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Posts Tagged ‘governo’

A ordem do dia tem sido falar mal de empresas de “marketing multinível” as mais famosas são a Telexfree, BBom, Cidiz, Nnex, Priples e Multiclick.

Já sabemos que esse tipo de negócio é totalmente inviável e insustentável, pois as altas comissões pagas aos que já estão são pagas com o dinheiro de quem entra, e a mercadoria vendida por essas empresas quase nunca existe.

Sabemos que existem empresas sérias operando nesse setor de marketing multinível, mas como em todos os setores da economia existem empresários que abusam da boa fé das pessoas, que em alguns casos entram no negócio de boa fé, e muitas vezes entram sabendo dos riscos que correm ao fazer parte de um negócio como esse.

Não estou aqui para defender as empresas do setor, se eles quiserem um defensor que contrate hum, a minha intenção com esse texto é discorrer sobre os dois pesos e duas medidas que podemos observar até o momento.

Houve a explosão do negocio Telexfree, muita gente ganhou dinheiro e outras não, até o momento as contas da empresa foram bloqueadas judicialmente e ninguém podem entrar no negocio e quem esta, não esta mais recebendo seu recurso prometido.

Faço um paralelo desse caso com os inúmeros escândalos envolvendo políticos, até o momento nenhum político foi preso ou teve seus bens bloqueados pela justiça.

Dias atrás tivemos um levante da população paulistana, pedindo não apenas a redução da tarifa do transporte, mas queriam mais educação, saúde, segurança e direito a uma habitação digna. E também mais transparência por parte do governo em relação aos gastos públicos.

Qual foi a resposta do governo até o momento? Nenhuma.

Pelo contrário, surgiram denuncias de uso de aviões da FAB para uso particular e alguns representantes do povo devolveram ao erário a quantia que seria gasta caso fosse pagar pelo uso de uma aeronave comercial e ficou por isso mesmo.

A pergunta do dia é, porque tanto rigor com o mercado e quase nenhum rigor quando o problema é na própria carne?

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Por João SandriniRafael Brandimarti  

(SÃO PAULO) – A demora do Banco Central em subir os juros tem gerado uma série de críticas no mercado financeiro. Os questionamentos vão de uma suposta leniência com a inflação até sobre uma possível falta de autonomia do Banco Central para tomar medidas impopulares sob o governo Dilma. Para o professor e economista Delfim Netto, entretanto, as duras críticas não fazem sentido. “O Tombini não é sujeito de fazer o que mandam”, dispara Delfim, que comandou os ministérios da Fazenda, da Agricultura e do Planejamento durante 13 anos do regime militar e também foi deputado federal por duas décadas. “No instante em que o BC decidir que precisa subir os juros, vai subir os juros. Se não deixar, ele [Tombini] pega o chapéu e vai embora. Aí, sim, teremos um problema.” Leia a seguir os principais trechos da entrevista ao InfoMoney:

IM – A inflação atual assusta?

Delfim Netto – Temos uma inflação por excesso de demanda, que está maior que a oferta. O ajuste se faz subindo o nível de preços. Aí vem alguém e diz que a solução é aumentar os juros. O problema é que, se o juro real sobe, há uma redução da demanda, mas também há uma redução da oferta. É verdade que a demanda cai mais e que isso diminui a pressão inflacionária. Mas às custas de quê? De uma redução do PIB e de um aumento do nível de desemprego. Então a solução virtuosa seria o governo cortar seu déficit fiscal para conter o excesso de demanda. O déficit é de 2,5% do PIB e poderia ser de 1%. Seria uma grande contribuição para reduzir a inflação.

IM – Os juros não são mais eficientes para conter os preços?

DN – A maior ilusão é achar que o Banco Central controla a inflação. O Brasil mudou. Há dez anos, a empregada doméstica aprendeu que podia ser manicure, a manicure aprendeu que podia trabalhar em um call center, a moça do call center arrumou um emprego no supermercado e a caixa do supermercado virou vendedora na loja de departamento. A moça que tomava banho com sabão de coco agora usa sabonete Dove. Você acha que existe alguma taxa de juros que a faça voltar a usar sabão de coco? Você imagina a tragédia de desemprego que seria necessária para fazer essa pessoa voltar a ser empregada doméstica? Subir os juros é solução do livro-texto. Mas não é assim que funciona a economia. Fazer política monetária não é como construir uma ponte, em que já se conhecem todos os cálculos, os materiais e os métodos de construção. A correlação entre juros e emprego é sempre negativa, mas é tênue e imprecisa. O paciente da ação da política monetária não é como o ferro, a areia e o cimento do engenheiro. O paciente é um canalha que pensa, que grita, que reclama e, pior de tudo, que vota. É por isso que só político pode salvar economista.

