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Archive for outubro \31\UTC 2009

Nome Última transação Variação
ALCOA INC 12.42 out 30  0.58 (4.46%)
AMER EXPRESS INC 34.84 out 30  1.60 (4.39%)
BOEING CO 47.80 out 30  1.01 (2.07%)
BK OF AMERICA CP 14.58 out 30  1.15 (7.31%)
CATERPILLAR INC 55.06 out 30  2.19 (3.83%)
Cisco Systems, Inc. 22.81 out 30  0.71 (3.02%)
CHEVRON CORP 76.54 out 30  1.41 (1.81%)
DU PONT E I DE NEM 31.82 out 30  1.15 (3.49%)
WALT DISNEY-DISNEY C 27.37 out 30  0.77 (2.74%)
GEN ELECTRIC CO 14.26 out 30  0.61 (4.10%)
HOME DEPOT INC 25.09 out 30  0.82 (3.16%)
HEWLETT PACKARD CO 47.46 out 30  0.89 (1.84%)
INTL BUSINESS MACH 120.61 out 30  2.26 (1.84%)
Intel Corporation 19.11 out 30  0.11 (0.57%)
JOHNSON AND JOHNS DC 59.05 out 30  0.81 (1.35%)
JP MORGAN CHASE CO 41.77 out 30  2.58 (5.82%)
KRAFT FOODS INC 27.52 out 30  0.03 (0.11%)
COCA COLA CO THE 53.31 out 30  0.78 (1.44%)
MCDONALDS CP 58.61 out 30  0.53 (0.90%)
3M COMPANY 73.57 out 30  1.91 (2.53%)
MERCK CO INC 30.93 out 30  0.38 (1.21%)
Microsoft Corporation 27.73 out 30  0.49 (1.74%)
PFIZER INC 17.03 out 30  0.52 (2.96%)
PROCTER GAMBLE CO 58.00 out 30  1.54 (2.59%)
AT&T INC. 25.67 out 30  0.56 (2.13%)
THE TRAVELERS CO 49.79 out 30  2.12 (4.08%)
UNITED TECH 61.45 out 30  2.13 (3.35%)
VERIZON COMMUN 29.59 out 30  0.45 (1.50%)
WAL MART STORES 49.68 out 30  0.72 (1.43%)
EXXON MOBIL CP 71.67 out 30  2.29 (3.10%)

 

Nem os principais papeis do mundo, conseguiram segurar nessa sexta dia 30 de outubro e acompanhando a tendência mundial, todos os papeis da Dow Jones também cairam.

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O Ibovespa abriu em alta e foi a 64.226 pontos, alta de 0,79%, com os investidores ignorando que os futuros dos EUA já estavam em queda, 0,35%, na hora. Em seguida, vieram resultados corporativos e indicadores econômicos dos EUA que desanimaram os investidores. O índice de confiança dos consumidores da Universidade de Michigan, referente a outubro, veio em 70,6 quando no mês passado estava em 73,4 e os gastos dos consumidores recuaram 0,5% depois de terem subido 1,3% no mês anterior. Além disso, as ações do CIT Group caíram 24% com as dificuldades do banco. Essa situação levou ao fortalecimento do dólar frente as principais moedas e o recuo nos preços das commodities. O preço do petróleo fechou em US$ 77/barril com queda de 3,6%. Com tudo isso, a queda se acentuou nos EUA, S&P500 caiu 2,76%, e levou o Ibovespa para baixo fechando a 61.519 pontos, -3,45%.

Mercado a Vista 
MAIORES ALTAS
Ação Preço Osc.
NUTRIPLANT ON MA 4,69   20,25%
BRASMOTOR ON 1,00   13,63%
FINOR CI  0,89   9,86%
NOSSA CAIXA ON NM 63,02   8,65%
M G POLIEST ON 0,14   7,69%
MAIORES BAIXAS
Ação Preço Osc.
TRIUNFO PART DO 5,49 0,19   -42,42%
ETERNIT DO 6,00 1,61   -18,68%
GTD PART PN MB 0,26   -13,33%
CONFAB ON N1 6,35   -11,80%
EMBRAER ON NM 9,02   -9,80%
Ações do IBOVESPA 
MAIORES ALTAS
Ação Preço Osc.
CCR RODOVIAS ON NM 34,82   0,49%
MAIORES BAIXAS
Ação Preço Osc.
EMBRAER ON NM 9,02   -9,80%
TIM PART S/A ON 5,6   -9,38%
TIM PART S/A PN 4,23   -8,24%
GERDAU MET PN N1 31,9   -5,34%
BRASIL TELEC PN 14,72   -5,27%

