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Archive for maio \17\UTC 2013

Suposta vítima de estupro do pastor Marcos Pereira grava depoimento e desmente acusações: “Não é justo, é inveja, é armação”.
Uma das mulheres apontadas como vítima de estupro do pastor Marcos Pereira gravou um vídeo para o canal da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD) no Youtube, desmentindo seus depoimentos à Delegacia de Combate às Drogas (DCOD).
Identificada como Elisângela, a mulher afirma que foi chamada à delegacia para depor sobre acusações feitas contra Marcos Pereira, e por vingança – ela havia se desentendido com outras frequentadoras da ADUD – aceitou depor contra o pastor.
No vídeo, ela menciona que foi abordada por Rogério Menezes (que é pastor e ex braço direito de Marcos Pereira) e um homem chamado Alex, para fazer “uma declaração contra o pastor Marcos”. Segundo Elisângela, os dois demonstravam muita pressa.
“Como eu estava muito ressentida, chateada, magoada porque tive um desentendimento dentro da igreja (não com o pastor, mas com algumas irmãs), eu queria me vingar de qualquer maneira. Não queria saber com quem ia ser, quem ia cair […] Quando ele me propôs a vir depor, eu automaticamente aceitei. Preocupada, mas aceitei”, relata a mulher.
Segundo Elisângela, Rogério Menezes (a quem ela se refere como “doutor”), “dormiu na porta de sua casa”, para que no dia seguinte, eles fossem à delegacia de madrugada. A suposta vítima também diz que Rogério e Alex deram instruções de como deveria ser o depoimento prestado na delegacia: “Você fala isso, fala aquilo. Quando for falar do estupro, fala com bastante ênfase, que é pra eles poderem acreditar”, teriam dito os dois homens a ela.
Elisângela diz que se arrependeu do depoimento assim que tomou conhecimento das consequências de sua atitude: “Quando eu vi o pastor sendo preso, quando eu vi o pastor dentro do presídio, eu falei: ‘isso não é justo’. Não é justo que um servo de Deus esteja pagando por uma coisa que ele não cometeu. Eu to errada. Se eu tiver que pagar o preço, se eu tiver que ser presa, qualquer coisa… Eu vou ser”, disse a mulher.
“O pastor não agarrou ninguém, não estuprou ninguém. Então, eu acho que isso é armação contra a vida do pastor. É inveja. Eles são corruptos, são maldosos”, afirmou.

Fonte:
http://defesa-hetero.blogspot.com.br/2013/05/caso-prmarcos-pereira-acabou-farsa.html

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SÃO PAULO) – todos os meses, o paulistano Luiz Barsi recebe milhões de reais em dividendos pagos pelas empresas onde investe. Com mais de R$ 1 bilhão na Bovespa, ele diz que qualquer um pode enriquecer com ações. Basta comprar papéis baratos, negociados abaixo do valor patrimonial, e esperar. No começo, será necessário ter paciência para que a empresa comece a apresentar resultados melhores e disciplina para aplicar capital todos os meses na bolsa. Mas chegará um momento em que apenas o reinvestimento dos dividendos recebidos será suficiente para que a pessoa enriqueça.

Vinda de outra pessoa, a fórmula acima soaria como uma simplificação banal da realidade. Mas o fato é que Barsi diz que foi de pobre a bilionário fazendo apenas isso. O investidor morou em cortiço na infância e engraxou sapatos para ajudar a mãe a pagar as contas após a morte do pai. Tomou contato com o mercado financeiro na década de 1960, começou a investir e não parou mais. O enriquecimento não mudou seus hábitos. Com Warren Buffett, ele diz ter aprendido a levar uma vida sem luxos. Barsi vai trabalhar de metrô e costuma dirigir uma Chevrolet Zafira. Trabalha há 16 anos num escritório sem decoração no centro de São Paulo, com móveis antigos, TVs de tubo empilhadas e uma persiana que não funciona na janela. Na entrevista a seguir, Barsi detalha sua estratégia e diz por que considera um mau negócio empresas que não são negociadas na bolsa, PGBL, VGBL, imóveis, renda fixa e caderneta de poupança:

