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Posts Tagged ‘Tupi’

Ao que tudo indica estamos adentrando mais um momento onde uma possível crise já começa a aparecer em nosso caminho. Nossos pares como Turquia, Índia e África do Sul, já começam a apresentar certo mal estar, a Argentina mais uma vez esta no olho do furacão.

E esta chegando o momento de fazer a separação entre o joio e o trigo, por aqui temos de volta a sombra do apagão, que pode ser olhado por duas vertentes:

1º que a demanda por energia elétrica aumentou demasiadamente no Brasil a ponto de gerar black outs.

2º esse já é um problema antigo e remonta a era FHC, e significa que estamos com certo déficit de investimentos no setor.

Mas não para por aí, no Brasil a exemplo do que ocorre na Ucrânia, estamos vivenciando um momento impar na politica, as manifestações em massa nas ruas, se por um lado o governo afirma que a inflação esta sob controle, nas ruas o povo pede mais pão.

E pelo andar da carruagem esses eventos vão durar até os jogos da Copa, que no momento é o grande pano de fundo de toda essa massa de insatisfeitos nas ruas das grandes metrópoles brasileiras, um movimento que iniciou com estudantes exigindo o recuo no aumento da passagem dos ônibus, hoje se desdobrou em um movimento anti Copa do Mundo no Brasil.

Não se pode afirmar com clareza, mas esse movimento acabou ganhando força por conta da inabilidade de alguns governantes e demora do poder publico em responder questões básicas à população, caso as autoridades tivesses respondido com certa agilidade e tivesse tido menos violência por parte do Estado, talvez esse movimento não tivessem ganhado a força que ganhou.

E o que isso tem a ver com investimentos no Brasil?

Tudo, porque o investidor em outras partes do mundo abre o jornal e acompanha toda essa confusão interna e acaba ficando receoso em aportar seus recursos em capital fixo em terras tupiniquins.

Nesse momento a única opção que sobrara a ele será aproveitar nossa taxa de juros atualmente em 10,5% a.a.

Analisando esses e outros fatores que serão discutidos aqui em breve podemos imaginar que teremos um longo e difícil ano pela frente.

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Na cidade que gosta de exaltar suas muitas e conhecidas cantinas, Jefferson Puppo, o Fininho, é hoje um dos principais representantes do ramo. Sócio de quatro casas – entre elas a Cantina do Piero (carro-chefe da rede) -, fatura por volta de R$ 1,5 milhão ao mês. História que ele começou a trilhar há 46 anos, quando largou o interior para a capital sem conhecidos, dinheiro no bolso e nem mesmo lugar para morar.

Na cidade que gosta de exaltar suas muitas e conhecidas cantinas, Jefferson Puppo, o Fininho, é hoje um dos principais representantes do ramo. Sócio de quatro casas – entre elas a Cantina do Piero (carro-chefe da rede) -, fatura por volta de R$ 1,5 milhão ao mês. História que ele começou a trilhar há 46 anos, quando largou o interior para a capital sem conhecidos, dinheiro no bolso e nem mesmo lugar para morar.

Daniel Teixeira/Estadão

Daniel Teixeira/Estadão

“Eu cheguei em 1968 de Piedade, com 14 anos, e não tinha ideia do que fazer. Como não conhecia ninguém e não tinha um centavo no bolso, fui morar na rua, embaixo de um viaduto”, lembra Fininho, que permaneceu algumas semanas assim, até conseguiu trabalho em uma padaria, como ajudante geral. “Eu pedi para carregar a lenha que estava na calçada para dentro da padaria em troca de um prato de comida. Depois propus pintar as paredes e, assim, fui ficando”, conta.

De ajudante geral de padaria a proprietário de cantinas, Fininho hoje reflete que foi determinante apostar na carreira de garçom. Após um curso preparatório, conseguiu um emprego na Cantina Don Ciccillo, famosa na época por servir de locação ao programa “Almoço com as Estrelas”, exibido pela extinta TV Tupi de São Paulo. De lá, passou por outras casas até chegar à Trattoria do Piero, em 1980.

“O dono da Piero tinha uma política de dar uma parte da empresa para os melhores funcionários, até para segurar os melhores. Aconteceu comigo. Só que fui guardando dinheiro para comprar um pouco mais da cantina, um pouquinho mais depois, e assim fui me estabelecendo”, diz.

Hoje, ele é dono de quatro casas na cidade – três cantinas tradicionais (Cantina do Piero, L’Osteria do Piero e Originale Tratoria) e um restaurante de origem italiana que também é pizzaria no turno da noite (Famiglia Puppo’s).

“A pizza te dá mais flexibilidade para criar. Já a cantina, é assim: tem de ter a participação do dono e o apego às tradições”, ensina Fininho. Ele divide seu tempo entre a burocracia do negócio, que organiza no intervalo entre o almoço e o jantar, e a representação típica do papel de ‘cantineiro’, que envolve a circulação constante por entre as mesas e sessões de apertos de mãos dos fregueses.

“Nosso negócio é de venda comida, mas também de venda de tradição. Eu faço hoje as mesmas coisas que aprendi lá atrás, como garçom. Acho que enquanto estiver fazendo assim, as coisas vão continuar dando certo”, confessa.

“Eu cheguei em 1968 de Piedade, com 14 anos, e não tinha ideia do que fazer. Como não conhecia ninguém e não tinha um centavo no bolso, fui morar na rua, embaixo de um viaduto”, lembra Fininho, que permaneceu algumas semanas assim, até conseguiu trabalho em uma padaria, como ajudante geral. “Eu pedi para carregar a lenha que estava na calçada para dentro da padaria em troca de um prato de comida. Depois propus pintar as paredes e, assim, fui ficando”, conta.

De ajudante geral de padaria a proprietário de cantinas, Fininho hoje reflete que foi determinante apostar na carreira de garçom. Após um curso preparatório, conseguiu um emprego na Cantina Don Ciccillo, famosa na época por servir de locação ao programa “Almoço com as Estrelas”, exibido pela extinta TV Tupi de São Paulo. De lá, passou por outras casas até chegar à Trattoria do Piero, em 1980.

“O dono da Piero tinha uma política de dar uma parte da empresa para os melhores funcionários, até para segurar os melhores. Aconteceu comigo. Só que fui guardando dinheiro para comprar um pouco mais da cantina, um pouquinho mais depois, e assim fui me estabelecendo”, diz.

Hoje, ele é dono de quatro casas na cidade – três cantinas tradicionais (Cantina do Piero, L’Osteria do Piero e Originale Tratoria) e um restaurante de origem italiana que também é pizzaria no turno da noite (Famiglia Puppo’s).

“A pizza te dá mais flexibilidade para criar. Já a cantina, é assim: tem de ter a participação do dono e o apego às tradições”, ensina Fininho. Ele divide seu tempo entre a burocracia do negócio, que organiza no intervalo entre o almoço e o jantar, e a representação típica do papel de ‘cantineiro’, que envolve a circulação constante por entre as mesas e sessões de apertos de mãos dos fregueses.

“Nosso negócio é de venda comida, mas também de venda de tradição. Eu faço hoje as mesmas coisas que aprendi lá atrás, como garçom. Acho que enquanto estiver fazendo assim, as coisas vão continuar dando certo”, confessa.

Fonte: Estadão

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