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Posts Tagged ‘FMI’

O banco norte americano J.P Morgan & Co. reduziu na semana passada sua previsão de crescimento para o Brasil em 2014, de 2,1% para 1,5%, em parte devido à queda nas exportações para a Argentina, que, juntamente com a Venezuela, enfrenta uma inflação galopante. O banco também cortou suas projeções para México, Turquia, África do Sul, Tailândia e Chile.

Alguns economistas dizem que o mundo em desenvolvimento não representa uma ameaça tão grande assim. À medida que os países industrializados se fortalecem, seus consumidores e empresas vão comprar mais produtos da Ásia, África e América do Sul, impulsionando a recuperação global, dizem eles.

O Fundo Monetário Internacional prevê que os emergentes crescerão 5,1% este ano, acima dos 4,7% em 2013, e que os países desenvolvidos avançarão 2,2%, bem mais que o 1,3% de 2013.

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Fonte: FMI

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Abamec
Associação Brasileira dos Analistas de Mercado de Capitais
Abrasca
Associação Brasileira de Companhias Abertas
AELC
Associação Europeia de Livre Comércio
Alalc
Associação Latino-americana de Livre Comércio
Alca
Área de Livre Comércio das Américas
Anbid
Associação dos Bancos de Investimento
Ancor
Associação Nacional das Corretoras de Valores
Andima
Associação Nacional de Instituições de Mercado Aberto
Bacen
Banco Central do Brasil
BBC
Bônus do Banco Central
BID
Banco Interamericano de Desenvolvimento
Bird
Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento, também conhecido como Banco Mundial
BNDES
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
Bovespa
Bolsa de Valores de São Paulo
BRICs
Sigla que representa as iniciais de Brasil, Rússia, Índia e China criada por um economista do banco Goldman Sachs para falar das economias emergentes consideradas as maiores do mundo
BTN
Bônus do Tesouro Nacional
BVRJ
Bolsa de Valores do Rio de Janeiro
CBLC
Câmara Brasileira de Liquidação e Custódia
CDB
Certificado de Depósito Bancário
CDI
Certificado de Depósito Interfinanceiro
CMN
Conselho Monetário Nacional
Copom
Comitê de Política Monetária
CVM
Comissão de Valores Mobiliários
DCA
Debênture Conversível em Ação
DI
Depósito Interfinanceiro
DPMF
Dívida Pública Mobiliária Federal
FBCF
Formação Bruta de Capital Fixo
Febraban
Federação Brasileira de Bancos
Fed
Federal Reserve (BC americano)
FGC
Fundo Garantidor de Créditos
FGV
Fundação Getúlio Vargas
Fiesp
Federação das Indústriais do Estado de São Paulo
Fiex
Fundo de Investimento no Exterior
FIF
Fundo de Investimento Financeiro
Fipe
Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas
FMI
Fundo Monetário Internacional
Fomc
Comitê de Política Monetárias do Fed
IBGE
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Ibmec
Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais
IDH
Índice de Desenvolvimento Humano
IGP
Índice Geral de Preços
INCC
Índice Nacional da Construção Civil
IOF
Imposto sobre Operações Financeiras
IPA
Índice de Preços no Atacado
IPC
Índice de Preços ao Consumidor
IPCA
Índice de Preços ao Consumidor Amplo
Ipea
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
LBC
Letra do Banco Central
LC
Letra de Câmbio
LFT
Letra Financeira do Tesouro
LTN
Letra do Tesouro Nacional
Mercosul
Mercado Comum do Sul
Nafta
Tratado norte-americano de livre comércio
NTN
Nota do Tesouro Nacional
OMC
Organização Mundial do Comércio
ONU
Organização das Nações Unidas
OPA
Oferta Pública de Ações
Opep
Organização dos Países Exportadores de Petróleo
OTN
Obrigação do Tesouro Nacional
PEA
População Economicamente Ativa
PIB
Produto Interno Bruto
PL
Patrimônio Líquido
Proer
Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional
Selic
Sistema Especial de Liquidação e Custódia
Sisbacen
Sistema de Informações do Banco Central
Sumoc
Superintendência da Moeda e do Crédito
TBan
Taxa de Assistência do Banco Central
TBC
Taxa Básica do Banco Central
TJLP
Taxa de Juros de Longo Prazo
TR
Taxa Referencial

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O Governo brasileiro aceitou o convite do Fundo Monetário Internacional (FMI) para se tornar credor da instituição, com um empréstimo de até 3,41 mil milhões de euros.

