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Posts Tagged ‘Selic’

Ao que tudo indica estamos adentrando mais um momento onde uma possível crise já começa a aparecer em nosso caminho. Nossos pares como Turquia, Índia e África do Sul, já começam a apresentar certo mal estar, a Argentina mais uma vez esta no olho do furacão.

E esta chegando o momento de fazer a separação entre o joio e o trigo, por aqui temos de volta a sombra do apagão, que pode ser olhado por duas vertentes:

1º que a demanda por energia elétrica aumentou demasiadamente no Brasil a ponto de gerar black outs.

2º esse já é um problema antigo e remonta a era FHC, e significa que estamos com certo déficit de investimentos no setor.

Mas não para por aí, no Brasil a exemplo do que ocorre na Ucrânia, estamos vivenciando um momento impar na politica, as manifestações em massa nas ruas, se por um lado o governo afirma que a inflação esta sob controle, nas ruas o povo pede mais pão.

E pelo andar da carruagem esses eventos vão durar até os jogos da Copa, que no momento é o grande pano de fundo de toda essa massa de insatisfeitos nas ruas das grandes metrópoles brasileiras, um movimento que iniciou com estudantes exigindo o recuo no aumento da passagem dos ônibus, hoje se desdobrou em um movimento anti Copa do Mundo no Brasil.

Não se pode afirmar com clareza, mas esse movimento acabou ganhando força por conta da inabilidade de alguns governantes e demora do poder publico em responder questões básicas à população, caso as autoridades tivesses respondido com certa agilidade e tivesse tido menos violência por parte do Estado, talvez esse movimento não tivessem ganhado a força que ganhou.

E o que isso tem a ver com investimentos no Brasil?

Tudo, porque o investidor em outras partes do mundo abre o jornal e acompanha toda essa confusão interna e acaba ficando receoso em aportar seus recursos em capital fixo em terras tupiniquins.

Nesse momento a única opção que sobrara a ele será aproveitar nossa taxa de juros atualmente em 10,5% a.a.

Analisando esses e outros fatores que serão discutidos aqui em breve podemos imaginar que teremos um longo e difícil ano pela frente.

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SÃO PAULO – Mesmo subindo em três sessões na semana, o Ibovespa não conseguiu evitar terminar esses cinco dias com queda de 0,16%, aos 54.983 pontos. Entre os destaques, dados positivos da China no início da semana ajudaram companhias como a Vale (VALE3; VALE5), enquanto dados ruins nos EUA nesta sessão levaram pessimismo ao mercado.

Para a próxima semana, o grande destaque fica na agenda doméstica, onde ocorre a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) para decidir o futuro da taxa básica de juros, atualmente em 7,25% ao ano. Apesar do mercado já precificar uma alta nesta reunião, analistas ainda defendem a manutenção da taxa.

Para a diretora de análise de investimentos da Indusval & Partners Corretora, Mitsuko Kaduoka, o momento é de dúvida sobre a discussão do governo, sendo que após o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central) mostrar redução de 0,52% em fevereiro, a pressão sobre a Selic aumentou. Para ela, o Relatório Focus, que será divulgado na segunda-feira (15) ainda deve manter a perspectiva de 7,25% para essa reunião, mas podem ocorrer alterações para projeções para o fim do ano.

“Caso o governo decida manter a Selic em 7,25% nesta semana, a pressão sobre a taxa deve diminuir, mas acredito que o Focus pode mostrar alguma alta para as expectativas de dezembro [que atualmente está em 8,50%]”, conclui a diretora.

Outros fatores que devem gerar volatilidade na bolsa durante os próximos dias serão o Vencimento de Opções Sobre Ações, que ocorre na segunda, e o Vencimento de opções sobre Ibovespa e Contratos de Ibovespa Futuro, que ocorre na quarta-feira (17). Por fim, a semana dará início à temporada de resultados corporativos do primeiro trimestre de 2013, com a Localiza (RENT3) apresentando seu balanço na terça-feira.

Estados Unidos
Nos EUA, a terça-feira (16) será o dia mais agitado da agenda, com três indicadores de setores diferentes da economia. O primeiro é o indicador de preços ao consumidor, o CPI (Consumer Price Index), apresentado pelo Departamento de Trabalho do país. No mesmo horário, às 9h30 (horário de Brasília), serão divulgados os números do setor imobiliário com os dados de novas construções residenciais.

