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Posts Tagged ‘CAC 40’

Índices Último Variação Var.%
Espanha
IBEX 35 10.071,90 100,1 1,00
BOLSA MADRI 1.041,64 8,95 0,87
BOLSA BARCELONA 16.336,20 40,4 0,25
Belgica
BEL20 2.549,84 20,91 0,83
Holanda
AEX 341,04 4,98 1,48
França
CAC 40 3.736,15 48,94 1,33
Alemanha
DAX 6.292,97 75,99 1,22
Brasil
BOVESPA 64.829,03 391,45 0,61
EUA
DOW JONES  10.442,41 -8,23 -0,08
NASDAQ CMP  2.289,09 -20,71 -0,9
NASDAQ 100  1.895,84 -17,64 -0,92
Argentina
MERVAL  2.320,36 5,82 0,25
México
IMC30  449,59 -0,12 -0,03
INMEX 1.890,53 5,72 0,3
Peru
INDICE BVC  64.944,73 -148,28 -0,23
Chile
BANCA 4.747,14 36,98 0,79
Japão
NIKKEI  10.171,84 -66,17 -0,65
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Soyez craintifs quand les autres sont avides, soyez avides quand les autres sont craintifs.” Cet adage boursier, Warren Buffett, l’homme d’affaires américain multimilliardaire de 79 ans et star de Wall Street le respecte depuis toujours à la lettre.

En 2000, le “papy” de la finance était d’ailleurs resté parfaitement indifférent à l’euphorie générale autour des valeurs Internet, figurant ainsi parmi les rares investisseurs épargnés par l’éclatement de la bulle. Aujourd’hui, M. Buffett annonce au contraire des investissements en pagaille : quelques millions de dollars dans Wal-Mart, dans Exxon, et même plusieurs milliards dans une compagnie de chemin de fer. Au moment même où le marché s’inquiète.

L’évolution des indices à Paris, Londres, New York et Tokyo observée entre le lundi 16 et le vendredi 20 novembre, témoigne en effet de la frilosité et des hésitations des investisseurs. Sur la période, le CAC 40 a cédé 2,01 %, retombant à 3 729,36 points… un niveau de mars 1998. Le Footsie de Londres a lui reculé de 0,85 %, quand le S & P 500 aux Etats-Unis et le Nikkei au Japon cédaient respectivement 0,19 % et 2,79 %.

Le “papy de la finance”, aura-t-il raison contre la foule des investisseurs ? “Warren Buffett s’est parfois trompé “, prévient Jean-Louis Mourier, analyste chez Aurel BGC. De fait, pour la plupart des experts, les hésitations du marché ne sont pas absurdes, loin de là. Car si la reprise de l’économie mondiale est maintenant acquise, il y a beaucoup de “mais” à ajouter. Le premier est que cette reprise sera molle.

Jeudi 19 novembre, les prévisions de l’Organisation de coopération et de développement économiques (OCDE) ont confirmé que les trente pays de l’organisation sortiront de la récession en 2009, mais avec une croissance réduite à 1,9 % en 2010. La reprise sera “modeste” et soumise à de “fortes” incertitudes, a prévenu l’organisation.

Les statistiques de mises en chantier aux Etats-Unis, en net recul sur le mois d’octobre (- 10,9 %) indicateur clé, ont aussi illustré cette semaine l’aspect chaotique de la reprise. A Londres, c’est la banque spécialisée dans le crédit immobilier Nationwide, qui a refroidi les investisseurs sur le même sujet, en disant s’attendre à une importante rechute des prix de l’immobilier en 2010.

Pour les autres secteurs de l’économie, les dirigeants d’entreprise ne sont guère plus enthousiasmants. Le groupe agroalimentaire Danone a indiqué mercredi que les effets de la crise, la hausse du chômage et la réduction progressive des aides à l’économie, allaient peser sur les dépenses de consommation. Et aux Etats-Unis, l’éditeur de logiciels d’entreprise Autodesk et Salesforce.com ont fait état de résultats décevants, montrant que la reprise de l’industrie technologique n’était pas franchement explosive.

Quant à ceux qui croient néanmoins à une reprise franche et massive, ils ont aussi des motifs d’inquiétude. Les politiques budgétaires et monétaires d’après-crise sauront-elles gérer la transition ?

“Il y a un risque de gâcher la reprise”, alerte Marc Touati, directeur des études économiques chez Global Equities. De fait, la croissance va s’accompagner mécaniquement d’une reprise de l’inflation. M. Touati redoute alors de voir resurgir la Banque centrale européenne. Réputé pour son obsession à contenir la hausse des prix, l’institut monétaire pourrait décider d’une remontée des taux d’intérêt directeurs. Or, l’opération sera forcément mal accueillie par le marché, car elle contribue à renchérir le coût des crédits, et bride la croissance.