IM – É papel do Banco Central pensar no impacto eleitoral de suas medidas?

DN – A política econômica tem que levar em conta as consequências sobre o lado político. Não tenho a menor dúvida que o Tombini está mais afinado com a realidade do que a maioria de seus críticos. Apesar de o País crescer pouco, estamos quase em pleno emprego. O Tombini sabe que há um problema grave e estrutural no mercado de trabalho e que um dia ele vai ter que subir a taxa de juros, a não ser que ele seja ajudado pelo Ministério da Fazenda.

IM – Mas já não seria a hora de o BC parar de esperar e agir?

DN – A expectativa de inflação se deteriorou. Mas a experiência do mundo é que quando você tem um sistema de metas com banda, a inflação namora a banda de cima. A banda serve para dar certo conforto para enfrentar choques de oferta. Nós estamos vivendo claramente um choque de oferta na agricultura. Já no caso dos serviços, acho que é uma coisa muito mais séria. Há um desequilíbrio estrutural, em que se estimulou aumentos de salários muito acima do aumento da produtividade. Esse é um problema que terá de ser atacado, mas não é o BC que pode fazer isso. É o governo mandando um projeto de lei que permita a livre negociação [de salários e direitos trabalhistas].

IM – Até quando o BC poderá esperar por essas medidas?

DN – Isso é um jogo entre o BC e o mercado. Todos dizem que o BC está ampliando as expectativas de inflação ao esperar, mas eu acredito que eles estão certos na convicção de que, tão logo passe esse choque de oferta [dos alimentos], a inflação vai amenizar. Se o cenário não melhorar, eles vão de juros mesmo. Mas, se o argumento deles está correto, a inflação vai cair de qualquer jeito, elevando ou não os juros por conta do fim do choque de oferta. Aí o sujeito vai dizer que a inflação caiu porque subiu os juros e vai pedir mais 0,25 ponto percentual para colocar no bolso…

IM – A presidente e o ministro da Fazenda pressionam o BC a adiar a alta dos juros?

DN – É ilusão pensar que o Tombini está fazendo isso porque a Dilma quer ou porque o Mantega quer. O Tombini não é homem de dizer que precisa fazer algo e alguém vir e dizer que não pode. O Tombini não é sujeito de fazer o que mandam. É um profissional maduro, consciente do seu valor, apoiado numa assessoria de alta qualidade e que vai fazer aquilo que ele acha que é correto. O BC tem o melhor departamento econômico do Brasil, tem um grupo de economistas em estado de arte, que acredita em seus modelos, que tem orçamento, que está o tempo todo viajando, se informando. No instante em que o BC decidir que precisa subir os juros, vai subir os juros. Se não deixar, ele pega o chapéu e vai embora. Aí, sim, teremos um problema.

IM – Por que se disseminou a percepção de que o BC já não é tão independente quanto foi nos governos anteriores?

DN – Aqui tem uma galinhagem de que o Banco Central tem que ser independente. Banco Central tem que ser autônomo, mas não independente. É perfeitamente aceitável e recomendável que o ministro da Fazenda e o presidente do BC sentem na mesma mesa e conversem sobre a política monetária e política fiscal, que um diga que vai apertar um pouquinho o fiscal para que o outro aperte um pouquinho os juros.

IM – Então o BC do Tombini evoluiu em relação ao BC do Meirelles?

DN – O Meirelles é um sujeito hábil, esperto e competente. Mas o Meirelles obviamente não tinha o domínio da teoria que o Tombini tem. Mas isso não é uma evolução em relação ao Meirelles, é a situação que mudou. Provavelmente o Meirelles lidando com a atual situação seria outro Meirelles. E o Tombini na situação em que estava o Meirelles seria outro Tombini.

IM – A inflação nos patamares atuais não acaba corroendo a renda da população?

