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A nossa atual conferência Rio­+20, têm um foco, que me chamou bastante atenção:

A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza;

Oque precisamos entender é que essa Conferencia não irá resolver a questão verde, ela já esta resolvida! O Brasil não corta ou faz de conta que não corta mais arvore na Amazônia, por outro lado temos  uma chusma de ONG’s cuidando de nossa Amazônia. Mas se nada disso der certo ou alguém resolver pisar na linha amarela, têm bases do Tio Sam em pontos estratégicos na América Latina.

Hoje tudo é verde e reciclável! Não se engane o custo de produção do papel reciclável é mais alto que o custo do papel comum. Não é estranho!

Outro ponto da vida saudável que devemos questionar é em relação aos alimentos “saudáveis” livre de agrotóxicos, esses alimentos são mais caros que os alimentos com produtos químicos. Não é uma hipocrisia? Se esses alimentos não possuem agrotóxicos e similares, são apenas plantados, eles deveriam ser mais baratos devido aos custos menores.

Um assunto que esta na ordem do dia: a sacola que outrora era distribuída no supermercado, poluidora voraz do meio ambiente. Obviamente foi proibida. Dando lugar à sacola também de plástico que a um custo mínimo de R$0,40  não agride o meio ambiente.

Com esses três pontos eu fecho essa parte dizendo: economia verde, não tem nada a ver com meio ambiente e salvação do planeta, e sim com negócios.

E finalizando, nossa Presidente pediu um esforço para acabar com a pobreza mundial, mas se o capitalismo sobrevive graças à exploração do trabalho. Como erradicar a pobreza? Sem pobres não existe voto fácil, sem falar na mão de obra barata.

É muita hipocrisia no mesmo ambiente, o mundo acabando e todos os chefes de Estado discutindo meio ambiente! Bem fez o Vladimir Putin e Barack Obama em não terem comparecido.

Beira o absurdo ver o Presidente francês François Hollande pedindo imposto para o desenvolvimento, no meio de uma crise internacional, Grécia quebrada, Espanha é a bola da vez, Euro e Europa derretendo, eleições nos EUA e a Argentina expropriando empresas espanholas. Com tudo isso acontecendo no mundo, temos alguns Presidentes discutindo verde! E na questão do imposto para o desenvolvimento, basta nos lembrarmos de quantos recursos já foram injetados na África? No Haiti! Que é ex-colônia francesa. Quanto foi investido no nordeste brasileiro? Muitos recursos já foram enviados para essas pobres regiões, mas a soberba dos controladores locais é sempre maior, logo os recursos nunca chegaram na ponta.

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O presidente Barack Obama afirmou que sua equipe identificou gastos que podem ser cortados no Orçamento dos Estados Unidos e que vão representar economia de US$ 2 trilhões na próxima década

“Nesse orçamento, iremos encerrar programas de educação que não funcionam e acabaremos com pagamentos diretos a grandes agronegócios que não os necessitam”, disse, sem detalhar quais áreas de agronegócio terão redução.

“Iremos eliminar os contratos sem concorrência que gastaram bilhões no Iraque, e reformaremos nosso Orçamento da defesa para que não paguemos por um sistema de armas da era da Guerra Fria que não usamos mais”, afirmou Obama em relação aos gastos com armamento.

“Iremos acabar com o desperdício, fraude e abuso no nosso programa Medicare que não deixam nossos idosos mais saudáveis, e restauraremos um sentido de justiça e equilíbrio no nossa arrecadação, finalmente acabando com a isenção de impostos de empresas que mandam nossos empregos para o exterior.

Obama ressaltou que seus assessores estão examinando o Orçamento em busca de gastos dispensáveis para reduzir pela metade o déficit orçamentário calculado em US$ 1,3 trilhões.

O presidente voltou a apelar para a união dos americanos para vencer a crise financeira internacional e afirmou que os Estados Unidos têm o povo mais trabalhador e, por isso, vão “emergir mais fortes do que antes”.

“O peso desta crise não irá determinar o destino desta nação. As respostas para os nossos problemas não estão além do nosso alcance. Elas existem nos nossos laboratórios e universidades; nos nossos campos e fábricas; na imaginação dos nossos empreendedores e o orgulho do povo mais trabalhador da Terra. Essas qualidades que fizeram da América a maior fonte de progresso e prosperidade na história humana nós ainda temos em ampla medida. O que é necessário agora é esse país se unir, confrontar com coragem os desafios que enfrentamos e se responsabilizar pelo nosso futuro mais uma vez”, afirmou.

