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Posts Tagged ‘CDB’

A bolsa de valores em 2009 foi de longe, a melhor opção entre as aplicações de renda variável. Com a valorização nominal  de 82,66% no período, o Ibovespa foi na contramão do desempenho negativo dos rendimentos de aplicações ligadas ao câmbio ou ao ouro(porto seguro em tempos de crise).

Quem apostou no dólar, por exemplo, viu a moeda americana ter desvalorização de 25,32%. Já  o euro recuou 22,92% em relação ao real.

O ouro negociado no mercado à vista, perdeu 3,05% no ano, refletindo a busca dos investidores por ativos de maior risco.

Os fundos com recursos do FGTS em papéis da Vale e da Petrobras não fizeram feio e subiram 80,78% e 50,25%, respectivamente.

Já entre as aplicações de renda fixa, o CDI subiu 10,06% no ano, um pouco acima da valorização de 10,02% do CDB. A poupança apresentou rendimento de 6,92% em 2009

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Abamec
Associação Brasileira dos Analistas de Mercado de Capitais
Abrasca
Associação Brasileira de Companhias Abertas
AELC
Associação Europeia de Livre Comércio
Alalc
Associação Latino-americana de Livre Comércio
Alca
Área de Livre Comércio das Américas
Anbid
Associação dos Bancos de Investimento
Ancor
Associação Nacional das Corretoras de Valores
Andima
Associação Nacional de Instituições de Mercado Aberto
Bacen
Banco Central do Brasil
BBC
Bônus do Banco Central
BID
Banco Interamericano de Desenvolvimento
Bird
Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento, também conhecido como Banco Mundial
BNDES
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
Bovespa
Bolsa de Valores de São Paulo
BRICs
Sigla que representa as iniciais de Brasil, Rússia, Índia e China criada por um economista do banco Goldman Sachs para falar das economias emergentes consideradas as maiores do mundo
BTN
Bônus do Tesouro Nacional
BVRJ
Bolsa de Valores do Rio de Janeiro
CBLC
Câmara Brasileira de Liquidação e Custódia
CDB
Certificado de Depósito Bancário
CDI
Certificado de Depósito Interfinanceiro
CMN
Conselho Monetário Nacional
Copom
Comitê de Política Monetária
CVM
Comissão de Valores Mobiliários
DCA
Debênture Conversível em Ação
DI
Depósito Interfinanceiro
DPMF
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FBCF
Formação Bruta de Capital Fixo
Febraban
Federação Brasileira de Bancos
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Federal Reserve (BC americano)
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Fundo Garantidor de Créditos
FGV
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Fiesp
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Fiex
Fundo de Investimento no Exterior
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Fundo de Investimento Financeiro
Fipe
Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas
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Fundo Monetário Internacional
Fomc
Comitê de Política Monetárias do Fed
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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Ibmec
Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais
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Índice de Desenvolvimento Humano
IGP
Índice Geral de Preços
INCC
Índice Nacional da Construção Civil
IOF
Imposto sobre Operações Financeiras
IPA
Índice de Preços no Atacado
IPC
Índice de Preços ao Consumidor
IPCA
Índice de Preços ao Consumidor Amplo
Ipea
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
LBC
Letra do Banco Central
LC
Letra de Câmbio
LFT
Letra Financeira do Tesouro
LTN
Letra do Tesouro Nacional
Mercosul
Mercado Comum do Sul
Nafta
Tratado norte-americano de livre comércio
NTN
Nota do Tesouro Nacional
OMC
Organização Mundial do Comércio
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Organização das Nações Unidas
OPA
Oferta Pública de Ações
Opep
Organização dos Países Exportadores de Petróleo
OTN
Obrigação do Tesouro Nacional
PEA
População Economicamente Ativa
PIB
Produto Interno Bruto
PL
Patrimônio Líquido
Proer
Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional
Selic
Sistema Especial de Liquidação e Custódia
Sisbacen
Sistema de Informações do Banco Central
Sumoc
Superintendência da Moeda e do Crédito
TBan
Taxa de Assistência do Banco Central
TBC
Taxa Básica do Banco Central
TJLP
Taxa de Juros de Longo Prazo
TR
Taxa Referencial