Por fim, o Federal Reserve apresenta o indicador de Produção Industrial e Utilização da Capacidade Instalada da indústria norte-americana. Enquanto no dia seguinte, a autoridade monetária divulga o Livro Bege, um relatório sobre a atualidade econômica dos EUA.

China e Europa
Kaduoka destaca que a sessão de segunda-feira pode ter bastante movimento, visto que na noite de domingo serão apresentados diversos dados na China: produção industrial, vendas no varejo e prévia do PIB (Produto Interno Bruto). Mesmo com as projeções de manutenção do crescimento de 2% visto no quarto trimestre de 2012, mudanças em outros números, principalmente o da indústria pode afetar diferentes mercados pelo mundo.

Na Europa, a diretora destaca os dois leilões que ocorreram na Espanha, na terça e na quinta. Mesmo entendendo que as atenções no momento devem ser maiores com Portugal, esse leilão não deve deixar de ser observado. Ainda na região, na segunda será apresentada a balança comercial da zona do euro e na terça o índice de confiança na economia.

Fonte: Infomoney

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INFLAÇÕES E REAJUSTES DE ALUGUÉIS
Variações em %
Índice
Inflação do mês
Aluguéis de 12 meses
abr/12
mai/12
jun/12
mai/12
jun/12
IGP-M 0,85 1,02 0,66 4,26 5,14
IPA-M 0,97 1,17 0,74 3,62 4,86
IGP-DI 1,02 0,91 0,69 4,8 5,66
IPCA 0,64 0,36 0,08 4,99 4,92
INPC 0,64 0,55 0,26 4,86 4,9
Fontes: FGV, Fipe, IBGE e Brasil Econômico
SALÁRIOS E FGTS
Variação (%)
abr/12
mai/12
jun/12
No mês
No ano
Sal. Mínimo (R$) 622 622 622
0
14,13
Sal. Paulista I (R$) 690 690 690
0
15
Sal. Paulista II (R$) 700 700 700 0 14,75
Sal. Paulista III (R$) 710 710 710 0 14,52
FGTS (%) 0,2693 0,2935 0,2466 1,76 1,51
Fontes: CEF, Ministério do Trabalho e Brasil Econômico
IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE
Base de Cálculo (R$)
Alíquota (%)
Deduzir (R$)
Até 1.637,11
Isento
De 1.637,12 até 2.453,50
7,5
122,78
De 2.453,51 até 3.271,38
15
306,8
De 3.271,39 até 4.087,65
22,5
552,15
Acima de 4.087,65
27,5
756,53
Fontes: RBF e Brasil Econômico
* Dedução de R$ 164,56 por dependente.
PREVIDÊNCIA – CONTRIBUIÇÕES
Salário de contribuição (R$)
Alíquota (%)
Empregados, inclusive domésticos e trabalhadores avulsos
Até R$ 1.174,86
8%
De R$ 1.174,87 a R$ 1.958,10
9%
De R$ 1.958,11 a R$ 3.916,20
11%
Empregador
12%
Contribuintes individuais e facultativos
Até R$ 622,00
11%
De R$ 622,01 a R$ 3.916,20
20%
Remuneração (R$)
Salário-família
Até R$ 608,80
R$ 31,22
De R$ 608,81 a R$ 915,05
R$ 22,00
Fontes: Ministério da Previdência Social e Brasil Econômico
TAXA DE JUROS
Pessoa física – Em % ao ano
Crédito
fev/12
mar/12
abr/12
mai/12
Cheque Especial
182,8
185 174,1 169,5
Crédito pessoal
50,6
48,8 44,7 41,4
Veículos
27
26,5 26 23,4
Selic
10,4
9,82 9,35 8,87
Spread (p.p)
35,8
35,1 33,2 30,5
Inadimplência*
7,6
7,4 7,6 8
Fontes: Banco Central e Brasil Econômico
* Percentual do saldo em atraso acima de 90 dias em relação ao total.
TAXA DE JUROS
Pessoa jurídica – Em % ao ano
Linha
fev/12
mar/12
abr/12
mai/12
Hot Money
34,5
35,2 38,4 35,3
Duplicatas
42,6
40 38,7 36,4
Promissórias
61,1
56,6 55,2 51,9
Giro
26,1
25,2 23 20,5
Conta Garantida
104,8
107,2 103,5 103,5
Spread (p.p)
18,8
18,4 17,5 16,8
Fontes: Banco Central e Brasil Econômico
* Percentual do saldo em atraso acima de 90 dias em relação ao total.
UNIDADES FISCAIS
Em R$
2009
2010
2011
2012
Ufesp (SP)
15,85
16,42
17,45
18,44
UFMSP (São Paulo)
92,35
96,33
102,02
108,66
Rio de Janeiro
1,061
1,0418
1,0579
1,0656
Ufir (RJ)
1,9372
2,0183
2,1352
2,2752
FCA (PR)
1,5434
1,6103
1,6994
1,7692
UPF (PR)
58,18
60,7
64,06
67,89
UPF (RS)
11,0617
11,5241
12,1913
12,9905
UFEMG (MG)
2,0349
1,9991
2,1813
2,3291
Fontes: Secretária de Finanças e Brasil Econômico
RENDIMENTOS
Em % ao mês
Aplicação
mar/12
abr/12
mai/12
no ano
Bolsa (SP)
-1,98
-4,17
-11,86
-3,99
CDB
0,86
0,73
0,73
4,03
Poupança
0,61
0,52
0,55
2,79
Ouro
1,04
3,92
0,2
6,32
Dólar Comercial
6,16
4,44
5,82
7,97
Dólar Paralelo
6,56
3,08
7,96
6,9
Fundo Renda Fixa
0,98
1
0,88
4,79
Fundo DI
0,87
0,79
0,82
4,15
Fontes: BM&FBovespa, Anbima, Banco Central e Brasil Econômico

