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Posts Tagged ‘taxa de juros’

Ao que tudo indica estamos adentrando mais um momento onde uma possível crise já começa a aparecer em nosso caminho. Nossos pares como Turquia, Índia e África do Sul, já começam a apresentar certo mal estar, a Argentina mais uma vez esta no olho do furacão.

E esta chegando o momento de fazer a separação entre o joio e o trigo, por aqui temos de volta a sombra do apagão, que pode ser olhado por duas vertentes:

1º que a demanda por energia elétrica aumentou demasiadamente no Brasil a ponto de gerar black outs.

2º esse já é um problema antigo e remonta a era FHC, e significa que estamos com certo déficit de investimentos no setor.

Mas não para por aí, no Brasil a exemplo do que ocorre na Ucrânia, estamos vivenciando um momento impar na politica, as manifestações em massa nas ruas, se por um lado o governo afirma que a inflação esta sob controle, nas ruas o povo pede mais pão.

E pelo andar da carruagem esses eventos vão durar até os jogos da Copa, que no momento é o grande pano de fundo de toda essa massa de insatisfeitos nas ruas das grandes metrópoles brasileiras, um movimento que iniciou com estudantes exigindo o recuo no aumento da passagem dos ônibus, hoje se desdobrou em um movimento anti Copa do Mundo no Brasil.

Não se pode afirmar com clareza, mas esse movimento acabou ganhando força por conta da inabilidade de alguns governantes e demora do poder publico em responder questões básicas à população, caso as autoridades tivesses respondido com certa agilidade e tivesse tido menos violência por parte do Estado, talvez esse movimento não tivessem ganhado a força que ganhou.

E o que isso tem a ver com investimentos no Brasil?

Tudo, porque o investidor em outras partes do mundo abre o jornal e acompanha toda essa confusão interna e acaba ficando receoso em aportar seus recursos em capital fixo em terras tupiniquins.

Nesse momento a única opção que sobrara a ele será aproveitar nossa taxa de juros atualmente em 10,5% a.a.

Analisando esses e outros fatores que serão discutidos aqui em breve podemos imaginar que teremos um longo e difícil ano pela frente.

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A taxa média de juros cobrada dos consumidores subiu para 5,65% em janeiro, ante os 5,6% cobrados em dezembro de 2013. Foi a oitava alta seguida na taxa, de acordo com a pesquisa da Associação dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

A taxa média apurada na pesquisa, que chega a 93,39% ao ano, é a maior cobrada desde setembro de 2012.

A Anefac pesquisa, todos os meses, as taxas cobradas em seis linhas diferentes voltadas para pessoas físicas. Apenas uma não registrou alta, mantendo-se estável em janeiro, na comparação com dezembro.

“Esta situação é reflexo do aumento da taxa básica de juros [Selic] promovida pelo Banco Central em 15 de janeiro passado”, diz o diretor executivo de estudos econômicos da associação, Miguel José Ribeiro de Oliveira.

Taxa do cartão fica estável, mas chega a 192,94% ao ano

De acordo com a pesquisa, os juros médios cobrados no cheque especial passaram de 7,97% para 8,03% ao mês. No empréstimo pessoal dos bancos, a taxa saiu de 3,20% para 3,26% ao mês.

A taxa  do empréstimo pessoal concedido pelas financeiras também subiu: era de 7,16% ao mês em dezembro de 2013 e ficou em 7,2% ao mês em janeiro.

Os juros cobrados do comércio passaram de 4,25% por mês, em média, para 4,35% mensais. No Crédito Direto ao Consumidor para financiamento de automóveis, a taxa média saiu de 1,65% ao mês para 1,69% mensal.

A taxa do cartão de crédito foi a única que se manteve estável em janeiro, segundo a Anefac, em 9,37% ao mês. Ainda assim, é a mais alta entre as seis taxas cobradas da pessoa física incluídas na pesquisa, ficando, em média, em 192,94% ao ano.

Juros cobrados das empresas também subiram

A Anefac também pesquisa, mensalmente, as taxas cobradas das empresas. Nesse caso, todas as três linhas de crédito analisadas ficaram mais caras em janeiro.