Essa notícia tem um lado bom e um lado negativo, talvez a notícia  negativa seja mais forte que a boa. Acho muito importante e saudavel o Brasil conceder um emprestimo de 3,41 milhões de euros ao FMI.

Isso mostra que o país esta conseguindo sair do atraso, melhorando seus indicadores financeiros, conseguindo obter recursos no mercado externo é um sinal de que a estabilidade economica esta começando a aparecer por terras brasileiras, algo inimaginavel anos atrás.

Agora o ponto negativo é que enquanto estamos emprestando recursos ao FMI, nossas escolas estão deploraveis, nossa previdência esta quase quebrada pra não dizer falida, nossa saúde pública passa por um caos, nossas prisões estão super lotadas o judiciário é muito lento as sentenças demoram anos para ser sentenciadas pela falta de mão obra.

Esse recurso aportado no FMI poderia ajudar a resolver alguns problemas internos do Brasil, mas infelizmente para nosso presidente é mais importante fazer uma festa do que construir os alicerces da casa.

Boa Semana!

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O FMI foi criado em 1945 e tem como objetivo básico zelar pela estabilidade do sistema monetário internacional, notadamente através da promoção da cooperação e da consulta em assuntos monetários entre os seus 184 países membros. Com exceção de Coréia do Norte, Cuba, Liechtenstein, Andorra, Mônaco, Tuvalu e Nauru, todos os membros da ONU fazem parte do FMI. Juntamente com o BIRD, o FMI emergiu das Conferências de Bretton Woods como um dos pilares da ordem econômica internacional do pós-Guerra. O FMI objetiva evitar que desequilíbrios nos balanços de pagamentos e nos sistemas cambiais dos países membros possam prejudicar a expansão do comércio e dos fluxos de capitais internacionais. O Fundo favorece a progressiva eliminação das restrições cambiais nos países membros e concede recursos temporariamente para evitar ou remediar desequilíbrios no balanço de pagamentos. Além disso, o FMI planeja e monitora programas de ajustes estruturais e oferece assistência técnica e treinamento para os países membro.

O Fundo teve seu auge nos anos 80 e 90, quando ele salvou inumeros paises da falência e isso teve um custo alto em sua imagem. Pois as regras para emprestimos eram muito severas, então era normal manifestações contra o Fundo. Quem nunca ouviu, Fora FMI.

Oque muitas pessoas que gritavam isso não sabiam e ainda não sabem é que o FMI é apenas um banco onde o maior acionista é o governo americano, e como banco e credor ele faz exigências na concessão de emprestimos.

Passado seu auge, nos anos 2000 com um mundo em crescimento e a maioria dos paises devedores inclusive o Brasil pagaram suas dívidas com o Fundo Monetário. Logo iniciou se um movimento questionando a existência do organismo, alguns disseram que ele deveria sse fundir a ONU ou ao Banco Mundial.

O motivo era que agora nos tempos modernos e de prosperidade o Fundo não teria mais valia, todo os paises credores já haviam pago ao Fundo, e também não existia pelo menos no médio prazo nada que justificasse a manutenção de um organismo tão grande.

Passada a fartura, chegou o tempo das vacas magras. Com essa crise internacional assolando diversos mercados e paises, a melhor opção foi recorrer ao bom e velho Fundo para o fechamento do Balanço de Pagamentos.

Nesse novo cenário a Ucrânia já emprestou US$ 16,5 bilhões, em contrapartida o país deverá cortar os subsídios para energia, a Hungria recebeu US$ 15,7 bilhões os hungaros deverão reduzir o deficit orçamentário de 3,3% para 2,5% até o final de 2009, a Letônia emprestou pouco US$ 2,4 bilhões de dólares, mas pelo emprestimo deverá reduzir em 15% o salário dos servidores públicos e reduzir o déficit orçamentário de 12% para 5% do PIB.

Ainda temos na fila a espera por socorro, diversos países do Leste Europeu, Lituânia, Romênia e Bulgária.

