Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘NYSE’

A operadora de bolsa de valores NYSE Euronext apresentou alta de 44 por cento no lucro do primeiro trimestre, na terça-feira (30), conforme os volumes nas negociações de derivativos europeus aumentaram e os custos diminuíram.

A empresa está sendo comprada pela operadora de mercados derivativos IntercontinentalExchange, em um negócio de 8,2 bilhões de dólares.

A NYSE informou um lucro líquido de 126 milhões de dólares, ou 0,52 dólar por ação diluída, ante 87 milhões de dólares, ou 0,34 dólar por ação, um ano antes.

Excluindo itens extraordinários, tais como os custos relacionados à aquisição da operadora pela ICE e um encargo antes de impostos de 10 milhões de dólares, relacionado a um plano de incentivo de ações, o lucro líquido foi de 0,57 dólar por ação.

Analistas esperavam 0,56 dólar por ação em média, segundo a Thomson Reuters I/B/E/S.

A receita líquida da NYSE para o trimestre caiu 0,2 por cento, para 600 milhões de dólares. Analistas esperavam, em média, 605 milhões de dólares.

Com o volumes das negociação caindo por três anos seguidos, e quase dois terços da receita total da NYSE ligada a taxas de transação e de compensação, a NYSE voltou sua atenção no ano passado para a redução de custos, com o objetivo de eliminar 250 milhões dólar em despesas até 2014. A empresa cortou 115 milhões de dólares em 2012.

Read Full Post »

O site da rede americana CNN elegeu as 50 maiores rivalidades no mundo dos negócios de todos os tempos. Embora algumas empresas citadas tenham negócios focados no mercado dos Estados Unidos e a briga faça mais sentido para seus consumidores, a maioria das companhias têm negócios globais.

Nenhuma empresa brasileira é citada, mas grande parte das que foram atuam no Brasil. O maior exemplo é a rivalidade número 1: Coca-Cola x Pepsi, que, segundo a publicação, envolveu “armas” como Papai Noel, Michael Jackson e o ex-presidente dos EUA Bill Clinton para ganhar a batalha.

Para as 11 maiores rivalidades, a CNN elege o vencedor.

Confira a lista:
1 – Coca-Cola x Pepsi (ramo de bebidas. Vencedor: Coca-Cola)
2 – Ford x GM (ramo de veículos. Vencedor: empate)
3 – Thomas Edison x Nikola Tesla (empresários do ramo de energia elétrica. Vencedor: Nikola Tesla)
4 – AT&T x MCI (empresas do setor de telefonia nos EUA. Vencedor: MCI)
5 – Nike x Reebok (ramo de calçados. Vencedor: Nike)
6 – Bill Gates x Steve Jobs (empresários do ramo da computação. Vencedor: Steve Jobs)
7 – Veneza x Gênova (cidades italianas que disputavam a hegemonia do comércio no final do século 12. Vencedor: Veneza)
8 – HP x IBM (ramo de informática. Vencedor: IBM)
9 – Airbus x Boeing (ramo de aviação. Vencedor: empate)
10 – Union Pacific x Central Pacific (ramo de transportes ferroviários nos EUA. Vencedor: empate)
11 – McDonald’s x Burger King (fast food. Vencedor: McDonald’s)
12 – R.J. Reynolds x Philip Morris (ramo de tabaco)
13 – Hertz x Avis (ramo de aluguel de veículos)
14 – Procter & Gamble x Unilever (ramo de produtos de limpeza e beleza)
15 – Netscape x Microsoft (ramo de informática)
16 – Visa x MasterCard (ramo de cartões de crédito)
17 – Ferrari x Lamborghini (ramo de carros esportivos)
18 – Macy’s x Gimbels (ramo de lojas de departamentos)
19 – Budweiser x Miller (ramo de cervejas)
20 – Adidas x Puma (ramo de calçados)
21 – CVS x Walgreens (ramo de farmácias nos EUA)
22 – UPS x FedEx (ramo de transporte de cargas)
23 – Hearst x Pulitzer (ramo da indústria jornalística)
24 – Bayer x Tylenol (ramo de indústria famacêutica)
25 – Duracell x Energizer (ramo de pilhas)
26 – Wal-Mart x Target (ramo de varejo)
27 – Nyse x Nasdaq (ramo de bolsa de valores)
28 – Oreo x Hydrox (marcas de bolachas)
29 – Hasbro x Mattel (indústrias de brinquedos)
30 – Dunkin’ Donuts x Starbucks (ramo de cafés e lanches)
31 – Oracle x Salesforce (ramo de softwares)
32 – Fender x Gibson (ramo de guitarras)
33 – Canon x Nikon (ramo de câmeras fotográficas)
34 – U.S. Steel x Bethlehem Steel (fabricantes de aço)
35 – Sears x J.C. Penney (ramo de lojas de departamento)
36 – Cornelius Vanderbilt x Jay Gould (empresários da indústria de transportes nos EUA)
37 – J.P. Morgan x Goldman Sachs (bancos de investimento)
38 – Sotheby’s x Christie’s (casas de leilões)
39 – Louis B. Mayer x Jack Warner (empresários da indústria cinematográfica)
40 – Blockbuster x Netflix (empresas de aluguel de filmes)
41 – Pan Am x TWA (companhias aereas)
42 – Comcast x Verizon (setor de telecomunicações)
43 – Greyhound x Trailways (empresas de ônibus nos EUA)
44 – Sony x Nintendo (empresas de games)
45 – Estée Lauder x L’Oréal (ramo de produtos de beleza)
46 – Google x Facebook (empresas serviços de internet)
47 – Michael Eisner x Jeffrey Katzenberg (empresários da indústria de entretenimento)
48 – Marvel Comics x DC Comics (empresas do ramo de quadrinhos)
49 – BMW x Mercedes-Benz (fabricantes de veículos)
50 – Netflix x Amazon (empresas de venda de conteúdo por internet)

