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Posts Tagged ‘Copom’

Após uma sessão de alta na véspera, o Ibovespa opera em forte queda nesta quinta-feira (17), acelerando as perdas no início desta tarde. O benchmark brasileiro apresenta desvalorização de 2,25%, a 52.777 pontos, na cotação das 15h10 (horário de Brasília), em meio às más notícias sobre o endividamento chinês, o rating alemão e os resultados dos EUA.

As bolsas internacionais também registram expressiva queda. A Nasdaq registra queda de 1,80%, a 3.206 pontos, enquanto o S&P 500 têm baixa de 1,43% e Dow Jones, queda de 0,89%. Na Europa, destaque para a forte baixa das bolsas alemãs, com queda de 2,34% – em meio aos rumores de que o triple A do país seja rebaixado. A Fitch afirmou que não irá cortar o rating, pelo menos não nesta sessão. 

Os investidores repercutem o Livro Bege, que sinalizou que a economia norte-americana está em passos moderados. Já de noite, a expectativa fica com o segundo dia da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), na qual será definido o rumo da taxa básica de juros – a maioria dos especialistas aposta em uma alta de 0,25 ponto percentual, levando a Selic para 7,5% ao ano.

Dentre os papéis que são negociados nesta manhã, destaque para a OGX Petróleo (OGXP3), com queda de 7,86%, a R$ 1,29, após a divulgação de dados de produção de março e a Petronas ter negado que irá comprar uma fatia da companhia. Embraer (EMBR3, R$ 15,81, -6,17%), LLX Logística (LLXL3, R$ 1,96, -5,77%),  Suzano (SUZB5, R$ 7,25, – 5,48%) e Gafisa (GFSA3, R$ 3,82, -5,21%). 

Pressionando o índice, destaque para as principais blue chips. Em meio ao cenário negativo para as mineradoras – com a queda de produção da BHP Billiton e com dados de produção negativos na Europa, as ações da Vale (VALE3;VALE5) registram baixa de cerca de 3,2%, contribuindo para a queda do índice – uma vez que possuem a maior participação na carteira, de cerca de 10%. Também com participação de cerca de 10%, as ações da Petrobras (PETR3;PETR4) também têm expressivas quedas, com os papéis ON caindo 3,39% e os PN, 3,56%. 

Poucas ações que compõem o Ibovespa registram alta maior de 1%. Entre as maiores altas, destaque para as ações da Natura (NATU3), com alta de 1,23%, a R$ 48,69, seguidas pelos ativos da Energias do Brasil (ENBR3) e pela BR Malls (BRML3), com valorizações respectivas de 1,18% e 1,07%. 

China e Japão no radar
O temor de um endividamento chinês orienta negativamente os investidores. Uma matéria do Financial Times indica que um auditor sênior tem alertado sobre o risco de endividamento do país estar fora do controle, o que pode levar a uma crise financeira maior do que aquela vivida no mercado imobiliário norte-americano.

Segundo o analista, alguns bonds locais não mostram solidez suficiente, o que pode trazer problemas muito sérios caso haja uma piora na situação econômica.

Ainda na Ásia, uma autoridade sênior do Banco do Japão disse que o BC vai considerar aumentar a frequência de suas compras de títulos da dívida do governo de longo prazo, em resposta aos temores dos operadores sobre distorções do mercado, segundo reportagem da Reuters.

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SÃO PAULO – Mesmo subindo em três sessões na semana, o Ibovespa não conseguiu evitar terminar esses cinco dias com queda de 0,16%, aos 54.983 pontos. Entre os destaques, dados positivos da China no início da semana ajudaram companhias como a Vale (VALE3; VALE5), enquanto dados ruins nos EUA nesta sessão levaram pessimismo ao mercado.

Para a próxima semana, o grande destaque fica na agenda doméstica, onde ocorre a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) para decidir o futuro da taxa básica de juros, atualmente em 7,25% ao ano. Apesar do mercado já precificar uma alta nesta reunião, analistas ainda defendem a manutenção da taxa.

Para a diretora de análise de investimentos da Indusval & Partners Corretora, Mitsuko Kaduoka, o momento é de dúvida sobre a discussão do governo, sendo que após o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central) mostrar redução de 0,52% em fevereiro, a pressão sobre a Selic aumentou. Para ela, o Relatório Focus, que será divulgado na segunda-feira (15) ainda deve manter a perspectiva de 7,25% para essa reunião, mas podem ocorrer alterações para projeções para o fim do ano.