Bref, après s’être en peu emballés en voyant l’économie mondiale sortir du tunnel – les marchés en Europe et aux Etats-Unis ont gagné 50 % depuis mars – “les investisseurs sont un peu perdus”, commente Vincent Juvyns, spécialiste des investissements chez ING IM.

Pour autant, il n’y a pas lieu de crier à la catastrophe. Selon lui, le CAC 40 a encore une bonne marge de progression, et pourrait atteindre 4 500 points en 2010. Doucement et avec des yo-yo réguliers, mais tout de même. Certains experts croient notamment au potentiel des valeurs de l’énergie verte, des technologies de l’information ou des valeurs du secteur des télécommunications, peu spéculatives mais offrant un bon rendement.

Autrement dit, M. Buffett a peut-être bien raison d’acheter dès maintenant, avant tout le monde. “Le but est de découvrir des compagnies extraordinaires à des prix ordinaires, et non des compagnies ordinaires à des prix extraordinaires”, se plaît d’ailleurs à rappeler le septuagénaire.

Claire Gatinois

Fonte: Le Monde

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Hoje os principais índices da renda variável no mercado externo encerraram em queda, refletindo resultados ruins no âmbito corporativo e o discurso do presidente do Banco Central Europeu, informando a  retirada dos estímulos monetários.segundo Trichet  a autoridade monetária irá gradualmente retirar o montante injetado no mercado durante a crise, uma vez que nem todas as medidas tomadas pela instituição serão necessárias no futuro.

Novamente  as ações das techs aparecem puxando as perdas, sentindo os efeitos negativos do resultado da Dell, que apresentou queda de 53% no lucro entre o terceiro trimestre de 2008 e 2009, ao somar ganhos de US$ 337 milhões. O número também é metade do esperado pelo mercado, o que contribuiu para uma visão pessimista quanto às ações da companhia.

Os papéis da terceira maior fabricante de computadores do mundo fecharam o pregão com uma queda de 9,96% na Nasdaq.

No lado positivo dos índices, as ações de laboratórios farmacêuticos registraram as maiores valorizações do dia, como o Merck & Co, que registrou uma valorização de 3,20%, e Pfizer, com uma alta de 1,38%.

  
   %Var Dia Pontos %Var 30D %Var Ano   
  
   Dow Jones -0,14 10.318 +3,71 +17,57   
   S&P 500 -0,32 1.091 +0,92 +20,83   
   Nasdaq -0,50 2.146 -0,22 +36,08   
  

Europa
Seguindo a tendência de Wall Street, as principais bolsas da Europa fecharam esta sexta-feira em queda. O destaque da sessão ficou por conta da revisão de estimativas de bancos para grandes corporações do velho continente.

  
                        Var dia Pontos Var 30D Var Ano   
  
   FTSE 100 -0,31 5.215 -0,06 +18,50   
   DAX 30 -0,68 5.663 -2,93 +17,72   
   CAC 40 -0,82 3.729 -3,70 +15,91   
  

Ásia
O índice Nikkei fechou o dia com desvalorização, pressionado pelo desempenho das empresas do setor de tecnologia.
Em uma reunião em Pequim nesta sessão, o porta-voz do banco central chinês, Zhou Xiaochuan, afirmou que “o país deve permanecer vigilante sobre a excessiva produção industrial depois que o plano de US$ 586 bilhões impulsionou novos investimentos urbanos”.

Essa declaração foi o suficiente para provocar incerteza em relação a China e fez com que o índice Xangai também encerrasse o dia em queda.

  % Dia Pontos % 30D % Ano
Nikkei -0,54 9.498 -8,09 +8,58
Hang Seng -1,06 22.403 +0,38 +57,38
Shangai Composite -0,37 3.308 +7,74 +81,70

 

 

 

 

 

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Tivemos um bom inicio de semana, hoje a Bovespa fechou em alta de  2,71%, cotada em 66.214 pontos, com volume financeiro de R$ 6,20 bilhões.

A segunda-feira (9) foi recheada de notícias positivas, por exemplo, o do G-20 trouxe expectativas tranqüilizantes, visto que os bancos centrais ao redor do mundo não deverão retirar os estímulos até que a economia global possa caminhar com seus próprios pés.

No cenário corporativo a Net ficou entre as maiores altas do índice Bovespa. A empresa concluiu a emissão de títulos de sua dívida no mercado externo, com a pretensão de utilizar os recursos financeiros em expansão, pré-pagamento de dívida existente e outros investimentos corporativos.

A Eucatex anunciou o encerramento do Plano de Recuperação Judicial, iniciado há dois anos e afirmou que todas as obrigações que a empresa possuía dentro desse plano foram cumpridas no prazo previsto.