Como enriquecer na bolsa

O melhor momento para entrar na bolsa é quando acontece uma crise socioeconômica. Como tem muito incompetente neste País, crise não falta. Em 2008, uma crise socioeconômica fez com que as ações caíssem. Você acha isso ruim? Meus recursos vibraram porque eu pude comprar ações por um ótimo valor E independente do momento de entrada, é absolutamente impossível deixar de ganhar dinheiro no mercado de valores se você respeitar três regras. É preciso investir só o recurso que você não vai usar no curto ou médio prazo. A segunda regra é nunca comprar uma dica. A definição universal de investidor é aquele indivíduo que avalia um segmento da economia, os fundamentos de uma empresa, o valor de uma ação e os riscos. Já o investidor brasileiro é o especulador que recebeu uma dica errada. Veja o monte de gente que comprou ações de incorporadoras em 2008. O cara comprou Gafisa a R$ 22 e hoje vale R$ 5. A dica virou zica. Só peça ajuda a alguém se você tem absoluta certeza que ele é um vencedor na bolsa. A terceira regra é nunca vender ações por necessidade. Além das três regras, ainda é necessário ter disciplina e paciência. Quem faz isso fica rico.

Dividendos para a aposentadoria

Eu estimulo as pessoas a montar uma carteira previdenciária. Em 2008, chegou uma senhora aqui que tinha recebido um dinheiro do seguro de vida após a morte do marido. Ela disse que estava em dúvida entre comprar o apartamento onde morava ou investir em ações para a aposentadoria. Eu perguntei a ela se R$ 67 mil por mês de aposentadoria estava bom. Ela arregalou os olhos. Eu disse que era fácil conseguir isso, era só comprar 1 milhão de ações da Eternit por R$ 3,8 milhões [preço da época]. Como a ação paga R$ 0,80 por ano em dividendos, com 1 milhão de ações ela receberia R$ 800 mil por ano ou R$ 67 mil por mês. Ela disse que não tinha tanto dinheiro. Eu disse para ela cortar um zero, que compasse 100 mil ações para receber R$ 80 mil em dividendos ao ano. Ela comprou ações da Eternit e começou a reinvestir na bolsa o que recebesse em dividendos. Com o que ela ganhou em dividendos e valorização dos papéis, hoje pode comprar todo o prédio de seis apartamentos onde mora. Não é preciso ter muito dinheiro. Comece pequeno, mas não pare. Vai chegar uma hora em que não será preciso colocar mais nada. Os próprios dividendos reinvestidos vão permitir que você continue enriquecendo.

Onde investir

Gosto de setores que a economia não vive sem eles. Eu tenho participações na Klabin, Eletrobras, Eletropaulo, Transmissão Paulista, Suzano, Ultrapar, Unipar, Eternit e Banco do Brasil porque essas empresas não vão quebrar nunca. Se tivesse que investir em um negócio hoje, escolheria algo em que o consumidor paga mesmo sem usar. Quando você viaja e fica um mês fora de casa, mesmo assim você paga algo na conta de luz. Banco é a mesma coisa. Você sempre paga tarifa. Antes o banco lhe remunerava com um jurinho mesmo que você deixasse o dinheiro na conta corrente. Hoje ele lhe cobra para ter uma conta corrente. Ele ainda toma dinheiro dos clientes pagando 6% ao ano e empresta a 200% no cartão de crédito. Outros setores que gosto são telecomunicações e saneamento.

Como empobrecer na bolsa

Há três tipos de compradores que serão perdedores natos e nunca vão enriquecer na bolsa: quem compra ações para especular, quem investe em fundos passivos que apenas seguem o Ibovespa sem fazer uma análise dos melhores papéis e quem usa opções ou contratos a termo para se alavancar. Se alavancar, virou jogatina.

Não compre na baixa e venda na alta

As pessoas geralmente examinam as cotações das ações com a ideia de comprar na baixa e vender na alta. Esse é um sentimento que o cidadão deve exorcizar. Eu compro na baixa e rezo para que baixe ainda mais. Quando você compra uma ação com o sentimento de vendê-la com um sobrepreço, você torce para que ela suba. Mas quando você tem um programa de 10 anos para enriquecer em que todos os meses você vai comprando um pouquinho mais de ações, você vai torcer para comprar mais caro? Não, né?