 

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Obama afirmou que a crise que assola o país é fruto de ações de governantes, bancos e cidadãos. “Regulamentações foram aprovadas em nome do rápido lucro ao custo de um mercado saudável. Pessoas compararam casas que sabiam que não podiam pagar de bancos e credores que empurraram esses empréstimos ruins de qualquer forma. E, enquanto isso, debates críticos e decisões difíceis foram adiadas para outro momento ou outro dia”.

Para resolver os problemas financeiros, Obama falou em “agir com coragem e sabedoria”, reafirmou que o plano econômico deve salvar ou criar mais de 3 milhões de empregos e que 95% das residências terão redução de impostos.

“Agora é a hora de fomentar a criação de empregos, recomeçar os empréstimos, e investir em áreas como energia, saúde e educação, o que fará nossa economia crescer, mesmo se tivermos de fazer escolhas difíceis para diminuir nosso déficit”, afirmou.

“O plano de resgate e o plano de estabilidade financeira são os passos imediatos que estamos tomando para reativar nossa economia no curto prazo. Mas a única forma para restaurar completamente a força da economia da América é fazendo investimentos de longo prazo que irão levar a novos empregos, novas indústrias e uma habilidade renovada de competir com o resto do mundo.”

Obama afirmou que as indústrias automotivas terão apoio do governo. “O país que inventou o automóvel não pode abandoná-lo. Milhões de empregos dependem disso. Dezenas de comunidades dependem disso”.

É muito importante o presidente da maior nação do mundo discursar e mostrar ao mundo a que veio.

Mas até agora não conseguimos ver ações que realmente façam algum efeito, sabemos que a educação norte americana precisa ser reestruturada, a saúde deles também anda tão ruim quanto a nossa isso também é verdade.

Mas oque hoje o mercado quer ouvir é algo que faça efeito diante dessa crise que desmorona o mundo a cada abertura de jornal.

A última noticia que tivemos é que o governo estará estatizando aproximadamente 40% do Citibank. Alem do Citigroup já temos informações de que o governo americano esta forçando um pedido de falência da Chrysler e GM. Não sabemos oque um pedido de falência como esse poderia acarretar é preciso que o governo tome medidas claras e salve essas grandes corporações de uma possível falência, porque caso elas venham realmente quebrar não só os EUA quebraram, mas o mundo inteiro ira a reboque.

Também temos visto o governo atacar o sistema de defesa armas e guerra dos EUA em relação às gestões passadas. Se Bush errou ao dar prioridade ao sistema bélico é hora de consertar e olhar pra frente.

Acredito que também não podemos culpar o mercado por ter comprado e vendido casas que não podiam pagar, porque isso foi fruto de uma bolha especulativa imobiliária que num primeiro momento deu muito dinheiro e trouxe muita prosperidade ao mundo.

E no exato momento em que tudo isso ocorria o Presidente estava ocupando uma cadeira no Senado, logo ele tinha poder para ir contra tudo oque aconteceu. Não sou contra Obama, só acho que ele deve começar a gerir logo essa massa falida que os EUA esta se tornando, porque caso contrário teremos uma avalanche no mercado internacional.

Josué Silva

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Mais uma muralha do capitalismo ruiu na semana passada, dessa vez foi o Banf of America (BOFA). O Bank of America recebeu nessa sexta-feira dia 16 US$ 20 bilhões de dólares para ajustes na sua contabilidade.

 

A ajuda ao BOFA vai ajudar a instituição a se manter estável, depois de adquirir o Merrill Lynch em novembro no valor de US$ 50 bilhões. O Tesouro, o Fed e a FDIC também vão garantir US$ 118 bilhões ao banco, em caso de incorrer em perdas incomuns devido à aquisição do Merrill Lynch. O BOFA já havia recebido antes US$ 25 bilhões em ajuda do governo.

 

Isso apenas nos mostra que essa crise ainda não terminou e continua fazendo vitimas, além do BOFA, temos o Citigroup que tinha como meta criar um banco único, onde o cliente pudesse realizar desde um simples deposito até operações complexas num único banco, esta vendo esse sonho ruir a cada dia que passa.

 

O Citigroup anunciou na sexta não só um prejuízo de US$ 8,29 bilhões (US$ 1,72 por ação) no último trimestre do ano passado, mas também que planeja separar o grupo em duas partes. Em 2008, o tombo do banco foi ainda mais profundo: prejuízo de US$ 18,72 bilhões.

