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Posts Tagged ‘FHC’

Ao que tudo indica estamos adentrando mais um momento onde uma possível crise já começa a aparecer em nosso caminho. Nossos pares como Turquia, Índia e África do Sul, já começam a apresentar certo mal estar, a Argentina mais uma vez esta no olho do furacão.

E esta chegando o momento de fazer a separação entre o joio e o trigo, por aqui temos de volta a sombra do apagão, que pode ser olhado por duas vertentes:

1º que a demanda por energia elétrica aumentou demasiadamente no Brasil a ponto de gerar black outs.

2º esse já é um problema antigo e remonta a era FHC, e significa que estamos com certo déficit de investimentos no setor.

Mas não para por aí, no Brasil a exemplo do que ocorre na Ucrânia, estamos vivenciando um momento impar na politica, as manifestações em massa nas ruas, se por um lado o governo afirma que a inflação esta sob controle, nas ruas o povo pede mais pão.

E pelo andar da carruagem esses eventos vão durar até os jogos da Copa, que no momento é o grande pano de fundo de toda essa massa de insatisfeitos nas ruas das grandes metrópoles brasileiras, um movimento que iniciou com estudantes exigindo o recuo no aumento da passagem dos ônibus, hoje se desdobrou em um movimento anti Copa do Mundo no Brasil.

Não se pode afirmar com clareza, mas esse movimento acabou ganhando força por conta da inabilidade de alguns governantes e demora do poder publico em responder questões básicas à população, caso as autoridades tivesses respondido com certa agilidade e tivesse tido menos violência por parte do Estado, talvez esse movimento não tivessem ganhado a força que ganhou.

E o que isso tem a ver com investimentos no Brasil?

Tudo, porque o investidor em outras partes do mundo abre o jornal e acompanha toda essa confusão interna e acaba ficando receoso em aportar seus recursos em capital fixo em terras tupiniquins.

Nesse momento a única opção que sobrara a ele será aproveitar nossa taxa de juros atualmente em 10,5% a.a.

Analisando esses e outros fatores que serão discutidos aqui em breve podemos imaginar que teremos um longo e difícil ano pela frente.

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A criação do Real foi o programa brasileiro de estabilização econômica, iniciado oficialmente no dia 27 de fevereiro de 1994 com a publicação da Medida Provisória nº 434. Essa  Medida Provisória instituiu a Unidade Real de Valor (URV), estabeleceu regras de conversão e uso de valores monetários, iniciou a desindexação da economia, e determinou o lançamento de uma nova moeda, o Real.

O programa foi o mais amplo plano econômico já realizado no Brasil, e tinha como objetivo principal o controle da hiperinflação. Utilizou-se de diversos instrumentos econômicos e políticos para a redução da inflação que chegou a 46,58% ao mês em junho de 1994, época do lançamento da nova moeda.

O Plano Real mostrou-se o plano de estabilização econômica mais eficaz da história, reduzindo a inflação, ampliando o poder de compra da população, e remodelando os setores econômicos nacionais.

Desindexação da economia
O ajuste e reajuste de preços e valores passaram a ser anualizados e obedeceriam as planilhas de custo de produção.
Era necessário interromper o ciclo vicioso de corrigir valores futuros pela inflação passada, em curtos períodos de tempo. Essa atitude agravava a inflação, tornando-a cada vez maior. Era comum acontecer remarcação de preços várias vezes num mesmo dia.

Privatizações
A troca na propriedade de grandes empresas brasileiras eliminou a obrigação pública de financiar investimentos (que causam inflação se for feito pelo governo) e possibilitou a modernização de tais empresas (sob controle estatal havia barreiras impeditivas para tal progresso).
A iniciativa privada tem meios próprios de financiar os investimentos das empresas, e isto não produz inflação, e sim, desenvolvimento, porque não envolve o orçamento do governo. Este deve alocar recursos para outras áreas importantes. E ainda, na iniciativa privada não há as regras administrativas orçamentárias e licitatórias, que prejudicam a produção das empresas e a concorrência.

Equilíbrio fiscal
Corte de despesas e aumento de cinco pontos percentuais em todos os impostos federais.
A máquina administrativa brasileira era muito grande e consumia muito dinheiro para funcionar. Havia somente no âmbito federal 100 autarquias, 40 fundações, 20 empresas públicas (sem contar as empresas estatais), além de 2 mil cargos públicos com denominações imprecisas, atribuições mal definidas e remunerações díspares. Como o país não produzia o suficiente, decidiu-se pelo ajuste fiscal, o que incluiu cortes em investimentos, gastos públicos e demissões. Durante o governo FHC, aproximadamente 20 mil pessoas foram demitidas do governo federal.

Abertura econômica
Redução gradual de tarifas de importação e facilitação da prestação de serviços internacionais.
Havia temor de que o excesso de demanda por produtos e serviços causasse a remarcação de preços, pressionando a inflação. Existia também a necessidade de forçar o aperfeiçoamento da indústria nacional, o que permitiria o aumento da produção no longo prazo, e essa oferta de produtos tenderia a baixar a inflação.

Contingenciamento
Manutenção do câmbio artificialmente valorizado.
Com efeito da valorização do Real, esperava-se um aumento das importações, com aumento da oferta de produtos e aperfeiçoamento da indústria nacional.

