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Posts Tagged ‘IPCA’

A inflação oficial do País começou o ano registrando uma desaceleração em relação ao resultado de dezembro. Em janeiro, o Índice de Preço ao Mercado Amplo (IPCA) avançou 0,55%, ficando 0,37 ponto percentual abaixo dos 0,92% registrados em dezembro de 2013. Esse foi o menor IPCA para um mês de janeiro desde 2009, quando o indicador ficou em 0,48%. Em janeiro de 2013, o IPCA havia sido de 0,86%.

Os dados foram divulgados pela Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 7. Com o resultado, a inflação acumulada em 12 meses também recuou, para 5,59%. Em dezembro, o IPCA acumulado havia subido 5,91%.

O resultado ficou abaixo do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pela Agência Estado, que iam de uma taxa de 0,57% a 0,74%, com mediana de 0,60%.

O IPCA deste mês trouxe uma novidade: passou a incorporar duas novas regiões. Conforme anunciado em agosto de 2013, a partir deste ano Vitória, no Espírito Santo, e Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, passaram a fazer parte da pesquisa. Com a entrada das duas novas regiões, São Paulo teve ligeira perda de participação no cálculo do IPCA. A participação de São Paulo passou de 31,68% em dezembro para 30,67%.

Fonte: Estadão

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-brasil,inflacao-oficial-desacelera-para-0-55-em-janeiro,177345,0.htm

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A cesta básica do paulistano está mais magra. Em pouco mais de dois anos, entre fevereiro de 2011 e março de 2013, a inflação reduziu em quase 8 quilos ou 26,7% as quantidades de produtos, que incluem alimentos e itens de higiene e limpeza, aponta um estudo do Programa de Administração do Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (FIA) em parceria com Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo.

Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Conselho do Provar, e Cauê Moraes Moura, pesquisador da instituição, fizeram uma análise para avaliar o impacto da alta de preços na capacidade de compra do consumidor, só que de uma forma inusitada: em quantidades. Para isso, converteram em quilos, sem restrições, os 31 itens que compõem a cesta básica do Procon/Dieese. Isso quer dizer, por exemplo, que foram somados quilos de sabão em pó com quilos de arroz e feijão para saber se o carrinho estava mais cheio ou vazio fisicamente.

O estudo mostra que em fevereiro de 2011, mês escolhido como base de comparação, a cesta básica total pesava 29,68 quilos. Considerando apenas a evolução dos preços, sem impactos de ganhos de renda do consumidor no período ou substituição de produtos, essa cesta encolheu para 27,216 quilos em fevereiro de 2012. É uma retração de 2,432 quilos, ou 8,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

A maior queda nas quantidades foi registrada no último ano, entre fevereiro de 2012 e fevereiro de 2013, quando a inflação se acelerou, especialmente a partir do terceiro trimestre do ano passado, com o choque de preços agrícolas. Resultado: em fevereiro deste ano, a cesta pesava 21,188 quilos. Isto é, tinha 6,028 quilos a menos ou era 22,14% menor do que no ano anterior. “Em dois anos, houve uma grande perda de poder aquisitivo no conjunto dos produtos da cesta básica”, observa Felisoni.

Essa avaliação é confirmada pelos dados do comércio varejista apurados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os volumes vendidos nos supermercados e hipermercados, por exemplo, recuaram 2,1% em fevereiro de 2013 ante o mesmo mês de 2012. Foi a primeira queda desse indicador desde março de 2009 e reflete o avanço da inflação. A alimentação no domicílio, por exemplo, acumula alta de 13,9% nos 12 meses terminados em fevereiro, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a medida oficial de inflação. Até janeiro, a alta em 12 meses havia sido de 12% da alimentação no domicílio segundo o IPCA.

Desoneração. Para tentar tirar o fôlego da inflação, o governo anunciou em 8 de março a desoneração de PIS/Cofins de alguns produtos da cesta básica. A análise feita pelo estudo mostra que as quantidades de produtos da cesta básica diminuiu cerca de 1% até o fim da segunda semana de março e que a política econômica do governo de desonerações começou a dar algum resultado somente após a terceira semana do mês.

“Mas o impacto da desoneração nas quantidades foi pífio”, enfatiza Felisoni. Em números exatos, com o corte de imposto, o volume em quilos da cesta básica aumentou de 21,188 quilos em fevereiro para 21,730 em março. Foi um ganho de cerca de meio quilo ou 2,55% num mês, incapaz de repor as perdas anteriores.