A Bovespa não é arriscada

O mercado de ações no Brasil não é de risco. Mercado de risco é nos EUA ou na Europa. Quem compra a ação de uma empresa lá paga muito mais do que o valor real, que pode ser representado pelo valor patrimonial. O patrimônio líquido é resultante de bens, direitos, valores e obrigações. Se você comprar um papel por menos ou muito menos que o valor patrimonial, não tem risco.

Setor elétrico é para comprar de pá

Recentemente tivemos um evento no setor de energia que exemplifica as oportunidades da Bovespa. A maioria das empresas do setor de energia era negociada por mais do que o valor patrimonial, com exceção da Eletrobras. Aí veio a presidente Dilma e baixou o preço da energia sem consultar ninguém. Muitas empresas de energia passaram a ser negociadas por bem menos que o valor patrimonial. Eu fui lá e comprei. Ao invés de fugirem do setor elétrico como fizeram, todos deveriam ter comprado mais. Eu comprei Eletropaulo e Eletrobras ON por causa de fatores técnicos, dados históricos e um retorno em dividendos mais interessante. Os outros fugiram por uma questão psicológica. Teve aquele analista do Barclays que disse que o preço justo da ação da Eletrobras era R$ 1. Eu estava rezando para que fosse a R$ 2, mas infelizmente não foi. Quando chegou a R$ 6, eu e um monte de gente compramos. Numa situação como essas, tem que ir lá e comprar com a pá. Como toda a estrutura que possui, a Eletrobras chegou a ter um valor de mercado de R$ 12 bilhões, sendo que só a usina de Belo Monte vai custar R$ 25 bilhões. Então é ridículo o preço que se atribui a ela.

Empresas fora da bolsa

Não invisto em empresas que não estão na bolsa. As empresas de capital aberto não exigem que se faça gestão para ser sócio. Eu não quero ser dono, eu quero ser um investidor parceiro. Uma vez me perguntaram o que eu achava de um posto de gasolina como investimento. Eu disse que era uma maravilha. Então me perguntaram por que eu não tinha um. Eu disse que preferia ter 4% de 5 mil postos de gasolina da Petróleo Ipiranga. Não tem dor de cabeça e ninguém me assalta. Não exercito o sentimento de dono. Se o negócio começa a ir mal, no mercado de valores você vende as ações e parte para outra.

Não invista em fundos de ações

Eu não conheço ninguém que ficou rico comprando fundo. Nos fundos, tem um sanguessuga permanente, que se chama taxa de administração, taxa de performance, taxa de êxito, taxa de acerto. Não tiram só do lucro, tiram do principal também. Você precisa ter um ganho extraordinário para suportar esses gastos.

Os lucros artificiais dos fundos

Um dos caras de mercado mais incríveis que conheci foi o Edmundo Valadão [um dos fundadores da Geração Futuro, morto em 2010]. Ele comprava uns lixos do mercado, que ninguém queria e que não tinham liquidez. Com algum dinheiro, ele conseguia comprar boa parte dos papéis em circulação dessa empresa, elevando as cotações. Mas era uma riqueza que não era verdadeira porque, se precisasse, ele teria dificuldade em vender aquela posição sem derrubar as cotações. Entre as empresas que ele valorizou, estão a Forjas Taurus e a Guararapes. Ele ajudou a multiplicar a cotação da Forjas Taurus por 15. Então imagine como o fundo dele subiu com isso? Mas esse tipo de lucro só serve para ele captar mais dinheiro. Por que o Bradesco e outros fundos nunca dão uma performance tão boa? Porque lá tem comitê de administração e o gestor não consegue fazer isso.

Warren Buffett

Uma das coisas que aprendi com o Warren Buffett é não ser um “patrocinator”. As pessoas sentem necessidade de mostrar à sociedade que têm grana. A primeira coisa que 99% das pessoas que ganham dinheiro fazem é gastar, é jogar para fora a essência de seus egos. Quem souber administrar esses egos, um dia vai ficar rico. Cada vez que ganha dinheiro, o Buffett o administra com lógica, competência e inteligência. Muitas pessoas não entendem o sentido de ele ter uma montanha de dinheiro e morar há tantas décadas na mesma casa. Mas se ele está bem naquela casa, por que ele precisa comprar um palácio? Ele não compra um carro de US$ 500 mil porque, para se locomover, não é necessário. O Buffett contempla a conta bancária.