 

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Palavras do Presidente:

 

O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, informou nesta sexta-feira que, mesmo com medidas econômicas para tirar os Estados Unidos da crise, o país ainda pode piorar antes de se reerguer.

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Texto publicado no Fórum dos Leitores, do dia 16 de janeiro, no jornal O Estado de São Paulo.

Ao assumir no próximo dia 20, Barack Obama poderá trazer mais esperanças a uma nação ou afundar de vez o sonho americano.

Esta cada vez mais difícil salvar aquela nação do limbo em que se encontra tudo isso começou lá atrás com o desenvolvimento do subprime. Não podemos julgá-lo como negativo porque por meio dele os EUA cresceram bastante, mas infelizmente não foram criadas regulamentações para que fosse evitado o pior.

E os motivos são inúmeros, por exemplo: cada americano deve 160% de sua renda anual, isso significa que para cada dólar que ele recebe deve US$ 1,60. E para piorar temos o nível de poupança que é próximo de zero, o que obriga os EUA a importarem capital estrangeiro, alimentando assim o enorme déficit de suas contas correntes.

Um eventual “desabamento da economia americana” poderia se compensar a nível internacional a partir de “novos centros de crescimento” em outras partes do mundo, como a China.

Os problemas são inúmeros, vão desde o famoso subprime, enfraquecimento do dólar, envelhecimento da nação, consumo excessivo por parte dos americanos, falta de poupança como já dissemos, ainda contamos com problemas de estagnação da economia que já não cresce como outrora.

Isso sem falar na questão do desemprego, que vem aumentando cada vez nos Estados Unidos, com tantas fusões, incorporações, falências e contenções de custo, muitos americanos estão perdendo os seus empregos.

Muitos dizem que Obama vai tirar os soldados do Iraque. Tudo bem, isso é maravilhoso! Mas o que ele irá fazer com mais um milhão de desempregados? Não sou favorável a guerra, mas essa é uma questão que esta cada vez mais complicada.

Infelizmente não sabemos se Obama terá condições de mudar esse cenário que temos hoje na América. Só podemos fazer parte da torcida favorável, porque se eles quebrarem quebramos a reboque. Até o dia 20!

 

Josué Silva

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O clima de cautela prevaleceu entre os investidores nesta sexta-feira. A divulgação do relatório de emprego nos Estados Unidos acabou pesando sobre os negócios e levou as principais praças acionárias mundiais a operarem em queda. A bolsa brasileira seguiu a tendência e marcou desvalorização de 0,97%, aos 41.582 pontos. O giro financeiro somou R$ 3 bilhões. Durante a manhã, o governo norte-americano anunciou o fechamento de 524 mil postos de trabalho no mês passado, enquanto que a taxa de desemprego subiu para 7,2% frente a 6,8% registrados no mês anterior. No ano, foram fechados 2,6 milhões de emprego, o pior desempenho desde 1945. “Os dados, próximos do esperado pelo mercado, animaram os investidores momentaneamente. Mas ao analisarem friamente o relatório, percebeu-se que todos os dados foram ruins”, afirma Patrícia Branco, sócia-gestora da Global Equity. Mas mesmo com esse sentimento negativo registrado nesta sexta-feira, Patrícia chamou a atenção para o fato da bolsa brasileira não ter registrado grande desvalorização. “A presença do investidor estrangeiro tem fomentado esse desempenho positivo. Mas ainda assim não é nada expressivo como já foi no passado”, ressalta. A despeito desta sessão, ela lembrou que a expectativa para os próximos dias é positiva com a posse de Barack Obama e atuações de bancos centrais. Hoje foi a vez do Banco da Coréia do Sul (BoK, central), que reduziu sua taxa básica de juros em 0,50 ponto percentual (p.p), para 2,5% ao ano, menor patamar já registrado no país asiático. Somente nesta semana, os bancos centrais da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês), Indonésia e Taiwan seguiram a mesma direção e cortaram suas taxas. No âmbito corporativo, as ações do Banco do Brasil (BB) avançaram forte, repercutindo a compra de 49,99% do capital volante e 50% do capital social total do Banco Votorantim (BV) por R$ 4,2 bilhões. Os papéis ordinários do banco federal subiram 3,63%, aos R$ 15,96. Na opinião do professor de finanças da FEA-USP e coordenador do Laboratório de Finanças da FIA, José Roberto Ferreira Savoia, a operação faz todo sentido se olhar para as deficiências do BB: especialização por nichos de crédito, administração de grandes fortunas, private banking. “A operação poderá gerar ganhos expressivos para ambos os bancos”, disse. (Vanessa Correia – InvestNews)

FONTES: Gazeta Mercantil e Invest News

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O governo federal dos Estados Unidos vai ter um déficit orçamentário de US$ 1,186 trilhões no ano fiscal de 2009 e US$ 703 bilhões no ano fiscal de 2010, de acordo com projeções divulgadas ontem pela Comissão Orçamentária do Congresso (CBO, na sigla em inglês).