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À beira de uma concordata, o CIT Group conseguiu um empréstimo de US$ 4,5 bilhões junto a novos credores, conforme nota divulgada pela financiadora na última quarta-feira (28). O financiamento se estende até 2012 e está garantido por US$ 30 bilhões em ativos do CIT Group, os mesmos que serviram para assegurar empréstimo de US$ 3 bilhões, recebido há poucos meses. Ou perdoa ou troca Caso a companhia entre em falência, esses novos credores serão os primeiros a receber os recursos oriundos da liquidação dos ativos do CIT, que visa reestruturar seu perfil de endividamento antes que US$ 800 milhões em obrigações vençam no final de novembro. Além disso, o CIT Group tenta convencer seus credores para que perdoem ao menos US$ 5,7 bilhões em dívidas, ou troquem-nas por notas de maior vencimento. Em meio ao cenário, os papéis do CIT Group sobem 9% no pré-market de Wall Street

Fonte: Infomoney

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Indicadores

Bolsas
Índice Pontos Var.%
Bitmap

Ibovespa
60.896 -3,59
Merval 2.150 -4,47
S&P 500 1.048 -1,5
Nasdaq 2.071 -2,15
CAC 40 3.664 -2,14
DAX 30 5.496 -2,46
FTSE 100 5.080 -2,32
Nikkei 10.075 -1,35
Moedas
Indicador Valor Var.%
Bitmap Bitmap

Dólar Coml
1,755 0,8
Dólar Paralelo 1,87 1,63
Dólar Turismo 1,86 1,09
Dólar/Euro 1,471 -0,64
Real/Euro 2,5856 0,29
Iene/Dólar 90,69 -1,21
Treasury 10a 3,4 -0,06pp
Global40 132,5 0,3

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Índice
Pontos Var.%
Ibovespa 63.161 -2,96
Merval 2.250 -1,51
Dow Jones 9.882 0,14
S&P 500 1.063 -0,33
Nasdaq 2.116 -1,2
DAX 30 5.635 -0,13
FTSE 100 5.201 0,18
Nikkei 10.212 -1,45

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New York Stock Exchange: Trading Floor

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Nos EUA, a crise é uma tsunami. Aqui, se ela chegar, vai chegar uma marolinha que não dá nem pra esquiar”. Esta foi a frase utilizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para definir a crescente deterioração econômica vista no exterior em meados de outubro do ano passado – que gerou diversas críticas. A onda de estragos da crise mostrou que merecia mais consideração ao afogar o mundo em um cenário recessivo.

Há exato um ano, o Ibovespa encerrava a sessão de 27 de outubro de 2008 em seu menor patamar em três anos. Fechando abaixo dos 30 mil pontos, o índice brasileiro repercutia a continuidade dos sinais de enfraquecimento da atividade econômica internacional e as perspectivas de que o pior da crise ainda estava por vir.

Mas o caminho que levou o Ibovespa até ali se destacava por alguns pontos. No primeiro deles, os mercados globais sofriam com a falta de crédito, fruto da maior preocupação com o sistema financeiro internacional. Com as fontes para captação de recursos cada vez mais escassas, e temendo a uma onda de falências e calotes, as instituições financeiras passaram a restringir o crédito.

Dentro daquele contexto, outro ponto contribuiu para o que viria mais a frente. Em meados de setembro de 2008, o Bank of America firmou um acordo de compra do banco de investimentos Merrill Lynch por US$ 50 bilhões, criando assim a maior companhia de serviços financeiros do mundo. “Adquirir uma das maiores empresas de gestão, mercado de capitais e de consultoria é uma grande oportunidade para nossos acionistas”, afirmou Ken Lewis, CEO (Chief Executive Officer) do Bank of América, semanas antes de o Ibovespa testar tal mínima.

Enquanto isso, o governo norte-americano se preocupava em não deixar repetir com a AIG o ocorrido com o Lehman Brothers. Sem conseguir levantar capital, o terceiro maior banco dos EUA pediu concordata após a desistência de seus possíveis compradores – Barclays Capital e o próprio Bank of America -, que não conseguiram garantias governamentais suficientes para convencê-los a correr o risco e adquirir o gigantesco passivo da instituição. Para evitar que o mesmo acontecesse com a maior seguradora do país, a AIG, o governo dos EUA assumiu o controle da companhia depois da aprovação de um plano de ajuda no montante de US$ 85 bilhões – socorro este que depois viria a aumentar de tamanho consideravelmente.

Crise agrava, governos se mexem

Todos estes eventos, somados à preocupação dos mercados frente aos deteriorados indicadores econômicos globais, não apenas influenciaram nos 29.435 mil pontos do Ibovespa em outubro de 2008, como também anunciaram os tempos difíceis que estavam por vir.

Com a mudança na estrutura dos mercados após a crise do crédito, um dos mais afetados foi o consumo, que experimentou uma queda generalizada no mundo inteiro, puxando para baixo uma das principais engrenagens econômicas. O principal exemplo de economia global afetada por esta premissa foram os EUA, que têm nada menos que 2/3 de seu PIB atrelado ao consumo.

