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Archive for julho \24\UTC 2009

Hoje fragilizado, o sistema financeiro norte-americano acompanha de perto a evolução da superpotência econômica. Do desenvolvimento bancário dos Estados Unidos, motor da ascensão da ainda maior economia do mundo, um nome fala mais alto: John Pierpont Morgan.

A trajetória do banqueiro e a ascensão da economia norte-americana caminham juntas. Herdeiro da instituição que leva o nome de sua família, cravou suas iniciais à frente da logomarca e guiou-a por mais de um século sobrevivendo às grandes crises e se fortalecendo nas fases de esplendor.

Mas por incrível que pareça, a trajetória de Pierpont vai muito além do desenvolvimento do sistema financeiro de um país. Sua aptidão para os negócios e inegável veia empreendedora associam seu nome também à fundação de algumas das mais importantes companhias norte-americanas, como GE e U.S. Steel.

O banco

A solidez da casa impressiona. Por mais que tenha relacionado perdas contábeis, o JP Morgan foi uma das instituições financeiras que menos frequentou o noticiário desta crise. Curiosamente, quando o cenário é de um governo resgatando bancos, o JP Morgan comemora um centenário do episódio em que salvou a bolsa norte-americana de quebra e o Tesouro do país da falência.

Exatamente 100 anos antes do início dos problemas do subprime, em 2007, a instituição abria os cofres para suavizar os efeitos de um colapso que poderia comprometer a prosperidade do sistema capitalista. Naquela época, mais do que banco, o JP Morgan chegou a ser Banco Central dos Estados Unidos.

Entre idas e vindas da economia norte-americana no longo caminho para se tornar a superpotência do mundo, Pierpont resgatou duas vezes o país com recursos próprios, ou orquestrando uma saída para as depressões.

Reorganizador

Mas fugindo um pouco da história da instituição por si só, vamos à história do personagem. Nascido em 1837, John Pierpont Morgan estudou matemática em Boston e na Alemanha, ocupando uma cadeira no banco de seu pai, até então chamado J.S. Morgan (Junius Spencer Morgan), em 1837. A instituição seria reorganizada apenas 1895, se tornando JP Morgan and Company a partir daí.

Reorganizar é uma palavra que acompanha toda a vida de Pierpont Morgan. Era reconhecido pelo conservadorismo em suas decisões, mesmo parecendo agressivo se avaliarmos seus resultados. Isso porque, além de dominar o sistema financeiro, é tido como estruturador de setores chave da economia norte-americana, como a indústria siderúrgica e de transportes.

De certa forma, os manuais citam que o JP Morgan como instituição cresceu com o desenvolvimento do sistema financeiro. Há quem diga que o sistema financeiro cresceu com o JP Morgan.

Aptidão incrível

Suas manobras o colocam entre os investidores mais ativos do período do boom das railways. Chegou a ser dono de aproximadamente 60% das ferrovias em território norte-americano. Antes de explicar sua participação nas grandes companhias, vale citar um caso curioso, que ajuda a revelar sua incrível aptidão para os negócios.

Pierpont adquiriu do exército norte-americano uma série de rifles em más condições, por cerca de US$ 3,5 cada. Na iminência da guerra civil no país, trabalhou na restauração das armas junto de seu parceiro de negócio e as revendeu para o exército, por US$ 22 cada.

“Revolução industrial”

Mas voltando à trajetória do empreendedor, alguns nomes importantes da indústria mundial se associam ao nome do banqueiro. Entre os principais, destaque para a U.S. Steel, negócio fechado sem contrato assinado em papel, na palavra, entre Pierpont Morgan e Andrew Carnegie. A consolidação conduzida pelo banqueiro deu origem à gigante de siderurgia – no nascimento do século XX – como a primeira companhia bilionária do mundo, com capitalização de cerca de US$ 1,4 bilhão em 1901.

Não bastasse sua contribuição na consolidação do setor siderúrgico, Morgan aparece na trajetória de uma das empresas mais tradicionais do mundo. A condução da fusão entre a Edison Electric, de Thomas Edison, e a Thompson-Houston Electric deu origem à companhia hoje chamada General Electric – GE.

