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Posts Tagged ‘Josué Silva’

Repetindo o resultado de fevereiro, a bolsa brasileira voltou a superar a instabilidade e fechou março como o melhor investimento do mês, com ganhos nominais de 5,82%. A temporada de resultados e a recuperação global continuaram no foco dos investidores, assim como o início do ciclo de alta da Selic, esperado para abril.

O Ibovespa, que começou o mês a 66.503 pontos, superarou os 70 mil pontos na última sessão fechando o mês aos 70.371 pontos.

Investimento Março Fevereiro  
Ibovespa 5,82%  +1,68%  
Ouro  4,74%  0,44%  
IGP-M 0,94% 1,18%  
CDI*** 0,76% 0,59%  
CDB **** 0,69% 0,70%  
Poupança 0,58% 0,52%  
Dólar Ptax  -1,66% -3,40%  
 

*** Taxa Efetiva Andima

       
**** Taxa pré 30 dias        

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Hoje montei um nova carteira teórica para acompanhar o mercado, uma vez que pretendo operar á partir do primeiro semestre de 2010,  obviamente essa carteira que apresento a vocês não é minha carteira pessoal, ela é TEORICA.

Papel Cód % Acum % Diária
Varig Serv VPSC4 7,3446% 5,5556%
Telebras TELB3 -1,2346% -6,9767%
Rede Energia REDE4 1,7897% -9,0000%
Alfa Finan CRIV3 2,6699% -3,2037%
ABC Brasil ABCB4 0,4566% -1,5219%
Magnesita MAGG3 8,5801% -0,3484%
São Carlos SCAR3 9,7482% 0,0000%
Vale VALE5 6,3452% 0,7696%
Itausa ITSA4 15,2792% -0,1825%
Petrobras PETR4 7,1534% 1,9608%
Usiminas USIM5 7,5935% 1,0776%
Bradesco BBDC4 7,5023% 0,6280%
AMBEV AMBV4 8,0791% 2,0875%
Plascar Part PLAS3 2,4155% -0,9346%

 

Rentabilidade
Diária Semana Mês Ano
7,5425% 7,5425% 7,5425%  

Hoje temos 14 lotes de 100 ações em nosso portfólio, mas a intenção é estar reduzindo e operando mais volumes  com menos ações.

Estratégia:

Ela é uma carteira de alto risco, como você pode notar a maioria dos papeis que compõem a carteira não fazem parte do Ibovespa, a intenção é conseguir alta lucratividade em um espaço menor de tempo, com papeis de maior risco.

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Uma nova ordem está emergindo em Wall Street depois da pior crise financeira desde a Grande Depressão, e nela apenas dois vitoriosos começam a se avultar por sobre o grupo um pouco mais amplo de titãs das finanças que costumavam dominar o setor.

Na quinta-feira, o JPMorgan Chase se tornou o mais recente dos grandes bancos americanos a anunciar resultados estelares para o segundo trimestre deste ano. O lucro de US$ 2,7 bilhões que o grupo anunciou, depois de um anúncio igualmente positivo pelo Goldman Sachs, demonstra até que ponto os esforços do governo para impedir um colapso completo do setor financeiro também prepararam o terreno para um estreitamento do mercado e uma concentração cada vez mais forte de poderio financeiro.

“Um dos temas que estão em destaque por aqui é o fato de que o JPMorgan Chase e o Goldman Sachs emergiram da situação como claros vencedores, como os últimos dos sobreviventes”, diz Robert Reich, professor da Universidade da Califórnia em Berkeley e secretário do Trabalho durante o governo Clinton.

Ambos os bancos agora ocupam posições dominantes na Wall Street pós-resgate, depois de se beneficiarem de bilhões de dólares em assistência vinda dos contribuintes e de empréstimos governamentais de baixo custo a fim de derrotar outras instituições que ainda continuam a enfrentar problemas. Os dois bancos estão aproveitando os tumultos nos mercados financeiros e a fraqueza que seus principais rivais continuam a demonstrar a fim de realizar bilhões de dólares de lucros com suas transações.

Em termos amplos, o pior da crise financeira já parece ter passado. No entanto, outros dos grandes bancos dos Estados Unidos, a exemplo do Citigroup e do Bank of America, ainda estão enfrentando problemas e não retomaram sua melhor forma. O Bank os America reportou trimestre lucrativo, nesta sexta-feira, mas uma sucessão de mudanças nos postos de comando e a possibilidade de que ainda restem grandes prejuízos por vir nos segmentos de cartões de crédito e imóveis comerciais vêm dificultando uma recuperação mais forte.