DN – A renda real não tem caído. Uma inflação de 5% não corrói a renda porque a correção do salário mínimo e dos salários em geral cresce mais que isso.

IM – Você acha crível esperar que o governo corte gastos?

DN – Se ele não cortar, não vai ter saída. A inflação não será controlada. Se bater no teto, as coisas vão ficar quentes. Se bater no teto e voltar, a coisa acomoda. Mas não tem nenhuma garantia de que isso acontecerá. Aí vai ter que fazer o aumento mesmo, não tem remédio.

Leia a entrevista completa na próxima edição da Revista InfoMoney, que chega às bancas em maio.

Fonte: Site Infomoney

http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/2720486/tombini-nao-sujeito-fazer-que-mandam-diz-delfim-netto

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O Pastor e Deputado Marco Feliciano, tem tomado conta do noticiário ultimamente, simplesmente pelo fato de ele ser um Pastor e ter como orientação sexual o não casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Oque me chama a atenção é que do dia para a noite surgiu uma chusma de ativistas contra a manutenção do parlamentar na Comissão de Direitos Humanos.

Hoje ele saiu da posição de Pastor e Deputado para se tornar um leproso repugnado pela sociedade civil como um bandido inescrupuloso.

Acredito que a fé e a orientação do Pastor não interfere no seu trabalho, até porque não se mistura trabalho com fé, muitas são as acusações contra o mesmo, mas é preciso lembrar que ninguém acorrentou as pessoas que estavam na igreja dele, quem deu um carro, o fez porque quis!

Em relação ao dizimo, ele é crente e segue a Bíblia, veja o que diz em Malaquias, Capitulo 3, versículos 8, “Pode um homem roubar de Deus? Contudo vocês estão me roubando. E ainda perguntam: ‘Como é que te roubamos? ’ Nos dízimos e nas ofertas.

Oque me chama atenção é que passamos por inúmeros momentos críticos no Brasil, desde a era Collor, e em momento algum eu ví, tamanha clemência por justiça!

E olha que passamos por momentos ímpares, tivemos inúmeras denuncias de irregularidades em todas as esferas de Governo e nada aconteceu.

Quem se lembra do caso de um grande Deputado da região Nordeste do Brasil que mantinha trabalho escravo em suas fazendas?Oque dizer de outro parlamentar que usava verba pública para pagar as contas da amante?

Não me lembro de nenhum ativista, indo em Brasília ou na porta da fazenda desse Deputado pedindo a renuncia dele no cargo de parlamentar.

A meu ver isso tem um pano de fundo, que é a perseguição aos cristãos, não sou contra o cidadão praticar sodomia, oque a meu ver esta ocorrendo é um linchamento público aos heterosexuais.

Acredito que se queremos uma sociedade justa e igual para todos, devemos lutar pelos direitos de todos, não apenas de uma classe, porque os trabalhadores escravos sofreram tanto quanto os gays sofrem hoje, e ninguém lutou por eles.

Por isso, seja você gay, lésbica ou heterosexual pense nisso, não devemos lutar somente por nós, devemos lutar por todos e hoje oque vejo é uma luta de uma classe.

Boa sorte ao Pastor e boa sorte aos gays e cidadãos que me lêem!

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Tenho 34 anos, estou finalizando meu curso de economia em uma universidade de ponta, tenho inglês intermediário, passei no CPA-10 com 96% de acerto, já trabalhei em uma fomento, em duas corretoras de valores, já fiz a gestão de um Clube de Investimentos, já trabalhei no Governo e também em empresa pública, fui funcionário em uma empresa na iniciativa privada, e por ultimo, fui empresário.

Hoje me encontro encostado na fila por um novo emprego, até o ano passado eu não encontrava emprego porque não tinha o CPA-10, depois que passei, comecei a ouvir: “nossa que nota boa você teve, mas queremos o CPA-20” não tinha inglês comecei a me dedicar e hoje tenho nível intermediário, mas agora o mercado quer inglês fluente.

Hoje aos 34 anos um hunter me disse, “ Josué, você já esta ficando velho, e mais você teve boas experiências e o fato de você ter tido uma empresa deixa o recrutador com a pulga atrás da orelha, porque ele imagina que você não vai querer receber ordens, uma vez que você já foi empresário.”