Para se locomover, Zafira e metrô

Eu podia comprar 10 Mercedes, uma de cada cor. Sei que posso qualquer coisa, mas eu devo? Se acho uma imbecilidade, não faço. O carro em que ando com mais regularidade é uma Zafira [carro da Chevrolet que já saiu de linha]. Minha esposa recentemente me pediu uma SUV. Sabe qual comprei? Um Chery Tiggo [carro chinês] de R$ 50 mil. É a metade do preço de outros SUV, mas é um ótimo carro. Eu não tenho vaidade. Para trabalhar, venho todos os dias de metrô. É mais seguro. Eu vivo pensando em ações. Então às vezes estou no carro, vem alguma coisa à cabeça e me distraio. Já cheguei a passar no farol vermelho no cruzamento das avenidas Paulista e Brigadeiro Luís Antônio. Como no metrô nunca vai acontecer isso, mudei meu hábito. Gasto só com o que é necessário. Moro em uma excelente casa. Quando quero ir a uma churrascaria, vou ao Fogo de Chão.

PGBL e VGBL são conto do vigário

Com um fundo de previdência, as pessoas não conseguem enriquecer. Você já ouviu falar do Montepio da Família Militar? Era um fundo de previdência que quebrou [em 1986, deixando milhares de poupadores na mão]. Mesmo que não quebre, esses fundos tiram tanto em taxas cobradas dos poupadores que não dá o resultado esperado. Você já tentou comprar um PGBL ou VGBL? É um conto do vigário. Fiz um e coloquei R$ 100 por mês durante cinco anos. Quando fui resgatar, havia perdido 40%.

Renda fixa

Se você anotar todos seus gastos no começo e no final do ano e comparar o aumento com o que a renda fixa lhe paga, vai ver que sempre está perdendo poder aquisitivo. Aplicar na renda fixa rende menos que sua inflação. Renda fixa é perda fixa. Eu aplicava nisso quando dava 20% ao dia. Hoje vejo que a população ficou seduzida pelos retornos daquele período de inflação galopante e juros altos. O governo não incentivou a criação de investidores, criou um bando de agiotas que emprestam dinheiro ao banco e recebem pouco.

Poupança

A gente é muito atrasado na cultura de investimentos. O brasileiro foi acarneirado. Nas décadas de 1960 e 1970, havia propagandas de bancos na TV chamando as pessoas para investir na caderneta de poupança. Na época, o próprio governo incentivava isso porque precisava desse dinheiro para se financiar. As pessoas ainda acham que poupança é garantido e não tem risco. Mas, se o banco quebrar, o cidadão só recebe de volta R$ 250 mil. Como os mais jovens começaram a perceber isso, a isca mudou. Agora a cama de gato é para os garotinhos. O banco dá à criançada um bonequinho [os “poupançudos” da Caixa Econômica Federal] se o pai abrir uma caderneta. Nunca ninguém diz para você comprar ações e ficar rico.

Imóveis

Comprar um apartamento na planta e vender depois de seis meses não é investimento, é especulação. Se der sorte de comprar um imóvel e pegar um ciclo bom da economia ou então for construída uma estação de metrô ou um shopping na região, haverá uma valorização. Mas também pode dar errado. Não tem liquidez e não dá para se desfazer de só uma parte do investimento como na bolsa. Sem a inflação, os imóveis perderam o charme. O Poder Judiciário demora para ordenar o despejo de alguém que não paga aluguel. E as prefeituras podem tirar receitas do dono do imóvel. Elas jogam o valor venal do imóvel lá para cima para cobrar mais IPTU.

Fonte: Infomoney

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A americana Dani Johnson passou por muitos desafios para se tornar uma milionária. Após colecionar traumas pessoais ainda na infância, se envolver com drogas, sofrer abusos sexuais, engravidar aos 17 anos e ser uma sem-teto, Dani viu em um produto para emagrecimento o recomeço de sua nova vida –com uns milhões a mais em apenas dois anos.

A história da empresária foi contada nesta quinta-feira (14) no site da revista Forbes. De acordo com a publicação, a mulher trabalhava como garçonete no Havaí quando começou a usar cocaína, na véspera de Natal em 1990.

