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Posts Tagged ‘GM’

O site da rede americana CNN elegeu as 50 maiores rivalidades no mundo dos negócios de todos os tempos. Embora algumas empresas citadas tenham negócios focados no mercado dos Estados Unidos e a briga faça mais sentido para seus consumidores, a maioria das companhias têm negócios globais.

Nenhuma empresa brasileira é citada, mas grande parte das que foram atuam no Brasil. O maior exemplo é a rivalidade número 1: Coca-Cola x Pepsi, que, segundo a publicação, envolveu “armas” como Papai Noel, Michael Jackson e o ex-presidente dos EUA Bill Clinton para ganhar a batalha.

Para as 11 maiores rivalidades, a CNN elege o vencedor.

Confira a lista:
1 – Coca-Cola x Pepsi (ramo de bebidas. Vencedor: Coca-Cola)
2 – Ford x GM (ramo de veículos. Vencedor: empate)
3 – Thomas Edison x Nikola Tesla (empresários do ramo de energia elétrica. Vencedor: Nikola Tesla)
4 – AT&T x MCI (empresas do setor de telefonia nos EUA. Vencedor: MCI)
5 – Nike x Reebok (ramo de calçados. Vencedor: Nike)
6 – Bill Gates x Steve Jobs (empresários do ramo da computação. Vencedor: Steve Jobs)
7 – Veneza x Gênova (cidades italianas que disputavam a hegemonia do comércio no final do século 12. Vencedor: Veneza)
8 – HP x IBM (ramo de informática. Vencedor: IBM)
9 – Airbus x Boeing (ramo de aviação. Vencedor: empate)
10 – Union Pacific x Central Pacific (ramo de transportes ferroviários nos EUA. Vencedor: empate)
11 – McDonald’s x Burger King (fast food. Vencedor: McDonald’s)
12 – R.J. Reynolds x Philip Morris (ramo de tabaco)
13 – Hertz x Avis (ramo de aluguel de veículos)
14 – Procter & Gamble x Unilever (ramo de produtos de limpeza e beleza)
15 – Netscape x Microsoft (ramo de informática)
16 – Visa x MasterCard (ramo de cartões de crédito)
17 – Ferrari x Lamborghini (ramo de carros esportivos)
18 – Macy’s x Gimbels (ramo de lojas de departamentos)
19 – Budweiser x Miller (ramo de cervejas)
20 – Adidas x Puma (ramo de calçados)
21 – CVS x Walgreens (ramo de farmácias nos EUA)
22 – UPS x FedEx (ramo de transporte de cargas)
23 – Hearst x Pulitzer (ramo da indústria jornalística)
24 – Bayer x Tylenol (ramo de indústria famacêutica)
25 – Duracell x Energizer (ramo de pilhas)
26 – Wal-Mart x Target (ramo de varejo)
27 – Nyse x Nasdaq (ramo de bolsa de valores)
28 – Oreo x Hydrox (marcas de bolachas)
29 – Hasbro x Mattel (indústrias de brinquedos)
30 – Dunkin’ Donuts x Starbucks (ramo de cafés e lanches)
31 – Oracle x Salesforce (ramo de softwares)
32 – Fender x Gibson (ramo de guitarras)
33 – Canon x Nikon (ramo de câmeras fotográficas)
34 – U.S. Steel x Bethlehem Steel (fabricantes de aço)
35 – Sears x J.C. Penney (ramo de lojas de departamento)
36 – Cornelius Vanderbilt x Jay Gould (empresários da indústria de transportes nos EUA)
37 – J.P. Morgan x Goldman Sachs (bancos de investimento)
38 – Sotheby’s x Christie’s (casas de leilões)
39 – Louis B. Mayer x Jack Warner (empresários da indústria cinematográfica)
40 – Blockbuster x Netflix (empresas de aluguel de filmes)
41 – Pan Am x TWA (companhias aereas)
42 – Comcast x Verizon (setor de telecomunicações)
43 – Greyhound x Trailways (empresas de ônibus nos EUA)
44 – Sony x Nintendo (empresas de games)
45 – Estée Lauder x L’Oréal (ramo de produtos de beleza)
46 – Google x Facebook (empresas serviços de internet)
47 – Michael Eisner x Jeffrey Katzenberg (empresários da indústria de entretenimento)
48 – Marvel Comics x DC Comics (empresas do ramo de quadrinhos)
49 – BMW x Mercedes-Benz (fabricantes de veículos)
50 – Netflix x Amazon (empresas de venda de conteúdo por internet)

Fonte: CNN

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A GM (General Motors) informou hoje que perdeu US$ 1,2 bilhão no trimestre passado. A empresa anunciou a saída da proteção do capítulo 11 da Lei de Falências americana em 10 de julho. Esse é o primeiro balanço trimestral da montadora após a concordata.