Fonte: Estadão

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INFLAÇÕES E REAJUSTES DE ALUGUÉIS
Variações em %
Índice
Inflação do mês
Aluguéis de 12 meses
abr/12
mai/12
jun/12
mai/12
jun/12
IGP-M 0,85 1,02 0,66 4,26 5,14
IPA-M 0,97 1,17 0,74 3,62 4,86
IGP-DI 1,02 0,91 0,69 4,8 5,66
IPCA 0,64 0,36 0,08 4,99 4,92
INPC 0,64 0,55 0,26 4,86 4,9
Fontes: FGV, Fipe, IBGE e Brasil Econômico
SALÁRIOS E FGTS
Variação (%)
abr/12
mai/12
jun/12
No mês
No ano
Sal. Mínimo (R$) 622 622 622
0
14,13
Sal. Paulista I (R$) 690 690 690
0
15
Sal. Paulista II (R$) 700 700 700 0 14,75
Sal. Paulista III (R$) 710 710 710 0 14,52
FGTS (%) 0,2693 0,2935 0,2466 1,76 1,51
Fontes: CEF, Ministério do Trabalho e Brasil Econômico
IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE
Base de Cálculo (R$)
Alíquota (%)
Deduzir (R$)
Até 1.637,11
Isento
De 1.637,12 até 2.453,50
7,5
122,78
De 2.453,51 até 3.271,38
15
306,8
De 3.271,39 até 4.087,65
22,5
552,15
Acima de 4.087,65
27,5
756,53
Fontes: RBF e Brasil Econômico
* Dedução de R$ 164,56 por dependente.
PREVIDÊNCIA – CONTRIBUIÇÕES
Salário de contribuição (R$)
Alíquota (%)
Empregados, inclusive domésticos e trabalhadores avulsos
Até R$ 1.174,86
8%
De R$ 1.174,87 a R$ 1.958,10
9%
De R$ 1.958,11 a R$ 3.916,20
11%
Empregador
12%
Contribuintes individuais e facultativos
Até R$ 622,00
11%
De R$ 622,01 a R$ 3.916,20
20%
Remuneração (R$)
Salário-família
Até R$ 608,80
R$ 31,22
De R$ 608,81 a R$ 915,05
R$ 22,00
Fontes: Ministério da Previdência Social e Brasil Econômico
TAXA DE JUROS
Pessoa física – Em % ao ano
Crédito
fev/12
mar/12
abr/12
mai/12
Cheque Especial
182,8
185 174,1 169,5
Crédito pessoal
50,6
48,8 44,7 41,4
Veículos
27
26,5 26 23,4
Selic
10,4
9,82 9,35 8,87
Spread (p.p)
35,8
35,1 33,2 30,5
Inadimplência*
7,6
7,4 7,6 8
Fontes: Banco Central e Brasil Econômico
* Percentual do saldo em atraso acima de 90 dias em relação ao total.
TAXA DE JUROS
Pessoa jurídica – Em % ao ano
Linha
fev/12
mar/12
abr/12
mai/12
Hot Money
34,5
35,2 38,4 35,3
Duplicatas
42,6
40 38,7 36,4
Promissórias
61,1
56,6 55,2 51,9
Giro
26,1
25,2 23 20,5
Conta Garantida
104,8
107,2 103,5 103,5
Spread (p.p)
18,8
18,4 17,5 16,8
Fontes: Banco Central e Brasil Econômico
* Percentual do saldo em atraso acima de 90 dias em relação ao total.
UNIDADES FISCAIS
Em R$
2009
2010
2011
2012
Ufesp (SP)
15,85
16,42
17,45
18,44
UFMSP (São Paulo)
92,35
96,33
102,02
108,66
Rio de Janeiro
1,061
1,0418
1,0579
1,0656
Ufir (RJ)
1,9372
2,0183
2,1352
2,2752
FCA (PR)
1,5434
1,6103
1,6994
1,7692
UPF (PR)
58,18
60,7
64,06
67,89
UPF (RS)
11,0617
11,5241
12,1913
12,9905
UFEMG (MG)
2,0349
1,9991
2,1813
2,3291
Fontes: Secretária de Finanças e Brasil Econômico
RENDIMENTOS
Em % ao mês
Aplicação
mar/12
abr/12
mai/12
no ano
Bolsa (SP)
-1,98
-4,17
-11,86
-3,99
CDB
0,86
0,73
0,73
4,03
Poupança
0,61
0,52
0,55
2,79
Ouro
1,04
3,92
0,2
6,32
Dólar Comercial
6,16
4,44
5,82
7,97
Dólar Paralelo
6,56
3,08
7,96
6,9
Fundo Renda Fixa
0,98
1
0,88
4,79
Fundo DI
0,87
0,79
0,82
4,15
Fontes: BM&FBovespa, Anbima, Banco Central e Brasil Econômico