Principais Mercados

Índice

Pontos  (%)
Ibovespa 66.214 2,71
Merval 2.279 2,35
S&P 500 1.093 2,22
Nasdaq 2.154 1,97
CAC 40 3.785 2,11
DAX 30 5.620 2,40
FTSE 100 5.235 1,80
Nikkei 9.809 0,20
Shanghai Composite 3.176

0,36

Carteira Teórica

Hoje nossa recém carteira apresentou um ganho de 2,44% no dia, enquanto o Índice Bovespa avançou 2,71% no mesmo período, o diferencial da Carteira esta sendo na semana que é onde estamos tendo um bom  avanço de 10,43%.

imagem....

Esse ganho é superior ao CDI que hoje esta com rendimento em torno de 8,63% aa.

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Hoje é feriado no Brasil, mas lá fora tem mercado e pelo que estamos observando, ele não esta tendencioso, na Europa por exemplo enquanto o FTSE 100, recua as praças francesas e espanholas caminham rumo a alta.

Por aqui a tendência altista passou e agora em tendência de baixa, os analistas da Focques recomendam atenção para os suportes de 61.447 pontos e 61.378 pontos, quem apostou que teríamos um final de ano com ganhos é melhor começar a rever sua estratégia e apertar o cinto de segurança.

País Indice Var(%)
Reino Unido  FTSE 100 -1,34
Japão Nikkei -2,31
Espanha IBEX 35 0,27
França CAC 40 0,85

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New York Stock Exchange: Trading Floor

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Nos EUA, a crise é uma tsunami. Aqui, se ela chegar, vai chegar uma marolinha que não dá nem pra esquiar”. Esta foi a frase utilizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para definir a crescente deterioração econômica vista no exterior em meados de outubro do ano passado – que gerou diversas críticas. A onda de estragos da crise mostrou que merecia mais consideração ao afogar o mundo em um cenário recessivo.

Há exato um ano, o Ibovespa encerrava a sessão de 27 de outubro de 2008 em seu menor patamar em três anos. Fechando abaixo dos 30 mil pontos, o índice brasileiro repercutia a continuidade dos sinais de enfraquecimento da atividade econômica internacional e as perspectivas de que o pior da crise ainda estava por vir.

Mas o caminho que levou o Ibovespa até ali se destacava por alguns pontos. No primeiro deles, os mercados globais sofriam com a falta de crédito, fruto da maior preocupação com o sistema financeiro internacional. Com as fontes para captação de recursos cada vez mais escassas, e temendo a uma onda de falências e calotes, as instituições financeiras passaram a restringir o crédito.

Dentro daquele contexto, outro ponto contribuiu para o que viria mais a frente. Em meados de setembro de 2008, o Bank of America firmou um acordo de compra do banco de investimentos Merrill Lynch por US$ 50 bilhões, criando assim a maior companhia de serviços financeiros do mundo. “Adquirir uma das maiores empresas de gestão, mercado de capitais e de consultoria é uma grande oportunidade para nossos acionistas”, afirmou Ken Lewis, CEO (Chief Executive Officer) do Bank of América, semanas antes de o Ibovespa testar tal mínima.

Enquanto isso, o governo norte-americano se preocupava em não deixar repetir com a AIG o ocorrido com o Lehman Brothers. Sem conseguir levantar capital, o terceiro maior banco dos EUA pediu concordata após a desistência de seus possíveis compradores – Barclays Capital e o próprio Bank of America -, que não conseguiram garantias governamentais suficientes para convencê-los a correr o risco e adquirir o gigantesco passivo da instituição. Para evitar que o mesmo acontecesse com a maior seguradora do país, a AIG, o governo dos EUA assumiu o controle da companhia depois da aprovação de um plano de ajuda no montante de US$ 85 bilhões – socorro este que depois viria a aumentar de tamanho consideravelmente.

Crise agrava, governos se mexem

Todos estes eventos, somados à preocupação dos mercados frente aos deteriorados indicadores econômicos globais, não apenas influenciaram nos 29.435 mil pontos do Ibovespa em outubro de 2008, como também anunciaram os tempos difíceis que estavam por vir.

Com a mudança na estrutura dos mercados após a crise do crédito, um dos mais afetados foi o consumo, que experimentou uma queda generalizada no mundo inteiro, puxando para baixo uma das principais engrenagens econômicas. O principal exemplo de economia global afetada por esta premissa foram os EUA, que têm nada menos que 2/3 de seu PIB atrelado ao consumo.