Fonte: CNN

Read Full Post »

New York Stock Exchange: Trading Floor

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Nos EUA, a crise é uma tsunami. Aqui, se ela chegar, vai chegar uma marolinha que não dá nem pra esquiar”. Esta foi a frase utilizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para definir a crescente deterioração econômica vista no exterior em meados de outubro do ano passado – que gerou diversas críticas. A onda de estragos da crise mostrou que merecia mais consideração ao afogar o mundo em um cenário recessivo.

Há exato um ano, o Ibovespa encerrava a sessão de 27 de outubro de 2008 em seu menor patamar em três anos. Fechando abaixo dos 30 mil pontos, o índice brasileiro repercutia a continuidade dos sinais de enfraquecimento da atividade econômica internacional e as perspectivas de que o pior da crise ainda estava por vir.

Mas o caminho que levou o Ibovespa até ali se destacava por alguns pontos. No primeiro deles, os mercados globais sofriam com a falta de crédito, fruto da maior preocupação com o sistema financeiro internacional. Com as fontes para captação de recursos cada vez mais escassas, e temendo a uma onda de falências e calotes, as instituições financeiras passaram a restringir o crédito.

Dentro daquele contexto, outro ponto contribuiu para o que viria mais a frente. Em meados de setembro de 2008, o Bank of America firmou um acordo de compra do banco de investimentos Merrill Lynch por US$ 50 bilhões, criando assim a maior companhia de serviços financeiros do mundo. “Adquirir uma das maiores empresas de gestão, mercado de capitais e de consultoria é uma grande oportunidade para nossos acionistas”, afirmou Ken Lewis, CEO (Chief Executive Officer) do Bank of América, semanas antes de o Ibovespa testar tal mínima.

Enquanto isso, o governo norte-americano se preocupava em não deixar repetir com a AIG o ocorrido com o Lehman Brothers. Sem conseguir levantar capital, o terceiro maior banco dos EUA pediu concordata após a desistência de seus possíveis compradores – Barclays Capital e o próprio Bank of America -, que não conseguiram garantias governamentais suficientes para convencê-los a correr o risco e adquirir o gigantesco passivo da instituição. Para evitar que o mesmo acontecesse com a maior seguradora do país, a AIG, o governo dos EUA assumiu o controle da companhia depois da aprovação de um plano de ajuda no montante de US$ 85 bilhões – socorro este que depois viria a aumentar de tamanho consideravelmente.

Crise agrava, governos se mexem

Todos estes eventos, somados à preocupação dos mercados frente aos deteriorados indicadores econômicos globais, não apenas influenciaram nos 29.435 mil pontos do Ibovespa em outubro de 2008, como também anunciaram os tempos difíceis que estavam por vir.