A perda é menor que a verificada em trimestres anteriores e foi recebida por analistas como sinal de que a empresa começa a se recuperar da crise em que se encontra.

A GM anunciou planos para começar a pagar empréstimos de US$ 6,7 bilhões ao Tesouro norte-americano até o final do ano. O plano é iniciar os pagamentos via modestas melhoras operacionais.

A GM vai começar a fazer pagamentos de parcelas trimestrais de US$ 1 bilhão em 31 de dezembro. Ao mesmo tempo, a montadora vai também começar a pagar um empréstimo de US$ 1,4 bilhão feito pelo Canadá a um ritmo de US$ 200 milhões por trimestre.

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Fritz Henderson, presidente e executivo-chefe da montadora General Motors (GM), disse durante entrevista coletiva que “hoje é um dia difícil, mas muito importante” para a companhia, porque marca o início da reinvenção da montadora automobilística.

“Hoje, a velha GM é história. Hoje começa a nova General Motors”, declarou.
Henderson explicou a situação na qual se encontra a empresa e os planos futuros da companhia em uma entrevista coletiva realizada em Nova York horas depois de a montadora americana protagonizar o maior pedido de concordata da história dos Estados Unidos.

Durante uma hora, o dirigente da General Motors manteve o mesmo tom otimista que o expressado pelo presidente Barack Obama durante uma entrevista coletiva na Casa Branca e na qual o chefe de Estado disse que a concordata dá à GM “a oportunidade de renascer”.

Henderson disse que hoje “é um momento de definição na história” da companhia e que, graças aos acordos alcançados com os Governos de EUA, Canadá, o sindicato United Auto Workers (UAW) e “a maioria dos credores”, a nova companhia será menor e dirigida ao cliente.

Ele também repetiu que nunca desejou declarar a quebra da firma, mas que o processo judicial iniciado hoje, e o qual espera que dure entre 60 e 90 dias, “permitirá (à empresa) chegar” ao novo “destino” e de forma rápida.

Para o executivo, “o mais difícil” foi o fechamento de unidades (14 até 2012) e a eliminação de milhares de postos de trabalho.

Sobre as subsidiárias da GM fora dos EUA e do Canadá, reconheceu que foram afetadas pela queda da demanda nos Estados Unidos, mas o CEO da GM esclareceu que as “operações no México não estão incluídas na quebra”.

Henderson repetiu que a declaração de falência “não terá impacto” na Europa, na América do Sul ou na Ásia e que, nestes lugares, as subsidiárias seguirão operando “sem interrupções”.

Finalmente, o executivo pediu aos clientes da velha GM que não abandonem a montadora e que “nos deem outra oportunidade”.

Fonte: Site UOL

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As dez marcas mais valiosas do Brasil:

Posição

Marca

Marca em Bilhões R$

1

Bradesco

16,265

2

Itaú

11,814

3

Banco do Brasil

7,415

4

Volkswagen

6,629

5

AmBev

6,398

6

Vivo

5,934

7

Petrobras

5,904

8

General Motors

5,874

9

Oi/Telemar

5,474

10

Fiat

5,075

As dez marcas mais valiosas no Mundo:

Posição

Marca

Marca em Bilhões US$

1

Google

86,057

2

GE

71,379

3

Microsoft

70,887

4

Coca-Cola

58,208

5

China Móbile

57,225

6

IBM

55,335

7

Apple

55,206

8

McDonald’s

49,499

9

Nokia

43,975

10

Marlboro

37,324

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As bolsas da Ásia fecharam a semana em queda, com Tóquio liderando as perdas na região, afetadas pelo mau desempenho de Wall Street após a advertência da montadora norte-americana General Motors (GM) de que poderá entrar em concordata. Os temores de um aprofundamento da recessão global também vieram do recuo nas ações do Citigroup, que ontem atingiram menos de US$ 1 em Nova York.

O índice MSCI, que reúne as principais bolsas da região Asia-Pacífico com exceção do Japão, caía 0,22% às 7h22 (horário de Brasília). Entre os principais mercados, o Nikkei 225 de Tóquio sofreu forte baixa de 3,50%, para 7.173,10 pontos, registrando seu pior nível em 25 anos.

