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A GM (General Motors) informou hoje que perdeu US$ 1,2 bilhão no trimestre passado. A empresa anunciou a saída da proteção do capítulo 11 da Lei de Falências americana em 10 de julho. Esse é o primeiro balanço trimestral da montadora após a concordata.

A perda é menor que a verificada em trimestres anteriores e foi recebida por analistas como sinal de que a empresa começa a se recuperar da crise em que se encontra.

A GM anunciou planos para começar a pagar empréstimos de US$ 6,7 bilhões ao Tesouro norte-americano até o final do ano. O plano é iniciar os pagamentos via modestas melhoras operacionais.

A GM vai começar a fazer pagamentos de parcelas trimestrais de US$ 1 bilhão em 31 de dezembro. Ao mesmo tempo, a montadora vai também começar a pagar um empréstimo de US$ 1,4 bilhão feito pelo Canadá a um ritmo de US$ 200 milhões por trimestre.

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1. Lehman Brothers (banco) – 15 setembro de 2008 – 691 bilhões de dólares

2. Washington Mutual (banco) – 26 setembro de 2008 – 327,9 bilhões de dólares

3. WorldCom (telecomunicações) – 21 julho de 2002 – 103,9 bilhões

4. General Motors (automóvel) – 1º junho de 2008 – 91,0 bilhões

5. CIT (banco das PME) – 1ª novembro de 2009 – 71 bilhões de dólares

6. Enron (energia) – 2 de dezembro de 2001 – 65,5 bilhões

7. Conseco (seguro) – 17 dezembro de 2002 – 61,4 bilhões

8. Chrysler (automóvell) – 30 abril de 2009 – 39,3 bilhões de dólares

9. Pacific Gas and Electric (energia) – 6 de abril de 2001 – 36,1 bilhões

10. Texaco (petróleo) – 21 abril de 1987 – 34,9 bilhões

11. Financial Corporation of America (banco) – 9 setembro de 1988 – 33,8 bilhões

12. Refco (corretora) – 17 outubro de 2005 – 33,3 bilhões

13. Indymac (banco) – 31 julho de 2008 – 32,7 bilhões

14. Global Crossing (telecomunicações) – 28 janeiro de 2002 – 30,1 bilhões

15. Bank of New England (banco) – 7 janeiro de 1991 – 29,7 bilhões

16. Lyondell (química, filial do grupo holandêss LyondellBasell) – 6 janeiro de 2009 – 27,4 bilhões

17. Calpine (energia) – 20 dezembro de 2005 – 27,2 bilhões

18. New Century Financial Corporation – 2 de abril de 2007 – 26,1 bilhões

19. United Airlines (companhia aérea) – 9 dezembro de 2002 – 25,2 bilhões

20. Colonial Bank (banco) – 14 agosto de 2009 – 25 bilhões de dólares

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Fritz Henderson, presidente e executivo-chefe da montadora General Motors (GM), disse durante entrevista coletiva que “hoje é um dia difícil, mas muito importante” para a companhia, porque marca o início da reinvenção da montadora automobilística.

“Hoje, a velha GM é história. Hoje começa a nova General Motors”, declarou.
Henderson explicou a situação na qual se encontra a empresa e os planos futuros da companhia em uma entrevista coletiva realizada em Nova York horas depois de a montadora americana protagonizar o maior pedido de concordata da história dos Estados Unidos.

Durante uma hora, o dirigente da General Motors manteve o mesmo tom otimista que o expressado pelo presidente Barack Obama durante uma entrevista coletiva na Casa Branca e na qual o chefe de Estado disse que a concordata dá à GM “a oportunidade de renascer”.

Henderson disse que hoje “é um momento de definição na história” da companhia e que, graças aos acordos alcançados com os Governos de EUA, Canadá, o sindicato United Auto Workers (UAW) e “a maioria dos credores”, a nova companhia será menor e dirigida ao cliente.

