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Posts Tagged ‘Dubai’

 As principais bolsas do mundo fecharam em baixa, exceto as americanas que fecharam em alta.

No mercado doméstico a situação não foi diferente, fechamos o dia em queda de -0,06% cotado em 67.044 pontos.

Essa queda é uma função de final de mês onde alguns investidores aproveitaram o dia para fazer fechamento de posições e outros ainda devem estar um pouco ressentidos com a questão da moratória de Dubai.

Para dezembro a expectativa é que ele seja um mês morno, onde o índice fique de lado, um setor que é o mercado aposta é varejista por conta das festas de final de ano.

Dólar

Embora a Bovespa tenha apresentado recuo, o dólar comercial apresentou alta de 0,52% sendo cotado a R$ 1,735, o paralelo fechou o dia mais forte ainda,, com avanço de 1,08% cotado a R$ 1,8700.

Investimentos mais rentáveis em novembro

Investimento        %
Ouro 15,03%
Risk 14,63%
Ibovespa  8,94%
CDB  0,69%
CDI 0,63%
Poupança 0,50%
Dólar Ptax 0,37%

O IGP-M de 0,10% já esta descontado, portanto ganho é real.

Carteira Risk

Minha carteira Risk, tem apresentado ganhos medianos superiores ao Ibovespa, embora eu esteja no meu primeiro mês de retorno ao mercado, ainda tenho realizado operações praticamente de “tesouraria”.

Tenho buscado trazer uma análise mais fundamentalista e critica sobre o mercado para o dia a dia das minhas posições.

Acredito que essa análise mais rebuscada será conquistada no meu reconvivio com o mercado e nas conversas com os demais colegas de faculdade que também atuam no mercado.

 Mas já me sinto orgulhoso de meu trabalho porque depois de tanto tempo fora consegui voltar e ter um rendimento superior ao Índice no primeiro mês de trabalho.

Papel Cód % Acum
Rede Energia REDE4 61,07%
ABC Brasil ABCB4 5,84%
Magnesita MAGG3 3,26%
São Carlos SCAR3 9,75%
Vale VALE5 7,77%
Itausa ITSA4 9,44%
Petrobras PETR4 14,28%
Usiminas USIM5 17,64%
AMBEV AMBV4 11,96%
Plascar Part PLAS3 9,18%
Bradesco BBDC4 11,31%
MMX MMXM3 3,66%
Rentabilidade
Ibovespa Diária Semana Mês Acumulado
-0,06% 0,57% 2,30% 14,73% 11,92%
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Dubai situa-se dentro do deserto da Arábia. No entanto, a topografia de Dubai é significativamente diferente da topografia encontrada na porção sul dos EAU, visto que grande parte da paisagem de Dubai é destacada por padrões de deserto de areia e cascalho, enquanto os desertos dominam grande parte da região sul do país.

O Produto Interno Bruto (PIB) de Dubai em 2005 foi US$ 37 bilhões.Embora a economia de Dubai tenha sido construída através da indústria do petróleo, as receitas de petróleo e gás natural representam atualmente menos de 6% das receitas do emirado. Estima-se que Dubai produz 240.000 barris de petróleo por dia e quantidades substanciais de gás em campos. O emirado possui 2% das reservas de gás dos EAU. As reservas de petróleo de Dubai diminuíram significativamente e estima-se que se esgotarão em 20 anos.

Como observamos estamos falando de um lugar no meio do deserto e dependente de uma unica industria, que em 20 anos vai acabar. Como crescer num ambiente hostil como esse?

Ah mais um dado, o país não tem nenhuma industria, tudo que consome é importado.

Pensando em tudo isso o governo tomou a melhor descisão que podia,  investir em outros mercados e transformar o país numa Disney para milionários, e deu certo hoje o faturamento do petroleo é responsavel por menos de 6% do PIB.

 Segundo o diretor geral da Câmara de Comércio e Indústria de Dubai (DCCI), Hamad Buamim, o Produto Interno Bruto (PIB) de Dubai cresceu 168% entre os anos de 2000 e 2006, média anual de 17,9%.

Mas como toda economia que prospera rapidamente chega um momento em que a festa começa a dar sinais de que esta acabando, por exemplo, no ano passado o desemprego já começava a assolar Dubai.

Acredito que essa moratória pedida pelo governo nessa semana, foi mais um aviso do tipo, pessoal vamos arrumar um pouco a casa e em breve voltaremos. Não acredito que a região já esteja estagnada e não tenha mais pra onde crescer, até porque acabamos de sair de uma crise de proporções catastróficas e mundial.