Na média, a taxa das linhas para pessoa jurídica passou de 3,25% para 3,29% ao mês. É a maior média registrada desde setembro de 2012.

Os juros cobrados nas linhas de capital de giro ficaram em 1,7% ao mês em janeiro, ante 1,65% em dezembro, em média. No crédito para desconto de duplicada, a média passou de 2,33% para 2,38% mensais.

Na linha de crédito chamada de “conta garantida”, os juros médios saíram de 5,77% para 5,79% ao mês.

http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2014/02/10/juros-sobem-pelo-8-mes-seguido-e-tem-maior-media-desde-setembro-de-2012.htm

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O assunto que tem dominado o noticiário econômico é a chamada crise dos países emergentes. Com sinais de recuperação mais sólida da economia norte-americana, espera-se que os emergentes venham a receber um influxo menor de capitais.

Assim, esses países terão que reduzir seus deficit externos, com exportações maiores e importações menores, o que requer que suas moedas se enfraqueçam relativamente ao dólar.

Esse processo guarda paralelos incômodos com o observado a partir de meados dos anos 1990, quando o aperto monetário nos EUA contribuiu para uma onda de desvalorizações, inicialmente no leste asiático, cujos efeitos foram particularmente destrutivos.

Vários países da região sofreram recessões bíblicas e as ondas de choque acabaram se propagando para todo o universo emergente, num fenômeno até então desconhecido de contágio financeiro. A crise russa de 1998 e o abandono do câmbio administrado do Brasil em 1999 se devem, entre outros fatores, também à propagação daquele terremoto original.

Não é acidente, portanto, a reação de mercados financeiros à (perspectiva de) alteração da política monetária americana. Quando o mamute se ajeita, a loja treme.

Isto dito, em que pesem certas semelhanças ao ocorrido então, há diferenças substantivas. Para começar, enquanto no final dos anos 1990 a imensa maioria dos países emergentes adotava regimes de câmbio administrado, hoje, pelo contrário, moedas flutuantes predominam. Duas implicações são importantes.

Em primeiro lugar, o regime flutuante costuma desestimular a tomada de empréstimos externos por parte de empresas (e famílias), pois o risco de desvalorização (portanto aumento da dívida em moeda nacional) é elevado.

Já sob câmbio administrado é comum o oposto: a percepção de estabilidade da taxa de câmbio incentiva a formação de elevados passivos externos. Assim, quando a desvalorização ocorre, em geral é acompanhada de crise financeira e forte queda do produto.

Em segundo lugar, quando a taxa de câmbio é administrada, os bancos centrais relutam em permitir a desvalorização (até pelo motivo acima), o que os obriga a elevar fortemente a taxa de juros para impedir a fuga de capitais, com efeitos negativos sobre o PIB.

Caso, porém, a taxa flutue, o BC não tem a obrigação de defender a moeda, apenas moderar o impacto da desvalorização sobre os preços domésticos, o que tipicamente requer movimentos de taxas de juros bem mais modestos do que os necessários para manter uma paridade ameaçada pela mudança de rumo dos fluxos de capitais. Taxas de câmbio flutuantes, portanto, ajudam a “isolar” a economia doméstica das alterações do ambiente externo.

Adicionalmente, escaldadas precisamente pela crise de 1997-99, economias emergentes acumularam uma grande quantidade de reservas, o que também ajuda a mitigar as ondas de choque oriundas da reorientação da política monetária americana.

Nesse aspecto, parece exagero comparar o atual processo ao ocorrido no final dos anos 1990. A desvalorização das moedas emergentes, mais que sinal de fraqueza, é parte central da funcionalidade do regime.

Isto dito, não decorre do exposto acima que todos os emergentes estejam bem. Há divergências importantes, que resultam das políticas adotadas durante os anos de capitais abundantes.

Países que mantiveram políticas sólidas, controlando gastos e mantendo a inflação na meta, hoje conseguem atravessar a turbulência de forma muito mais suave. Quem, por outro lado, desperdiçou a bonança com políticas equivocadas agora paga o preço do descontrole, como é claro nos casos de Argentina e Venezuela.