E temos também a legião de bancos regionais e de instituições de pequeno porte que continuam a quebrar em grande número por todo o país. Embora muitos já tenham registrado pesados prejuízos, a tendência é a de que continuem seriamente no vermelho caso a recessão se prolongue. Até agora neste ano, 53 desses bancos já quebraram, e a Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), a instituição do governo que garante os depósitos bancários, está se preparando para mais dezenas de falências.

É claro que as incertezas quanto à economia significam que o Goldman Sachs e o JPMorgan Chase possam estar desfrutando apenas um período frágil de predomínio, na opinião dos especialistas. O JPMorgan Chase reportou fortes quedas em suas atividades de varejo bancário, na quinta-feira, e estabeleceu provisões de mais de US$ 30 bilhões a fim de cobrir futuros prejuízos com a alta das perdas de sua divisão de carões de crédito, bem como nos segmentos de hipotecas e de empréstimos garantidos por patrimônio imobiliário.

“Ninguém poderá ser considerado imune aos problemas até que a situação do desemprego se reverta”, disse Moshe Orenbuch, analista bancário do Credit Suisse. Mas, ao menos por enquanto, o JPMorgan Chase e o Goldman Sachs estão em disparada.

“Os protagonistas mais fortes estão bem posicionados para tirar vantagem da crise, e é evidente que dominarão, em curto prazo”, disse James Reichbach, diretor da divisão financeira do grupo de auditoria e consultoria Deloitte Touche, nos Estados Unidos.

Como o Goldman Sachs, no caso do JPMorgan Chase a força renovada surge em um momento no qual o banco está saltando muito à frente de seus tradicionais rivais, especialmente no campo de investimentos, que inclui operações de títulos e ações e operações de subscrição e emissões, que ajudam empresas a colocar ações e títulos no mercado. Os operadores do banco aproveitaram bem as grandes oscilações do mercado e a ausência de alguns grandes concorrentes para registrar fortes lucros nos segmentos de renda fixa e ações.

Michael Cavanagh, o vice-presidente de finanças do JPMorgan Chase, diz que os lucros e honorários dessas divisões do banco “foram um recorde trimestral para nós e um recorde para qualquer empresa, em qualquer trimestre”. O banco, acrescentou, “está muito orgulhoso desses resultados”.

A instituição se beneficiou, igualmente, do desaparecimento de alguns rivais menores, e com isso pôde ampliar sua fatia de mercado no varejo bancário e no crédito imobiliário. Na terça-feira, quando o CIT Group, cuja especialidade era o crédito para pequenas empresas, estava negociando com o governo a fim de evitar um colapso, o JPMorgan Chase sinalizou que estava acompanhando a situação com interesse.

“Seria uma oportunidade para nós naqueles Estados, caso a CIT não se provasse capaz de continuar fornecendo empréstimos aos seus clientes”, teria dito Tom Kelly, um porta-voz do JPMorgan Chase, de acordo com a agência de notícias Dow Jones.

E a receita auferida pelo Washington Mutual, um banco de varejo que o JPMorgan Chase adquiriu no final do ano passado, está começando a ajudar os resultados da empresa. O banco também está se beneficiando de sua aquisição do Bear Stearns, facilitada pelo governo no ano passado. Com tudo isso, o JPMorgan Chase agora se transformou no líder mundial nos mercados de ações e de títulos de dívida, de acordo com a Dealogic.

Em meio a todo esse sucesso, Jamie Dimon, o presidente-executivo do JPMorgan Chase, solidificou sua posição como um dos mais poderosos e mais francos banqueiros dos Estados Unidos. Dimon desaprovou de maneira clara a ideia de assistência financeira governamental, declarando que os US$ 25 bilhões recebidos pela instituição em dezembro passado eram uma “vergonha”; em companhia do Goldman Sachs e do Morgan Stanley, seu banco liderou a pressão por uma restituição acelerada do dinheiro público recebido. Os três bancos liquidaram as dívidas junto ao governo que resultavam do programa de assistência no mês passado.

Mas a transformação do JPMorgan Chase em uma das mais fortes instituições do setor tem como base a proteção oferecida pelo governo. O banco utilizou o dinheiro público como reserva até que fosse capaz de levantar capital novo no mercado.

“Não resta dúvida de que todos nós nos beneficiamos da ajuda do governo – todos nós”, disse um importante executivo em outro banco de Wall Street.