“Caso o governo decida manter a Selic em 7,25% nesta semana, a pressão sobre a taxa deve diminuir, mas acredito que o Focus pode mostrar alguma alta para as expectativas de dezembro [que atualmente está em 8,50%]”, conclui a diretora.

Outros fatores que devem gerar volatilidade na bolsa durante os próximos dias serão o Vencimento de Opções Sobre Ações, que ocorre na segunda, e o Vencimento de opções sobre Ibovespa e Contratos de Ibovespa Futuro, que ocorre na quarta-feira (17). Por fim, a semana dará início à temporada de resultados corporativos do primeiro trimestre de 2013, com a Localiza (RENT3) apresentando seu balanço na terça-feira.

Estados Unidos
Nos EUA, a terça-feira (16) será o dia mais agitado da agenda, com três indicadores de setores diferentes da economia. O primeiro é o indicador de preços ao consumidor, o CPI (Consumer Price Index), apresentado pelo Departamento de Trabalho do país. No mesmo horário, às 9h30 (horário de Brasília), serão divulgados os números do setor imobiliário com os dados de novas construções residenciais.

Por fim, o Federal Reserve apresenta o indicador de Produção Industrial e Utilização da Capacidade Instalada da indústria norte-americana. Enquanto no dia seguinte, a autoridade monetária divulga o Livro Bege, um relatório sobre a atualidade econômica dos EUA.

China e Europa
Kaduoka destaca que a sessão de segunda-feira pode ter bastante movimento, visto que na noite de domingo serão apresentados diversos dados na China: produção industrial, vendas no varejo e prévia do PIB (Produto Interno Bruto). Mesmo com as projeções de manutenção do crescimento de 2% visto no quarto trimestre de 2012, mudanças em outros números, principalmente o da indústria pode afetar diferentes mercados pelo mundo.

Na Europa, a diretora destaca os dois leilões que ocorreram na Espanha, na terça e na quinta. Mesmo entendendo que as atenções no momento devem ser maiores com Portugal, esse leilão não deve deixar de ser observado. Ainda na região, na segunda será apresentada a balança comercial da zona do euro e na terça o índice de confiança na economia.

Fonte: Infomoney

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SÃO PAULO – O Copom (Comitê de Política Monetária), do Banco Central, decidiu, nesta quarta-feira (20), manter a taxa básica de juro em 10,75% ao ano, como já era esperado pelo mercado. Com a decisão, o Brasil mantém a posição de país com a maior taxa de juro real. Com a Selic mantida, a taxa de juros reais, descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses, fica em 5,3% ao ano. Os dados são do Ranking Mundial de Juros Reais, que é um comparativo entre as taxas praticadas em 40 países do mundo, elaborado pelo analista internacional da Apregoa.com – Cruzeiro do Sul, Jason Vieira, com a colaboração do analista de mercado da Weisul Agrícola, Thiago Davino. Para deixar o topo De acordo com os dados, para sair da primeira colocação do ranking, seria necessário que a Selic saísse dos atuais 10,75% a.a. para 7,75% a.a., ou seja, um corte de 300 pontos base. Juros nominais Outra lista elaborada, que também conta com 40 países, contém as nações com maiores taxas nominais de juros. Nela, o Brasil está na segunda posição, atrás da Venezuela.

Taxas nominais
Posição País Posição  País 
Venezuela 36º Inglaterra
(17,98% ao ano)  (0,50% ao ano) 
Brasil 37º Suíça
(10,75% ao ano)  (0,25% ao ano) 
Argentina 38º EUA
(9,93% ao ano)  (0,19% ao ano) 
Rússia 39º Cingapura
(7,75% ao ano)  (0,13% ao ano) 
Indonésia 40º Japão
(6,50% ao ano)  (0,10% ao ano) 
Fonte: Jason Vieira/Thiago Davino

www.infomoney.com.br

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SÃO PAULO – Copom: pelo menos uma vez ao mês, esta é uma das palavras mais ouvidas no noticiário econômico brasileiro, com a reunião do colegiado do Banco Central centralizando as atenções de todo o País. Afinal de contas, é na reunião do Copom que são decididos os rumos da Selic, a taxa básica de juro da economia brasileira.

Mas o que é o Copom e como funciona? O Copom, ou Comitê de Política Monetária do Banco Central, foi criado em junho de 1996, com o objetivo de estabelecer as diretrizes da política monetária e de definir a taxa básica de juro. Até o final de 2005, as reuniões do colegiado acontecem com freqüência mensal, mas a partir de 2006 ocorrerão aproximadamente a cada 44 dias, ou seja, oito reuniões ao ano.

