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A Cidade de  Xangai, na China, é a cidade no mundo onde é mais caro comprar e manter um carro. O dado vem de um estudo da Economist Intelligence Unit (EIU), unidade de pesquisas da The Economist, publicado no blog Graphic Detail.

O ranking considerou o preço médio de aquisição de carros novos e a manutenção por três anos (2010-2012). Apesar de mostrar o maior custo, Xangai vem reduzindo esse valor. Os três anos pesquisados mostraram um preço 16,3% menor do que no período entre 2005 e 2007 (em dólares).

A pesquisa avaliou os preços em 14 grandes cidades mundiais. Além dos valores para comprar um carro, na manutenção entraram gastos com impostos, registros, seguro e combustíveis.

Na lista, São Paulo ficou em segundo lugar. Na cidade, os preços subiram 23,9% do período de 2005 – 2007 para 2010-2012.

Sem considerar valores absolutos, a cidade que mais viu custos aumentarem foi Roma, com uma alta de 51,3%.

Confira:

Ranking Cidade Variação de custos entre 2005/07 e 2010/12
Xangai (China) -16,30%
São Paulo (Brasil) 23,90%
Délhi (Índia) 45,90%
Roma (Itália) 51,30%
Sydney (Austrália) 7,20%
Berlim (Alemanha) 2,10%
Amsterdam (Holanda) -10,60%
Moscou (Rússia) -18%
Paris (França) 13,20%
10º Londres (Inglaterra) -1,50%
11º Tóquio (Japão) 3,30%
12º Nova York (Estados Unidos) -8,10%
13º Toronto (Canadá) -6,60%
14º Zurique (Suíça) 15,30%

Fonte: Site Exame, http://exame.abril.com.br/economia/noticias/as-cidades-mais-caras-para-comprar-e-manter-um-carro

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Após uma sessão de alta na véspera, o Ibovespa opera em forte queda nesta quinta-feira (17), acelerando as perdas no início desta tarde. O benchmark brasileiro apresenta desvalorização de 2,25%, a 52.777 pontos, na cotação das 15h10 (horário de Brasília), em meio às más notícias sobre o endividamento chinês, o rating alemão e os resultados dos EUA.

As bolsas internacionais também registram expressiva queda. A Nasdaq registra queda de 1,80%, a 3.206 pontos, enquanto o S&P 500 têm baixa de 1,43% e Dow Jones, queda de 0,89%. Na Europa, destaque para a forte baixa das bolsas alemãs, com queda de 2,34% – em meio aos rumores de que o triple A do país seja rebaixado. A Fitch afirmou que não irá cortar o rating, pelo menos não nesta sessão. 

Os investidores repercutem o Livro Bege, que sinalizou que a economia norte-americana está em passos moderados. Já de noite, a expectativa fica com o segundo dia da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), na qual será definido o rumo da taxa básica de juros – a maioria dos especialistas aposta em uma alta de 0,25 ponto percentual, levando a Selic para 7,5% ao ano.

Dentre os papéis que são negociados nesta manhã, destaque para a OGX Petróleo (OGXP3), com queda de 7,86%, a R$ 1,29, após a divulgação de dados de produção de março e a Petronas ter negado que irá comprar uma fatia da companhia. Embraer (EMBR3, R$ 15,81, -6,17%), LLX Logística (LLXL3, R$ 1,96, -5,77%),  Suzano (SUZB5, R$ 7,25, – 5,48%) e Gafisa (GFSA3, R$ 3,82, -5,21%). 

Pressionando o índice, destaque para as principais blue chips. Em meio ao cenário negativo para as mineradoras – com a queda de produção da BHP Billiton e com dados de produção negativos na Europa, as ações da Vale (VALE3;VALE5) registram baixa de cerca de 3,2%, contribuindo para a queda do índice – uma vez que possuem a maior participação na carteira, de cerca de 10%. Também com participação de cerca de 10%, as ações da Petrobras (PETR3;PETR4) também têm expressivas quedas, com os papéis ON caindo 3,39% e os PN, 3,56%. 

Poucas ações que compõem o Ibovespa registram alta maior de 1%. Entre as maiores altas, destaque para as ações da Natura (NATU3), com alta de 1,23%, a R$ 48,69, seguidas pelos ativos da Energias do Brasil (ENBR3) e pela BR Malls (BRML3), com valorizações respectivas de 1,18% e 1,07%. 