Já no Brasil a falta de cuidado com a inflação nos últimos anos vai nos custar ainda mais. Partindo de inflação alta e expectativas idem, o BC terá que trabalhar mais duro para evitar os efeitos inflacionários da desvalorização. Não foi, como bem sabem os 18 fiéis, por falta de alerta.

Alexandre Schwartsman

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/alexandreschwartsman/2014/02/1407663-crise.shtml

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Ao contratar um empréstimo é muito importante, ficar atento a detalhes especiais como a taxa de juros a serem cobradas.

Como vivemos numa economia capitalista, as taxas diferenciam entre os bancos, sendo assim é preciso ficar atento para evitar surpresas.

Recentemente o PROCON realizou uma pesquisa para saber qual era a melhor taxa de mercado em dois empréstimos.

No primeiro caso foi simulado um financiamento no valor de R$ 950,00 no Cheque Especial, no período de um mês.

Cheque especial por 1 mês 
Banco Tx mensal (média/novembro)  Gasto total
Santander 9,87% R$ 1.043,77
HSBC 9,82% R$ 1.043,29
Bradesco 8,76% R$ 1.033,22
Itaú 8,75% R$ 1.033,13
Safra 8,25% R$ 1.028,38
Banco do Brasil 5,70% R$ 1.004,15
Caixa Econômica Federal 4,27% R$ 990,57

No segundo caso, o  cálculo a seguir mostra quanto custa emprestar R$ 1,5 mil para pagamento ao longo de 12 meses, assim como a variação do custo do dinheiro de banco para banco.

Empréstimo pessoal em 12 meses
Banco Tx mensal (média/novembro)  Gasto total
Bradesco 6,17% R$ 2.167,04
Itaú 6,02% R$ 2.149,34
Santander 5,91% R$ 2.136,41
HSBC 5,77% R$ 2.120,00
Safra 4,90% R$ 2.019,42
Banco do Brasil 4,27% R$ 1.948,11
Caixa Econômica Federal 3,51% R$ 1.863,61

