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Posts Tagged ‘Índia’

Ao que tudo indica estamos adentrando mais um momento onde uma possível crise já começa a aparecer em nosso caminho. Nossos pares como Turquia, Índia e África do Sul, já começam a apresentar certo mal estar, a Argentina mais uma vez esta no olho do furacão.

E esta chegando o momento de fazer a separação entre o joio e o trigo, por aqui temos de volta a sombra do apagão, que pode ser olhado por duas vertentes:

1º que a demanda por energia elétrica aumentou demasiadamente no Brasil a ponto de gerar black outs.

2º esse já é um problema antigo e remonta a era FHC, e significa que estamos com certo déficit de investimentos no setor.

Mas não para por aí, no Brasil a exemplo do que ocorre na Ucrânia, estamos vivenciando um momento impar na politica, as manifestações em massa nas ruas, se por um lado o governo afirma que a inflação esta sob controle, nas ruas o povo pede mais pão.

E pelo andar da carruagem esses eventos vão durar até os jogos da Copa, que no momento é o grande pano de fundo de toda essa massa de insatisfeitos nas ruas das grandes metrópoles brasileiras, um movimento que iniciou com estudantes exigindo o recuo no aumento da passagem dos ônibus, hoje se desdobrou em um movimento anti Copa do Mundo no Brasil.

Não se pode afirmar com clareza, mas esse movimento acabou ganhando força por conta da inabilidade de alguns governantes e demora do poder publico em responder questões básicas à população, caso as autoridades tivesses respondido com certa agilidade e tivesse tido menos violência por parte do Estado, talvez esse movimento não tivessem ganhado a força que ganhou.

E o que isso tem a ver com investimentos no Brasil?

Tudo, porque o investidor em outras partes do mundo abre o jornal e acompanha toda essa confusão interna e acaba ficando receoso em aportar seus recursos em capital fixo em terras tupiniquins.

Nesse momento a única opção que sobrara a ele será aproveitar nossa taxa de juros atualmente em 10,5% a.a.

Analisando esses e outros fatores que serão discutidos aqui em breve podemos imaginar que teremos um longo e difícil ano pela frente.

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Les investisseurs ont toujours beaucoup apprécié les BRIC. Les Bourses des marchés émergents du Brésil, de la Russie, de l’Inde et de la Chine. Des zones de croissance explosive bien plus attractives que la Vieille Europe.

Mais jusqu’ici, la préférence des financiers allait assez nettement à la place de Shanghaï. Championne toutes catégories des progressions les plus spectaculaires avec des gains de 50 %, 70 %, voire 100 %, ces dix dernières années. Mais en 2009, après la crise, les investisseurs semblent avoir changé de favori. Exit la Chine, c’est l’indice brésilien de São Paolo (Bovespa) qui a pris, en 2009, la tête du palmarès des places boursières mondiales avec un gain de 82,66 % et de 135 % si l’on tient compte des parités monétaires rapportées à l’euro.

La performance est d’autant plus notable que cette place a, pendant la tempête financière en 2008, moins perdu que son homologue chinoise avec un recul de 41 %, contre 65 % pour Shanghaï.

“Le Brésil ne détrône pas la Chine, relativise Philippe Waechter, responsable de la recherche chez Natixis AM, mais il n’a pas payé très cher la récession de 2009, et l’environnement politique et économique est devenu stable grâce à la présidence Lula.” Pour Bernard Gauthier, membre du directoire de la société d’investissement Wendel, “l’économie est dynamique, l’inflation a été mise sous contrôle et le pays est riche en ressources naturelles, cela en fait une zone attractive pour un investisseur”. La Coupe du monde de football de 2014 et la tenue des Jeux olympiques de 2016 dans le pays, deux événements propices à doper l’activité, n’ont fait que renforcer son attrait.

ENGOUEMENT

Ainsi, même si la croissance n’atteint là-bas “que” 5,3 % en 2010, contre 9,6 % en Chine, selon les prévisions des économistes de Barclays, les investisseurs se ruent sur ce marché émergent. Un peu trop d’ailleurs aux yeux des autorités brésiliennes. L’arrivée massive de capitaux étrangers contribue en effet à renforcer la valeur de sa monnaie. En un an, le real s’est apprécié de plus de 30 % par rapport au dollar, ce qui pénalise le commerce extérieur du pays.