Ele também repetiu que nunca desejou declarar a quebra da firma, mas que o processo judicial iniciado hoje, e o qual espera que dure entre 60 e 90 dias, “permitirá (à empresa) chegar” ao novo “destino” e de forma rápida.

Para o executivo, “o mais difícil” foi o fechamento de unidades (14 até 2012) e a eliminação de milhares de postos de trabalho.

Sobre as subsidiárias da GM fora dos EUA e do Canadá, reconheceu que foram afetadas pela queda da demanda nos Estados Unidos, mas o CEO da GM esclareceu que as “operações no México não estão incluídas na quebra”.

Henderson repetiu que a declaração de falência “não terá impacto” na Europa, na América do Sul ou na Ásia e que, nestes lugares, as subsidiárias seguirão operando “sem interrupções”.

Finalmente, o executivo pediu aos clientes da velha GM que não abandonem a montadora e que “nos deem outra oportunidade”.

Fonte: Site UOL

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As dez marcas mais valiosas do Brasil:

Posição

Marca

Marca em Bilhões R$

1

Bradesco

16,265

2

Itaú

11,814

3

Banco do Brasil

7,415

4

Volkswagen

6,629

5

AmBev

6,398

6

Vivo

5,934

7

Petrobras

5,904

8

General Motors

5,874

9

Oi/Telemar

5,474

10

Fiat

5,075

As dez marcas mais valiosas no Mundo:

Posição

Marca

Marca em Bilhões US$

1

Google

86,057

2

GE

71,379

3

Microsoft

70,887

4

Coca-Cola

58,208

5

China Móbile

57,225

6

IBM

55,335

7

Apple

55,206

8

McDonald’s

49,499

9

Nokia

43,975

10

Marlboro

37,324

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As bolsas da Ásia fecharam a semana em queda, com Tóquio liderando as perdas na região, afetadas pelo mau desempenho de Wall Street após a advertência da montadora norte-americana General Motors (GM) de que poderá entrar em concordata. Os temores de um aprofundamento da recessão global também vieram do recuo nas ações do Citigroup, que ontem atingiram menos de US$ 1 em Nova York.

O índice MSCI, que reúne as principais bolsas da região Asia-Pacífico com exceção do Japão, caía 0,22% às 7h22 (horário de Brasília). Entre os principais mercados, o Nikkei 225 de Tóquio sofreu forte baixa de 3,50%, para 7.173,10 pontos, registrando seu pior nível em 25 anos.

A desvalorização do dólar e do euro ante o iene, somada à notícia da GM e do Citigroup, derrubaram as ações de companhias exportadoras, automotivas e do setor bancário no Japão. A moeda norte-americana terminou o dia cotada a 97,33 ienes, contra 99,33 ienes da última sessão. Já a divisa européia fechou negociada a 125,63 ienes, ante 123,61 ienes do dia anterior.

Os papéis da Canon, Sony, Toyota e Honda, por exemplo, recuaram 2,01%, 3,81%, 2,85% e 4,87%, respectivamente. Os títulos da Nissan diminuíram 1,21% depois que a montadora autorizou hoje seus funcionários no Japão a trabalharem em um segundo emprego, para que elevem sua renda mensal após cortes salariais divulgados pela companhia para este mês. Já entre os bancos, as ações do Mitsubishi UFJ Financial perderam 4,28%.

O destaque em Tóquio ficou para a Pioneer. Os papéis da fabricante de produtos eletrônicos despencaram 8,82% após a empresa revelar que não pagará dividendos aos acionistas no ano fiscal de 2008, pela primeira vez desde 1961. A decisão foi atribuída à expectativa de um prejuízo líquido recorde de 130 bilhões de ienes no período.

Em Seul, o índice Kospi recuou 0,29%, para 1.055,03 pontos, influenciado negativamente pela redução de 15,2% na produção de veículos em fevereiro na Coreia do Sul. Os mercados na Austrália, Cingapura, Filipinas, Indonésia, Malásia e Nova Zelândia também terminaram a semana no vermelho.