Fica uma pergunta, cento e uma de cem empresas, procuram pessoas jovens, (34 anos na minha concepção não é velho), talentosas, com espírito empreendedor, dinâmico, e responsável. Quem já teve empresa, preenche todos esses requisitos.

A meu ver existe um modelo ideal no mercado, 25 anos, graduado, iniciando uma pós graduação, pelo menos inglês fluente, caucasiano, sobrenome difícil de soletrar e bem relacionado.

Só que é impossível arrumar alguém que preencha todos esses requisitos, infelizmente estamos vivendo a ditadura dos 30, se passou dele é velho e se esta antes dele você não tem experiência adequada.

Eu acredito que o jovem deve ser valorizado sim, mas os mais velhos devem ser valorizados ao quadrado, pois somos nos que iremos passar nosso conhecimento e aprendizado as novas gerações.

Hoje oque vemos é um completo desrespeito aos mais velhos, antes dos 30 temos todas as chances, depois existe uma série de obstáculos que até parece que estamos pedindo um favor ao recrutador é preciso que mude essa concepção, pois a experiência de vida é algo que nenhuma escola vai nos oferecer, muito menos nenhum cargo gerencial!

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A Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) divulgou na semana passada estudo que estabelece novos critérios para a identificação da classe média brasileira e a define como o grupo composto por famílias com renda per capita entre R$ 291 e R$ 1.019. Atualmente, esse universo representa 54% da população do país.

Com isso podemos definir que as famílias com renda superior a R$1.019 reais são ricas!

Vamos aos números:

Segundo o DIEESE a cesta básica em S. Paulo custa em média R$ 277 Reais, água luz e telefone mais ou menos R$ 200,00 e a locação de uma casa bem pequena na periferia tem um custo aproximado de R$ 500,00. Somando tudo isso, chegamos a um custo fixo mensal de R$ 977 Reais, menos R$ 1.019,00, sobra R$ 41,73. Essa conta é para uma pessoa que mora sozinha, dividindo R$ 41,73 por 30 dias, nossa nova classe media tem exatamente R$ 1,39 por dia para gastar. Não tomará nem um café no bar da esquina.

É impressionante como nosso governo tenta imprimir um Brasil que não existe, segundo o Censo de 2010 realizado pelo IBGE, o Estado de S.Paulo conta com 4,09% de sua população analfabeta

Nosso índice de analfabetismo é semelhante ao da China e Singapura que tem 4,1% de analfabetos.

Gostaria muito de conhecer esse Brasil com esse baixo índice de analfabetos, porque basta abrir a internet que observaremos como as pessoas não sabem utilizar a gramática corretamente, conheço várias pessoas que tem dificuldades extremas em utilizar a gramática corretamente e mesmo assim ela conseguem se formar no 3º ano colegial da rede publica..

Agora temos mais essa boa noticia do Governo, onde a classe media brasileira é composta por grupos com renda a partir de R$ 291,00.

Infelizmente estamos mais uma vez sendo enganados com números oficiais, definidos por pessoas que não vivem a realidade dos fatos.

Sinceramente eu gostaria que um desses estudiosos vivesse apenas um mês com um salário de R$ 1.019,00 para saber que é impossível viver dignamente com essa quantia.

Infelizmente vivemos num país para Inglês ver, os alunos fazem de conta que aprendem, os professores fingem que ensinam, os governantes e intelectuais fingem que o Brasil é emergente com ascensão das classes sociais e o povo finge que vive melhor hoje que ontem. E assim caminhamos todos rumos ao desenvolvimento!

Não sou sectário, quero apenas uma nação melhor.

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Ao assistir o filme Quanto Vale ou é Por Quilo, comecei há refletir um pouco sobre o papel das ONG’s. Eu já tinha uma visão crítica sobre esse pessoal e ao assistir o filme, minha crítica aumentou mais ainda, até porque eu já havia tido um contato sólido com esse mundo e pude ver como eles são podres.

 

Nunca presenciei roubos, embora sempre soube que eles roubam e roubam pra valer. Eu via coisas do tipo, não falo com assessor apenas com o prefeito, subprefeito, secretario, vereador, deputado etc.

 

Sabe não adianta aparecer na TV beijando uma criança suja, e nos bastidores desprezar alguém! Ou pisar nos seus funcionários, isso eu também já vi.