Vejo esse momento mais como um tempo para tomar fôlego e voltar átona numa segunda rodada, inclusive quero fazer um parêntese, lá o governo faz uma política de crescimento solida, usando a indústria da construção civil para tornar o deserto num país tropical, ao contrario de nosso governo que usa o bolsa família para tentar fazer a nação crescer.

Mas também não podemos ter uma visão simplista das coisas é necessário termos em mente que o funcionamento do mercado é igual a uma feira livre, uma dúzia de banana verde custa R$ 1,50 na feira de domingo essa mesma dúzia custara R$ 2,50 na feira de quarta feira que é o momento em as bananas já estarão maduras e prontas para o consumo imediato, na feira do próximo domingo essa mesma banana estará custando R$ 2,00, simplesmente porque já passou do melhor ponto de venda e é melhor o feirante começar a vender ela o mais rápido possível antes que ele fique com o prejuízo.

Creio que Dubai esteja passando por esse momento.

Infelizmente preciso fazer um desabafo aos nossos governantes, se um lugar inóspito como Dubai pode se transformar na Disney dos milionários imagine o que poderia acontecer no Brasil se nossos governantes realmente desejassem nosso crescimento sustentável!

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Após a reação negativa dos mercados ao pedido de extensão de pagamento de dívidas do fundo Dubai World, o governo de Dubai tentou tranquilizar os investidores afirmando que seu pedido de moratória é necessário para “encarar o fardo da dívida”.

“Entendemos as preocupações do mercado e dos credores”, declarou o xeque Ahmed Bin Saeed Al- Maktoum, presidente do Comitê fiscal supremo e membro sênior da família real do emirado árabe. “Entretanto, tivemos que intervir devido à necessidade de empreender uma ação decisiva para encarar o fardo da dívida”, afirmou em comunicado. Segundo o xeque, a intervenção no Dubai World foi “cuidadosamente planejada” e reflete a posição financeira específica da empresa.

Reações
O xeque disse ainda que o governo está liderando a reestruturação das operações comerciais do Dubai World com total conhecimento de como os mercados podem reagir. “Nenhum mercado está imune de questões econômicas”, ressaltou.

“Queremos garantir que os recursos sejam distribuídos com a ciência de que serão usados para melhorar os negócios do Dubai World Group, colaborar para a reestruturação que já está acontecendo e assegurar o sucesso comercial no longo prazo”, afirmou.

Nesta sessão, a agência de classificação de risco Moody’s baixou a nota de seis importantes companhias do governo de Dubai. A Standard and Poor’s, por sua vez, reduziu a classificação de cinco empresas, afirmando que o anúncio representa o fracasso do governo de Dubai em dar apoio financeiro oportuno a uma companhia do primeiro plano.

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Bernard Madoff entrou para a história como ninguém deseja, ao ser o mentor do esquema Ponzi que resultou em um prejuízo total de US$ 50 bilhões, segunda maior fraude da história dos EUA, atrás apenas do escândalo da Enron em 2001, com perdas de US$ 63,4 bilhões.

Imagine se existisse uma fraude 50 vezes superior à de Madoff, com cerca de US$ 2,5 trilhões em perdas. Além do montante expressivo, idealize uma periodicidade mensal para tal prejuízo. Do impossível para a realidade subliminar, esse é o provável montante que os traders e bancos roubam da renda real do mundo através do petróleo.

Em artigo publicado no website Seeking Alpha, Philip Davis desnuda a possibilidade da maior fraude existente na história, ao revelar como aproximadamente 99% dos negócios nos mercados futuros de petróleo não passam de meras especulações, em um esquema envolvendo bancos, petrolíferas e até a própria imprensa.

Fantasma de mão dupla

“US$ 2,5 trilhões é menos do que o preço excedente que a população é manipulada todo mês para pagar por um barril de petróleo”, afirma Davis, ao ressaltar que tais roubos ocorrem na ICE (Intercontinental Exchange).

Criada em 2001, a ICE possui como fundadoras as petrolíferas BP (British Petroleum), Royal Dutch Shell e Total, além dos bancos Morgan Stanley, Goldman Sachs, Deutsche Bank e Société Générale. A bolsa é sediada em Altanta, nos EUA, mas a regulação norte-americana passa longe das negociações.

Tamanha falta de regulação gera as chamadas dark pools of liquidity, ATS (Alternative Trading Systems) usados por traders que procuram movimentar grandes quantias sem revelar as operações no mercado aberto. Como decorrência, a especulação toma forma, e explica como o barril de petróleo saltou de US$ 40,00 para US$ 80,00 somente este ano, em meio à fraca demanda física pela commodity.