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Nesse mês e no passado meu portfolio tem se mostrado mais rentável que o Ibovespa, veja quadro abaixo:

Ouro 15,03%
Risk 14,63%
Ibovespa  8,94%
CDB  0,69%

Perdi apenas para o Ouro, o porto seguro do mercado, infelizmente minha carteira passou de agressiva para uma simples subsidiária do Ibovespa. Mas oque importa mesmo é que ela esta rendendo mais que o Ibovespa, como relatei, em novembro meu ganho foi de quase 100% sobre o Ibovespa. Faltou pouco! Enquanto esse dia não chega o lema é viver a vida no mercado acionário.

Em dezembro parece que vou repetir a série de bons ganhos, hoje enquanto o Ibovespa subiu 1,34%, meu portfólio subiu 2,02%, os ganhos na semana e no mês estão em 1,48%. O único problema é que estou coladissimo no Índice mais de 50% de meu portfólio faz parte do Índice.

Chega de conversa e vamos aos números:

Papel Cód % Diária % Acum
Rede Energia REDE4 1,93% 25,42%
ABC Brasil ABCB4 -0,50% 8,58%
Vale VALE5 0,75% 5,74%
Itausa ITSA4 2,73% 17,43%
Petrobras PETR4 0,08% 13,13%
Usiminas USIM5 1,70% 19,34%
AMBEV AMBV4 2,89% 12,68%
Bradesco BBDC4 3,27% 8,85%
Rentabilidade
Ibov. Diária Diária Semana Mês Acumulado
1,34% 2,02% 1,48% 1,48% 12,60%

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Bovespa em alta

Pelo segundo mês seguido o Ibovespa liderou os ganhos de investimentos. Em maio, o índice da BM&F Bovespa teve valorização de 5,1%. No ano, o ganho acumulado é de 12,68%.

A segunda melhor opção de investimento do mês, mas bem distante do Ibovespa, foi o Certificado de Depósito Bancário (CDB), que subiu 0,81%. No acumulado de 2009, o CDB registra avanço de 4,52%.

O Certificado de Depósito Interbancário (CDI) subiu 0,77%.

O ouro e o dólar tiveram desempenho negativo em maio. A commodity teve queda de 0,56% no mês e registra perdas de 3,05% no ano.

O dólar comercial encerrou o mês com baixa de 9,49%. No ano, o recuo é de 15,42%. O dólar Ptax caiu 9,42% em maio e 15,57% no ano.

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Mais do que um rali de oito semanas que garantiram ao Ibovespa o posto de melhor investimento pelo segundo mês seguido, o principal índice da BMF Bovespa, com a valorização de 15,5% acumulada em abril, teve seu melhor desempenho mensal desde fevereiro de 2005.

A percepção de que o pior da crise financeira ficou efetivamente para trás encontrou fomento em indicadores econômicos acima das projeções pessimistas (e que reduzem o ritmo de deterioração), resultados corporativos melhores do que o esperado e sinalização de um horizonte mais alentador pelas autoridades.

Muito se questiona sobre o fundamento do rali das bolsas em âmbito global. A crise ainda persiste: o mercado de crédito demora a mostrar sinais de recuperação e as economias centrais, se não em recessão, passam por forte desaquecimento. Se a precificação das evidências de melhora no cenário econômico é exagerada, só o tempo irá dizer.

Por sua vez, a aplicação em ouro – pouco difundida no Brasil, porém bastante interessante em períodos nos quais se procura a preservação de capital – se mostrou a pior escolha pelo segundo mês seguido. Em abril, a cotação da commodity na BMF Bovespa acumulou desvalorização nominal de 6,94%, atingindo R$ 62,35.