 

Mas hoje eu quero falar sobre algo mais amplo, muitos acreditam que o terceiro setor será a salvação do mundo, mas infelizmente eles estão totalmente enganados, porque esses lobos se travestem de cordeiro para comer o rebanho e ficar por isso mesmo.

 

Quantas ONG’s existem na Amazônia pra cuidar de índios e da mata? Centenas. Será que o interesse é cuidar mesmo dos índios? Ou é fazer pesquisas?!

 

No referido filme eles apresentaram um dado que eu já tinha ouvido falar, a três anos atrás aqui em São Paulo existia 10 mil crianças nas ruas e US$ 100 milhões de dólares nas mãos de ONG’s. Cada criança custava US$ 10 mil dólares pra cada ONG por ano, dividindo por 12 daria US$ 833 dólares por mês.

 

Com esse dinheiro era possível dar uma educação de qualidade, saúde e possivelmente fazer uma poupança para cada criança. Mas porque isso não aconteceu? É simples, viver da miséria alheia cria dividendos você cria uma imagem de bom garoto na sociedade e tem margem para aumentar seu produto, não precisa dizer que existem abatimentos nos impostos de renda e por ultimo é um bom lugar pra lavar dinheiro sujo e ainda posar de empreendedor social.

 

A brincadeira fica mais interessante, quando se cria uma fundação porque essas companhias não pagam impostos, destarte todo o patrimônio da empresa migra para a fundação. E em troca dos impostos e deveres tributários oque ela devolve para o governo e para sociedade? Meia dúzia de pobres sorrindo dizendo que estão super felizes e que a ONG ou a Fundação tal mudou a vida deles. Pura hipocrisia!

 

Sendo assim só posso concluir que as pessoas alem de hipócritas adoram ser enganadas.

 

Moral da história é altamente lucrativo trabalhar com o social, dinheiro do governo, tributos quase zero e status muito status!

 

Josué Silva  

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Findadas as eleições, muitos empossados e feridas cicatrizadas. Com a entrada do ano novo, chegou a hora de começar a trabalhar, quero dizer legislar e governar. Certo!?

Infelizmente não! Agora estamos no meio do recesso parlamentar e, além disso, muitos dos novos recém empossados Vereadores e Prefeitos já começaram a olhar para as eleições de 2010, onde poderão concorrer aos cargos de Governador e Deputado Estadual e Federal.

 

Parafraseando Boris Casoy, “Isso é uma Vergonha”, o candidato faz de tudo, promete mundos e fundos, pra depois de menos de dois anos legislando abandonar o cargo e se aventurar numa outra esfera de governo.

 

Sim é menos de dois anos legislando, porque se você contar os dois recessos um no final do ano e o outro no meio eles legislam por menos de dois anos.

 

Tal prática deveria ser abolida em nosso governo, porque se a pessoa se candidatou a vereador ou prefeito entende se que ele quer fazer a diferença na sua cidade, e não está usando aquele cargo apenas como trampolim para um cargo maior.

 

Pois esse período é muito pouco para realmente se fazer as mudanças necessárias em qualquer cidade, ainda mais numa cidade como São Paulo, onde ainda existem inúmeras carências e dificuldades.

 

Temos que repudiar esse tipo de postura. E como vamos fazer isso? É simples não votando nesses políticos covardes, que querem um cargo e depois na ganância por mais poder simplesmente concorrem a outros cargos no meio de seu pleito.

 

Deveria ser proibido esse tipo de prática, mas como não somos nós que fazemos as leis nesse país, deveríamos nos espelhar nos nossos vizinhos Argentinos que vão as ruas fazendo panelaços derrubando governos e ministros.

 

Ai você me pergunta. E os caras pintadas? Aquilo foi a coisa mais ridícula de nossa história, ali ficou claro como o povo brasileiro é domesticado e utilizado como massa de manobra.

 

Aquele foi um movimento orquestrado por grandes empresários que se sentiram acuados com as políticas desenvolvimentistas do Collor e resolveram colocar ele pra correr. Ah mais ele roubou! Até hoje não ficou comprovado esse roubo, ao olharmos em nosso atual governo assistimos roubos, trafico de influências, mistura do público com o privado, etc.

 

Por isso eu digo: Acorda Brasil!

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