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Archive for dezembro \03\UTC 2012

Atualmente o governo brasileiro esta importando um novo conceito em armamento para a polícia brasileira. Esse é um armamento utilizado pela polícia dos Estados Unidos, Austrália e Europa.

Na cidade de Fortaleza, por exemplo, já se faz o uso do taser, o que me preocupa é como vamos usar um armamento não letal em um pais onde o nível de criminalidade aumenta cada vez mais, basta ver oque o PCC faz com São Paulo há anos.

 Primeiro em 2006, quando a facção colocou o governador de joelhos, agora eles voltaram a agir e dessa vez deixou o governo prostrado de tal forma que a única saída foi o governador pedir a exoneração do Secretário de Segurança Publica.

No Rio de Janeiro é melhor nem comentarmos porque lá a situação é calamitosa, chegando ao ponto de as forças armadas intervirem na segurança do Estado.

O Brasil nunca investiu em Segurança Pública e não é usando uma arma não letal que a criminalidade vai diminuir! Por exemplo, em São Paulo temos um sistema feito sob medida para o infrator: Temos uma polícia mal remunerada, mal treinada, com pouco equipamento, e, aqueles que não são corruptos, fazem trabalho extra para se manter. E para piorar temos um sistema legal permissivo, e temos uma legislação para menores infratores que nem na Suécia poderia funcionar, imagine aqui? Isso sem falar no orçamento da Segurança Pública!

É preciso entender que não é uma pistola de choque que vai diminuir a violência, pelo contrário ela vai aumentar, imaginem o cenário, população desarmada e polícia desarmada, e criminosos armados até os dentes, eles teriam uma ampliação de seu mercado.

Ninguém respeita o policial, oque se respeita é o revolver na cintura do mesmo, é ele que impõe respeito; não sou contra o uso dessa arma, eu até sou a favor, mas primeiro é preciso que sejam realizadas políticas de base, como um salário descente para a polícia, leis duras, e que a PM seja reciclada.

Depois de tudo isso teremos um outro trabalho fundamental, a educação do povo, pois um povo educado não precisa de cabresto; após esse trabalho ai sim concordo com o uso do taser.

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Nesse final de semana, assisti uma matéria no jornal que realmente me chamou a atenção, ela falava sobre a violência domestica.

Milhares de mulheres são covardemente agredidas por seus “maridos”, “esposos” e “benzão”.

Obviamente não sou a favor da violência contra a mulher, mas a grande questão é que nesse assunto muito se fala e pouco se faz!

Eu por exemplo já assisti um espancamento de uma bela jovem na rua pelo seu “amor” e quando a policia chegou mesmo, com a cara rocha de tanto apanhar ela disse:  “não é nada estamos apenas conversando”, como que a policia iria tomar uma atitude se a própria mulher defendeu o agressor?

Atualmente temos a lei Maria da Penha, que no dia a dia não funciona como deveria, mas já é um grande avanço, enquanto assistia aquela matéria surgiu um pensamento em minha cabeça que quero compartilhar aqui com vocês hoje.

Primeiro, se o marido deixa de pagar a pensão, ele é preso, mesmo estando desempregado, e se uma pessoa esta desempregada ela não tem como fazer renda, e se for presa ai é que ela não terá renda, mesmo depois que sair da cadeia. Quem vai contratar um ex-presidiário?

A minha grande questão era, porque um agressor de mulheres não vai preso na hora? Mesmo com o testemunho da mulher com a cara roxa dizendo que é só uma conversa. Pois nesse lenga lenga, muitas mulheres acabam sendo mortas pelos maridos diante de tanta agressão; até o Estado prende-lo e fazer justiça já foi uma vida. É melhor um aspirante a assassino preso do que uma mulher indefesa morta!

Minha sugestão é que o agressor de mulheres tenha o mesmo tratamento dado aquele      que não paga pensão, pois somente assim o agressor pensara duas vezes antes de sair espancando mulher.

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Cancelamento do show da cantora Fiona Apple. Cancelamento do set de Will I am na abertura de Madonna. Cancelamento do show do Sublime with Rome. Cancelamento do concerto do Coldplay, três dias após o anúncio da turnê.

Parece que o mercado cultural realmente retraiu, até pouco tempo atrás o Brasil era um local a margem de grandes eventos. Hoje fazemos parte da rota de shows internacionais, atualmente 70% das turnês mundiais passam pela terra do Pau Brasil, porem o momento parece não estar sendo o melhor para a realização de shows de grande porte.

Embora o mercado tenha crescido, ele cresceu no momento errado, por exemplo nesse ano tive o prazer de ir em três grandes shows aqui em São Paulo, produzido pela XYZ e foi visível notar que ainda tinha espaço para mais fãs.

Exemplos é oque não faltam, Lady Gaga fez até promoção para não ficar com o estádio vazio, o Kiss esteve em São Paulo no mês passado conseguiu reunir 25 mil pessoas, mas em outros tempos o numero foi bem superior, 40 mil pessoas no mesmo espaço ou seja houve um recuo de quase 50% no público.

Em breve teremos o show da Madonna, que não esta fugindo a regra, ainda existem ingressos para o espetáculo, tempos atrás a fila para á aquisição do ingresso era enorme e os mesmos acabavam quase que instantaneamente.

Mas oque ocorre no cenário musical? Parece que o brasileiro perdeu o interesse por grandes espetáculos internacionais!

Foi na América do Norte que se fizeram sentir os primeiros sintomas de que algo vai mal no reino do show biz. Em julho, o balanço do primeiro semestre de shows nos Estados Unidos e Canadá, ligava o sinal de alerta. Ali, apesar de se detectar que havia um crescimento do faturamento nos shows (de 1,2% sobre o mesmo período do ano anterior), o Pollstar detectara ter havido também queda de 9,4% no preço médio do ingresso (o mais baixo desde 2007).

Traduzindo em miúdos, o preço do ingresso recuou e mais cidades entraram na lista de turnês, os artistas hoje estão trabalhando mais para ganhar o mesmo que ganhavam em períodos atrás.

Isso tudo é sim um reflexo que o pior ainda não passou, no Brasil houve uma explosão de preços, mas infelizmente os rendimentos da população não acompanhou essa explosão.

Alguns especialistas dizem que esse fenômeno é uma espécie de ressaca, inclusive afirmam que dificilmente todos os ingressos são vendidos e que é absolutamente normal em locais grandes a existência de lugares vagos. Fica uma questão, pra que fazer um espetáculo em um lugar que cabem 80 mil pessoas, sabendo que só irão 40 mil?

A melhor resposta para as empresas do setor é escutar o mercado, além da alta nos preços é preciso ressaltar o alto custo em grandes eventos na cidade, o taxi é caríssimo, a segurança é precária, alimentação péssima e cara! São alguns fatores que desanimam o espectador.

Quem sabe ocorrendo uma melhora conjuntural, as casas não começam a lotar novamente!

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