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Posts Tagged ‘Ásia’

O banco norte americano J.P Morgan & Co. reduziu na semana passada sua previsão de crescimento para o Brasil em 2014, de 2,1% para 1,5%, em parte devido à queda nas exportações para a Argentina, que, juntamente com a Venezuela, enfrenta uma inflação galopante. O banco também cortou suas projeções para México, Turquia, África do Sul, Tailândia e Chile.

Alguns economistas dizem que o mundo em desenvolvimento não representa uma ameaça tão grande assim. À medida que os países industrializados se fortalecem, seus consumidores e empresas vão comprar mais produtos da Ásia, África e América do Sul, impulsionando a recuperação global, dizem eles.

O Fundo Monetário Internacional prevê que os emergentes crescerão 5,1% este ano, acima dos 4,7% em 2013, e que os países desenvolvidos avançarão 2,2%, bem mais que o 1,3% de 2013.

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Após uma sessão de alta na véspera, o Ibovespa opera em forte queda nesta quinta-feira (17), acelerando as perdas no início desta tarde. O benchmark brasileiro apresenta desvalorização de 2,25%, a 52.777 pontos, na cotação das 15h10 (horário de Brasília), em meio às más notícias sobre o endividamento chinês, o rating alemão e os resultados dos EUA.

As bolsas internacionais também registram expressiva queda. A Nasdaq registra queda de 1,80%, a 3.206 pontos, enquanto o S&P 500 têm baixa de 1,43% e Dow Jones, queda de 0,89%. Na Europa, destaque para a forte baixa das bolsas alemãs, com queda de 2,34% – em meio aos rumores de que o triple A do país seja rebaixado. A Fitch afirmou que não irá cortar o rating, pelo menos não nesta sessão. 

Os investidores repercutem o Livro Bege, que sinalizou que a economia norte-americana está em passos moderados. Já de noite, a expectativa fica com o segundo dia da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), na qual será definido o rumo da taxa básica de juros – a maioria dos especialistas aposta em uma alta de 0,25 ponto percentual, levando a Selic para 7,5% ao ano.

Dentre os papéis que são negociados nesta manhã, destaque para a OGX Petróleo (OGXP3), com queda de 7,86%, a R$ 1,29, após a divulgação de dados de produção de março e a Petronas ter negado que irá comprar uma fatia da companhia. Embraer (EMBR3, R$ 15,81, -6,17%), LLX Logística (LLXL3, R$ 1,96, -5,77%),  Suzano (SUZB5, R$ 7,25, – 5,48%) e Gafisa (GFSA3, R$ 3,82, -5,21%). 

Pressionando o índice, destaque para as principais blue chips. Em meio ao cenário negativo para as mineradoras – com a queda de produção da BHP Billiton e com dados de produção negativos na Europa, as ações da Vale (VALE3;VALE5) registram baixa de cerca de 3,2%, contribuindo para a queda do índice – uma vez que possuem a maior participação na carteira, de cerca de 10%. Também com participação de cerca de 10%, as ações da Petrobras (PETR3;PETR4) também têm expressivas quedas, com os papéis ON caindo 3,39% e os PN, 3,56%. 

Poucas ações que compõem o Ibovespa registram alta maior de 1%. Entre as maiores altas, destaque para as ações da Natura (NATU3), com alta de 1,23%, a R$ 48,69, seguidas pelos ativos da Energias do Brasil (ENBR3) e pela BR Malls (BRML3), com valorizações respectivas de 1,18% e 1,07%. 

China e Japão no radar
O temor de um endividamento chinês orienta negativamente os investidores. Uma matéria do Financial Times indica que um auditor sênior tem alertado sobre o risco de endividamento do país estar fora do controle, o que pode levar a uma crise financeira maior do que aquela vivida no mercado imobiliário norte-americano.

Segundo o analista, alguns bonds locais não mostram solidez suficiente, o que pode trazer problemas muito sérios caso haja uma piora na situação econômica.

Ainda na Ásia, uma autoridade sênior do Banco do Japão disse que o BC vai considerar aumentar a frequência de suas compras de títulos da dívida do governo de longo prazo, em resposta aos temores dos operadores sobre distorções do mercado, segundo reportagem da Reuters.