Um porta-voz do JPMorgan Chase afirmou que o banco havia aceitado assistência a pedido do governo, mas se recusou a acrescentar quaisquer outros comentários. Poucos bancos conseguiram reverter sua situação de maneira tão completa. Há relativamente poucos anos, o JPMorgan Chase estava em dificuldades, depois de anos de gestão ineficiente e de problemas para digerir uma série de grandes aquisições. Mas, sob o comando de Dimon, a empresa reduziu seus custos e reforçou vigorosamente o seu balanço.

As consequências positivas começaram a se tornar visíveis no ano passado. Com o setor oscilando à beira do colapso, o JPMorgan Chase adquiriu o Bear Stearns em março e o Washington Mutual no final de 2008, por meio de duas transações auxiliadas pelo governo. Os clientes empresariais da instituição afirmam que seu crescente domínio permitiu maior latitude para estabelecer preços salgados pelos empréstimos e outros serviços financeiros que o JPMorgan Chase presta.

Os preços das ações do grupo subiram em 20% do começo de março para cá, e fecharam na quinta-feira a US$ 35,76.

Depois do lobby agressivo que conduziu para conseguir que o governo autorizasse o pagamento antecipado do dinheiro público recebido como assistência, Dimon também vem negociando de forma dura a recompra das certificados de ações que o governo recebeu do banco no final do ano passado em troca do apoio dos contribuintes.

O JPMorgan Chase agora está planejando permitir que o Departamento do Tesouro americano leiloe os certificados a investidores privados, depois que os dois lados se provaram incapazes de chegar a um acordo quanto a preços.

Dimon também está se preparando para uma série de batalhas em Washington. Uma delas se refere à adoção de regulamentação mais severa quanto ao uso de derivativos, um segmento no qual o banco obtém lucrativos honorários, em sua posição de um dos maiores participantes do mercado.

Uma segunda frente seria a criação de uma nova agência de proteção aos consumidores de serviços financeiros, que poderia colocar em risco a lucratividade das operações de cartões de crédito e hipotecas, caso introduza regulamentação mais dura.

Fonte: The New York Times

Tradução: Paulo Migliacci M.E.

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O lucro da Johnson & Johnson caiu quase cinco por cento no segundo trimestre, mas o resultado final e a receita da companhia superaram as expectativas de analistas. O desempenho foi incentivado por uma resistência surpreendente nas vendas de produtos farmacêuticos e de consumo.

“A surpresa é mais do lado da receita”, disse Jan Wald, analista do Noble Financial Group. “Eles passaram por um exercício de corte de despesas há cerca de um ano e meio, e isso definitivamente está ajudando-os com o resultado até agora”, acrescentou.

A companhia teve lucro de 3,21 bilhões de dólares, ou 1,15 dólar por ação, contra 3,37 bilhões de dólares, ou 1,18 dólar por ação, no mesmo período do ano anterior.

Analistas, em média, previam lucro por ação de 1,11 dólar por ação, segundo a Reuters Estimates.

A receita trimestral da J&J caiu 7,4 por cento, para 15,24 bilhões de dólares, mas ficou 190 milhões de dólares acima da projeção da Reuters Estimates.

As vendas teriam sido maiores em 6 pontos percentuais não fosse a firmeza do dólar, que prejudica as vendas no exterior.

A companhia reiterou uma estimativa de lucro anual de 4,45 a 4,55 dólares por ação, sem considerar eventos extraordinários.

As vendas de medicamentos sujeitos à prescrição médica afundaram 13,3 por cento, para 5,5 bilhões de dólares, conforme pacientes optaram por versões genéricas mais baratas.