Á procura da verdade, Davis mostra que investigação do Congresso dos EUA datada de 2003 descobriu como a ICE é usada para facilitar negociações “round trip” (viagens de ida e de volta), nas quais uma firma “A” vende energia para uma empresa “B”, que vende novamente o mesmo montante de volta para a firma “A”: o resultado real é nulo, mas o sinal ascendente para os preços do petróleo não.

Preços disparam e ignoram demanda real

Na época em que a DMS Energy foi investigada pelo governo norte-americano, a empresa de energia assumiu que nada menos de 80% das negociações em 2001 eram fantasmas. Em movimento semelhante, a Duke Energy revelou que negociou US$ 1,1 bilhão através das round trips, sendo dois terços comercializados na ICE.

“Você pode enxergar o dano causado pelo Goldman Sachs e por sua gangue de ladrões quando olhar a diferença de preços antes da criação da ICE e depois da criação da ICE”, afirma Davis, ao ressaltar que, em apenas cinco anos após a criação (de 2001 a 2006), os preços das commodities triplicou – contraparte impossível na demanda.

Para Chris Cook, ex-diretor da International Petroleum Exchange, os laços entre bancos e petrolíferas são bem mais antigos do que se pensa. “Parece-me claro que o Goldman Sachs e a BP vêm trabalhando em cooperação – ao menos em um nível estratégico – por pelo menos 15 anos”, diz Cook.

A ponte mais do que estreita entre bancos e petrolíferas lembra a tese de Vladimir Lenin no texto “Imperialismo, fase superior do capitalismo”, no qual explicita a junção entre capital industrial e capital bancário, resultando apenas em um tipo de capital: o financeiro.

Petróleo: causa da recessão?

Antes da existência da ICE, as famílias norte-americanas gastavam, em média, 7% de sua renda em alimentos e combustíveis. No último ano, a proporção saltou para 20%. “Isso é 13% da renda de todo norte-americano, o que dá mais de US$ 1 trilhão por ano, roubados através da manipulação do mercado”, completa Davis, citando que, em uma escala global, US$ 4 trilhões são roubados por ano – 80 vezes o tamanho da fraude de Madoff.

Nesse sentido, Jeff Rubin, economista-chefe do CIBC (Canadian Imperial Bank of Commerce), sugere que a recessão corrente foi causada pelos altos preços do petróleo, ao afirmar que as hipotecas não pagas nos EUA são apenas um sintoma da doença causada pelo óleo bruto. Talvez explique porque o Japão e algumas economias na Zona do Euro entraram em recessão antes mesmo da bolha norte-americana estourar.

Além disso, os elevados preços do petróleo foram responsáveis por quatro das últimas cinco recessões do mundo, podendo ter começado também a atual, caso confirmada a tese. “Os choques do petróleo criam recessões, ao transferirem bilhões de dólares de economias em que os consumidores gastam cada centavo que possuem para países com alta taxa de poupança. Enquanto esses petrodólares podem ser reciclados de volta para fundos soberanos de investimento, eles não são reciclados para a demanda real”, completa Rubin.

Parabéns, você construiu Dubai

Embora sem provas concretas, dada à falta de regulação na ICE – reguladores seriam subornados? -, a teoria da manipulação pode ser verdadeira, em um mercado cansado de especulação. Ou seria o próprio mercado a personificação da especulação?

Entre tantas questões, sempre lembre: quanto será da minha renda que está indo para a construção de um palácio de ouro no Oriente Médio, ou para algum trader do Goldman Sachs?

Fonte: Infomoney

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Depois de passar por um difícil aperto econômico, pode se dizer que Dubai esta dando a volta por cima, de acordo com o presidente do Centro Financeiro Internacional de Dubai (DIFC, na sigla em inglês), Omar bin Sulaiman, um programa de incentivo do governo do emirado contribuiu para a recuperação.

 

A economia de Dubai, localizada nos Emirados Árabes Unidos, por exemplo, apresentou crescimento de 1% no trimestre de 2009, isso aconteceu graças ao pacote de incentivos do governo e aumento nos gastos, o Banco Central dos Emirados destinou US$ 10 bilhões ao governo do emirado, que por sua vez vai repassar os fundos a empresas endividadas ou que passam por dificuldades financeiras.

 

O orçamento de Dubai para 2009 esta 42% maior que no ano passado, com despesas previstas em US$ 10,2 bilhões.