Inspiração nos EUA
O modelo adotado no Brasil é similar ao do Federal Reserve, o banco central norte-americano, que tem no Federal Open Market Committee (FOMC) a centralização das decisões de política monetária, trazendo mais transparência ao processo decisório.

De acordo com o Banco Central, os objetivos do Copom são “implementar a política monetária, definir a meta da taxa Selic e seu eventual viés, e analisar o ‘Relatório de Inflação'”. Vale lembrar que a taxa de juro fixada na reunião do colegiado é a meta para a Selic, que vigora no período até a próxima reunião do comitê.

Como funciona
Desde 2000, as reuniões do Copom são divididas em dois dias: a primeira sessão às terças-feiras e a segunda às quartas-feiras. O comitê é composto pelos membros da Diretoria Colegiada do Banco Central: o presidente, que tem o voto de qualidade; e os diretores de Política Monetária, Política Econômica, Estudos Especiais, Assuntos Internacionais, Normas e Organização do Sistema Financeiro, Fiscalização, Liquidações e Desestatização, e Administração.

Também participam do primeiro dia da reunião os chefes de alguns departamentos do Banco Central, como o Departamento Econômico (Depec), o Departamento de Operações das Reservas Internacionais (Depin), o Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos (Deban), o Departamento de Operações do Mercado Aberto (Demab), o Departamento de Estudos e Pesquisas (Depep), além do gerente-executivo da Gerência-Executiva de Relacionamento com Investidores (Gerin).

  • Primeiro dia do encontro: Nesse dia os chefes de departamento e o gerente-executivo apresentam uma análise da conjuntura econômica incluindo variáveis como inflação, atividade econômica, evolução dos agregados monetários, finanças públicas, balanço de pagamentos, economia internacional, mercado de câmbio, reservas internacionais, mercado monetário, operações de mercado aberto, avaliação prospectiva das tendências da inflação e expectativas gerais para variáveis macroeconômicas.
  • Segundo dia do encontro: Participam dessa reunião os membros do Comitê e o chefe do Depep, sem direito a voto, os diretores de Política Monetária e de Política Econômica, após análise das projeções atualizadas para a inflação, apresentam alternativas para a meta da Selic e recomendações para a da política monetária. Após participação dos demais membros, as propostas são votadas, buscando-se, quando possível, o consenso.

O que é o viés da taxa de juros?
No momento do anúncio da taxa, o Copom pode estabelecer um viés, de elevação ou de redução.

Trata-se de uma prerrogativa que autoriza o presidente do Banco Central a alterar a meta para a taxa Selic na direção do viés a qualquer momento entre as reuniões regulares do Copom. O viés é utilizado, normalmente, quando alguma mudança significativa na conjuntura econômica for esperada.

Ata da reunião e Relatório de Inflação
Outro elemento muito acompanhado pelo mercado é a ata da reunião, que traz os motivos para as decisões e pode trazer pistas das próximas ações do colegiado. As atas em português são divulgadas às 8h30 da quinta-feira da semana seguinte a cada reunião.

Outro documento preparado pelo Copom é o Relatório de Inflação, publicado ao final de cada trimestre (março, junho, setembro e dezembro). Este relatório analisa a economia brasileira e traz as projeções do colegiado para a taxa de inflação.