Fonte: Reuters

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Industry Rank Industry 2008 %
1 Pipelines 27.3
2 Engineering, Construction 26.8
3 Petroleum Refining 25.2
4 Mining, Crude-Oil production 23.9
5 Oil and Gas Equipment, Services 19.8
6 Energy 16.4
7 Construction and Farm Machinery 16.1
8 Metals 16.1
9 Food Production 15.9
10 Industrial Machinery 13.3
11 Network and Other Communications Equipment 13.2
12 Railroads 12.6
13 Health Care: Insurance and Managed Care 12.1
14 Financial Data Services 11.8
15 Health Care: Pharmacy and Other Services 11.6
16 Internet Services and Retailing 11.3
17 Medical Products and Equipment 9.9
18 Electronics, Electrical Equipment 9.3
19 Food Services 9.3
20 Food Consumer Products 9.1
21 Food and Drug Stores 9.0
22 Household and Personal Products 9.0
23 Chemicals 7.5
24 Scientific, Photographic, and Control Equipment 7.1
25 Utilities: Gas and Electric 7.0
26 Pharmaceuticals 7.0
27 Aerospace and Defense 6.9
28 Health Care: Medical Facilities 6.9
29 Wholesalers: Health Care 6.8
30 Information Technology Services 6.7
31 Wholesalers: Electronics and Office Equipment 6.1
32 Airlines 5.4
33 Wholesalers: Diversified 4.8
34 Telecommunications 4.8
35 Specialty Retailers 4.2
36 Beverages 4.2
37 Entertainment 3.1
38 Computers, Office Equipment 2.2
39 Packaging, Containers 1.0
40 Securities 0.9
41 Insurance: Life, Health (mutual) -1.2
42 Semiconductors and Other Electronic Components -2.2
43 General Merchandisers -2.9
44 Motor Vehicles and Parts -4.4
45 Commercial Banks -5.0
46 Hotels, Casinos, Resorts -5.2
47 Insurance: Life, Health (stock) -7.8
48 Home Equipment, Furnishings -9.2
49 Real Estate -11.1
50 Automotive Retailing, Services -11.1

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Rank Company Revenues Profits
($ millions) ($ millions)
1 Royal Dutch Shell 458,361 26,277
2 Exxon Mobil 442,851 45,22
3 Wal-Mart Stores 405,607 13,4
4 BP 367,053 21,157
5 Chevron 263,159 23,931
6 Total 234,674 15,5
7 ConocoPhillips 230,764 -16,998
8 ING Group 226,577 -1,067
9 Sinopec 207,814 1,961
10 Toyota Motor 204,352 -4,349
11 Japan Post Holdings 198,7 4,208
12 General Electric 183,207 17,41
13 China National Petroleum 181,123 10,271
14 Volkswagen 166,579 6,957
15 State Grid 164,136 664
16 Dexia Group 161,269 -4,868
17 ENI 159,348 12,917
18 General Motors 148,979 -30,86
19 Ford Motor 146,277 -14,672
20 Allianz 142,395 -3,577
21 HSBC Holdings 142,049 5,728
22 Gazprom 141,455 29,864
23 Daimler 140,328 1,973
24 BNP Paribas 136,096 4,422
25 Carrefour 129,134 1,862
26 E.ON 127,278 1,853
27 PDVSA 126,364 7,451
28 ArcelorMittal 124,936 9,399
29 AT&T 124,028 12,867
30 Siemens 123,595 8,595
31 Pemex 119,235 -10,056
32 Hewlett-Packard 118,364 8,329
33 Valero Energy 118,298 -1,131
34 Petrobras 118,257 18,879
35 Banco Santander 117,803 12,992
36 Statoil Hydro 116,211 7,664
37 Bank of America Corp. 113,106 4,008
38 Royal Bank of Scotland 113,087 -43,167
39 Citigroup 112,372 -27,684
40 Samsung Electronics 110,35 5,027
41 Berkshire Hathaway 107,786 4,994
42 McKesson 106,632 823
43 Société Générale 104,378 2,942
44 Nippon Telegraph & Telephone 103,684 5,362
45 International Business Machines 103,63 12,334
46 Crédit Agricole 103,582 1,499
47 Assicurazioni Generali 103,103 1,26
48 Nestlé 101,565 16,67
49 J.P. Morgan Chase & Co. 101,491 5,605
50 Metro 101,217 590

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Em dia de queda generalizada nos mercados globais, o Ibovespa seguiu pelo mesmo caminho e encerrou em baixa. Já o dólar registrou alta e encerrou acima dos R$ 2. 

Praça

Var (%)

Última

Máximo

Mínimo

Abertura

Chile

-0,69

14.667,71

14.799,99

14.655,75

14.770,60

Brasil

-0,56

49.177,55

49.845,94

48.455,81

49.460,27

Venezuela

-0,93

44.731,52

45.303,01

44.523,18

45.153,01

França

-0,56

49.177,55

49.845,94

48.455,81

49.460,27

 Bom Dia!

As bolsas asiáticas iniciaram as operações de quinta-feira (9) em queda, seguindo a tendência pessimista dos mercados ocidentais na véspera.

O índice Nikkei 225, da bolsa de Tóquio, apresenta queda de 0,69% nos primeiros momentos de negociação, com destaque para as ações da Nissan e da Honda, que caem 3,65% e 3,56%, respectivamente.

Paralelamente, a bolsa de Sidney também opera em baixa, de 0,41%, nos primeiros minutos do pregão.

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