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Abamec
Associação Brasileira dos Analistas de Mercado de Capitais
Abrasca
Associação Brasileira de Companhias Abertas
AELC
Associação Europeia de Livre Comércio
Alalc
Associação Latino-americana de Livre Comércio
Alca
Área de Livre Comércio das Américas
Anbid
Associação dos Bancos de Investimento
Ancor
Associação Nacional das Corretoras de Valores
Andima
Associação Nacional de Instituições de Mercado Aberto
Bacen
Banco Central do Brasil
BBC
Bônus do Banco Central
BID
Banco Interamericano de Desenvolvimento
Bird
Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento, também conhecido como Banco Mundial
BNDES
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
Bovespa
Bolsa de Valores de São Paulo
BRICs
Sigla que representa as iniciais de Brasil, Rússia, Índia e China criada por um economista do banco Goldman Sachs para falar das economias emergentes consideradas as maiores do mundo
BTN
Bônus do Tesouro Nacional
BVRJ
Bolsa de Valores do Rio de Janeiro
CBLC
Câmara Brasileira de Liquidação e Custódia
CDB
Certificado de Depósito Bancário
CDI
Certificado de Depósito Interfinanceiro
CMN
Conselho Monetário Nacional
Copom
Comitê de Política Monetária
CVM
Comissão de Valores Mobiliários
DCA
Debênture Conversível em Ação
DI
Depósito Interfinanceiro
DPMF
Dívida Pública Mobiliária Federal
FBCF
Formação Bruta de Capital Fixo
Febraban
Federação Brasileira de Bancos
Fed
Federal Reserve (BC americano)
FGC
Fundo Garantidor de Créditos
FGV
Fundação Getúlio Vargas
Fiesp
Federação das Indústriais do Estado de São Paulo
Fiex
Fundo de Investimento no Exterior
FIF
Fundo de Investimento Financeiro
Fipe
Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas
FMI
Fundo Monetário Internacional
Fomc
Comitê de Política Monetárias do Fed
IBGE
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Ibmec
Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais
IDH
Índice de Desenvolvimento Humano
IGP
Índice Geral de Preços
INCC
Índice Nacional da Construção Civil
IOF
Imposto sobre Operações Financeiras
IPA
Índice de Preços no Atacado
IPC
Índice de Preços ao Consumidor
IPCA
Índice de Preços ao Consumidor Amplo
Ipea
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
LBC
Letra do Banco Central
LC
Letra de Câmbio
LFT
Letra Financeira do Tesouro
LTN
Letra do Tesouro Nacional
Mercosul
Mercado Comum do Sul
Nafta
Tratado norte-americano de livre comércio
NTN
Nota do Tesouro Nacional
OMC
Organização Mundial do Comércio
ONU
Organização das Nações Unidas
OPA
Oferta Pública de Ações
Opep
Organização dos Países Exportadores de Petróleo
OTN
Obrigação do Tesouro Nacional
PEA
População Economicamente Ativa
PIB
Produto Interno Bruto
PL
Patrimônio Líquido
Proer
Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional
Selic
Sistema Especial de Liquidação e Custódia
Sisbacen
Sistema de Informações do Banco Central
Sumoc
Superintendência da Moeda e do Crédito
TBan
Taxa de Assistência do Banco Central
TBC
Taxa Básica do Banco Central
TJLP
Taxa de Juros de Longo Prazo
TR
Taxa Referencial

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Índice

JAN 09

FEV 09

MAR 09

ABR 09

MAI 09

JUN 09

2009

 12 Meses

INPC

0,64

0,31

0,20

0,55

0,60

0,42

2,32

4,50

IPCA

0,48

0,55

0,20

0,48

0,47

0,36

2,20

4,43

IGP-M

(0,44)

0,26

(0,74)

(0,15)

(0,07)