Afin de freiner cet engouement, Brasilia a annoncé, à la mi-décembre, l’instauration d’une nouvelle taxe de 1,5 % désormais applicable à certains investissements étrangers sur son marché boursier.

C. G.

Fonte: Le Monde

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Índia

 

A Bolsa de Mumbai, na Índia, encerrou em forte queda nesta quinta-feira. O índice BSE Sensex 30 caiu 2,94%, para 8.197 pontos.

 

Hong Kong

 

Hong Kong, contudo, o Hang Seng aumentou 0,91%, atingindo 22.705,05 pontos, em meio à expectativa de corte da taxa de juro dos EUA, entre outros fatores.

 

Japão

 

Tóquio, o Nikkei 225 cedeu 1,96%, para 12.532,13 pontos.

 

Koreia do Sul

 

O Kospi, de Seul, declinou 2,33%, ficando em 1.625,17 pontos.

 

China

 

O Shanghai Composite, de Xangai, teve decréscimo de 3,59%, somando 4.146,29 pontos.

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A retomada da renda variável doméstica mascara mais um mês de pessimismo e volatilidade nos mercados. Ainda que os níveis de tensão estejam longe do visto entre meados de setembro e outubro do ano passado – cujos marcos foram a quebra do Lehman Brothers e a estatização da seguradora AIG – janeiro mostrou muitos dos impactos da escassez de crédito sobre os fundamentos econômicos e sobre o desempenho corporativo.

A temporada de resultados contábeis adicionou preocupação em mercados já imersos de problemas. O desempenho de gigantes como Alcoa, Chevron, Intel, Wal-Mart, Deutsche Bank, Merrill Lynch, Bank of America, General Electric, BNP Paribas, Boeing, Microsoft e Shell, entre outras, foi motivo de impulso à força vendedora. Algumas empresas do setor tecnológico – como IBM, Yahoo!, Apple, Google e Amazon.com -, os bancos Wachovia e JP Morgan e a Monsanto destoaram, com números positivos.

Foi comum em janeiro anúncios de fracos resultados trimestrais virem acompanhados de anúncios de demissões. Somente no dia 26, os cortes de funcionários vistos ao redor do mundo se aproximaram de 100 mil.

O setor financeiro foi caso à parte. Se nos últimos meses as montadoras haviam tomado o cerne das preocupações no ambiente corporativo, com a tentativa de governos em todo o mundo de salvar estas empresas da falência, o nível de capitalização e a baixa qualidade dos ativos deixaram novamente as instituições financeiras em evidência.

E se empresas dos mais variados setores vão mal, a raiz dos problemas é a mesma: economia. Sobraram dados negativos sobre importantes economias como EUA, Reino Unido, Zona do Euro e China.

O Brasil não escapou ileso, com fracos indicadores concentrados, principalmente, na atividade industrial. Os claros sinais de desaquecimento econômico podem explicar a decisão surpreendente do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) de reduzir em 100 pontos-base a taxa Selic, agora em 12,75% ao ano.

Outros tantos mercados, como Reino Unido, Canadá e Índia, também flexibilizaram suas políticas monetárias. Também foram rotina anúncios de pacotes de estímulo econômico e de suporte ao setor financeiro.

Não se pode falar de janeiro sem lembrar da histórica posse do 44º presidente dos EUA. Com árdua tarefa pela frente – recuperar a maior economia do mundo imersa em recessão, como comprovaram os dados do PIB (Produto Interno Bruto) – Barack Hussein Obama II já mostra postura ativa em seus primeiros dias de mandato: conseguiu a liberação da segunda metade do TARP (Troubled Asset Relief Program), de US$ 350 bilhões, e aprovou na Casa dos Representantes seu megapacote econômico de US$ 819 bilhões.

Cifras bilionárias também figuraram nas manchetes internas. Graças ao Tesouro, que realizou um aporte de R$ 100 bilhões no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), para garantir investimentos. Mais modestos, porém ainda bilionários, os destaques corporativos no mês ficam com a aquisição de 49,99% do capital do Banco Votorantim pelo Banco do Brasil por R$ 4,2 bilhões e a compra de 28,03% de participação acionária na Aracruz, por R$ 2,71 bilhões, pela VCP.

Fonte: Infomoney

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