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Posts Tagged ‘Bank of America’

Posição
Marca Vl (bilhões) US$/ 2013 Vl (bilhões) US$ / 2012
1 Apple 87,304 70,605
2 Samsung 58,771 38,197
3 Google 52,132 47,463
4 Microsoft 45,535 45,812
5 Walmart 42,303 38,32
6 IBM 37,721 39,135
7 GE 37,161 33,214
8 Amazon.com 36,788 28,665
9 Coca-Cola 34,205 31,082
10 Verizon 30,729 27,616
11 AT&T 30,406 28,379
12 Shell 29,752 22,021
13 Vodafone 27,009 30,044
14 Wells Fargo 26,044 23,229
15 Toyota 25,979 24,461
16 NTT Group 25,602 26,324
17 Volkswagen 23,666 17,758
18 The Home Depot 23,423 20,902
19 Chase 23,408 18,964
20 China Mobile 23,296 17,919
21 BMW 23,236 21,262
22 HSBC 22,865 27,597
23 Bank of America 22,397 19,537
24 Citi 21,677 18,639
25 McDonald’s 21,642 22,23
26
Intel 21,139 21,908
27 Walt Disney 20,548 15,392
28 Mercedes-Benz 20,298 19,762
29 Santander 20,119 19,969
30 Hyundai 19,906 16,501
31 ICBC 19,82 15,164
32 Mitsubishi 19,723 19,488
33 Siemens 19,647 16,32
34 Ford 19,623 17,559
35 American Express 19,004 18,231
36 Pepsi 18,701 17,096
37 BNP Paribas 18,573 16,809
38 Exxon Mobil 18,302 16,419
39 Tata 18,169 16,343
40 Nestlé 18,075 16,661
41 Tesco 17,918 20,051
42 Nissan 17,646 14,167
43 Chevron 17,579 17,511
44 Target 17,46 15,267
45 Mitsui 17,358 15,405
46 China Construction Bank 16,949 15,464
47 GDF Suez 16,686 16,598
48 Hitachi 16,588 16,391
49 UPS 16,572 18,083
50 IKEA 16,57 15,211

Fonte: BrandFinance

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O Bradesco é atualmente o mais rentável entre os maiores bancos de capital aberto dos Estado Unidos e América Latina, segundo pesquisa da consultoria Economatica que analisa dados de 2009. Em relação a 2008, o Bradesco subiu duas posições no ranking. Há sete anos um banco latino-americano não detinha a primeira colocação como o mais rentável. A última vez foi em 2001, quando o Itaú liderou o lista. O cálculo para obter o Retorno sobre Ativos (ROA) foi feito dividindo o lucro da instituição de janeiro a setembro pelos ativos totais no mês de setembro.

Depois de ocupar a segunda posição em 2008, o ItaúUnibanco caiu para o terceiro lugar. Já o Banco do Brasil ocupa atualmente a quinta colocação, depois de ser o quarto no ano passado. O Santander Brasil, por sua vez, ficou em décimo, melhorando cinco posições em relação a 2008. Estes foram os únicos quatro bancos brasileiros que apareceram entre os 20 maiores, com base nos números de setembro de 2009.

Considerando apenas os ativos, o maior banco dos Estados Unidos e América Latina é o Bank of América, com US$ 2,251 trilhões. Já o banco latino-americano melhor posicionado em relação a ativos é o Banco do Brasil, com US$ 385,6 bilhões.

Já na análise dos lucros, o Wells fargo, dos Estados Unidos, tem o maior de janeiro a setembro, com US$ 9,45 bilhões. O ItauUnibanco é o sexto no ranking de lucros, o Banco do Brasil aparece em sétimo e o Bradesco o oitavo. Segundo o estudo, somente 20 bancos na América Latina e Estados Unidos tinham ativos superiores a US$ 100 bilhões em setembro de 2009.

Fonte: Jornal O Estado de S.Paulo

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New York Stock Exchange: Trading Floor

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Nos EUA, a crise é uma tsunami. Aqui, se ela chegar, vai chegar uma marolinha que não dá nem pra esquiar”. Esta foi a frase utilizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para definir a crescente deterioração econômica vista no exterior em meados de outubro do ano passado – que gerou diversas críticas. A onda de estragos da crise mostrou que merecia mais consideração ao afogar o mundo em um cenário recessivo.