Fonte: Infomoney

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Abamec
Associação Brasileira dos Analistas de Mercado de Capitais
Abrasca
Associação Brasileira de Companhias Abertas
AELC
Associação Europeia de Livre Comércio
Alalc
Associação Latino-americana de Livre Comércio
Alca
Área de Livre Comércio das Américas
Anbid
Associação dos Bancos de Investimento
Ancor
Associação Nacional das Corretoras de Valores
Andima
Associação Nacional de Instituições de Mercado Aberto
Bacen
Banco Central do Brasil
BBC
Bônus do Banco Central
BID
Banco Interamericano de Desenvolvimento
Bird
Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento, também conhecido como Banco Mundial
BNDES
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
Bovespa
Bolsa de Valores de São Paulo
BRICs
Sigla que representa as iniciais de Brasil, Rússia, Índia e China criada por um economista do banco Goldman Sachs para falar das economias emergentes consideradas as maiores do mundo
BTN
Bônus do Tesouro Nacional
BVRJ
Bolsa de Valores do Rio de Janeiro
CBLC
Câmara Brasileira de Liquidação e Custódia
CDB
Certificado de Depósito Bancário
CDI
Certificado de Depósito Interfinanceiro
CMN
Conselho Monetário Nacional
Copom
Comitê de Política Monetária
CVM
Comissão de Valores Mobiliários
DCA
Debênture Conversível em Ação
DI
Depósito Interfinanceiro
DPMF
Dívida Pública Mobiliária Federal
FBCF
Formação Bruta de Capital Fixo
Febraban
Federação Brasileira de Bancos
Fed
Federal Reserve (BC americano)
FGC
Fundo Garantidor de Créditos
FGV
Fundação Getúlio Vargas
Fiesp
Federação das Indústriais do Estado de São Paulo
Fiex
Fundo de Investimento no Exterior
FIF
Fundo de Investimento Financeiro
Fipe
Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas
FMI
Fundo Monetário Internacional
Fomc
Comitê de Política Monetárias do Fed
IBGE
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Ibmec
Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais
IDH
Índice de Desenvolvimento Humano
IGP
Índice Geral de Preços
INCC
Índice Nacional da Construção Civil
IOF
Imposto sobre Operações Financeiras
IPA
Índice de Preços no Atacado
IPC
Índice de Preços ao Consumidor
IPCA
Índice de Preços ao Consumidor Amplo
Ipea
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
LBC
Letra do Banco Central
LC
Letra de Câmbio
LFT
Letra Financeira do Tesouro
LTN
Letra do Tesouro Nacional
Mercosul
Mercado Comum do Sul
Nafta
Tratado norte-americano de livre comércio
NTN
Nota do Tesouro Nacional
OMC
Organização Mundial do Comércio
ONU
Organização das Nações Unidas
OPA
Oferta Pública de Ações
Opep
Organização dos Países Exportadores de Petróleo
OTN
Obrigação do Tesouro Nacional
PEA
População Economicamente Ativa
PIB
Produto Interno Bruto
PL
Patrimônio Líquido
Proer
Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional
Selic
Sistema Especial de Liquidação e Custódia
Sisbacen
Sistema de Informações do Banco Central
Sumoc
Superintendência da Moeda e do Crédito
TBan
Taxa de Assistência do Banco Central
TBC
Taxa Básica do Banco Central
TJLP
Taxa de Juros de Longo Prazo
TR
Taxa Referencial

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Em momentos de crise e incerteza como esse, a melhor opção é procurar algo que traga um retorno seguro ainda mais se você for um conservador. Mesmo que essa rentabilidade seja baixa, ela trará certo ganho, uma vez que as operações de Bolsas são muito instáveis em um dia ganhamos muito e no outro se não tivermos cuidado perdemos tudo e em alguns casos saímos devendo.

 

Uma alternativa que pode trazer um pouco de segurança ao investidor são os títulos de renda fixa, e nesse caso temos os títulos do governo que possuem a finalidade de captar recursos para o financiamento da dívida pública, e também financiar atividades do Governo Federal, como educação, saúde e infra-estrutura.

 

Veja como é fácil simples e prático investir nesse segmento:

 

 

Passo 1: o cadastro
O primeiro passo para adquirir títulos é ser cadastrado em algum dos bancos ou corretoras habilitados no Tesouro Direto, os chamados Agentes de Custódia.

Para o cadastro, é preciso entrar em contato com a instituição escolhida e fornecer as informações solicitadas. Em seguida, você irá receber sua senha, no endereço eletrônico informado em seu cadastro. Para acessar a área exclusiva do programa, você deverá informar seu CPF e senha na página do Tesouro Direto.

Os contatos das instituições habilitadas estão na página do TD na internet (www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto).

Hora da compra
Comprar títulos é muito simples: é só acessar a área exclusiva do Tesouro Direto e efetuar a transação.

Ao acessar a área exclusiva do Tesouro Direto, é preciso informar a quantidade ou valor financeiro de cada título que pretende comprar. Uma vez escolhidos todos os títulos que lhe interessam, o sistema irá conferir os limites por CPF, verificar a disponibilidade dos títulos e solicitar a sua confirmação. Atualmente, é possível comprar no mínimo 0,2 título e no máximo R$ 400 mil por mês.

Após a confirmação da compra do título, o sistema do Tesouro Direto informará a data limite para que os recursos necessários à aquisição estejam disponíveis na conta do Agente de Custódia.