China e Japão no radar
O temor de um endividamento chinês orienta negativamente os investidores. Uma matéria do Financial Times indica que um auditor sênior tem alertado sobre o risco de endividamento do país estar fora do controle, o que pode levar a uma crise financeira maior do que aquela vivida no mercado imobiliário norte-americano.

Segundo o analista, alguns bonds locais não mostram solidez suficiente, o que pode trazer problemas muito sérios caso haja uma piora na situação econômica.

Ainda na Ásia, uma autoridade sênior do Banco do Japão disse que o BC vai considerar aumentar a frequência de suas compras de títulos da dívida do governo de longo prazo, em resposta aos temores dos operadores sobre distorções do mercado, segundo reportagem da Reuters.

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SÃO PAULO – Mesmo subindo em três sessões na semana, o Ibovespa não conseguiu evitar terminar esses cinco dias com queda de 0,16%, aos 54.983 pontos. Entre os destaques, dados positivos da China no início da semana ajudaram companhias como a Vale (VALE3; VALE5), enquanto dados ruins nos EUA nesta sessão levaram pessimismo ao mercado.

Para a próxima semana, o grande destaque fica na agenda doméstica, onde ocorre a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) para decidir o futuro da taxa básica de juros, atualmente em 7,25% ao ano. Apesar do mercado já precificar uma alta nesta reunião, analistas ainda defendem a manutenção da taxa.

Para a diretora de análise de investimentos da Indusval & Partners Corretora, Mitsuko Kaduoka, o momento é de dúvida sobre a discussão do governo, sendo que após o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central) mostrar redução de 0,52% em fevereiro, a pressão sobre a Selic aumentou. Para ela, o Relatório Focus, que será divulgado na segunda-feira (15) ainda deve manter a perspectiva de 7,25% para essa reunião, mas podem ocorrer alterações para projeções para o fim do ano.

“Caso o governo decida manter a Selic em 7,25% nesta semana, a pressão sobre a taxa deve diminuir, mas acredito que o Focus pode mostrar alguma alta para as expectativas de dezembro [que atualmente está em 8,50%]”, conclui a diretora.

Outros fatores que devem gerar volatilidade na bolsa durante os próximos dias serão o Vencimento de Opções Sobre Ações, que ocorre na segunda, e o Vencimento de opções sobre Ibovespa e Contratos de Ibovespa Futuro, que ocorre na quarta-feira (17). Por fim, a semana dará início à temporada de resultados corporativos do primeiro trimestre de 2013, com a Localiza (RENT3) apresentando seu balanço na terça-feira.

Estados Unidos
Nos EUA, a terça-feira (16) será o dia mais agitado da agenda, com três indicadores de setores diferentes da economia. O primeiro é o indicador de preços ao consumidor, o CPI (Consumer Price Index), apresentado pelo Departamento de Trabalho do país. No mesmo horário, às 9h30 (horário de Brasília), serão divulgados os números do setor imobiliário com os dados de novas construções residenciais.

Por fim, o Federal Reserve apresenta o indicador de Produção Industrial e Utilização da Capacidade Instalada da indústria norte-americana. Enquanto no dia seguinte, a autoridade monetária divulga o Livro Bege, um relatório sobre a atualidade econômica dos EUA.

China e Europa
Kaduoka destaca que a sessão de segunda-feira pode ter bastante movimento, visto que na noite de domingo serão apresentados diversos dados na China: produção industrial, vendas no varejo e prévia do PIB (Produto Interno Bruto). Mesmo com as projeções de manutenção do crescimento de 2% visto no quarto trimestre de 2012, mudanças em outros números, principalmente o da indústria pode afetar diferentes mercados pelo mundo.

Na Europa, a diretora destaca os dois leilões que ocorreram na Espanha, na terça e na quinta. Mesmo entendendo que as atenções no momento devem ser maiores com Portugal, esse leilão não deve deixar de ser observado. Ainda na região, na segunda será apresentada a balança comercial da zona do euro e na terça o índice de confiança na economia.

Fonte: Infomoney

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A Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) divulgou na semana passada estudo que estabelece novos critérios para a identificação da classe média brasileira e a define como o grupo composto por famílias com renda per capita entre R$ 291 e R$ 1.019. Atualmente, esse universo representa 54% da população do país.

Com isso podemos definir que as famílias com renda superior a R$1.019 reais são ricas!