Visando estimular as economias, descongelar o mercado de crédito e reaquecer as vendas, “foi aberta a temporada” de pacotes, estímulos e corte nos juros ao redor do globo. Nos EUA, após muita discussão, o governo aprovou um pacote de ajuda de US$ 700 bilhões ao sistema financeiro do País, além de ter adotado uma série de facilidades fiscais para estimular o consumo interno, como o programa Cash for Clunkers, que reduzia impostos sobre a venda de carros.

Por aqui, o governo brasileiro também apostou na redução de impostos, por exemplo, do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado), que intensificou as vendas de eletrodomésticos, automóveis e artigos como materiais de construção. Além disso, cabe destacar que a autoridade monetária brasileira efetuou uma série de afrouxamentos monetários para manter sob controle a economia do País. De janeiro a julho, a taxa Selic passou de 13,75% para 8,75% ao ano – menor patamar histórico. Regiões como Reino Unido, Japão e China também aprovaram pacotes de estímulo econômico em decorrência da crise e viram seus juros básicos experimentarem baixos patamares.

Mercados: medidas tomadas, quem se recuperou?

Um ano depois da pior baixa do Ibovespa em três anos, sinais de recuperação começam a aparecer nas economias, ao passo que indicadores econômicos mostram números gradualmente melhores. Por aqui, números da confiança do consumidor, da produção da indústria e do mercado de trabalho seguem surpreendendo positivamente. O principal índice de ações da bolsa paulista acumula valorização superior a 100% em doze meses, impulsionado pelos fortes fundamentos do País que atraem olhares externos à BM&F Bovespa.

Na China, apontada como um dos últimos países a sentir os efeitos da crise financeira, o PIB mostrou crescimento de 8,9% durante o terceiro trimestre deste ano, impulsionado pelos programas de expansão de crédito promovidos pelo governo durante o período. O índice Shanghai Composite também mostra recuperação e acumula alta de 69% em 12 meses.

Nos EUA, as bolsas também apresentam alta, embora mais tímidas, demonstrando que os investidores, apesar de cautelosos, estão mais confiantes com uma recuperação do país. O índice Dow Jones, que concentra as blue chips norte-americanas, soma nestes 12 meses variação de 17,77%, seguido de uma alta de 21,7% do índice S&P 500 e de valorização de 38% do Nasdaq. Na Europa, apesar da situação econômica ainda estar debilitada, principalmente no leste europeu, os índices FTSE 100, DAX 30 e CAC 40, da Inglaterra, Alemanha e França, respectivamente, somam alta de 33,47%, 31,3% e 17,2% no período.

Também se recuperando, as commodities, grandes afetadas pela crise financeira, voltaram a apresentar números positivos nas bolsas. O barril de petróleo, por exemplo, chegou a ser negociado a US$ 150 na metade de 2008, antes de cair para abaixo de US$ 40. Atualmente o preço da commodity oscila na casa dos US$ 80 por barril, demonstrando alta de 100% frente à sua mínima.

Brasil: de País subdesenvolvido a economia promissora

Em um cenário recessivo global, os fortes fundamentos apresentados pelo Brasil pesaram na decisão da agência de classificação de risco Moody’s de atribuir o grau de investimento à economia brasileira no último mês. A Moody’s era a última agência dentre as principais que faltava dar tal reconhecimento ao País – Standard & Poor’s e Fitch já haviam atribuído a nota ao Brasil no ano passado. As melhores perspectivas para o País seguem refletidas no bom desempenho de seus mercados e indicadores econômicos.

Os últimos balanços da BM&F Bovespa apontam para uma crescente alta nos investimentos estrangeiros no País, o que mostra que os investidores de fora se mantêm confiantes no desempenho da economia e das empresas brasileiras.

Estes são alguns dos fatores que explicam uma recuperação do Ibovespa superior à dos principais benchmarks globais neste período. Muito se discute sobre os fundamentos deste impressionante rali do índice desde a mínima nos 29.435 pontos; de fato não se justificou a precificação de um tsunami à época, o que resta saber é se os preços dos ativos brasileiros fazem jus a um cenário de otimismo pela frente.

Não podemos também esquecer que a retomada do Ibovespa foi mais vigorosa porque o tombo há 12 meses também foi. Em 27 de outubro de 2008, o índice da bolsa paulista acumulava perda de 64,85% no ano, contra desvalorizações de 52,32% do Dow Jones, 55,28% do S&P 500 e 56,08% do Nasdaq Index, por exemplo.

 Fonte: Infomoney

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Ibovespa Brasil 49.494 -3,66
Merval Argentina 1.507 -3,68
S&P 500 EUA 893,04 -3,06
Nasdaq EUA 1.766 -3,35
CAC 40 França 3.123 -3,04
DAX 30 Alemanha 4.693 -3,02
FTSE 100 Inglaterra 4.234 -2,57
Nikkei Japão 9.826 +0,41

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