(0,10)

(1,24)

1,53

IGP-DI

0,01

(0,13)

(0,84)

(0,04)

0,18

(0,32)

(0,82)

0,99

INCC-DI

0,33

0,27

(0,25)

(0,04)

1,39

 

1,70

6,92

IPC

0,46

0,27

0,40

0,31

0,44

0,13 

1,89

4,22

ICV

0,69

0,02

0,40

0,31

0,23

 

1,66

4,11

US$

2,318

2,370

2,318

2,188

1,970

1,964

(15,63)

25,74

EURO

2,9694

3,0104

3,0820

2,8947

2,7851

2,8230

(15,53)

16,03

EURO

1,281

1,270

1,330

1,323

1,413

1,437

0,07

(7,86)

OURO

67,50

70,00

67,00

62,35

63,00

59,50

(1,49)

27,96

POUPANÇA

0,67

0,54

0,64

0,50

0,56

0,56

 

 

SELIC

12,75

12,75

11,25

10,25

10,25

9,25

 

 

IBOVESPA

39.300

38.183

40.925

47.289

53.197

51.465

37,06

(13,51)

DOW JONES

8.000

7.062,93

7.608,92

8.168,12

8.500,33

8.447,00

(3,75)

(25,76)

NASDAQ

1.476

1.377,47

1.528,59

1.717,30

1.774,33

1.835,04

16,36

(21,07)

Fonte: BACEN, BOVESPA, CMA, DIEESE, FGV, FIPE, IBGE, NYSE

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Segunda-feira (8/6)

 Brasil

8h00 – A FGV (Fundação Getulio Vargas) anuncia o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) referente à primeira quadrissemana de junho. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.

8h00 – A instituição ainda publica o IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna) de maio, importante medida de inflação nacional.

8h30 – O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

9h00 – O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) reporta a Pesquisa Mensal do Emprego de abril, relatório que trata de mão-de-obra e rendimento do trabalho no Brasil.

10h00 – O órgão ainda apresenta o Levantamento da Produção Agrícola referente ao mês de maio.

11h00 – O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial referente à semana anterior, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

11h00 – O Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) revela o Índice de Custo de Vida referente ao mês de maio. O relatório contém informações a respeito do custo de vida dos moradores do município de São Paulo.

Ainda a cargo do IBGE, a Pesquisa de Estoques do segundo semestre de 2008 engloba informações conjunturais sobre o volume e a distribuição dos estoques de produtos agropecuários.

 EUA

Não serão apresentados indicadores relevantes neste dia.

Terça-feira (9/6)

Brasil

7h00 – A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) apresenta o IPC referente à primeira quadrissemana de junho. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.

9h30 – O IBGE reporta o PIB brasileiro do primeiro trimestre de 2009.

Este será o primeiro dia da reunião do Copom, quando os membros do Comitê expõem suas opiniões sobre a conjuntura econômica nacional.

EUA

11h00 – Sai o Wholesale Inventories de abril, relatório que contém informações sobre as vendas e os estoques do setor atacadista.

Quarta-feira (10/6)

Brasil

8h00 – A FGV divulga o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) do primeiro decêndio de junho, que é bastante utilizado pelo mercado, e retrata a evolução geral de preços na economia.

9h30 – O IBGE anuncia a Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil de maio, levantamento dos preços e dos custos dos materiais utilizados no setor.

9h00 – O órgão também publica o IPCA e o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), ambos referentes ao mês de maio. O IPCA é um dos principais índices utilizados pelo Banco Central para o acompanhamento dos objetivos estabelecidos no sistema de metas de inflação.

18h00 – No final do dia, o Copom atualiza a taxa Selic.

EUA

9h30 – Atenção ao Trade Balance (balança comercial) com base no mês de abril, que mede a diferença entre os valores das importações e exportações realizadas pelo país.

11h30 – Será apresentado o relatório de Estoques de Petróleo norte-americano, semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). O documento é considerado uma importante medida, já que os EUA são o maior consumidor do combustível.

15h00 – O Departamento de Tesouro norte-americano fornece os dados de maio do Treasury Budget (orçamento governamental).

15h00 – Investidores estarão atentos ao Livro Bege do Fed, relatório importante sobre o desempenho atual da economia do país.

Quinta-feira (11/6)

Brasil

Será comemorado o feriado de Corpus Christi, e consequentemente, não haverá negociação na BM&F Bovespa.