Com a mudança na estrutura dos mercados após a crise do crédito, um dos mais afetados foi o consumo, que experimentou uma queda generalizada no mundo inteiro, puxando para baixo uma das principais engrenagens econômicas. O principal exemplo de economia global afetada por esta premissa foram os EUA, que têm nada menos que 2/3 de seu PIB atrelado ao consumo.

Visando estimular as economias, descongelar o mercado de crédito e reaquecer as vendas, “foi aberta a temporada” de pacotes, estímulos e corte nos juros ao redor do globo. Nos EUA, após muita discussão, o governo aprovou um pacote de ajuda de US$ 700 bilhões ao sistema financeiro do País, além de ter adotado uma série de facilidades fiscais para estimular o consumo interno, como o programa Cash for Clunkers, que reduzia impostos sobre a venda de carros.

Por aqui, o governo brasileiro também apostou na redução de impostos, por exemplo, do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado), que intensificou as vendas de eletrodomésticos, automóveis e artigos como materiais de construção. Além disso, cabe destacar que a autoridade monetária brasileira efetuou uma série de afrouxamentos monetários para manter sob controle a economia do País. De janeiro a julho, a taxa Selic passou de 13,75% para 8,75% ao ano – menor patamar histórico. Regiões como Reino Unido, Japão e China também aprovaram pacotes de estímulo econômico em decorrência da crise e viram seus juros básicos experimentarem baixos patamares.

Mercados: medidas tomadas, quem se recuperou?

Um ano depois da pior baixa do Ibovespa em três anos, sinais de recuperação começam a aparecer nas economias, ao passo que indicadores econômicos mostram números gradualmente melhores. Por aqui, números da confiança do consumidor, da produção da indústria e do mercado de trabalho seguem surpreendendo positivamente. O principal índice de ações da bolsa paulista acumula valorização superior a 100% em doze meses, impulsionado pelos fortes fundamentos do País que atraem olhares externos à BM&F Bovespa.

Na China, apontada como um dos últimos países a sentir os efeitos da crise financeira, o PIB mostrou crescimento de 8,9% durante o terceiro trimestre deste ano, impulsionado pelos programas de expansão de crédito promovidos pelo governo durante o período. O índice Shanghai Composite também mostra recuperação e acumula alta de 69% em 12 meses.

Nos EUA, as bolsas também apresentam alta, embora mais tímidas, demonstrando que os investidores, apesar de cautelosos, estão mais confiantes com uma recuperação do país. O índice Dow Jones, que concentra as blue chips norte-americanas, soma nestes 12 meses variação de 17,77%, seguido de uma alta de 21,7% do índice S&P 500 e de valorização de 38% do Nasdaq. Na Europa, apesar da situação econômica ainda estar debilitada, principalmente no leste europeu, os índices FTSE 100, DAX 30 e CAC 40, da Inglaterra, Alemanha e França, respectivamente, somam alta de 33,47%, 31,3% e 17,2% no período.

Também se recuperando, as commodities, grandes afetadas pela crise financeira, voltaram a apresentar números positivos nas bolsas. O barril de petróleo, por exemplo, chegou a ser negociado a US$ 150 na metade de 2008, antes de cair para abaixo de US$ 40. Atualmente o preço da commodity oscila na casa dos US$ 80 por barril, demonstrando alta de 100% frente à sua mínima.

Brasil: de País subdesenvolvido a economia promissora

Em um cenário recessivo global, os fortes fundamentos apresentados pelo Brasil pesaram na decisão da agência de classificação de risco Moody’s de atribuir o grau de investimento à economia brasileira no último mês. A Moody’s era a última agência dentre as principais que faltava dar tal reconhecimento ao País – Standard & Poor’s e Fitch já haviam atribuído a nota ao Brasil no ano passado. As melhores perspectivas para o País seguem refletidas no bom desempenho de seus mercados e indicadores econômicos.

Os últimos balanços da BM&F Bovespa apontam para uma crescente alta nos investimentos estrangeiros no País, o que mostra que os investidores de fora se mantêm confiantes no desempenho da economia e das empresas brasileiras.

Estes são alguns dos fatores que explicam uma recuperação do Ibovespa superior à dos principais benchmarks globais neste período. Muito se discute sobre os fundamentos deste impressionante rali do índice desde a mínima nos 29.435 pontos; de fato não se justificou a precificação de um tsunami à época, o que resta saber é se os preços dos ativos brasileiros fazem jus a um cenário de otimismo pela frente.