Para a história

Além dos negócios, John Pierpont Morgan dedicou seus últimos anos ao amor pela arte. Fundou o Metropolitan Museum of Art de Nova York enquanto concentrava esforços na aquisição de seguradoras e outras instituições financeiras. Como recebeu o banco de seu pai, o deixou para seu filho, John Pierpont Morgan Jr., após sua morte em 1913.

A instituição sobrevive com seu nome, mesmo após ceder aos percalços que o tempo lhe impôs. Hoje, é JP Morgan Chase, nome que incorpora sua fusão com o Chase Manhattan.

Após revolucionar o sistema financeiro, os transportes, a indústria e de certa forma o capitalismo norte-americano, John Pierpont Morgan segue lembrado por algumas frases memoráveis, como “se você pudesse vender a sua experiência pelo preço que ela lhe custou, ficaria rico”. Outros lembram Pierpont por uma frase que não é dele, mas ficou famosa em sua época: “Deus criou o mundo. E Morgan o reorganizou”.

Fonte: Infomoney

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A Coca-Cola Company anunciou os resultados do segundo trimestre de 2009 nesta terça-feira (21), reportando uma receita operacional líquida de US$ 8,267 bilhões. A cifra corresponde a uma redução de 9% em relação ao contabilizado no mesmo período do ano passado, de US$ 9,046 bilhões. Por outro lado, o lucro líquido consolidado da Coca-Cola somou US$ 2,049 bilhões, o que representa um aumento expressivo de 42% frente aos ganhos de US$ 1,422 bilhão registrados no segundo trimestre de 2008. Considerando o lucro ajustado, que exclui itens especiais, o ganho trimestral atinge US$ 2,140 bilhões, ou US$ 0,92 por ação, uma redução de 10% em relação ao mesmo período de 2008, quando o lucro ajustado foi de US$ 2,390 bilhões. Contudo, apesar da queda, a cifra fica acima das estimativas dos analistas, de US$ 0,89 por ação. Crescimento das vendas Conforme comunicado da Coca-Cola, o segundo trimestre deste ano terminou com um crescimento de 4% no volume de unidades, sendo que, internacionalmente, esse avanço foi de 5%. “No trimestre, o crescimento no volume de unidades aumentou fortemente em mercados emergentes chave com 33% de crescimento na Índia e 14% de avanço na China”. Para o presidente e CEO (Chief Executive Officer) da Coca-Cola, Muhtar Kent, a empresa continua a reportar performance operacional sólida. “Na primeira metade do ano, nós reportamos resultados de volume e lucro em linha com os objetivos de crescimento de longo prazo, apesar das condições econômicas globais desafiadoras”, comemorou o executivo. Kent completa que “os investimentos em mercados de crescimento chave contribuíram para a boa performance na China, México, Índia e Brasil. E, com nossa estratégia disciplinada a iniciativas de produtividade, permanecemos no caminho para alcançar o objetivo de poupar US$ 500 milhões anualizados até 2011 e esperamos atingir mais da metade das economias no final deste ano”.

Fonte: Infomoney

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Índice

JAN 09

FEV 09

MAR 09

ABR 09

MAI 09

JUN 09

2009

 12 Meses

INPC

0,64

0,31

0,20

0,55

0,60

0,42

2,32

4,50

IPCA

0,48

0,55

0,20

0,48

0,47

0,36

2,20

4,43

IGP-M

(0,44)

0,26

(0,74)

(0,15)

(0,07)

(0,10)

(1,24)

1,53

IGP-DI

0,01

(0,13)

(0,84)

(0,04)

0,18

(0,32)

(0,82)

0,99

INCC-DI

0,33

0,27

(0,25)

(0,04)

1,39

 

1,70

6,92

IPC

0,46

0,27

0,40

0,31

0,44

0,13 

1,89

4,22

ICV

0,69

0,02

0,40

0,31

0,23

 

1,66

4,11

US$

2,318

2,370

2,318

2,188

1,970

1,964

(15,63)

25,74

EURO

2,9694

3,0104

3,0820

2,8947

2,7851

2,8230

(15,53)

16,03

EURO

1,281

1,270

1,330

1,323

1,413

1,437

0,07

(7,86)

OURO

67,50

70,00

67,00

62,35

63,00

59,50

(1,49)

27,96

POUPANÇA

0,67

0,54

0,64

0,50

0,56

0,56

 

 

SELIC

12,75

12,75

11,25

10,25

10,25

9,25

 