Fonte: Procon

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INFLAÇÕES E REAJUSTES DE ALUGUÉIS
Variações em %
Índice
Inflação do mês
Aluguéis de 12 meses
abr/12
mai/12
jun/12
mai/12
jun/12
IGP-M 0,85 1,02 0,66 4,26 5,14
IPA-M 0,97 1,17 0,74 3,62 4,86
IGP-DI 1,02 0,91 0,69 4,8 5,66
IPCA 0,64 0,36 0,08 4,99 4,92
INPC 0,64 0,55 0,26 4,86 4,9
Fontes: FGV, Fipe, IBGE e Brasil Econômico
SALÁRIOS E FGTS
Variação (%)
abr/12
mai/12
jun/12
No mês
No ano
Sal. Mínimo (R$) 622 622 622
0
14,13
Sal. Paulista I (R$) 690 690 690
0
15
Sal. Paulista II (R$) 700 700 700 0 14,75
Sal. Paulista III (R$) 710 710 710 0 14,52
FGTS (%) 0,2693 0,2935 0,2466 1,76 1,51
Fontes: CEF, Ministério do Trabalho e Brasil Econômico
IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE
Base de Cálculo (R$)
Alíquota (%)
Deduzir (R$)
Até 1.637,11
Isento
De 1.637,12 até 2.453,50
7,5
122,78
De 2.453,51 até 3.271,38
15
306,8
De 3.271,39 até 4.087,65
22,5
552,15
Acima de 4.087,65
27,5
756,53
Fontes: RBF e Brasil Econômico
* Dedução de R$ 164,56 por dependente.
PREVIDÊNCIA – CONTRIBUIÇÕES
Salário de contribuição (R$)
Alíquota (%)
Empregados, inclusive domésticos e trabalhadores avulsos
Até R$ 1.174,86
8%
De R$ 1.174,87 a R$ 1.958,10
9%
De R$ 1.958,11 a R$ 3.916,20
11%
Empregador
12%
Contribuintes individuais e facultativos
Até R$ 622,00
11%
De R$ 622,01 a R$ 3.916,20
20%
Remuneração (R$)
Salário-família
Até R$ 608,80
R$ 31,22
De R$ 608,81 a R$ 915,05
R$ 22,00
Fontes: Ministério da Previdência Social e Brasil Econômico
TAXA DE JUROS
Pessoa física – Em % ao ano
Crédito
fev/12
mar/12
abr/12
mai/12
Cheque Especial
182,8
185 174,1 169,5
Crédito pessoal
50,6
48,8 44,7 41,4
Veículos
27
26,5 26 23,4
Selic
10,4
9,82 9,35 8,87
Spread (p.p)
35,8
35,1 33,2 30,5
Inadimplência*
7,6
7,4 7,6 8
Fontes: Banco Central e Brasil Econômico
* Percentual do saldo em atraso acima de 90 dias em relação ao total.
TAXA DE JUROS
Pessoa jurídica – Em % ao ano
Linha
fev/12
mar/12
abr/12
mai/12
Hot Money
34,5
35,2 38,4 35,3
Duplicatas
42,6
40 38,7 36,4
Promissórias
61,1
56,6 55,2 51,9
Giro
26,1
25,2 23 20,5
Conta Garantida
104,8
107,2 103,5 103,5
Spread (p.p)
18,8
18,4 17,5 16,8
Fontes: Banco Central e Brasil Econômico
* Percentual do saldo em atraso acima de 90 dias em relação ao total.
UNIDADES FISCAIS
Em R$
2009
2010
2011
2012
Ufesp (SP)
15,85
16,42
17,45
18,44
UFMSP (São Paulo)
92,35
96,33
102,02
108,66
Rio de Janeiro
1,061
1,0418
1,0579
1,0656
Ufir (RJ)
1,9372
2,0183
2,1352
2,2752
FCA (PR)
1,5434
1,6103
1,6994
1,7692
UPF (PR)
58,18
60,7
64,06
67,89
UPF (RS)
11,0617
11,5241
12,1913
12,9905
UFEMG (MG)
2,0349
1,9991
2,1813
2,3291
Fontes: Secretária de Finanças e Brasil Econômico
RENDIMENTOS
Em % ao mês
Aplicação
mar/12
abr/12
mai/12
no ano
Bolsa (SP)
-1,98
-4,17
-11,86
-3,99
CDB
0,86
0,73
0,73
4,03
Poupança
0,61
0,52
0,55
2,79
Ouro
1,04
3,92
0,2
6,32
Dólar Comercial
6,16
4,44
5,82
7,97
Dólar Paralelo
6,56
3,08
7,96
6,9
Fundo Renda Fixa
0,98
1
0,88
4,79
Fundo DI
0,87
0,79
0,82
4,15
Fontes: BM&FBovespa, Anbima, Banco Central e Brasil Econômico

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SÃO PAULO – O Copom (Comitê de Política Monetária), do Banco Central, decidiu, nesta quarta-feira (20), manter a taxa básica de juro em 10,75% ao ano, como já era esperado pelo mercado. Com a decisão, o Brasil mantém a posição de país com a maior taxa de juro real. Com a Selic mantida, a taxa de juros reais, descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses, fica em 5,3% ao ano. Os dados são do Ranking Mundial de Juros Reais, que é um comparativo entre as taxas praticadas em 40 países do mundo, elaborado pelo analista internacional da Apregoa.com – Cruzeiro do Sul, Jason Vieira, com a colaboração do analista de mercado da Weisul Agrícola, Thiago Davino. Para deixar o topo De acordo com os dados, para sair da primeira colocação do ranking, seria necessário que a Selic saísse dos atuais 10,75% a.a. para 7,75% a.a., ou seja, um corte de 300 pontos base. Juros nominais Outra lista elaborada, que também conta com 40 países, contém as nações com maiores taxas nominais de juros. Nela, o Brasil está na segunda posição, atrás da Venezuela.

Taxas nominais
Posição País Posição  País 
Venezuela 36º Inglaterra
(17,98% ao ano)  (0,50% ao ano) 
Brasil 37º Suíça
(10,75% ao ano)  (0,25% ao ano) 
Argentina 38º EUA
(9,93% ao ano)  (0,19% ao ano) 
Rússia 39º Cingapura
(7,75% ao ano)  (0,13% ao ano) 
Indonésia 40º Japão
(6,50% ao ano)  (0,10% ao ano) 
Fonte: Jason Vieira/Thiago Davino

www.infomoney.com.br

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SÃO PAULO – Copom: pelo menos uma vez ao mês, esta é uma das palavras mais ouvidas no noticiário econômico brasileiro, com a reunião do colegiado do Banco Central centralizando as atenções de todo o País. Afinal de contas, é na reunião do Copom que são decididos os rumos da Selic, a taxa básica de juro da economia brasileira.