Não podemos também esquecer que a retomada do Ibovespa foi mais vigorosa porque o tombo há 12 meses também foi. Em 27 de outubro de 2008, o índice da bolsa paulista acumulava perda de 64,85% no ano, contra desvalorizações de 52,32% do Dow Jones, 55,28% do S&P 500 e 56,08% do Nasdaq Index, por exemplo.

 Fonte: Infomoney

Read Full Post »

Índice

JAN 09

FEV 09

MAR 09

ABR 09

MAI 09

JUN 09

2009

 12 Meses

INPC

0,64

0,31

0,20

0,55

0,60

0,42

2,32

4,50

IPCA

0,48

0,55

0,20

0,48

0,47

0,36

2,20

4,43

IGP-M

(0,44)

0,26

(0,74)

(0,15)

(0,07)

(0,10)

(1,24)

1,53

IGP-DI

0,01

(0,13)

(0,84)

(0,04)

0,18

(0,32)

(0,82)

0,99

INCC-DI

0,33

0,27

(0,25)

(0,04)

1,39

 

1,70

6,92

IPC

0,46

0,27

0,40

0,31

0,44

0,13 

1,89

4,22

ICV

0,69

0,02

0,40

0,31

0,23

 

1,66

4,11

US$

2,318

2,370

2,318

2,188

1,970

1,964

(15,63)

25,74

EURO

2,9694

3,0104

3,0820

2,8947

2,7851

2,8230

(15,53)

16,03

EURO

1,281

1,270

1,330

1,323

1,413

1,437

0,07

(7,86)

OURO

67,50

70,00

67,00

62,35

63,00

59,50

(1,49)

27,96

POUPANÇA

0,67

0,54

0,64

0,50

0,56

0,56

 

 

SELIC

12,75

12,75

11,25

10,25

10,25

9,25

 

 

IBOVESPA

39.300

38.183

40.925

47.289

53.197

51.465

37,06

(13,51)

DOW JONES

8.000

7.062,93

7.608,92

8.168,12

8.500,33

8.447,00

(3,75)

(25,76)

NASDAQ

1.476

1.377,47

1.528,59

1.717,30

1.774,33

1.835,04

16,36

(21,07)

Fonte: BACEN, BOVESPA, CMA, DIEESE, FGV, FIPE, IBGE, NYSE

Read Full Post »

amex1

 As bolsas de valores de Wall Street encerraram o pregão desta segunda-feira em queda, após a American Express informar que o número de pessoas com dificuldade para efetuar pagamentos de cartão de crédito cresceu, apagando o otimismo do início do dia sobre a possibilidade de bancos voltarem a ter lucro em meio à desaceleração econômica.

O índice Dow Jones, referência da bolsa de Nova York, teve oscilação negativa de 0,10 por cento, a 7.216 pontos. O termômetro de tecnologia Nasdaq fechou em queda de 1,92 por cento, para 1.404 pontos. O índice Standard & Poor’s 500 perdeu 0,35 por cento, a 753 pontos.

Foi o primeiro pregão das bolsas de Nova York em queda depois de um período de quatro dias de alta.

A American Express, que fornece crédito a consumidores de mais alta renda, informou que sua taxa de inadimplência para cartão de crédito subiu para 8,7 por cento em fevereiro. As ações da companhia perderam 3,3 por cento, a 12,66 dólares.

Há certo tempo, eu já havia comentado aqui nesse humilde blog a respeito dos cartões de crédito. Nos EUA é normal um americano qualquer ter um, dois, três, quatro ou até cinco, cartões de crédito.

E o pior é que muitas vezes esse cidadão esta devendo os cinco cartões, dificilmente ele vai conseguir sair dessa situação, e agora num momento de crise como esse que estamos passando, crédito restrito, desemprego nas alturas, bolsas descendo ladeira abaixo e bancos quebrando.

Com essa notícia da AMEX é possível que a crise já tenha chegado à economia real, se não chegou esta chegando. Caso isso aconteça teremos tempos muito difíceis pela frente, porque até o momento o governo socorreu apenas os Bancos de Investimento, eles não podem quebrar porque numa possível quebra cria se o efeito domino e a famosa corrida bancária.