A desvalorização do dólar e do euro ante o iene, somada à notícia da GM e do Citigroup, derrubaram as ações de companhias exportadoras, automotivas e do setor bancário no Japão. A moeda norte-americana terminou o dia cotada a 97,33 ienes, contra 99,33 ienes da última sessão. Já a divisa européia fechou negociada a 125,63 ienes, ante 123,61 ienes do dia anterior.

Os papéis da Canon, Sony, Toyota e Honda, por exemplo, recuaram 2,01%, 3,81%, 2,85% e 4,87%, respectivamente. Os títulos da Nissan diminuíram 1,21% depois que a montadora autorizou hoje seus funcionários no Japão a trabalharem em um segundo emprego, para que elevem sua renda mensal após cortes salariais divulgados pela companhia para este mês. Já entre os bancos, as ações do Mitsubishi UFJ Financial perderam 4,28%.

O destaque em Tóquio ficou para a Pioneer. Os papéis da fabricante de produtos eletrônicos despencaram 8,82% após a empresa revelar que não pagará dividendos aos acionistas no ano fiscal de 2008, pela primeira vez desde 1961. A decisão foi atribuída à expectativa de um prejuízo líquido recorde de 130 bilhões de ienes no período.

Em Seul, o índice Kospi recuou 0,29%, para 1.055,03 pontos, influenciado negativamente pela redução de 15,2% na produção de veículos em fevereiro na Coreia do Sul. Os mercados na Austrália, Cingapura, Filipinas, Indonésia, Malásia e Nova Zelândia também terminaram a semana no vermelho.

Em Hong Kong, o referencial Hang Seng perdeu 2,37%, para 11.921,52 pontos. Já na China, o indicador Xangai Composto apresentou queda de 1,26%, aos 2.193,01 pontos. As baixas na sessão chinesa foram minimizadas pelas esperanças de que o governo local ampliará o pacote de estímulo econômico de 4 trilhões de iuanes (US$ 585 bilhões) anunciado em novembro passado. O aumento nos empréstimos realizados por bancos do gigante asiático em janeiro, para um total de US$ 230 bilhões, também conteve parte das perdas no pregão.

(Marcel Salim – InvestNews)

Fonte: Gazeta Mercantil

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O presidente Barack Obama afirmou que sua equipe identificou gastos que podem ser cortados no Orçamento dos Estados Unidos e que vão representar economia de US$ 2 trilhões na próxima década

“Nesse orçamento, iremos encerrar programas de educação que não funcionam e acabaremos com pagamentos diretos a grandes agronegócios que não os necessitam”, disse, sem detalhar quais áreas de agronegócio terão redução.

“Iremos eliminar os contratos sem concorrência que gastaram bilhões no Iraque, e reformaremos nosso Orçamento da defesa para que não paguemos por um sistema de armas da era da Guerra Fria que não usamos mais”, afirmou Obama em relação aos gastos com armamento.

“Iremos acabar com o desperdício, fraude e abuso no nosso programa Medicare que não deixam nossos idosos mais saudáveis, e restauraremos um sentido de justiça e equilíbrio no nossa arrecadação, finalmente acabando com a isenção de impostos de empresas que mandam nossos empregos para o exterior.

Obama ressaltou que seus assessores estão examinando o Orçamento em busca de gastos dispensáveis para reduzir pela metade o déficit orçamentário calculado em US$ 1,3 trilhões.

O presidente voltou a apelar para a união dos americanos para vencer a crise financeira internacional e afirmou que os Estados Unidos têm o povo mais trabalhador e, por isso, vão “emergir mais fortes do que antes”.

“O peso desta crise não irá determinar o destino desta nação. As respostas para os nossos problemas não estão além do nosso alcance. Elas existem nos nossos laboratórios e universidades; nos nossos campos e fábricas; na imaginação dos nossos empreendedores e o orgulho do povo mais trabalhador da Terra. Essas qualidades que fizeram da América a maior fonte de progresso e prosperidade na história humana nós ainda temos em ampla medida. O que é necessário agora é esse país se unir, confrontar com coragem os desafios que enfrentamos e se responsabilizar pelo nosso futuro mais uma vez”, afirmou.

 

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Obama afirmou que a crise que assola o país é fruto de ações de governantes, bancos e cidadãos. “Regulamentações foram aprovadas em nome do rápido lucro ao custo de um mercado saudável. Pessoas compararam casas que sabiam que não podiam pagar de bancos e credores que empurraram esses empréstimos ruins de qualquer forma. E, enquanto isso, debates críticos e decisões difíceis foram adiadas para outro momento ou outro dia”.