Com dívidas que totalizavam US$ 37 mil e sem uma casa para morar, Dani teve a ideia de vender produtos de emagrecimento depois de ver a caixa do produto em seu carro, onde estava dormindo.

“No primeiro momento pensei: ‘Não, eu não vou vender um produto de emagrecimento! De jeito nenhum farei isso'”, confessou ao site americano. “Você sabe, às vezes você sente que precisa fazer algo que não quer fazer.”

A volta por cima
Com a ideia fixa em vender o produto, Dani ligou para a empresa que o fabricava para por o plano em ação. Ela negociou com outra pequena empresa de telecomunicações para obter um número na agenda telefônica para que as pessoas pudessem achá-la e comprar seus produtos.

Ela também disse que distribuiu flyers sobre o produto e se surpreendeu ao ver em sua caixa de correio mais de 25 mensagens. Já no primeiro mês, Dani recebeu 40 cheques, que totalizaram US$ 4.000.

A publicação diz que, logo no primeiro ano, Dani arrecadou US$ 250 mil e, um ano depois, já tinha se tornado milionária. A empresária abriu 18 centros de emagrecimento nos Estados Unidos e, em 1996, decidiu vendê-los.

Atualmente, Johnson dá palestras e instrui milhares de pessoas em todo o mundo sobre como multiplicar suas finanças e se tornar um milionário.

Fonte: UOL

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O que você faria se ganhasse na loteria? Se você respondeu que compraria tudo que deseja sem pensar é melhor ficar atento à história de Roger Griffths. O britânico de 42 anos conseguiu gastar cerca de R$ 6 milhões (2 milhões de libras) que ele recebeu de prêmio da Loteria Nacional, em 2005.

Com o dinheiro, o ex-gerente de TI (Tecnologia da Informação), comprou uma mansão, vários carros, entre eles um Porsche, colocou os filhos em uma escola particular, que custa aproximadamente R$ 30 mil por ano, fez algumas viagens, comprou um salão de cabeleireiro para a esposa e investiu em sua banda de rock.

Com a banda, ele gravou um CD que vendeu apenas 600 cópias, enquanto com o salão, ele teve prejuízo de cerca de R$ 12 mil por semana. Com isso, Griffths se viu obrigado a retirar o dinheiro que havia guardado no banco.

Para piorar a situação, a casa da família foi incendiada, obrigando-os a se mudarem para outro imóvel que era utilizado como investimento. Somado a isso veio a crise financeira. “Minha sorte acabou quando eu ganhei na loteria”, disse em entrevista ao jornal “Daily Mail”.

Os problemas financeiros foram um dos motivos que levaram o britânico a se separar da esposa. Hoje, ele mora com os pais e afirma ter apenas R$ 21 no banco.”Eu tinha tudo. Eu sinto vergonha de dizer isso, mas eu não fui inteligente o suficiente”, lamenta

Fonte: UOL

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1 – Não é exagero dizer que a nécessaire de uma mulher pode facilmente ser maior que a própria mala de viagem. Afinal, é difícil resistir a tantas opções de batons, sombras, rímel, blush, cremes…
2 – Uma bela lingerie pode acabar com qualquer baixo astral. Mesmo que ninguém mais além de você a veja, a peça confere um poder sobrenatural a qualquer mulher.
3 – Quer conquistar uma mulher? Então, aposte em um lindo buquê de flores.
4 – Ainda que elas sejam uma armadilha contra dietas, as sobremesas fazem as mulheres de refém em muitas ocasiões.
5 – Há momentos que só podem ser divididos entre amigas. Eles funcionam como uma recarregar nas energias.
6 – Mesmo que não seja necessário – e na maioria das vezes não é – comprar uma coisa aqui e outra ali é uma injeção de auto-estima. Mas cuidado para não ultrapassar os limites, principalmente o do cartão de crédito.
7 – Se você não puder se internar num spa, vale recorrer aos atendimentos à domicílio ou até mesmo transformar sua casa num centro de estética. Cuidados com as unhas, hidratação no cabelo, massagens e afins combatem todo mal estar.
8 – Tudo que brilha atrai a atenção de uma mulher, e nada melhor que uma jóia legítima para agregar mais luxo e beleza à vida.
9 – Todas sabem que um aroma agradável seduz e deixa recordações. As fragrâncias doces, românticas e cítricas nunca estão em falta no armário de uma mulher.
10 – Informação nunca é demais, principalmente se for sobre moda, beleza e comportamento. As revistas femininas além de aumentar sua bagagem cultural, também são um ótimo passatempo.
11 – Qual mulher nunca desejou ser protagonista de uma comédia romântica? Juntar as amigas para se emocionar e fazer comentários é o tipo de programa que vale a pena.