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Índice

JAN 09

FEV 09

MAR 09

ABR 09

MAI 09

JUN 09

2009

 12 Meses

INPC

0,64

0,31

0,20

0,55

0,60

0,42

2,32

4,50

IPCA

0,48

0,55

0,20

0,48

0,47

0,36

2,20

4,43

IGP-M

(0,44)

0,26

(0,74)

(0,15)

(0,07)

(0,10)

(1,24)

1,53

IGP-DI

0,01

(0,13)

(0,84)

(0,04)

0,18

(0,32)

(0,82)

0,99

INCC-DI

0,33

0,27

(0,25)

(0,04)

1,39

 

1,70

6,92

IPC

0,46

0,27

0,40

0,31

0,44

0,13 

1,89

4,22

ICV

0,69

0,02

0,40

0,31

0,23

 

1,66

4,11

US$

2,318

2,370

2,318

2,188

1,970

1,964

(15,63)

25,74

EURO

2,9694

3,0104

3,0820

2,8947

2,7851

2,8230

(15,53)

16,03

EURO

1,281

1,270

1,330

1,323

1,413

1,437

0,07

(7,86)

OURO

67,50

70,00

67,00

62,35

63,00

59,50

(1,49)

27,96

POUPANÇA

0,67

0,54

0,64

0,50

0,56

0,56

 

 

SELIC

12,75

12,75

11,25

10,25

10,25

9,25

 

 

IBOVESPA

39.300

38.183

40.925

47.289

53.197

51.465

37,06

(13,51)

DOW JONES

8.000

7.062,93

7.608,92

8.168,12

8.500,33

8.447,00

(3,75)

(25,76)

NASDAQ

1.476

1.377,47

1.528,59

1.717,30

1.774,33

1.835,04

16,36

(21,07)

Fonte: BACEN, BOVESPA, CMA, DIEESE, FGV, FIPE, IBGE, NYSE

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Após a redução da taxa básica de juros, para 11,25% pp,  a rentabilidade da poupança já supera a de alguns fundos de investimento.

As informações são do especialista em matemática financeira José Dutra Vieira Sobrinho, que analisou os efeitos da redução da Selic nos rendimentos dessas aplicações financeiras.

O redutor empregado na fórmula da TR faz com que os rendimentos da poupança subam conforme cai à taxa Selic.

Para o administrador de investimentos Fabio Colombo, os fundos de investimento com taxa de administração entre 0,5% e 1,5% ainda são mais rentáveis que a poupança, considerando a Selic atual de 11,25%.

“Os fundos passam a ter rendimento menor que a poupança a partir de uma taxa básica de juros menor que 9,9%”, afirma.

O porcentual indica o ponto em que o rendimento líquido dos fundos seria inferior ao mínimo de 6% ao ano garantido por lei para a poupança.

Para a estimativa, Colombo considerou aplicações com período inferior a seis meses, cujos rendimentos pagam 22,5% de IR e taxas de administração de 2%.

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