E dessa forma ressurge das cinzas o Golias, que atacaram a pedra na testa dele pagando suas dívidas, mas deixaram de lhe cortar o pescoço ao não fazerem a lição de casa!

Josué Silva

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No ano passado, nosso Ministro da Fazenda Guido Mantega pediu a todos calma que a crise financeira era algo passageiro e que não deveríamos nos preocupar.

Em seguida tivemos mais bancos quebrando, mais demissões nos Estados Unidos, bolsas descendo ladeira abaixo, empresas com baixos índices de crescimento, dólar nas alturas, etc.

E agora temos uma boa notícia. O mundo crescera menos. E o Brasil também crescera menos e quem diz isso não são os tucanos é toda a cúpula do FMI no Fórum de Davos.

A economia mundial despencou nos últimos meses e só crescerá 0,5% em 2009, o pior índice desde o pós-guerra, segundo relatório divulgado nesta quarta-feira pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). A previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro neste ano caiu para 1,8%, ante expectativa anterior de avanço de 3% em novembro de 2008.

A estimativa para o Brasil representa também uma forte freada em comparação aos 5,8% previstos para o último ano, em decorrência da crise financeira. No entanto, a entidade avalia que em 2010 o País aumentará em 3,5% seu PIB.

Em novembro, o FMI previu 2,2% de crescimento mundial em 2009. A evolução do Produto Interno Bruto (PIB) foi revista em baixa para todas as grandes economias. “O ritmo de crescimento mundial cairá a 0,5% em 2009, o índice mais baixo registrado desde a Segunda Guerra Mundial”

A América Latina, por sua vez, escapará um pouco da recessão mundial e crescerá 1,1% em 2009. A região crescerá 3% em 2010, acrescenta o estudo.

“Ao contrário das crises passadas, hoje em dia muitos países da América Latina têm uma base muito mais sólida (…), contam com reservas e políticas sociais” que permitem enfrentar melhor o impacto, afirmou Charles Collyns, vice-diretor de pesquisas do Fundo.

Já a economia da zona do euro sofrerá um crescimento negativo, de 2%, ao invés do -1,5% previsto em novembro passado. Os 16 países da zona euro só experimentarão um leve crescimento de 0,2% em 2010.

Os  Estados Unidos terão uma variação negativa de 1,6%, em uma drástica revisão em baixa. Os Estados Unidos só retomarão o crescimento em 2010, com 1,6%.

Com esses números fica difícil acreditar que o país crescera e que seremos o salvador da Pátria, talvez por fatos como esses onde muitas vezes nossos governantes querem tapar o sol com a peneira.

Josué Silva

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Mundo:

Vivemos num mundo cada vez mais conectado, internet e celular são os principais pontos dessa conexão. Através deles conseguimos estar sabendo de tudo oque ocorre em qualquer parte do mundo a qualquer momento.

E isso não é só nas comunicações, a tecnologia esta muito avançada e continua avançando cada vez mais, a menos de uma década tínhamos complexos automotivos enormes, hoje com aproximadamente 500 funcionários conseguimos montar mais e melhores carros do que nos anos 80. Ao contrário daquele tempo, hoje a produção é  totalmente descentralizada, as peças do veiculo vem de todas as partes do mundo.

Naquela época o foco era trabalhar em uma grande empresa, e seguir carreira nela até o dia da aposentadoria.  Infelizmente essa era já é passado, mesmo com toda a força que CLT ainda tem principalmente no Brasil.

Hoje os grandes contratantes são os setores voltados para a área de serviços, e ai vale tudo, desde a atendente de telemarketing, que esta localizada que devido a mão de obra barata muitas vezes esta localizada na Índia (no caso dos EUA), até o motoboy que encontramos diariamente nas principais vias de SP, tudo esta sendo terceirizado.

Mas oque gerou essa mudança no eixo trabalhista?

Como dissemos a tecnologia trouxe a inovação, mas também o desemprego. E dentro desse pacote veio a terceirização, e olha ela veio pra ficar, nas grandes empresas hoje a tendência esta sendo terceirizar tudo oque se pode faxineira, segurança, informática, nem os computadores hoje em dia são mais propriedades das empresas.