 

Investimento

Abril

Março

Ibovespa

+15,55%

+7,18%

CDI

+0,84%

+0,89%

CDB

+0,80%

+0,88%

Poupança

+0,55%

+0,64%

Ouro

-6,94%

-4,29%

Dólar Ptax

-5,91%

-2,66%

IGP-M

-0,15%

-0,74%

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Bolsa de Valores

 

Mesmo com a economia mundial a míngua a Bolsa de Valores de São Paulo despontou como melhor opção de investimento no mês de março e também neste primeiro trimestre de 2009.

 

O Ibovespa acumula valorização de 8,99% no primeiro trimestre do ano. A maior parte desse ganho foi conquistado em março, quando o indicador acompanhou o menor pessimismo externo e subiu 7,18%, marcando o melhor desempenho mensal desde abril de 2008.

Ouro

O ouro que até o mês passado liderava o ranking, fechou o mês em perda de 4,29%, reduzindo sua valorização acumulada no ano para 4,77%.

Euro

Em março, o euro foi a segunda opção mais rentável, garantindo retorno de 1,89% no mês. No ano, a moeda comum européia ainda deve 4,94%.

Dólar

O dólar recuou 2,19% no acumulado do mês. A moeda americana também apresenta leve variação negativa, de 0,69%, em 2009.

Renda Fixa

O CDI apresentou rendimento  0,97% durante o mês de março, já o CDB teve retorno de 0,94%. No trimestre o CDI dá ao investidor 2,88% e o CDB rentabiliza 3,01%.

A caderneta de poupança subiu  0,64% em março, apresentando ganho de 1,89% no ano.

Josué Silva

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A aversão ao risco cresce a cada sinal de intensificação da crise de crédito, o que só fortalece a prioridade de preservação do capital na alocação de investimentos. Prova disso é que, pelo quarto mês consecutivo, a aplicação em ouro – pouco difundida no Brasil, porém bastante interessante em períodos turbulentos como o atual – se mostrou a melhor escolha. Em fevereiro, a cotação da commodity na BM&F Bovespa acumulou valorização nominal de 3,70%, superando o desempenho de outras alternativas no mercado de capitais.
No extremo oposto, a renda variável apaga a impressão de melhora do primeiro mês do ano e volta, em fevereiro, a ser a escolha menos vantajosa. Com desvalorização mensal de 2,84%, o Ibovespa acumula sete piores desempenhos nos nove últimos meses. Com esta variação, o principal índice de ações da BM&F Bovespa reduziu os ganhos acumulados em 2009 para 1,69%.

Por sua vez, o investimento em dólar só perdeu em atratividade para o ouro. A moeda norte-americana, medida pela Ptax calculada pelo Banco Central, em termos nominais, se valorizou 2,69% este mês. A variação do dólar comercial ficou positiva também em 2,69%, fechando fevereiro em R$ 2,371 na venda.

 

Investimento

Fevereiro

Real*

Janeiro

Real**

Ibovespa

-2,84%

-3,09%

+4,66%

+5,12%

CDI

+0,81%

+0,54%

+1,05%

+1,49%

CDB

+0,95%

+0,69%

+0,99%

+1,44%

Poupança

+0,67%

+0,40%

+0,68%

+1,13%

Ouro

+3,70%

+3,43%

+5,55%

+6,02%

Dólar Ptax

+2,69%

+2,42%

-0,89%

-0,45%

IGP-M

+0,26%

 

-0,44%

 

 

 

Melhor e pior do Ibovespa


O melhor desempenho entre os 66 papéis que compõem a carteira teórica do Ibovespa foi alcançado pelas ações preferenciais da Vivo Participações (VIVO4), que em fevereiro tiveram alta de 17,48%. Os resultados de 2008 da operadora de telefonia móvel agradaram o mercado. Comentando os números e classificando-os como “excelentes”, o Credit Suisse afirmou que a Vivo atravessa bom momento, em função de suas iniciativas nos últimos anos no sentido de garantir clientela e ampliar cobertura, atendimento ao consumidor e fornecimento de dados.
No extremo oposto aparece a Rossi Residencial, em mais um mês de fraco desempenho das ações de grandes empresas do setor imobiliário. A queda das ações ordinárias foi de 26,50%.

 

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