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Índia

 

A Bolsa de Mumbai, na Índia, encerrou em forte queda nesta quinta-feira. O índice BSE Sensex 30 caiu 2,94%, para 8.197 pontos.

 

Hong Kong

 

Hong Kong, contudo, o Hang Seng aumentou 0,91%, atingindo 22.705,05 pontos, em meio à expectativa de corte da taxa de juro dos EUA, entre outros fatores.

 

Japão

 

Tóquio, o Nikkei 225 cedeu 1,96%, para 12.532,13 pontos.

 

Koreia do Sul

 

O Kospi, de Seul, declinou 2,33%, ficando em 1.625,17 pontos.

 

China

 

O Shanghai Composite, de Xangai, teve decréscimo de 3,59%, somando 4.146,29 pontos.

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Inflação

 

Por representarem a maior parte das despesas do brasileiro (41%), os alimentos exerceram forte pressão sobre o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2008, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta de 22,76% nos preços dos alimentos é atribuída, basicamente, a dois fatores: preços elevados dos produtos cotados no mercado internacional; e aumento da demanda por alimentos – tanto interna quanto externa. Da variação de 11,11% do grupo, 8,65% ficaram no primeiro semestre e 2,27% no segundo.

 

De acordo com o IBGE, os gastos com refeição em restaurante subiram 14,45% em 2008, figurando como a maior contribuição individual para o índice do ano: 0,55 ponto percentual. Em seguida, vieram as carnes, com alta de 24,02% e contribuição de 0,49 ponto percentual.

Entre os não-alimentícios, a principal contribuição veio do grupo de despesas pessoais (0,72 ponto percentual do IPCA de 2008), que teve variação de 7,35% no ano. O destaque ficou com os salários dos empregados domésticos, que aumentaram 11,04% e contribuíram com 0,34 ponto percentual, sendo a terceira maior contribuição individual para o índice do ano.

Outros itens relevantes foram os colégios (4,75%), planos de saúde (6,15%) e aluguel residencial (6,92%).

Por outro lado, alguns produtos contribuíram para conter o IPCA de 2008, apresentando taxas negativas. Os automóveis, com queda de 4,32% nos usados e 2,25% nos novos, foram a principal pressão de baixa no índice geral, com – 0,14 ponto percentual.

Apesar da queda nos preços da gasolina, os combustíveis fecharam 2008 com aumento de 0,55%, puxados pelo álcool (1,06%) e gás veicular (23,41%).

Em 2008, a conta de telefone fixo saiu de 0,34%, em 2007, para 3,64%, as taxas de água e esgoto saltaram de 4,82% para 7,11% e remédios de 0,54% para 3,96%.

Bolsas

 

As bolsas da Ásia encerraram a sexta-feira com leves quedas, com os investidores apreensivos com os dados de emprego nos Estados Unidos. Os analistas prevêem que a maior economia do mundo perdeu número recorde de empregos em 2008 e que a taxa de desemprego atingiu maior patamar desde a 2ª Guerra Mundial, o que significa cenário ruim para os exportadores asiáticos que pretendem vender os seus produtos aos EUA.

As previsões dos especialistas apontam para uma taxa de desemprego de 7% no ano passado.

A melhora das bolsas mundo afora e a valorização das moedas nos países emergentes tem aumentado a tolerância dos investidores por ativos de risco. No entanto, as perspectivas ruins em torno dos resultados das empresas limitam apostas mais arriscadas.

“O mercado já está preparado para as más notícias do mercado de trabalho dos EUA. Mas o verdadeiro teste é como Wall Street reagiu à notícia”, afirmou Linus Yip, estrategista no First Shanghai Securities Hong Kong.

Entre os principais índices da região, o Nikkei 225 de Tóquio caiu 0,44%, para 8.836,80 pontos, com grandes exportadores como a Honda Motor e Canon entre as maiores perdas da sessão .

O Kospi de Seul recuou 2,05%, para 1.180,96 pontos – a maior perda na região, após o banco central do país cortar a taxa de juro em 0,50 ponto percentual.

Em Hong Kong, o indicador referencial Hang Seng encerrou o pregão em baixa de 0,27%, para 14.377,44 pontos. Já na China, o índice Xangai Composto avançou 1,42%, para 1.904,860 pontos.

Fonte:

Gazeta Mercantil

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