Em Hong Kong, o referencial Hang Seng perdeu 2,37%, para 11.921,52 pontos. Já na China, o indicador Xangai Composto apresentou queda de 1,26%, aos 2.193,01 pontos. As baixas na sessão chinesa foram minimizadas pelas esperanças de que o governo local ampliará o pacote de estímulo econômico de 4 trilhões de iuanes (US$ 585 bilhões) anunciado em novembro passado. O aumento nos empréstimos realizados por bancos do gigante asiático em janeiro, para um total de US$ 230 bilhões, também conteve parte das perdas no pregão.

(Marcel Salim – InvestNews)

Fonte: Gazeta Mercantil

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Os principais índices norte-americanos terminaram o dia sem tendência definida, com valorização das ações das empresas de tecnologia, mas que não foi suficiente para impulsionar o Dow Jones, que voltou a ceder terreno devido às preocupações com a economia dos Estados Unidos. Na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE, na sigla em inglês), o índice Dow Jones Industrial Average registrou desvalorização de 0,80%, aos 7.936,75 pontos. O S&P 500 perdeu 0,05%, para 825,43 pontos. E na bolsa eletrônica, o índice composto Nasdaq avançou 1,22%, para 1.494,43 pontos. Os índices abriram em queda acentuada, depois que o Departamento do Comércio dos Estados Unidos anunciou a sexta queda consecutiva dos gastos dos consumidores, a série de quebras mais longa da história. A divulgação da atividade industrial dos Estados Unidos (ISM Index, na sigla em inglês) atenuou as perdas. O índice ensaiou uma pequena melhora em janeiro, ao atingir 35,6 pontos, mas ainda assim demonstra a quinta queda seguida, iniciada em agosto de 2008, período do agravamento da crise financeira mundial. As empresas de tecnologia impediram uma queda maior dos índices acionários. A Microsoft subiu 4,27%, para US$ 17,83, assim como a Intel, que subiu 5,66%, para US$ 13,63. No terreno negativo, pressionaram os índices as ações da General Electric, que caíram 4,20%, para US$ 11,62 e da General Motors, que perderam 3,99%.

Fonte: Gazeta Mercantil

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NEGOCIOS-AUTOS-GM-CORTES

O volume de vendas de carros vendidos pela General Motors(GM) sofreu queda de 26% no quarto trimestre de 2008, destarte foram vendidos 1,7 milhões de unidades.

Durante todo ano a queda foi de 11%, com vendas de 8,35 milhões de veículos, depois de 77 anos, quando superou a Ford em meio a uma crise no ano de 1932, chegou à vez de a GM ser superada pela montadora, também em meio a uma crise sem precedentes.

 

A diferença foi pequena, enquanto a GM vendeu 8,35 milhões de veículos a Toyota vendeu 8,9 milhões, apresentando uma queda de 4% em relação a 2007.

 

Isso tudo é apenas mais um reflexo dessa crise que assola o mundo inteiro, misturada com um certo comodismo por parte da ex-gigante mundial, enquanto a Toyota apostava em carros menores e mais econômicos a General Motors ainda vendia carros enormes e beberrões.

 

Outro fator foi o custo, como a Toyota não apresenta os enormes custos trabalhistas que a rival americana apresenta, ela teve uma margem maior para a reduzir preços, enquanto a GM se perdia em benefícios a funcionários aposentados.

 

A crise é tão grave que no final de 2008 a GM considerou a hipótese de vender a sua sede social em Detroit.

 

Infelizmente essa crise não afeta apenas a GM, grandes companhias como a Ford, Chrysler, Nissan, Renault e inclusive a Honda que recentemente fechou sua equipe na Fórmula 1, alegando problemas de caixa.

 

Josué Silva

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