Há exato um ano, o Ibovespa encerrava a sessão de 27 de outubro de 2008 em seu menor patamar em três anos. Fechando abaixo dos 30 mil pontos, o índice brasileiro repercutia a continuidade dos sinais de enfraquecimento da atividade econômica internacional e as perspectivas de que o pior da crise ainda estava por vir.

Mas o caminho que levou o Ibovespa até ali se destacava por alguns pontos. No primeiro deles, os mercados globais sofriam com a falta de crédito, fruto da maior preocupação com o sistema financeiro internacional. Com as fontes para captação de recursos cada vez mais escassas, e temendo a uma onda de falências e calotes, as instituições financeiras passaram a restringir o crédito.

Dentro daquele contexto, outro ponto contribuiu para o que viria mais a frente. Em meados de setembro de 2008, o Bank of America firmou um acordo de compra do banco de investimentos Merrill Lynch por US$ 50 bilhões, criando assim a maior companhia de serviços financeiros do mundo. “Adquirir uma das maiores empresas de gestão, mercado de capitais e de consultoria é uma grande oportunidade para nossos acionistas”, afirmou Ken Lewis, CEO (Chief Executive Officer) do Bank of América, semanas antes de o Ibovespa testar tal mínima.

Enquanto isso, o governo norte-americano se preocupava em não deixar repetir com a AIG o ocorrido com o Lehman Brothers. Sem conseguir levantar capital, o terceiro maior banco dos EUA pediu concordata após a desistência de seus possíveis compradores – Barclays Capital e o próprio Bank of America -, que não conseguiram garantias governamentais suficientes para convencê-los a correr o risco e adquirir o gigantesco passivo da instituição. Para evitar que o mesmo acontecesse com a maior seguradora do país, a AIG, o governo dos EUA assumiu o controle da companhia depois da aprovação de um plano de ajuda no montante de US$ 85 bilhões – socorro este que depois viria a aumentar de tamanho consideravelmente.

Crise agrava, governos se mexem

Todos estes eventos, somados à preocupação dos mercados frente aos deteriorados indicadores econômicos globais, não apenas influenciaram nos 29.435 mil pontos do Ibovespa em outubro de 2008, como também anunciaram os tempos difíceis que estavam por vir.

Com a mudança na estrutura dos mercados após a crise do crédito, um dos mais afetados foi o consumo, que experimentou uma queda generalizada no mundo inteiro, puxando para baixo uma das principais engrenagens econômicas. O principal exemplo de economia global afetada por esta premissa foram os EUA, que têm nada menos que 2/3 de seu PIB atrelado ao consumo.

Visando estimular as economias, descongelar o mercado de crédito e reaquecer as vendas, “foi aberta a temporada” de pacotes, estímulos e corte nos juros ao redor do globo. Nos EUA, após muita discussão, o governo aprovou um pacote de ajuda de US$ 700 bilhões ao sistema financeiro do País, além de ter adotado uma série de facilidades fiscais para estimular o consumo interno, como o programa Cash for Clunkers, que reduzia impostos sobre a venda de carros.

Por aqui, o governo brasileiro também apostou na redução de impostos, por exemplo, do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado), que intensificou as vendas de eletrodomésticos, automóveis e artigos como materiais de construção. Além disso, cabe destacar que a autoridade monetária brasileira efetuou uma série de afrouxamentos monetários para manter sob controle a economia do País. De janeiro a julho, a taxa Selic passou de 13,75% para 8,75% ao ano – menor patamar histórico. Regiões como Reino Unido, Japão e China também aprovaram pacotes de estímulo econômico em decorrência da crise e viram seus juros básicos experimentarem baixos patamares.

Mercados: medidas tomadas, quem se recuperou?

Um ano depois da pior baixa do Ibovespa em três anos, sinais de recuperação começam a aparecer nas economias, ao passo que indicadores econômicos mostram números gradualmente melhores. Por aqui, números da confiança do consumidor, da produção da indústria e do mercado de trabalho seguem surpreendendo positivamente. O principal índice de ações da bolsa paulista acumula valorização superior a 100% em doze meses, impulsionado pelos fortes fundamentos do País que atraem olhares externos à BM&F Bovespa.

