditadura Tucana

Prezados Amigos da Juventude,

 

É lamentável a notícia que tenho a dar aqui.

 

Estava junto com o Josué quando ele falou com o Elias pelo telefone. Ele colocou no viva voz para que eu tomasse cabo do que estava sendo dito.

 

O Elias foi categórico. Disse que estava bloqueando no e-group a mensagem encaminhada pelo Josué convidando os Jovens a assinarem adesão a nossa chapa.

 

 

*Não tínhamos como contornar isso, pois o Elias é o único moderador do e-group. Sendo que a mensagem apareceu somente uns dias depois, já sem efeito.

 

Ocorre que tal atitude vai totalmente contra os princípios democráticos tão arduamente conquistados no passado, e tão defendidos por homens públicos como Mario Covas e Franco Montoro que, ao que me foi dito diversas vezes pelo próprio Elias, norteava

*Ocorre que tal atitude vai totalmente contra os princípios democráticos tão arduamente conquistados no passado, e tão defendidos por homens públicos como Mario Covas e Franco Montoro que, ao que me foi dito diversas vezes pelo próprio Elias, norteavam sua vida política.

 

Vemos assim que, ou o Elias jogou fora todos os ensinamentos, ou não leu direito, ou não era bem isso que ele gostava de aprende

*A disputa política se dá na urna, no debate, e não nesse tolhimento. Se ele não é capaz de convencer as pessoas com argumentos, isso não é problema nosso. Nós estamos buscando o debate, o convencimento. Porém, barramos nas armadilhas do mediador do e-group.

*Com isso, caso esse e-mail não chegue no e-group da JUVENTUDE MUNICIPA DO PSDB, que ao menos seja lido por nossos amigos da JPSDB Estadual, e que esta, na função de única juventude constituída com membros também do município de São Paulo, interpele a Executiva do Partido para que tome as devidas providências.

 

Renato Oliveira

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Ditadura Tucana!

Resolvi te escrever essa reflexão porque já não agüento mais tanta ditadura.

  1. O moderador do E-groups da JPSDB da Capital, esta castrando meu direito de expressão, tenho claras razões para isso. A quinze dias postei no grupo de email um convite a todos os jovens da capital para assinarem a Chapa Juventude Atitude a qual faço parte, e democraticamente dois dias depois, ou seja no dia da reunião ele postou meu convite.
  2. Por último foi hoje, descobrimos que o PSDB da Capital tem um norte, porque eles armarão uma reunião secreta para discutir a pseudo composição entre as chapas, porem ninguém foi convidado. Liguei para o representante da Juventude no Diretório atual situação e ele me disse que sabia sim da reunião, mas não me convidou.  Passado esse fato, por volta de 21:30 hs postei um comentário no grupo sobre meu posicionamento em relação a essa postura do partido e até agora 00:15 hs, não foi pro ar. Coincidência, Castração ou Perseguição?

Eu gostaria muito de discutir isso na Juventude, mas o moderador do egroup não me deixa escrever, quando eu mando e-mail depende da aprovação dele, infelizmente não posso expressar dentro do partido ao qual sou filiado.

Acho lamentável essa atitude, porque temos uma executiva que esta no comando da Juventude a 7 meses e até agora não foi capaz de fazer uma proposta pra juventude do partido.

Se quiser meu ligar para conversar é só ligar 11 7360 8287

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