Políticas monetárias restritivas
Aumento da taxa básica de juros e da taxa de depósito compulsório dos bancos.
A taxa de juros teve inicialmente dois propósitos: financiar os gastos públicos excedentes até que se atingisse o equilíbrio fiscal, e reduzir a pressão por financiamentos, considerados agentes inflacionários. Os financiamento chegaram ter o prazo de quitação regulado pelo governo. O compulsório dos bancos teve o propósito de reduzir a quantidade de dinheiro disponível para empréstimos e financiamentos dos bancos, uma vez que são obrigados a recolher compulsoriamente uma parte dos valores ao Banco Central.

Os efeitos em longo prazo esperado à época do lançamento do Plano Real foram:

a) Manutenção de baixas taxas inflacionárias e referências reais de valores;
b) Aumento do poder aquisitivo das famílias brasileiras;
c) Modernização do parque industrial brasileiro;
d) Crescimento econômico com geração de empregos.

Em Junho de 94 a inflação estava em torno de 47% ao mês. No mês de Julho de 94 com a implantação do Plano a inflação chegou a 6,08% ao mês, Agosto de 94 foi de 5%% e Setembro chegou a 1,5%. O Plano Real comemora em 2009 15 anos de estabilidade e sucesso no que tange a seu objetivo principal que é o controle da inflação e o fortalecimento da moeda.

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Os Jovens da chapa Juventude Atitude fazem campanha em toda a capital e, de norte a sul, propõe um PSDB moderno e atual sem perder de vista as conquistas e princípios do passado!

As bandeiras defendidas pelo saudoso Mario Covas, Montoro e pelo sempre Presidente FHC são traduzidas em métodos democráticos de gestão, como o formato parlamentarista defendido pela Chapa Juventude Atitude e praticado enquanto a chapa ocupou a gestão (2005 a 2008).

A formação política também foi prática constante da Juventude Atitude com mais de 16 cursos realizados na gestão. E segundo os jovens, caso eleita, a Juventude Atitude promoverá mais de 50 cursos, um em cada Diretório Zonal da Cidade!

Outra prática da Juventude Atitude enquanto gestão e que foi paralizada pela atual executiva da JPSDB que, interinamente, é presidida de modo presidencialista pelo Alex, eram os encontros com Secretários Municipais e com Secretários de Estado para debater e aprender sobre o jeito TUCANO de Governar.

Foram diversos encontros em que os jovens puderam ficar “cara-a-cara” com personalidades como Jose Gregori, Bruno Caetano, Afif, Manuelito, Alexandre Schneider e tantos outros.

Muita coisa foi peita pelo PSDB pela chapa JUVENTUDE ATITUDE e muito mais vem por aí!

E na comunicação a JUVENTUDE ATITUDE só quebrou recordes!

Enquanto Alex no seu mandato tampão ACABOU com o grupo de emails da JPSDB, que vale lembrar era um patrimônio político da JPSDB, a JUVENTUDE ATITUDE ampliou os canais de comunicação da JPSDB com a ampliação do e-groups, criação de site, blogs e o Jornal  “O TUCANO JOVEM”, marca registrada de democracia da comunicação.

E a combatividade de Mário Covas também foi lambrada com diversos atos públicos da JPSDB enquanto era coordenada pela chapa JUVENTUDE ATITUDE!

Carnaval do Mensalão, CPI Já na Câmara e CPI do APAGÃO no aeroporto foram alguns dos atos promovidos pela Juventude Atitude, afinal, juventude partidária tem a obrigação de se manifestar perante os problemas políticos do país.

Muito foi feito por jovens comprometidos com a Democracia no PSDB enquanto foram gestão na JUVENTUDE ATITUDE!

Ao contrário de diminuir o Conselho Político da JPSDB, a Juventude Atitude o ampliou no seu segundo mandato para possibilitar a PARTICIPAÇÃO de TODOS os grupos jovens da Cidade.

Essa gestão tocada pelo Alex e pelos membros da chapa adversária concordaram em se reduzir as vagas do Conselho Político impossibilitanto a participação de vários jovens da Cidade, afinal, não protestaram contra as atuais regras de eleição da JPSDB promulgadas (ou decretadas) pela atual executiva.

Juventude Atitude! Jovens do PSDB em defesa da Democracia, do desenvolvimento partidário, pela formação política e pela PARTICIPAÇÃO!

Democracia se faz com formação, participação e com VOTO!

Faça parte dessa idéia!

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Pouco antes de viajar para o Recife onde encontrará o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), o governador mineiro, Aécio Neves, afirmou que resolveu “algum mal entendido” com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Na última semana, FHC havia criticado a campanha de Aécio pela realização de prévias para escolha do candidato do PSDB na eleição presidencial de 2010. O ex-presidente, que encontrou Aécio na sexta-feira em São Paulo, tem preferência por uma opção negociada dentro do partido.

“Tive a oportunidade de almoçar na última sexta-feira com o presidente Fernando Henrique. Superamos algum mal entendido. As coisas estão superadas”, afirmou Aécio, que defendeu a resolução interna de qualquer divergência na legenda.

Aécio e FHC combinaram evitar expor publicamente as divisões partidárias.

“O que nós buscamos fazer é tirar um pouco essas nossas divergências da imprensa, tratá-las –é natural que elas existam– internamente. Nós estamos num processo político, e é natural que não se controle todos os atos”, completou.

O governador mineiro negou que haja um racha no PSDB por causa da indicação para disputar a Presidência e contou que teve contatos com caciques dos Democratas para saber se o partido manteria aliança com os tucanos independentemente do nome que concorra às eleições.

“Diferentemente daquilo que dava-se impressão anteriormente, eles (DEM) aguardarão que o PSDB defina o seu candidato. Pelo menos nas conversas que tiveram comigo, não manifestam preferência enquanto partido. É natural que individualmente cada um possa ter a sua (preferência)”, afirmou.

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