Na China, apontada como um dos últimos países a sentir os efeitos da crise financeira, o PIB mostrou crescimento de 8,9% durante o terceiro trimestre deste ano, impulsionado pelos programas de expansão de crédito promovidos pelo governo durante o período. O índice Shanghai Composite também mostra recuperação e acumula alta de 69% em 12 meses.

Nos EUA, as bolsas também apresentam alta, embora mais tímidas, demonstrando que os investidores, apesar de cautelosos, estão mais confiantes com uma recuperação do país. O índice Dow Jones, que concentra as blue chips norte-americanas, soma nestes 12 meses variação de 17,77%, seguido de uma alta de 21,7% do índice S&P 500 e de valorização de 38% do Nasdaq. Na Europa, apesar da situação econômica ainda estar debilitada, principalmente no leste europeu, os índices FTSE 100, DAX 30 e CAC 40, da Inglaterra, Alemanha e França, respectivamente, somam alta de 33,47%, 31,3% e 17,2% no período.

Também se recuperando, as commodities, grandes afetadas pela crise financeira, voltaram a apresentar números positivos nas bolsas. O barril de petróleo, por exemplo, chegou a ser negociado a US$ 150 na metade de 2008, antes de cair para abaixo de US$ 40. Atualmente o preço da commodity oscila na casa dos US$ 80 por barril, demonstrando alta de 100% frente à sua mínima.

Brasil: de País subdesenvolvido a economia promissora

Em um cenário recessivo global, os fortes fundamentos apresentados pelo Brasil pesaram na decisão da agência de classificação de risco Moody’s de atribuir o grau de investimento à economia brasileira no último mês. A Moody’s era a última agência dentre as principais que faltava dar tal reconhecimento ao País – Standard & Poor’s e Fitch já haviam atribuído a nota ao Brasil no ano passado. As melhores perspectivas para o País seguem refletidas no bom desempenho de seus mercados e indicadores econômicos.

Os últimos balanços da BM&F Bovespa apontam para uma crescente alta nos investimentos estrangeiros no País, o que mostra que os investidores de fora se mantêm confiantes no desempenho da economia e das empresas brasileiras.

Estes são alguns dos fatores que explicam uma recuperação do Ibovespa superior à dos principais benchmarks globais neste período. Muito se discute sobre os fundamentos deste impressionante rali do índice desde a mínima nos 29.435 pontos; de fato não se justificou a precificação de um tsunami à época, o que resta saber é se os preços dos ativos brasileiros fazem jus a um cenário de otimismo pela frente.

Não podemos também esquecer que a retomada do Ibovespa foi mais vigorosa porque o tombo há 12 meses também foi. Em 27 de outubro de 2008, o índice da bolsa paulista acumulava perda de 64,85% no ano, contra desvalorizações de 52,32% do Dow Jones, 55,28% do S&P 500 e 56,08% do Nasdaq Index, por exemplo.

 Fonte: Infomoney

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As principais bolsas norte-americanas encerraram esta quarta-feira em alta, apesar de se mostrarem instáveis momentos antes do fim do pregão. Os ganhos foram sustentados pela forte valorização do setor financeiro.

As atenções estão voltadas para os testes de estresse, cujos resultados serão divulgados na próxima sessão. Segundo fontes internacionais, o Bank of America terá que levantar US$ 34 bilhões. Os investidores especulam que esta quantia poderá ser obtida através da venda de títulos. As ações do banco subiram 17,07%.

Acredita-se que Citigroup e Wells Fargo também deverão levantar, respectivamente, US$ 10 bilhões e US$ 15 bilhões. Os ativos destes bancos tiveram valorizações de 16,62% e 15,59%.