Talita Batista

http://beleza-naturehair.blogspot.com.br/

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Quer vender seu carro e não sabe como? Veja aqui algumas dicas que o pessoal do Feirão Auto Show nos apresenta.
 
Para o Feirão Auto Show, maior evento do varejo do Brasil, existem dez dicas essenciais para valorizar o seu modelo usado antes de vendê-lo. De acordo com a cartilha elaborada por eles, existem 10 passos para você seguir:
 
Checkup: para fazer uma venda segura, sobretudo para particulares, invista em uma revisão completa dos principais itens do carro. Essa revisão trará maior segurança para quem quer comprar o seu carro usado. Guarde a nota fiscal e comprovante da revisão para comprová-la ao futuro interessado por seu veículo. No WebMotors você tem o Programa Agenda do Carro, que lhe ajuda, com avisos por meio de e-mail, a manter a manutenção preventiva do seu carro.  Outra ferramenta é a da busca de oficinas. Com ela o usuário pode encontrar um especialista na região pretendida;
 
Histórico do carro: guarde o manual, eventual nota fiscal e outros documentos como comprovantes de revisões, troca de peças e tudo o que comprova a manutenção preventiva. Isso dá maior segurança ao futuro comprador;
 
Faça uma perícia automotiva: que atesta a boa procedência do seu veículo. Diversas empresas no mercado oferecem o serviço que leva cerca de 20 minutos e gera um laudo com todas as informações e histórico do veículo com custo de R$ 30 a R$ 70;
 
Invista no visual: ninguém compra carro sujo por isso faça uma lavagem e também invista num polimento e higienização da parte interna. O polimento vai renovar o aspecto da lataria enquanto a higienização dará um ar renovado para os bancos, carpetes e revestimentos internos;
 
Carro original: outro item importante na hora de vender o seu usado é deixá-lo como original de fábrica. Evite acessórios que modificam o visual como aerofólios, spoilers, adesivos e outros penduricalhos oferecidos nos centros automotivos;
 
Pequenos reparos: alguns reparos pontuais como pintura de pára-choque, conserto de retrovisor entre outros fazem a diferença e valorizam o carro. Faça orçamentos, pesquise e obtenha o melhor preço que podem ser determinantes na futura negociação;
 
Exposição: além da placa de “vende-se” colocada em local visível no seu veículo siga os quatro passos anteriores, anuncie o carro no WebMotors com boas fotos do interior e exterior e leve-o aos feirões, onde o público interessado em comprar seu carro poderá vê-lo ao vivo;
 
Encontros cuidadosos: evite marcar a visita do interessado em sua própria casa. Marque o encontro em locais movimentados como supermercados ou shoppings, em áreas descobertas. 
 
Na hora de fechar negócio: não receba o valor do carro em dinheiro nem cheques e faça as transações financeiras diretamente no banco. Isso garante o crédito na hora e evita golpes de compradores mal intencionados;
 
Documentação: preencha o certificado de registro do veículo inserindo os dados do novo comprador, assine e reconheça assinatura imediatamente. Depois, tire duas cópias, guarde uma consigo e a outra envie ao Detran de sua cidade para atestar a transferência e isenção de responsabilidade sobre futuras multas ou incômodos.

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Mais uma vez a população de São Paulo, se surpreende com o Governo que tem e dessa vez não se trata da segurança, saúde ou educação.

Oque surpreendeu o eleitor, foi a Máfia do Asfalto que paece que chegou para ficar, foi um esquema multi milionário de toda sorte de desvio de conduta.

Nesse esquema estão envolvidos vários parlamentares de diversos partidos, mas para piorar ainda mais a situação, existem pessoas muito próximas do Governo Paulista envolvidas no caso.

Infelizmente somos obrigados a passar por isso, estamos a anos sendo governado por um único partido que não fez nada, e agora no final do seu mandato comeca aparecer sujeira.

Lembre se que em 2014, teremos eleições!

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