 

IBOVESPA

39.300

38.183

40.925

47.289

53.197

51.465

37,06

(13,51)

DOW JONES

8.000

7.062,93

7.608,92

8.168,12

8.500,33

8.447,00

(3,75)

(25,76)

NASDAQ

1.476

1.377,47

1.528,59

1.717,30

1.774,33

1.835,04

16,36

(21,07)

Fonte: BACEN, BOVESPA, CMA, DIEESE, FGV, FIPE, IBGE, NYSE

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Instituição Depósito Ativo Nº de func Nº de ag Índ Basiléia
BB  271121700 443646697 107532 4390 0,1555
ITAU 222637246 560342330 100329 3718 0,1613
BRADESCO  166655842 357593164 79784 3370 0,1693
CEF  165527803 269618928 103895 2069 0,2063
SANTANDER  124619433 333138011 54419 2279 0,2288
HSBC  65391320 111874922 29912 931 0,123
NOSSA CAIXA  37222738 52267325 14847 563 0,1709
VOTORANTIM  18932434 71181164 1103 17 0,1351
SAFRA  14716506 66465481 4882 125 0,1468
BANRISUL  14425764 23907040 11144 427 0,2009
CITIBANK  8404115 40481542 5868 127 0,1618
BNP PARIBAS  4567754 27084852 349 4 0,1824
BANESTES  4517937 6668263 3366 127 0,1647
BIC  4449297 11818479 819 33 0,1919
ALFA  4433096 15545807 1069 9 0,1512
BANSICREDI  4218122 6260408 237 5 0,1367
BNB  4136660 16113593 12120 182 0,1308
BRB  4048591 5489216 3287 59 0,1382
CREDIT SUISSE  3449416 21518480 66 2 0,1314
MERCANTIL DO BRASIL  3315215 5768260 3485 150 0,1473
UBS PACTUAL  3263787 18803725 802 6 0,2435
DEUTSCHE  3219400 17173151 207 2 0,1653
FIBRA  2752367 9195349 462 14 0,1417
BBM  2497114 13804256 493 6 0,1444
ABC-BRASIL  2481659 7495235 450 4 0,1801

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  Bancos com mais de 1 milhão de clientes Reclamações Procedentes 1 Clientes2 Índice 3
Banco ITAU  248 19023477 1,3
Banco BB  296 32167876 0,92
Banco HSBC  25 2775890 0,9
Banco BRADESCO  89 23910900 0,37
Banco SANTANDER  69 19259439 0,36
 
  Bancos com menos de 1 milhão de clientes Reclamações Procedentes 1 Clientes2 Índice 3
BANCO GE CAPITAL S.A.  12 6 200000
BANCO DAYCOVAL S.A.  277 3076 9005,2
Banco BMG  190 2193 8663,9
Banco CRUZEIRO DO SUL  261 3191 8179,3
Banco MÁXIMA  5 69 7246,4
 
1 Demandas em que se constatou descumprimento, por parte da instituição, de normativos do Conselho Monetário Nacional ou do Banco Central do Brasil
2 Número de clientes protegidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). 
3 Número de reclamações dividido pelo número de clientes e multiplicado por 100.000.
         
Fonte: Banco Central – período-base JUNHO/2009

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Uma nova ordem está emergindo em Wall Street depois da pior crise financeira desde a Grande Depressão, e nela apenas dois vitoriosos começam a se avultar por sobre o grupo um pouco mais amplo de titãs das finanças que costumavam dominar o setor.

Na quinta-feira, o JPMorgan Chase se tornou o mais recente dos grandes bancos americanos a anunciar resultados estelares para o segundo trimestre deste ano. O lucro de US$ 2,7 bilhões que o grupo anunciou, depois de um anúncio igualmente positivo pelo Goldman Sachs, demonstra até que ponto os esforços do governo para impedir um colapso completo do setor financeiro também prepararam o terreno para um estreitamento do mercado e uma concentração cada vez mais forte de poderio financeiro.

“Um dos temas que estão em destaque por aqui é o fato de que o JPMorgan Chase e o Goldman Sachs emergiram da situação como claros vencedores, como os últimos dos sobreviventes”, diz Robert Reich, professor da Universidade da Califórnia em Berkeley e secretário do Trabalho durante o governo Clinton.