EUA

9h30 – Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.

9h30 – Principal destaque para o indicador Retail Sales referente ao mês de maio, que mede as vendas totais do mercado varejista, desconsiderando o setor de serviços. Já o Retail Sales ex-auto ignora as vendas de automóveis.

11h00 – O Business Inventories compreende o nível de vendas e de estoques das indústrias, além dos setores de atacado e varejo durante o mês abril.

Sexta-feira (12/6)

Brasil

Não serão apresentados indicadores relevantes neste dia.

EUA

9h30 – Serão apresentados o Export Prices e o Import Prices, ambos do mês de maio. Os índices excluem de suas bases a produção agrícola e as cotações do petróleo, respectivamente.

11h00 – Para finalizar, a Universidade de Michigan publica a preliminar do Michigan Sentiment de junho, que mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana.

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Inflação

 

Por representarem a maior parte das despesas do brasileiro (41%), os alimentos exerceram forte pressão sobre o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2008, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta de 22,76% nos preços dos alimentos é atribuída, basicamente, a dois fatores: preços elevados dos produtos cotados no mercado internacional; e aumento da demanda por alimentos – tanto interna quanto externa. Da variação de 11,11% do grupo, 8,65% ficaram no primeiro semestre e 2,27% no segundo.

 

De acordo com o IBGE, os gastos com refeição em restaurante subiram 14,45% em 2008, figurando como a maior contribuição individual para o índice do ano: 0,55 ponto percentual. Em seguida, vieram as carnes, com alta de 24,02% e contribuição de 0,49 ponto percentual.

Entre os não-alimentícios, a principal contribuição veio do grupo de despesas pessoais (0,72 ponto percentual do IPCA de 2008), que teve variação de 7,35% no ano. O destaque ficou com os salários dos empregados domésticos, que aumentaram 11,04% e contribuíram com 0,34 ponto percentual, sendo a terceira maior contribuição individual para o índice do ano.

Outros itens relevantes foram os colégios (4,75%), planos de saúde (6,15%) e aluguel residencial (6,92%).

Por outro lado, alguns produtos contribuíram para conter o IPCA de 2008, apresentando taxas negativas. Os automóveis, com queda de 4,32% nos usados e 2,25% nos novos, foram a principal pressão de baixa no índice geral, com – 0,14 ponto percentual.

Apesar da queda nos preços da gasolina, os combustíveis fecharam 2008 com aumento de 0,55%, puxados pelo álcool (1,06%) e gás veicular (23,41%).

Em 2008, a conta de telefone fixo saiu de 0,34%, em 2007, para 3,64%, as taxas de água e esgoto saltaram de 4,82% para 7,11% e remédios de 0,54% para 3,96%.

Bolsas

 

As bolsas da Ásia encerraram a sexta-feira com leves quedas, com os investidores apreensivos com os dados de emprego nos Estados Unidos. Os analistas prevêem que a maior economia do mundo perdeu número recorde de empregos em 2008 e que a taxa de desemprego atingiu maior patamar desde a 2ª Guerra Mundial, o que significa cenário ruim para os exportadores asiáticos que pretendem vender os seus produtos aos EUA.

As previsões dos especialistas apontam para uma taxa de desemprego de 7% no ano passado.

A melhora das bolsas mundo afora e a valorização das moedas nos países emergentes tem aumentado a tolerância dos investidores por ativos de risco. No entanto, as perspectivas ruins em torno dos resultados das empresas limitam apostas mais arriscadas.

“O mercado já está preparado para as más notícias do mercado de trabalho dos EUA. Mas o verdadeiro teste é como Wall Street reagiu à notícia”, afirmou Linus Yip, estrategista no First Shanghai Securities Hong Kong.

Entre os principais índices da região, o Nikkei 225 de Tóquio caiu 0,44%, para 8.836,80 pontos, com grandes exportadores como a Honda Motor e Canon entre as maiores perdas da sessão .

O Kospi de Seul recuou 2,05%, para 1.180,96 pontos – a maior perda na região, após o banco central do país cortar a taxa de juro em 0,50 ponto percentual.

Em Hong Kong, o indicador referencial Hang Seng encerrou o pregão em baixa de 0,27%, para 14.377,44 pontos. Já na China, o índice Xangai Composto avançou 1,42%, para 1.904,860 pontos.

Fonte:

Gazeta Mercantil

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