Eu não consigo imaginar o estrago causado pela quebra de empresas do porte da American Express. Isso foi apenas um sinal de como o mercado esta azedo lá fora.

Bom Dia!

Bons Negócios!

Read Full Post »

As Bolsas européias operam em baixa nesta quarta-feira. A aprovação do pacote de  estimulo a economia dos EUA no Senado e o anúncio de um novo programa para resgatar o setor bancário americano fracassaram em trazer otimismo para os mercados financeiros.

Às 10h38 (em Brasília), a Bolsa de Londres estava em baixa de 0,39% no índice FTSE 100, indo para 4.196,75 pontos; a Bolsa de Paris caía 0,67% no índice CAC 40, indo para 3.000,57 pontos; a Bolsa de Frankfurt tinha baixa de 0,13% no índice DAX, operando com 4.499,90 pontos; a Bolsa de Amsterdã tinha baixa de 0,19% no índice AEX General, que estava com 250,88 pontos; a Bolsa de Zurique estava em baixa de 0,65%, com 5.111,14 pontos no índice Swiss Market; e a Bolsa de Milão tinha baixa de 0,78% no índice MIBTel, que ia para 14.418 pontos.

Na Ásia, as medidas também não animaram os investidores. A Bolsa de Hong Kong recuou 2,46%; a de Xangai caiu 0,19%; a de Sydney (Austrália) perdeu 0,41%; e a de Seul (Coreia do Sul) caiu 0,72%. A Bolsa de Tóquio (Japão) não abriu devido a um feriado. Nos EUA, as duas ações do governo pouco adiantaram para impedir as quedas nos principais indicadores do mercado financeiro americano. O índice Dow Jones Industrial Average, da Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês), teve queda de 4,62%.

Geithner anunciou ontem um plano conjunto do Departamento do Tesouro, do Federal Reserve (Fed, o BC americano) e do setor privado para resgatar os bancos que tiverem problemas com títulos “podres” (de alto risco de calote). O programa pode movimentar mais de US$ 1,5 trilhão.

A falta de detalhes sobre como funcionará exatamente o plano de resgate dos bancos foi apontado como o fator que causou o desânimo dos investidores. “Não estamos impressionados e o mercado também parece não ter se impressionado”, disse o estrategista Ryan Larson, da Voyageur Asset Management, ao diário “International Herald Tribune”.

“O que estamos vendo (…) é que não há otimismo suficiente no horizonte para uma alta significativa no curto prazo”, disse ao diário, por sua vez, o analista Christoph Riniker, da corretora Julius Baer, em Zurique (Suíça). “Os ganhos que vimos até agora sugerem que 2009 será um ano fraco na maioria dos setores. Ainda há muita incerteza.”

Fonte: Folha online

Read Full Post »

Os principais índices norte-americanos terminaram o dia sem tendência definida, com valorização das ações das empresas de tecnologia, mas que não foi suficiente para impulsionar o Dow Jones, que voltou a ceder terreno devido às preocupações com a economia dos Estados Unidos. Na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE, na sigla em inglês), o índice Dow Jones Industrial Average registrou desvalorização de 0,80%, aos 7.936,75 pontos. O S&P 500 perdeu 0,05%, para 825,43 pontos. E na bolsa eletrônica, o índice composto Nasdaq avançou 1,22%, para 1.494,43 pontos. Os índices abriram em queda acentuada, depois que o Departamento do Comércio dos Estados Unidos anunciou a sexta queda consecutiva dos gastos dos consumidores, a série de quebras mais longa da história. A divulgação da atividade industrial dos Estados Unidos (ISM Index, na sigla em inglês) atenuou as perdas. O índice ensaiou uma pequena melhora em janeiro, ao atingir 35,6 pontos, mas ainda assim demonstra a quinta queda seguida, iniciada em agosto de 2008, período do agravamento da crise financeira mundial. As empresas de tecnologia impediram uma queda maior dos índices acionários. A Microsoft subiu 4,27%, para US$ 17,83, assim como a Intel, que subiu 5,66%, para US$ 13,63. No terreno negativo, pressionaram os índices as ações da General Electric, que caíram 4,20%, para US$ 11,62 e da General Motors, que perderam 3,99%.

Fonte: Gazeta Mercantil

Read Full Post »