Vamos aos números:

Segundo o DIEESE a cesta básica em S. Paulo custa em média R$ 277 Reais, água luz e telefone mais ou menos R$ 200,00 e a locação de uma casa bem pequena na periferia tem um custo aproximado de R$ 500,00. Somando tudo isso, chegamos a um custo fixo mensal de R$ 977 Reais, menos R$ 1.019,00, sobra R$ 41,73. Essa conta é para uma pessoa que mora sozinha, dividindo R$ 41,73 por 30 dias, nossa nova classe media tem exatamente R$ 1,39 por dia para gastar. Não tomará nem um café no bar da esquina.

É impressionante como nosso governo tenta imprimir um Brasil que não existe, segundo o Censo de 2010 realizado pelo IBGE, o Estado de S.Paulo conta com 4,09% de sua população analfabeta

Nosso índice de analfabetismo é semelhante ao da China e Singapura que tem 4,1% de analfabetos.

Gostaria muito de conhecer esse Brasil com esse baixo índice de analfabetos, porque basta abrir a internet que observaremos como as pessoas não sabem utilizar a gramática corretamente, conheço várias pessoas que tem dificuldades extremas em utilizar a gramática corretamente e mesmo assim ela conseguem se formar no 3º ano colegial da rede publica..

Agora temos mais essa boa noticia do Governo, onde a classe media brasileira é composta por grupos com renda a partir de R$ 291,00.

Infelizmente estamos mais uma vez sendo enganados com números oficiais, definidos por pessoas que não vivem a realidade dos fatos.

Sinceramente eu gostaria que um desses estudiosos vivesse apenas um mês com um salário de R$ 1.019,00 para saber que é impossível viver dignamente com essa quantia.

Infelizmente vivemos num país para Inglês ver, os alunos fazem de conta que aprendem, os professores fingem que ensinam, os governantes e intelectuais fingem que o Brasil é emergente com ascensão das classes sociais e o povo finge que vive melhor hoje que ontem. E assim caminhamos todos rumos ao desenvolvimento!

Não sou sectário, quero apenas uma nação melhor.

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Eike Batista com lucro e agora mais US$ 300 milhões no bolso, bancos batem recordes hoje saiu a noticias de uma possível compra da operação Santander no Brasil pelo Bradesco, classe C pode comprar carro a prestações a perder de vista saiu um pacotinho do governo federal para ajudar ainda mais na aquisição do carro. Desigualdade e pobreza se consolidam ainda mais.

Tivemos o bolsa que tirou várias famílias da miséria, mas não os tirou da pobreza, agora temos quedas nas taxas de juros, elas dão um certo alivio na vida dos endividados, mas a corda não chega nem no pescoço, até porque ainda somos um dos líderes no ranking mundial de taxas de juros, estamos na terceira posição: o primeiro é a Rússia com juros de 4,2%, segundo Brasil com taxa de 3,4%  e em terceiro lugar a China com 2,9%.

Infelizmente estamos trabalhando novamente de forma errônea, com recuos nas taxas de juros e aumentos no bolsa família achando que com isso erradicaremos a pobreza no país.

Não se dilui a miséria com programas assistencialistas e necessário investir em capital humano, melhorando a educação, por exemplo aumentando ainda mais a carga horaria na escola na Coreia por exemplo uma criança passa 11 horas do dia estudando. E precisamos banir as cotas raciais e algo que me envergonha que é aprovação continuada, nessa nova geração ninguém sabe ler ou escrever, para atestar isso é só entrar no Orkut, Facebook e outras redes sociais e ver como nossos jovens escrevem errado, chega a dar dor no estomago!

Não adianta ter consumidor se não temos mão de obra qualificada para operar máquinas para produzir nosso consumo que apresentou queda de 3,1% no primeiro trimestre de 2012 e a produção industrial não ficou atrás com queda de 4,2%, já as vendas do dias das mães avançou 7,3%, enquanto no mesmo período de 2011 a alta foi de 12,1%.

Em minha opinião é preciso ir além disso, o governo precisa cortar na própria carne, e necessário uma reforma tributaria no Brasil, segundo o Impostômetro, painel eletrônico mantido pela Associação Comercial de São Paulo e que mede em tempo real o valor dos tributos pagos por nos brasileiros, até a produção desse humilde artigo já pagamos mais de R$ 551 bilhões em impostos!

atualmente nossa carga tributaria compreende 35,13% de nosso PIB com IDH de 0,718, enquanto isso a carga em países avançados como Austrália é de 25,9% com IDH de 0,929, nos Estados Unidos a carga é mais baixa ainda, ela corresponde a 24,8% do PIB com IDH de 0,910.