E mesmo com a terceirização existira uma enorme  demanda reprimida que ninguém sabe onde ira alocar sua força de trabalho?

Haverá muito desemprego, os demais ou estarão prestando serviços ou desempregados. E como nos antever a esses acontecimentos, através de especializações e diversificação de nossa própria mão de obra. Como assim? Hoje não basta apenas conhecer economia, eu tenho que dominar a economia e conhecer direito, administração, contábeis e informática. A formação do profissional deve ser a mais completa possível para ele poder concorrer a uma vaga no mercado. Não basta mais falar inglês, agora o espanhol esta se tornando cada vez mais necessário e se tiver uma terceira língua melhor ainda. E a tendência é de um afunilamento ainda maior.

Economia:

Atualmente o mundo tem caminhado cada vez mais depressa para esse cenário descrito acima, com as fusões e aquisições de grandes conglomerados econômicos. Quando existem esses eventos, metade da empresa comprada é dispensada do restante muitos são contratados como prestadores de serviço e uma pequena parte é contratada de novo na nova empresa.

Hoje vivemos uma situação semelhante à de 1929, com quebras em efeito domino no sistema financeiro, é claro que o efeito domino não se concretizou ainda porque o governo tem feito inúmeras intervenções direta e indiretamente. Veja como o FED agiu rapidamente na quebra do Merril Lynch, a enxurrada de dólares que o BACEN colocou recentemente no mercado tentando evitar altas ainda maiores do dólar, inúmeras cortes nas taxas de juros européias e o último aporte chinês de mais de US$ 300 bilhões de dólares.

Isso tudo começou no ano passado com a crise do subprime, no mercado americano e acabou infectando as economias da Europa, América e Ásia. Num passe de mágica, esperávamos um contágio, mas não na velocidade que ele esta acontecendo. Gerando uma avalanche de desemprego ao redor do mundo, existe um estudo nos mostrando perdas de US$ 1,4 trilhões de dólares com essa crise até o momento já perdemos US$ 800 bilhões. Ou seja estamos apenas no meio da crise. E ao contrario do que o governo brasileiro dizia, que não seriamos afetados pela crise, já recorremos a empréstimos no FMI.

A Zona do Euro inteira deve apresentar um quadro recessivo, isso sem falar na queda de 0,2% do PIB europeu no segundo trimestre.

Se o Reino Unido e a Alemanha já estão resfriados, o que esperar do resto da Europa?

A Espanha já não estava tão bem assim, é só olhar os números da construção civil espanhola para chegar a essa conclusão.

Portugal, Grécia, Irlanda, Itália, Suécia, Suíça e Bélgica possivelmente serão os próximos da fila, é apenas uma questão de tempo, e muito pouco tempo.

As péssimas notícias vêm de toda a parte, o Japão também nos mostra sinais de desaceleração em sua economia e até mesmo a China deu notícias negativas apresentando um recuo de 17% na sua produção siderúrgica em outubro.

Aqui, do outro lado do mundo, também não temos um noticiário positivo a começar pelo Norte-Americano, foco de onde surgiu toda essa crise através do tão falado mercado subprime.

Na terra do Tio Sam duas péssimas notícias, a primeira é a queda de 2,8% nas vendas no varejo no mês de outubro e o recuo de 0,2% nos estoques das empresas no mês de setembro, essa foi a maior baixa desde julho de 1992.
Até a Islândia, uma ilha desconhecida no meio do nada, mas com IDH superior ao de países como Mônaco ou Bélgica, quase faliu algumas semanas atrás.

No mundo corporativo o sinal já está quase mudando do amarelo para o vermelho, todos reduziram a velocidade, e o medo de atravessar o semáforo é tão grande que algumas corporações estão se negando a fornecer novas metas ou alterando seu guidance.

Algumas já informaram que vão diminuir a produção, ou seja, haverá demissões em massa, outras cancelaram investimentos ou restringiram novos programas.

Leste Europeu:

Para se ter uma idéia de como o velho continente foi afetado, no mês de setembro as vendas de carros novos recuaram 8%, tornando esse setembro o pior da última década para as montadoras européias.