Vale ficar atento a esta data: se o pagamento não for efetuado, o investidor fica suspenso por trinta dias, ou seja, não pode efetuar nenhuma compra no Tesouro Direto durante este período. Se houver reincidência, o tempo de suspensão é de seis meses e, na segunda reincidência, o investidor será suspenso por três anos.

Na venda
Na operação de venda, assim como na compra, será necessário entrar na área exclusiva do Tesouro Direto e informar a quantidade ou valor financeiro de cada título que pretende vender.

Nestes casos, a CBLC, após receber do Tesouro Nacional o valor referente aos títulos, debita os títulos da Conta de Custódia do investidor e repassa o dinheiro para o Agente de Custódia, responsável pelo recolhimento dos impostos e o repasse do valor.

Com relação aos limites nas operações de venda, o Tesouro Nacional recompra os títulos adquiridos diretamente do Tesouro Direto todas as quartas-feiras sem limitação de quantidade ou de valor, desde que sejam múltiplos de 0,2.

Horários e datas de funcionamento
O site do Tesouro Direto fica disponível, para consulta, a qualquer hora do dia ou da noite. Para compras, os investidores podem utilizar o Tesouro Direto todos os dias entre às 9h de um dia às 5h do dia seguinte. Nos fins de semana, é possível comprar no Tesouro Direto entre às 9h de sexta-feira e às 5h de segunda-feira, sem interrupções. Nos dias úteis, entre às 5h e às 9h, o Tesouro Direto fica fechado para compras para manutenção do sistema.

Com o objetivo de garantir liquidez aos títulos públicos adquiridos no Tesouro Direto, o Tesouro Nacional realiza recompras semanais, entre 9h das quartas-feiras e 5h das quintas-feiras.

No caso das recompras por parte do TN, nas semanas em que houver reuniões do Copom (Comitê de Política Monetária), a operação também é realizada entre 9h de quinta-feira e 5h de sexta-feira. A negociação dos títulos, exceto da LFT, fica suspensa entre 17h da quarta-feira e 9h de quinta-feira, início do mercado, para evitar que as decisões do comitê sobre taxa básica de juro – a Selic – possam afetar as negociações no Tesouro Direto sem que haja um correspondente efeito no mercado secundário.

 

Josué Silva

Fonte: Infomoney

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Na semana passada  o COPOM reduziu, de forma unânime, a taxa básica de juros em 1,5 ponto percentual (p.p), para 11,25% ao ano, sem viés.

Essa notícia trouxe um pouco de paz a um mercado pra lá de conturbado, por exemplo na sexta-feira 13, após  oscilar entre a mínima de 38.579 pontos (-1,46%) e máxima de 39.707 pontos (+1,42%), o índice  BM&FBovespa encerrou o pregão  em queda de 0,35%, aos 39.015 pontos.

É claro que essa oscilação de sexta, não se deve ao fato do corte na Selic, mas função do cenário de incerteza do mercado internacional. Que vem devastando economias mundo afora, o mercado Islandês, já sumiu do mapa, a Rússia e demais  tigres asiáticos, já baixaram as portas.

Todos os emergentes do Leste Europeu, também se afogaram no mar da crise do Subprime, EUA virou pó, os Ingleses reconstruindo a casa, enfim o cenário é de devastação nos principais mercados.

Porém ainda existem algumas economias,  que ainda estão conseguindo respirar um pouco no meio desse incêndio, a Chinesa sem sombra de dúvida é um caso exemplar e depois a Brasileira.

É importante que os demais ministros façam coro, para que alem da queda da taxa de juros, o governo também inicie um estudo para haver um recuo na carga tributária que hoje esta em torno de 40% do PIB.

Seria de muito bom tom, que nesse mesmo trem o governo reduzisse a carga tributária trabalhista, hoje um funcionário que recebe R$ 2.100,00 mês, custa ao seu empregador R$ 4.200,00.

Porque não adianta reduzir a Taxa Selic, e continuar sendo um dos países mais caros do mundo para gerir uma empresa. Apenas o custo do dinheiro ficou mais barato, porém a carga tributaria continua a mesma.

E para que o Brasil passe incólume pela crise é preciso que exista um conjunto de ações que favoreçam a economia, e não uma ou outra ação isolada. Porque nesse caso o empresário consegue recursos mais baratos para investir, mas ai ele se depara com uma carga tributária altíssima, empregados mal preparados e caríssimos.

Oque acontece nesse caso? O capitalista vai preferir aportar seus recursos em outro país ou no próprio mercado de capitais, tal medida implicará na falta de emprego, que é o motor que move a nação.

Josué Silva

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