 

Índice

Pontos

Variação

Ibovespa

Brasil

51.499

+1,64

Merval

Argentina

1.410

+3,43

Dow Jones

EUA

8.512

+1,21

S&P 500

EUA

919,53

+1,74

Nasdaq

EUA

1.759

+0,28

DAX 30

Alemanha

4.881

+0,57

FTSE 100

Inglaterra

4.396

+1,37

Nikkei

Japão

8.977

0,00

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citi

Essa crise econômica na América trouxe uma nova realidade para o mercado bancário internacional, antigos Titãs como o Citibank que antes da crise tinha um valor de mercado em US$ 255 bilhões de dólares, hoje vale menos de 10% de seu valor passado sendo cotado em US$ 20 bilhões.

 

O Bank of America (BofA), que chegou a ser o vice líder de mercado mundial valendo US$ 217 bilhões de dólares, hoje ocupa a 9ª posição no ranking mundial , valendo US$ 43 bilhões de dólares.

 

E bancos até recentemente desconhecidos são as novas estrelas do mercado, como já disse anteriormente hoje o ICBC (China), ocupa a primeira posição no mercado internacional sendo cotado em US$ 170 bilhões de dólares, o segundo lugar no ranking também é um Chinês o CCB valendo US$ 170 bilhões de dólares o terceiro é o Bank of China cotado em US$ 99 bilhões.

 

Os americanos que anteriormente eram os lideres mundiais no setor aparecem na 5ª, 6ª e 9ª posição de acordo com o ranking.

 

A moral da história é que atualmente o sistema financeiro americano virou pó, o Inglês esta colhendo os cacos e o Chinês esta agora com um vigor antes inimaginado nas rodas bancarias.

 

Mesmo com toda essa força dos bancos chineses, se somarmos o valor de mercado dos 10 maiores bancos hoje ainda é 50% menor do em 2007 quando eles valiam US$ 1 725 trilhões de dólares, hoje os 10 maiores valem pouco menos da metade desse valor US$ 823 bilhões de dólares.

 

Brasil

 

Os bancos brasileiros também estão sofrendo com a crise, por exemplo o banco Itaú que valia US$ 51 bilhões de dólares, hoje esta cotado em 26, Bradesco que é vice líder na categoria nacional esta valendo atualmente US$ 25 bilhões de dólares, antes da crise seu valor era de US$ 50 bilhões. No caso do Itaú não levamos em conta a fusão com o Unibanco.

A união do Banco do Brasil com a Nossa Caixa criará uma instituição de R$ 512,304 bilhões em ativos. Antes da fusão, o Banco do Brasil tinha R$ 458,873 bilhões.

O valor ainda é menor do que os R$ 575, 119 bilhões dos ativos que terá o Itaú Unibanco Holding, originada da união entre as duas instituições. Em terceiro aparece o Bradesco, com R$ 422,7 bilhões em ativos.

Josué Silva

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A retomada da renda variável doméstica mascara mais um mês de pessimismo e volatilidade nos mercados. Ainda que os níveis de tensão estejam longe do visto entre meados de setembro e outubro do ano passado – cujos marcos foram a quebra do Lehman Brothers e a estatização da seguradora AIG – janeiro mostrou muitos dos impactos da escassez de crédito sobre os fundamentos econômicos e sobre o desempenho corporativo.

A temporada de resultados contábeis adicionou preocupação em mercados já imersos de problemas. O desempenho de gigantes como Alcoa, Chevron, Intel, Wal-Mart, Deutsche Bank, Merrill Lynch, Bank of America, General Electric, BNP Paribas, Boeing, Microsoft e Shell, entre outras, foi motivo de impulso à força vendedora. Algumas empresas do setor tecnológico – como IBM, Yahoo!, Apple, Google e Amazon.com -, os bancos Wachovia e JP Morgan e a Monsanto destoaram, com números positivos.

Foi comum em janeiro anúncios de fracos resultados trimestrais virem acompanhados de anúncios de demissões. Somente no dia 26, os cortes de funcionários vistos ao redor do mundo se aproximaram de 100 mil.

O setor financeiro foi caso à parte. Se nos últimos meses as montadoras haviam tomado o cerne das preocupações no ambiente corporativo, com a tentativa de governos em todo o mundo de salvar estas empresas da falência, o nível de capitalização e a baixa qualidade dos ativos deixaram novamente as instituições financeiras em evidência.