Mas o que é o Copom e como funciona? O Copom, ou Comitê de Política Monetária do Banco Central, foi criado em junho de 1996, com o objetivo de estabelecer as diretrizes da política monetária e de definir a taxa básica de juro. Até o final de 2005, as reuniões do colegiado acontecem com freqüência mensal, mas a partir de 2006 ocorrerão aproximadamente a cada 44 dias, ou seja, oito reuniões ao ano.

Inspiração nos EUA
O modelo adotado no Brasil é similar ao do Federal Reserve, o banco central norte-americano, que tem no Federal Open Market Committee (FOMC) a centralização das decisões de política monetária, trazendo mais transparência ao processo decisório.

De acordo com o Banco Central, os objetivos do Copom são “implementar a política monetária, definir a meta da taxa Selic e seu eventual viés, e analisar o ‘Relatório de Inflação'”. Vale lembrar que a taxa de juro fixada na reunião do colegiado é a meta para a Selic, que vigora no período até a próxima reunião do comitê.

Como funciona
Desde 2000, as reuniões do Copom são divididas em dois dias: a primeira sessão às terças-feiras e a segunda às quartas-feiras. O comitê é composto pelos membros da Diretoria Colegiada do Banco Central: o presidente, que tem o voto de qualidade; e os diretores de Política Monetária, Política Econômica, Estudos Especiais, Assuntos Internacionais, Normas e Organização do Sistema Financeiro, Fiscalização, Liquidações e Desestatização, e Administração.

Também participam do primeiro dia da reunião os chefes de alguns departamentos do Banco Central, como o Departamento Econômico (Depec), o Departamento de Operações das Reservas Internacionais (Depin), o Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos (Deban), o Departamento de Operações do Mercado Aberto (Demab), o Departamento de Estudos e Pesquisas (Depep), além do gerente-executivo da Gerência-Executiva de Relacionamento com Investidores (Gerin).

  • Primeiro dia do encontro: Nesse dia os chefes de departamento e o gerente-executivo apresentam uma análise da conjuntura econômica incluindo variáveis como inflação, atividade econômica, evolução dos agregados monetários, finanças públicas, balanço de pagamentos, economia internacional, mercado de câmbio, reservas internacionais, mercado monetário, operações de mercado aberto, avaliação prospectiva das tendências da inflação e expectativas gerais para variáveis macroeconômicas.
  • Segundo dia do encontro: Participam dessa reunião os membros do Comitê e o chefe do Depep, sem direito a voto, os diretores de Política Monetária e de Política Econômica, após análise das projeções atualizadas para a inflação, apresentam alternativas para a meta da Selic e recomendações para a da política monetária. Após participação dos demais membros, as propostas são votadas, buscando-se, quando possível, o consenso.

O que é o viés da taxa de juros?
No momento do anúncio da taxa, o Copom pode estabelecer um viés, de elevação ou de redução.

Trata-se de uma prerrogativa que autoriza o presidente do Banco Central a alterar a meta para a taxa Selic na direção do viés a qualquer momento entre as reuniões regulares do Copom. O viés é utilizado, normalmente, quando alguma mudança significativa na conjuntura econômica for esperada.

Ata da reunião e Relatório de Inflação
Outro elemento muito acompanhado pelo mercado é a ata da reunião, que traz os motivos para as decisões e pode trazer pistas das próximas ações do colegiado. As atas em português são divulgadas às 8h30 da quinta-feira da semana seguinte a cada reunião.

Outro documento preparado pelo Copom é o Relatório de Inflação, publicado ao final de cada trimestre (março, junho, setembro e dezembro). Este relatório analisa a economia brasileira e traz as projeções do colegiado para a taxa de inflação.

Fonte: Infomoney

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