Para resolver os problemas financeiros, Obama falou em “agir com coragem e sabedoria”, reafirmou que o plano econômico deve salvar ou criar mais de 3 milhões de empregos e que 95% das residências terão redução de impostos.

“Agora é a hora de fomentar a criação de empregos, recomeçar os empréstimos, e investir em áreas como energia, saúde e educação, o que fará nossa economia crescer, mesmo se tivermos de fazer escolhas difíceis para diminuir nosso déficit”, afirmou.

“O plano de resgate e o plano de estabilidade financeira são os passos imediatos que estamos tomando para reativar nossa economia no curto prazo. Mas a única forma para restaurar completamente a força da economia da América é fazendo investimentos de longo prazo que irão levar a novos empregos, novas indústrias e uma habilidade renovada de competir com o resto do mundo.”

Obama afirmou que as indústrias automotivas terão apoio do governo. “O país que inventou o automóvel não pode abandoná-lo. Milhões de empregos dependem disso. Dezenas de comunidades dependem disso”.

É muito importante o presidente da maior nação do mundo discursar e mostrar ao mundo a que veio.

Mas até agora não conseguimos ver ações que realmente façam algum efeito, sabemos que a educação norte americana precisa ser reestruturada, a saúde deles também anda tão ruim quanto a nossa isso também é verdade.

Mas oque hoje o mercado quer ouvir é algo que faça efeito diante dessa crise que desmorona o mundo a cada abertura de jornal.

A última noticia que tivemos é que o governo estará estatizando aproximadamente 40% do Citibank. Alem do Citigroup já temos informações de que o governo americano esta forçando um pedido de falência da Chrysler e GM. Não sabemos oque um pedido de falência como esse poderia acarretar é preciso que o governo tome medidas claras e salve essas grandes corporações de uma possível falência, porque caso elas venham realmente quebrar não só os EUA quebraram, mas o mundo inteiro ira a reboque.

Também temos visto o governo atacar o sistema de defesa armas e guerra dos EUA em relação às gestões passadas. Se Bush errou ao dar prioridade ao sistema bélico é hora de consertar e olhar pra frente.

Acredito que também não podemos culpar o mercado por ter comprado e vendido casas que não podiam pagar, porque isso foi fruto de uma bolha especulativa imobiliária que num primeiro momento deu muito dinheiro e trouxe muita prosperidade ao mundo.

E no exato momento em que tudo isso ocorria o Presidente estava ocupando uma cadeira no Senado, logo ele tinha poder para ir contra tudo oque aconteceu. Não sou contra Obama, só acho que ele deve começar a gerir logo essa massa falida que os EUA esta se tornando, porque caso contrário teremos uma avalanche no mercado internacional.

Josué Silva

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NEGOCIOS-AUTOS-GM-CORTES

O volume de vendas de carros vendidos pela General Motors(GM) sofreu queda de 26% no quarto trimestre de 2008, destarte foram vendidos 1,7 milhões de unidades.

Durante todo ano a queda foi de 11%, com vendas de 8,35 milhões de veículos, depois de 77 anos, quando superou a Ford em meio a uma crise no ano de 1932, chegou à vez de a GM ser superada pela montadora, também em meio a uma crise sem precedentes.

 

A diferença foi pequena, enquanto a GM vendeu 8,35 milhões de veículos a Toyota vendeu 8,9 milhões, apresentando uma queda de 4% em relação a 2007.

 

Isso tudo é apenas mais um reflexo dessa crise que assola o mundo inteiro, misturada com um certo comodismo por parte da ex-gigante mundial, enquanto a Toyota apostava em carros menores e mais econômicos a General Motors ainda vendia carros enormes e beberrões.

 

Outro fator foi o custo, como a Toyota não apresenta os enormes custos trabalhistas que a rival americana apresenta, ela teve uma margem maior para a reduzir preços, enquanto a GM se perdia em benefícios a funcionários aposentados.

 

A crise é tão grave que no final de 2008 a GM considerou a hipótese de vender a sua sede social em Detroit.

 

Infelizmente essa crise não afeta apenas a GM, grandes companhias como a Ford, Chrysler, Nissan, Renault e inclusive a Honda que recentemente fechou sua equipe na Fórmula 1, alegando problemas de caixa.

 

Josué Silva

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