Somente na Espanha 180 000 famílias deverão perder suas casas nos próximos 18 meses, esse alto número de desapropriações é função da alta de 80% no valor das cotas hipotecárias pagas no país nos últimos três anos.   Nem precisamos falar que a construção civil espanhola passa por uma grave crise!

Mas a crise na Espanha, Inglaterra, Alemanha, Itália ou Bélgica, já é uma notícia passada. Os próximos a serem engolidos pelo Dragão são os países do Leste Europeu.

Agora chegou a vez de países como Bulgária, Polônia, Ucrânia, Letônia, Hungria temos na mira até ex -tigres asiáticos como Taiwan e Vietnã.

Mas o que houve com esse grupo do leste europeu que até a pouco tempo estava apresentando taxas de crescimento superior a 10%  ano, para se ter uma idéia o PIB da Letônia avançou 12,2 em 2006, 10,3 em 2007 e agora em 2008 vai decrescer 0,8.

Em compensação sua taxa de inflação sairá de 10,1% em 2007, para uma alta de 15,9 em 2008, a Ucrânia sofre o mesmo problema, sua inflação vai dobrar de 12,8% em 2007, para 25,3 em 2008.

No Vietnã o clima é de desespero total, seu PIB subiu 1% em 2007, apresentando 8,4% de evolução em relação a 2006, já a inflação avança a passos largos, em 2006 ela fechou o ano 7,5%, no passado evoluiu um pouco ficando em 8,3 e agora em 2008 ficará em 24%.

Se as economias locais estão sofrendo com a tormenta, nas bolsas o clima é de total instabilidade, a bolsa de Budapeste passou por maus momentos em outubro, quando seus investidores retiraram todos os recursos da Bolsa, num possível fly to quality, isso gerou uma queda de 40% no mercado local.

Em Kiev na Ucrânia a situação também não é das melhores, lá a Bolsa já recuou 80% apenas nesse ano, em Bucareste (Romênia), o estrago esta em  torno de 70%.

A resposta para essa quebradeira é simples, essas economias estavam totalmente ancoradas no crescimento da Europa Ocidental, que agora se encontra em recessão. E como eles não tem para quem vender seus produtos, estão na berlinda do possível naufrágio.

Outros como a Ucrânia, que é um grande produtor de aço passa por dois problemas, vendas de veículos em baixa no mundo inteiro e principalmente na Europa e para piorar sua situação o preço do aço esta em baixa, nos últimos meses o valor da commodity caiu pela metade, dessa forma reduziu em 20% o valor total das exportações ucranianas.

O que é pior ainda é que devido ao tamanho dessas economias, elas não têm um Banco Central forte, como o da Inglaterra, por exemplo, que tem condições para combater os problemas com a crise de liquidez.

Muitos desses países, se já não fizeram em breve estarão na fila para contrair empréstimos do FMI, que com essa crise aparece como um dos salvadores do mundo, depois de uma longa temporada no ostracismo.

E como tudo isso pode afetar o trabalho de vocês?

Em primeiro lugar teremos uma avalanche de desempregados, que vão começar a procurar nossos serviços.

Não será possível evitar esse acontecimento, logo precisamos nos preparar cada vez mais.

Criando oficinas que sejam realmente produtivas, e mais, que atendam as necessidades do distrito. Não adianta fazer produtos de baixo valor em baixa escala, com isso só estamos perpetuando a miséria dessas famílias.

É preciso criar cursos que atendam as necessidades da nova economia, criando alternativas reais de trabalho para essas famílias.

Um exemplo prático seria montar oficinas casadas. Como assim?  Em algum EIS, existe a confecção de sandálias Havaianas personalizadas. Não adianta nada fazer essa oficina e depois largar a pessoa a própria sorte, é preciso criar parcerias com as lojas que vendem sapatos e sandálias para o escoamento dessa produção.

Outra forma de trabalhar, na região central existe uma série de empresas de telemarketing, porque não criamos parcerias com as mesmas, criando cursos de telemarkting em nossos EIS e posteriormente enviando a mão de obra para essas Companhias. Seria bom para ambas as partes a empresa economizaria, porque ficaria desobrigada de pagar o Vale Transporte e para o funcionário seria bom porque ele não teria que atravessar a cidade para trabalhar, e o território também estaria diminuindo seu índice de desemprego.

Josué Silva

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