Ambos os bancos agora ocupam posições dominantes na Wall Street pós-resgate, depois de se beneficiarem de bilhões de dólares em assistência vinda dos contribuintes e de empréstimos governamentais de baixo custo a fim de derrotar outras instituições que ainda continuam a enfrentar problemas. Os dois bancos estão aproveitando os tumultos nos mercados financeiros e a fraqueza que seus principais rivais continuam a demonstrar a fim de realizar bilhões de dólares de lucros com suas transações.

Em termos amplos, o pior da crise financeira já parece ter passado. No entanto, outros dos grandes bancos dos Estados Unidos, a exemplo do Citigroup e do Bank of America, ainda estão enfrentando problemas e não retomaram sua melhor forma. O Bank os America reportou trimestre lucrativo, nesta sexta-feira, mas uma sucessão de mudanças nos postos de comando e a possibilidade de que ainda restem grandes prejuízos por vir nos segmentos de cartões de crédito e imóveis comerciais vêm dificultando uma recuperação mais forte.

E temos também a legião de bancos regionais e de instituições de pequeno porte que continuam a quebrar em grande número por todo o país. Embora muitos já tenham registrado pesados prejuízos, a tendência é a de que continuem seriamente no vermelho caso a recessão se prolongue. Até agora neste ano, 53 desses bancos já quebraram, e a Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), a instituição do governo que garante os depósitos bancários, está se preparando para mais dezenas de falências.

É claro que as incertezas quanto à economia significam que o Goldman Sachs e o JPMorgan Chase possam estar desfrutando apenas um período frágil de predomínio, na opinião dos especialistas. O JPMorgan Chase reportou fortes quedas em suas atividades de varejo bancário, na quinta-feira, e estabeleceu provisões de mais de US$ 30 bilhões a fim de cobrir futuros prejuízos com a alta das perdas de sua divisão de carões de crédito, bem como nos segmentos de hipotecas e de empréstimos garantidos por patrimônio imobiliário.

“Ninguém poderá ser considerado imune aos problemas até que a situação do desemprego se reverta”, disse Moshe Orenbuch, analista bancário do Credit Suisse. Mas, ao menos por enquanto, o JPMorgan Chase e o Goldman Sachs estão em disparada.

“Os protagonistas mais fortes estão bem posicionados para tirar vantagem da crise, e é evidente que dominarão, em curto prazo”, disse James Reichbach, diretor da divisão financeira do grupo de auditoria e consultoria Deloitte Touche, nos Estados Unidos.

Como o Goldman Sachs, no caso do JPMorgan Chase a força renovada surge em um momento no qual o banco está saltando muito à frente de seus tradicionais rivais, especialmente no campo de investimentos, que inclui operações de títulos e ações e operações de subscrição e emissões, que ajudam empresas a colocar ações e títulos no mercado. Os operadores do banco aproveitaram bem as grandes oscilações do mercado e a ausência de alguns grandes concorrentes para registrar fortes lucros nos segmentos de renda fixa e ações.

Michael Cavanagh, o vice-presidente de finanças do JPMorgan Chase, diz que os lucros e honorários dessas divisões do banco “foram um recorde trimestral para nós e um recorde para qualquer empresa, em qualquer trimestre”. O banco, acrescentou, “está muito orgulhoso desses resultados”.

A instituição se beneficiou, igualmente, do desaparecimento de alguns rivais menores, e com isso pôde ampliar sua fatia de mercado no varejo bancário e no crédito imobiliário. Na terça-feira, quando o CIT Group, cuja especialidade era o crédito para pequenas empresas, estava negociando com o governo a fim de evitar um colapso, o JPMorgan Chase sinalizou que estava acompanhando a situação com interesse.

“Seria uma oportunidade para nós naqueles Estados, caso a CIT não se provasse capaz de continuar fornecendo empréstimos aos seus clientes”, teria dito Tom Kelly, um porta-voz do JPMorgan Chase, de acordo com a agência de notícias Dow Jones.

E a receita auferida pelo Washington Mutual, um banco de varejo que o JPMorgan Chase adquiriu no final do ano passado, está começando a ajudar os resultados da empresa. O banco também está se beneficiando de sua aquisição do Bear Stearns, facilitada pelo governo no ano passado. Com tudo isso, o JPMorgan Chase agora se transformou no líder mundial nos mercados de ações e de títulos de dívida, de acordo com a Dealogic.