E se empresas dos mais variados setores vão mal, a raiz dos problemas é a mesma: economia. Sobraram dados negativos sobre importantes economias como EUA, Reino Unido, Zona do Euro e China.

O Brasil não escapou ileso, com fracos indicadores concentrados, principalmente, na atividade industrial. Os claros sinais de desaquecimento econômico podem explicar a decisão surpreendente do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) de reduzir em 100 pontos-base a taxa Selic, agora em 12,75% ao ano.

Outros tantos mercados, como Reino Unido, Canadá e Índia, também flexibilizaram suas políticas monetárias. Também foram rotina anúncios de pacotes de estímulo econômico e de suporte ao setor financeiro.

Não se pode falar de janeiro sem lembrar da histórica posse do 44º presidente dos EUA. Com árdua tarefa pela frente – recuperar a maior economia do mundo imersa em recessão, como comprovaram os dados do PIB (Produto Interno Bruto) – Barack Hussein Obama II já mostra postura ativa em seus primeiros dias de mandato: conseguiu a liberação da segunda metade do TARP (Troubled Asset Relief Program), de US$ 350 bilhões, e aprovou na Casa dos Representantes seu megapacote econômico de US$ 819 bilhões.

Cifras bilionárias também figuraram nas manchetes internas. Graças ao Tesouro, que realizou um aporte de R$ 100 bilhões no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), para garantir investimentos. Mais modestos, porém ainda bilionários, os destaques corporativos no mês ficam com a aquisição de 49,99% do capital do Banco Votorantim pelo Banco do Brasil por R$ 4,2 bilhões e a compra de 28,03% de participação acionária na Aracruz, por R$ 2,71 bilhões, pela VCP.

Fonte: Infomoney

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 Em 2002 surgiu uma onda nacional chamada Lulomania, essa mania nacional surgiu á partir da vitória do Presidente Luis Inácio Lula da Silva. Um nordestino, pobre, semi- analfabeto, “trabalhador”, humilde, etc.

 

Naquele momento todos aguardavam a chegada do Messias, um homem capaz de mudar a historia do Brasil, pois ele tinha suas origens no sertão nordestino, e sabia como ninguém oque é passar fome e todos os tipos de privações.

 

Trabalhou desde cedo, foi torneiro mecânico, teve um dedo decepado, foi vitima de todos os tipos de preconceito. Enfim um homem do povo para o povo.

 

Após assumir a presidência todos virão que ele era incapaz de resolver as mínimas questões nacionais, o Fome Zero, ninguém ouviu mais falar. O salário mínimo continua mínimo, ou alguém acredita que dá pra ser feliz com R$ 415,00 (Quatrocentos e Quinze Reais).

 

O tão sonhado crescimento do Brasil veio, mas foi a reboque dos EUA e da China, caso eles não tivessem crescido tanto não teríamos tido o crescimento que tivemos até o começo da crise.

 

Infelizmente o Brasil não direcionado para o caminho certo, algumas pastas como a de Henrique Meirelles trabalharam maravilhosamente bem, agora o restante do governo esteve envolvido em todos os tipos de escândalos. 

lulaa1

 Estados Unidos

Olhando para a América do Norte, vejo a mesma situação, não estou querendo dizer que os Democratas nos darão um festival de escândalos e todo o tipo de vergonha possível e imaginaria. Até porque acredito na honestidade dos democratas, e também na honra do presidente Barack Obama.

 

Minha maior preocupação é com relação a capacidade dele de fazer a roda girar, não podemos deixar de mencionar a excelente equipe que ele esta montando, mas o problema é que eles estão dentro do maior incêndio econômico que o mundo já viu e quanto mais se tenta apagar o fogo maior ele fica.

 

Na semana passada, por exemplo, tivemos mais ajuda a grandes símbolos americanos, o Bank of America e o Citigroup. Esses não eram meros bancos americanos, e sim dois dos maiores bancos mundiais. Que apesar de toda ajuda do governo ainda estão derrapando muito

 

E a moral dessa historia, é que quanto maior a nossa expectativa, maior será nossa frustração, devemos ter esperança, mas não imaginar que Obama será o salvador do mundo até porque ele é apenas mais um presidente dos Estados Unidos.

 

Josué Silva

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