Visando estimular as economias, descongelar o mercado de crédito e reaquecer as vendas, “foi aberta a temporada” de pacotes, estímulos e corte nos juros ao redor do globo. Nos EUA, após muita discussão, o governo aprovou um pacote de ajuda de US$ 700 bilhões ao sistema financeiro do País, além de ter adotado uma série de facilidades fiscais para estimular o consumo interno, como o programa Cash for Clunkers, que reduzia impostos sobre a venda de carros.

Por aqui, o governo brasileiro também apostou na redução de impostos, por exemplo, do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado), que intensificou as vendas de eletrodomésticos, automóveis e artigos como materiais de construção. Além disso, cabe destacar que a autoridade monetária brasileira efetuou uma série de afrouxamentos monetários para manter sob controle a economia do País. De janeiro a julho, a taxa Selic passou de 13,75% para 8,75% ao ano – menor patamar histórico. Regiões como Reino Unido, Japão e China também aprovaram pacotes de estímulo econômico em decorrência da crise e viram seus juros básicos experimentarem baixos patamares.

Mercados: medidas tomadas, quem se recuperou?

Um ano depois da pior baixa do Ibovespa em três anos, sinais de recuperação começam a aparecer nas economias, ao passo que indicadores econômicos mostram números gradualmente melhores. Por aqui, números da confiança do consumidor, da produção da indústria e do mercado de trabalho seguem surpreendendo positivamente. O principal índice de ações da bolsa paulista acumula valorização superior a 100% em doze meses, impulsionado pelos fortes fundamentos do País que atraem olhares externos à BM&F Bovespa.

Na China, apontada como um dos últimos países a sentir os efeitos da crise financeira, o PIB mostrou crescimento de 8,9% durante o terceiro trimestre deste ano, impulsionado pelos programas de expansão de crédito promovidos pelo governo durante o período. O índice Shanghai Composite também mostra recuperação e acumula alta de 69% em 12 meses.

Nos EUA, as bolsas também apresentam alta, embora mais tímidas, demonstrando que os investidores, apesar de cautelosos, estão mais confiantes com uma recuperação do país. O índice Dow Jones, que concentra as blue chips norte-americanas, soma nestes 12 meses variação de 17,77%, seguido de uma alta de 21,7% do índice S&P 500 e de valorização de 38% do Nasdaq. Na Europa, apesar da situação econômica ainda estar debilitada, principalmente no leste europeu, os índices FTSE 100, DAX 30 e CAC 40, da Inglaterra, Alemanha e França, respectivamente, somam alta de 33,47%, 31,3% e 17,2% no período.

Também se recuperando, as commodities, grandes afetadas pela crise financeira, voltaram a apresentar números positivos nas bolsas. O barril de petróleo, por exemplo, chegou a ser negociado a US$ 150 na metade de 2008, antes de cair para abaixo de US$ 40. Atualmente o preço da commodity oscila na casa dos US$ 80 por barril, demonstrando alta de 100% frente à sua mínima.

Brasil: de País subdesenvolvido a economia promissora

Em um cenário recessivo global, os fortes fundamentos apresentados pelo Brasil pesaram na decisão da agência de classificação de risco Moody’s de atribuir o grau de investimento à economia brasileira no último mês. A Moody’s era a última agência dentre as principais que faltava dar tal reconhecimento ao País – Standard & Poor’s e Fitch já haviam atribuído a nota ao Brasil no ano passado. As melhores perspectivas para o País seguem refletidas no bom desempenho de seus mercados e indicadores econômicos.

Os últimos balanços da BM&F Bovespa apontam para uma crescente alta nos investimentos estrangeiros no País, o que mostra que os investidores de fora se mantêm confiantes no desempenho da economia e das empresas brasileiras.

Estes são alguns dos fatores que explicam uma recuperação do Ibovespa superior à dos principais benchmarks globais neste período. Muito se discute sobre os fundamentos deste impressionante rali do índice desde a mínima nos 29.435 pontos; de fato não se justificou a precificação de um tsunami à época, o que resta saber é se os preços dos ativos brasileiros fazem jus a um cenário de otimismo pela frente.

Não podemos também esquecer que a retomada do Ibovespa foi mais vigorosa porque o tombo há 12 meses também foi. Em 27 de outubro de 2008, o índice da bolsa paulista acumulava perda de 64,85% no ano, contra desvalorizações de 52,32% do Dow Jones, 55,28% do S&P 500 e 56,08% do Nasdaq Index, por exemplo.

 Fonte: Infomoney

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Em setembro a indústria de Fundos de Ações apresentou a melhor rentabilidade do mercado. O destaque do segmento foi o Fundo de Ações Setoriais Priv. Vale FGTS, com desempenho de 12,09% no mês, enquanto o IBOVESPA apresentou valorização de 8,90%. No ano, o tipo apresentou rentabilidade de 49,11% e o IBOVESPA de 63,83%.

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