Em meio a todo esse sucesso, Jamie Dimon, o presidente-executivo do JPMorgan Chase, solidificou sua posição como um dos mais poderosos e mais francos banqueiros dos Estados Unidos. Dimon desaprovou de maneira clara a ideia de assistência financeira governamental, declarando que os US$ 25 bilhões recebidos pela instituição em dezembro passado eram uma “vergonha”; em companhia do Goldman Sachs e do Morgan Stanley, seu banco liderou a pressão por uma restituição acelerada do dinheiro público recebido. Os três bancos liquidaram as dívidas junto ao governo que resultavam do programa de assistência no mês passado.

Mas a transformação do JPMorgan Chase em uma das mais fortes instituições do setor tem como base a proteção oferecida pelo governo. O banco utilizou o dinheiro público como reserva até que fosse capaz de levantar capital novo no mercado.

“Não resta dúvida de que todos nós nos beneficiamos da ajuda do governo – todos nós”, disse um importante executivo em outro banco de Wall Street.

Um porta-voz do JPMorgan Chase afirmou que o banco havia aceitado assistência a pedido do governo, mas se recusou a acrescentar quaisquer outros comentários. Poucos bancos conseguiram reverter sua situação de maneira tão completa. Há relativamente poucos anos, o JPMorgan Chase estava em dificuldades, depois de anos de gestão ineficiente e de problemas para digerir uma série de grandes aquisições. Mas, sob o comando de Dimon, a empresa reduziu seus custos e reforçou vigorosamente o seu balanço.

As consequências positivas começaram a se tornar visíveis no ano passado. Com o setor oscilando à beira do colapso, o JPMorgan Chase adquiriu o Bear Stearns em março e o Washington Mutual no final de 2008, por meio de duas transações auxiliadas pelo governo. Os clientes empresariais da instituição afirmam que seu crescente domínio permitiu maior latitude para estabelecer preços salgados pelos empréstimos e outros serviços financeiros que o JPMorgan Chase presta.

Os preços das ações do grupo subiram em 20% do começo de março para cá, e fecharam na quinta-feira a US$ 35,76.

Depois do lobby agressivo que conduziu para conseguir que o governo autorizasse o pagamento antecipado do dinheiro público recebido como assistência, Dimon também vem negociando de forma dura a recompra das certificados de ações que o governo recebeu do banco no final do ano passado em troca do apoio dos contribuintes.

O JPMorgan Chase agora está planejando permitir que o Departamento do Tesouro americano leiloe os certificados a investidores privados, depois que os dois lados se provaram incapazes de chegar a um acordo quanto a preços.

Dimon também está se preparando para uma série de batalhas em Washington. Uma delas se refere à adoção de regulamentação mais severa quanto ao uso de derivativos, um segmento no qual o banco obtém lucrativos honorários, em sua posição de um dos maiores participantes do mercado.

Uma segunda frente seria a criação de uma nova agência de proteção aos consumidores de serviços financeiros, que poderia colocar em risco a lucratividade das operações de cartões de crédito e hipotecas, caso introduza regulamentação mais dura.

Fonte: The New York Times

Tradução: Paulo Migliacci M.E.

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O Citigroup divulgou nesta sexta-feira  dia 17 de julho que teve lucro de US$ 3 bilhões, após o pagamento de dividendos preferenciais, no segundo trimestre do ano, surpreendendo os analistas que esperavam prejuizo . Com esse resultado, a instituição se juntou a quatro outros bancos (Bank of America, JPMorgan e Goldman Sachs) que divulgaram lucro nesta semana.

O lucro do banco, após o pagamento de dividendos preferenciais, foi de US$ 0,49 por ação. No mesmo período em relação ao ano anterior  o Citi apresentou prejuízo de US$ 2,86 bilhões, ou perdas de US$ 0,55 por ação. Para o segundo trimestre deste ano, os analistas previam um prejuízo de US$ 0,37 por ação.

O Citigroup está entre os bancos americanos que foram mais atingidos pela recessão e a crise de crédito, tendo recebido US$ 45 bilhões em fundos do governo americano e um adicional de US$ 300 bilhões em garantias para ativos de risco.

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