 

A região é u8m pólo turístico e comercial que foi duramente afetado pela queda nos preços dos imóveis, segundo uma pesquisa realizada pela Reuters a queda no valor das residências deverá chegar em 40% ainda em 2009.

 

Apenas 3% do Produto Interno Bruto (PIB) de Dubai é atrelado ao petróleo e houve pressão negativa na economia com a retração do turismo, das vendas no varejo e do comércio internacional.

 

Fonte das Fotos: OXYCER DUBAI

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Dubai  é um dos sete emirados e a cidade mais populosa dos Emirados Árabes Unidos (EAU) com aproximadamente 2.262.000 milhões de habitantes. Está localizado ao longo da costa sul do Golfo Pérsico na Península Arábica. O município muitas vezes é chamado de “Cidade de Dubai” para diferenciá-lo do emirado de mesmo nome. Dubai é conhecida mundialmente por ser extremamente moderna, “futurista” e com enormes arranha-céus e largas avenidas.

Existem registros da existência da cidade pelo menos 150 anos antes da formação dos EAU. Dubai divide funções jurídicas, políticas, militares e econômicas com os outros emirados, embora cada emirado tenha jurisdição sobre algumas funções, tais como a aplicação da lei civil e fornecimento e manutenção de instalações locais. Dubai tem a maior população e é o segundo maior emirado por área, depois de Abu Dhabi. Dubai e Abu Dhabi são os únicos emirados que possuem poder de veto sobre questões de importância nacional na legislatura do país. Dubai tem sido governado pela dinastia Al Maktoum desde 1833.

A receita do emirado é proveniente do turismo, comércio, setor imobiliário e serviços financeiros. As receitas de petróleo e gás natural contribuem com menos de 6% (2006) do PIB de US$ 37 bilhões da economia de Dubai (2005). O setor imobiliário e da construção, por outro lado, contribuiu com 22,6% da economia em 2005, antes do atual boom da construção em larga escala.Dubai tem atraído atenção através dos seus projetos imobiliários  e acontecimentos esportivos. Esta maior atenção, coincidindo com o seu aparecimento como um concentrador de negócios mundial, pôs em destaque questões dos direitos humanos relativas à sua mão-de-obra em grande parte externa.

Josué Silva

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Até bem pouco tempo atrás quando nos lembrávamos de Dubai, logo nos vinha a mente imagens como essas do post anterior.

 

Dubai teve um crescimento no seu PIB de 168% nos últimos 6 anos, isso da uma média de 28% ao ano de crescimento do PIB. Só o setor de construção civil foi responsável por 8% do PIB do emirado, existiam previsões de aportes na construção civil de até US$ 100 bilhões de dólares até 2010.

 

Mas infelizmente com a crise americana que não para de crescer, as previsões de crescimento para Dubai em 2009 são bastante preocupantes, a expectativa é que Dubai cresça apenas 6% em 2009.

 

E o reflexo desce decréscimo já estamos assistindo logo no segundo mês de 2009, as taxas de desemprego não param de aumentar, para se ter uma idéia do que estamos falando mais de 3 mil carros estão abandonados no aeroporto de Dubai por estrangeiros que não tiveram condições de quitar sua dívidas.

 

A situação hoje é totalmente diferente, carros de luxo estão sendo vendidos com descontos de até 40% em relação a dois meses atrás, segundo concessionárias locais, os preços do mercado imobiliário, que aumentaram dramaticamente durante a expansão de seis anos de Dubai, caíram 30% ou mais nos últimos dois ou três meses em algumas partes da cidade. Na semana passada, a agência de classificação financeira Moody’s anunciou que poderia baixar as notas de seis das mais importantes companhias estatais de Dubai, citando uma deterioração das perspectivas econômicas.

 

Sem contar nos indicadores de desemprego e nos níveis salariais, até bem pouco tempo atrás a oferta de emprego era altíssima, hoje a média para se conseguir duas entrevistas esta levando três meses de procura para duas entrevistas.

 

O salário mínimo também esta recuando, para se ter uma idéia o salário mínimo para um engenheiro civil com quatro anos de experiência era cerca de 15 mil dirhams por mês. Agora, o máximo oferecido é 8 mil dirhams(ou cerca de US$ 2 mil), ouve uma queda de quase 50% no salário mínimo dessa categoria.

 

Infelizmente a realidade é essa, tigres que até pouco tempo brilhavam aos novos ouvidos como novas potencias econômicas, hoje estão desmoronando como um castelo de cartas.

 

Quem será o próximo a cair?

 

Josué Silva

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