Nos EUA ele custaria cerca de R$ 50.000,00, no Brasil ele custa R$ 161.000,00

Podemos observar na indústria automobilística um pequeno exemplo disso que estamos falando, no Brasil um Toyota Camry custa R$ 161.000,00, já nos Estados Unidos o modelo SE que o veiculo mais caro da linha Toyota Camry custa $ 23.220, como o dólar comercial esta cotado a R$ 2.00, podemos comprar o mesmo carro lá por apenas R$ 46.440,00 .

E veja que com esse valor todos ganham, o empresário tem sua margem de lucro, o governo recolhe seus tributos, o povo tem emprego e renda abundante.

Após ver todos esses números e refletir sobre tudo que lemos aqui, podemos chegar a uma conclusão, a desigualdade e  a  miséria deverão seguir firmes e fortes por muito tempo, pelo menos aqui no Brasil.

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Les investisseurs ont toujours beaucoup apprécié les BRIC. Les Bourses des marchés émergents du Brésil, de la Russie, de l’Inde et de la Chine. Des zones de croissance explosive bien plus attractives que la Vieille Europe.

Mais jusqu’ici, la préférence des financiers allait assez nettement à la place de Shanghaï. Championne toutes catégories des progressions les plus spectaculaires avec des gains de 50 %, 70 %, voire 100 %, ces dix dernières années. Mais en 2009, après la crise, les investisseurs semblent avoir changé de favori. Exit la Chine, c’est l’indice brésilien de São Paolo (Bovespa) qui a pris, en 2009, la tête du palmarès des places boursières mondiales avec un gain de 82,66 % et de 135 % si l’on tient compte des parités monétaires rapportées à l’euro.

La performance est d’autant plus notable que cette place a, pendant la tempête financière en 2008, moins perdu que son homologue chinoise avec un recul de 41 %, contre 65 % pour Shanghaï.

“Le Brésil ne détrône pas la Chine, relativise Philippe Waechter, responsable de la recherche chez Natixis AM, mais il n’a pas payé très cher la récession de 2009, et l’environnement politique et économique est devenu stable grâce à la présidence Lula.” Pour Bernard Gauthier, membre du directoire de la société d’investissement Wendel, “l’économie est dynamique, l’inflation a été mise sous contrôle et le pays est riche en ressources naturelles, cela en fait une zone attractive pour un investisseur”. La Coupe du monde de football de 2014 et la tenue des Jeux olympiques de 2016 dans le pays, deux événements propices à doper l’activité, n’ont fait que renforcer son attrait.

ENGOUEMENT

Ainsi, même si la croissance n’atteint là-bas “que” 5,3 % en 2010, contre 9,6 % en Chine, selon les prévisions des économistes de Barclays, les investisseurs se ruent sur ce marché émergent. Un peu trop d’ailleurs aux yeux des autorités brésiliennes. L’arrivée massive de capitaux étrangers contribue en effet à renforcer la valeur de sa monnaie. En un an, le real s’est apprécié de plus de 30 % par rapport au dollar, ce qui pénalise le commerce extérieur du pays.

Afin de freiner cet engouement, Brasilia a annoncé, à la mi-décembre, l’instauration d’une nouvelle taxe de 1,5 % désormais applicable à certains investissements étrangers sur son marché boursier.

C. G.

Fonte: Le Monde

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O saldo é pequeno, mas é positivo”, segundo palavras do ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Esse resultado, apesar de positivo, foi o pior registrado em um mês de fevereiro desde 1999, quando foram eliminadas 78 mil vagas formais.

Em fevereiro, foram 1.233.554 carteiras de trabalho registradas e  1.224.375 demitidos. Apenas cinco setores apresentaram desempenho positivo: serviços, administração pública, construção civil, agricultura e serviços industriais de utilidade pública. As maiores perdas de postos de trabalho, , foram registradas na indústria de transformação e no comércio.

Vamos aguardar agora pra ver como vai ficar o mês de março, o governo até o momento deu uma pequena ajuda, abaixando a taxa de juros, é importante que ele continue baixando a taxa, que atualmente é a 3ª maior do mundo, perdemos para Islândia que tem uma taxa de 12% pp.

 

Por outro lado ainda temos a maior taxa real do mundo, cotada em 6,5% aa, isso descontada a inflação projetada de 4,5% no ano de 2009.

 

O segundo lugar no ranking é ocupado pela Hungria, com taxa real de 6,2%, seguida pela Argentina e China, ambas com 4,3%. Na quinta colocação está a Turquia (3,5%).

 

Enquanto estivermos nessa lista, vai ser difícil crescer, podemos ter certo crescimento na taxa de emprego, mas ele não terá força para se sustentar.

 

Josué Silva

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