Em um a série de projeções terríveis para a economia norte-americana, o guardião fiscal não-partidário do Congresso projetou que o produto interno bruto dos Estados Unidos vai registrar uma contração de até 2,2% em 2009 e que a taxa de desemprego do país vai chegar a um pico de 9% no início de 2010.

A queda no Produto Interno Bruto (PIB) marcaria o maior declínio na produção do país em um único ano desde a Segunda Guerra Mundial, disse em uma coletiva de imprensa Robert Sunshine, diretor interino da comissão.

O drástico aumento no déficit orçamentário projetado está em contraste com o recorde anterior de US$ 455 bilhões registrados pela CBO para o ano fiscal de 2008, que terminou em 30 de setembro de 2008. O ano fiscal atual termina em 30 de setembro de 2009.

A comissão prevê ainda que a economia do país permanecerá em recessão até o segundo semestre deste ano. Segundo dados oficiais, os EUA estão em recessão desde dezembro de 2007.

A equipe de transição do presidente eleito Barack Obama trabalha com parlamentares de ambos os partidos no Congresso para desenhar um enorme pacote de ajuda financeira em um esforço para tirar a economia americana da recessão. O plano deve ofertar entre US$ 775 bilhões e US$ 1,3 trilhão.Mitch McConnell, republicano do Kentucky e líder da minoria no Senado, afirmou que as cifras da comissão são “gigantescas” e lembrou que é responsabilidade do Congresso zelar pelo dinheiro dos contribuintes. McConnell defendeu que os parlamentares precisam assegurar que cada dólar gasto com o plano de estímulo econômico servirá a seu propósito e ajudará a criar novos postos de trabalho.

Demissões disparam 275%

O volume de demissões das empresas norte-americanas quase quadruplicou em dezembro, puxado pelos cortes efetuados pelas instituições financeiras, empresas de produtos químicos e de varejo, com a irradiação da recessão por toda a economia americana.

As demissões cresceram 275% no mês passado em comparação a dezembro de 2007, para o corte de 166,3 mil postos de trabalho, disse ontem a agência de emprego Challenger Gray & Christmas, de Chicago. No ano de 2008 como um todo, foram realizadas 1,22 milhão de dispensas, o maior contingente de cinco anos.

A economia americana entrou num ciclo autoalimentado de fechamentos crescentes de postos de trabalho e de quedas dos gastos do consumidor que ameaça se ampliar e aprofundar o desaquecimento econômico este ano. Obama disse que sua prioridade máxima após assumir o governo, no próximo dia 20, será aprovar um pacote de estímulo que poupará ou criará três milhões de empregos.

“Infelizmente os fechamentos intensivos de postos de trabalho deverão continuar até pelo menos o final do primeiro semestre de 2009”, disse John A. Challenger, principal executivo da empresa, em um comunicado. “Quase todos os setores tiveram aumento das demissões em 2008, quando os efeitos do colapso dos mercados de imóveis residenciais e financeiro se propagaram por toda a economia.”

Vacância recorde

O número de lojas vagas nos centros de compras e shopping centers dos EUA ficou próximo de sua maior alta dos últimos 10 anos no quarto trimestre de 2008, e deverá aumentar ainda mais com a queda das vendas no varejo, que deve tirar mais lojas de operação, disse a empresa de pesquisa Reis.

A taxa de vacância dos shoppings regionais subiu para 7,1% no último trimestre do ano passado, em relação aos 6,6% do trimestre anterior. A taxa foi a mais alta de lojas vagas desde que a Reis começou a monitorar os shoppings regionais, em 2000, bem como o maior salto das vacâncias no comparativo trimestral. Em centros de bairro, a taxa de vacância subiu de 8,4% do terceiro trimestre para 8,9% no quarto trimestre.

Fonte: Gazeta Mercantil

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