Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘TV’

Na cidade que gosta de exaltar suas muitas e conhecidas cantinas, Jefferson Puppo, o Fininho, é hoje um dos principais representantes do ramo. Sócio de quatro casas – entre elas a Cantina do Piero (carro-chefe da rede) -, fatura por volta de R$ 1,5 milhão ao mês. História que ele começou a trilhar há 46 anos, quando largou o interior para a capital sem conhecidos, dinheiro no bolso e nem mesmo lugar para morar.

Na cidade que gosta de exaltar suas muitas e conhecidas cantinas, Jefferson Puppo, o Fininho, é hoje um dos principais representantes do ramo. Sócio de quatro casas – entre elas a Cantina do Piero (carro-chefe da rede) -, fatura por volta de R$ 1,5 milhão ao mês. História que ele começou a trilhar há 46 anos, quando largou o interior para a capital sem conhecidos, dinheiro no bolso e nem mesmo lugar para morar.

Daniel Teixeira/Estadão

Daniel Teixeira/Estadão

“Eu cheguei em 1968 de Piedade, com 14 anos, e não tinha ideia do que fazer. Como não conhecia ninguém e não tinha um centavo no bolso, fui morar na rua, embaixo de um viaduto”, lembra Fininho, que permaneceu algumas semanas assim, até conseguiu trabalho em uma padaria, como ajudante geral. “Eu pedi para carregar a lenha que estava na calçada para dentro da padaria em troca de um prato de comida. Depois propus pintar as paredes e, assim, fui ficando”, conta.

De ajudante geral de padaria a proprietário de cantinas, Fininho hoje reflete que foi determinante apostar na carreira de garçom. Após um curso preparatório, conseguiu um emprego na Cantina Don Ciccillo, famosa na época por servir de locação ao programa “Almoço com as Estrelas”, exibido pela extinta TV Tupi de São Paulo. De lá, passou por outras casas até chegar à Trattoria do Piero, em 1980.

“O dono da Piero tinha uma política de dar uma parte da empresa para os melhores funcionários, até para segurar os melhores. Aconteceu comigo. Só que fui guardando dinheiro para comprar um pouco mais da cantina, um pouquinho mais depois, e assim fui me estabelecendo”, diz.

Hoje, ele é dono de quatro casas na cidade – três cantinas tradicionais (Cantina do Piero, L’Osteria do Piero e Originale Tratoria) e um restaurante de origem italiana que também é pizzaria no turno da noite (Famiglia Puppo’s).

“A pizza te dá mais flexibilidade para criar. Já a cantina, é assim: tem de ter a participação do dono e o apego às tradições”, ensina Fininho. Ele divide seu tempo entre a burocracia do negócio, que organiza no intervalo entre o almoço e o jantar, e a representação típica do papel de ‘cantineiro’, que envolve a circulação constante por entre as mesas e sessões de apertos de mãos dos fregueses.

“Nosso negócio é de venda comida, mas também de venda de tradição. Eu faço hoje as mesmas coisas que aprendi lá atrás, como garçom. Acho que enquanto estiver fazendo assim, as coisas vão continuar dando certo”, confessa.

“Eu cheguei em 1968 de Piedade, com 14 anos, e não tinha ideia do que fazer. Como não conhecia ninguém e não tinha um centavo no bolso, fui morar na rua, embaixo de um viaduto”, lembra Fininho, que permaneceu algumas semanas assim, até conseguiu trabalho em uma padaria, como ajudante geral. “Eu pedi para carregar a lenha que estava na calçada para dentro da padaria em troca de um prato de comida. Depois propus pintar as paredes e, assim, fui ficando”, conta.

De ajudante geral de padaria a proprietário de cantinas, Fininho hoje reflete que foi determinante apostar na carreira de garçom. Após um curso preparatório, conseguiu um emprego na Cantina Don Ciccillo, famosa na época por servir de locação ao programa “Almoço com as Estrelas”, exibido pela extinta TV Tupi de São Paulo. De lá, passou por outras casas até chegar à Trattoria do Piero, em 1980.

“O dono da Piero tinha uma política de dar uma parte da empresa para os melhores funcionários, até para segurar os melhores. Aconteceu comigo. Só que fui guardando dinheiro para comprar um pouco mais da cantina, um pouquinho mais depois, e assim fui me estabelecendo”, diz.

Hoje, ele é dono de quatro casas na cidade – três cantinas tradicionais (Cantina do Piero, L’Osteria do Piero e Originale Tratoria) e um restaurante de origem italiana que também é pizzaria no turno da noite (Famiglia Puppo’s).

“A pizza te dá mais flexibilidade para criar. Já a cantina, é assim: tem de ter a participação do dono e o apego às tradições”, ensina Fininho. Ele divide seu tempo entre a burocracia do negócio, que organiza no intervalo entre o almoço e o jantar, e a representação típica do papel de ‘cantineiro’, que envolve a circulação constante por entre as mesas e sessões de apertos de mãos dos fregueses.

“Nosso negócio é de venda comida, mas também de venda de tradição. Eu faço hoje as mesmas coisas que aprendi lá atrás, como garçom. Acho que enquanto estiver fazendo assim, as coisas vão continuar dando certo”, confessa.

Fonte: Estadão

Anúncios

Read Full Post »

Assisti ao polêmico filme do momento agora pouco na internet (Inocência dos Muçulmanos). E realmente chega a ser horrível a condição que os muçulmanos são postos no documentário. É algo parecido ou bem pior do que as TVs fazem com os evangélicos aqui, no Brasil. Outro dia, ao assistir a um trecho de uma novela, aparecia uma crente ignara, retrógrada pelega de sua fé e amorfa em todos os sentidos. Aquilo não era arte, mas um insulto aos crentes brasileiros que foram caricaturados como pessoas acéfalas.

Nesse “documentário” fizeram a mesma coisa, só que com uma diferença: a direção desse documentário mexeu com algo absolutamente sagrado para os muçulmanos, que é Maomé, e, para piorar, ao contrário dos evangélicos aqui, no Brasil, os muçulmanos não têm essa passividade toda que temos – e, além de atearem fogo nas embaixada americana da Líbia, hoje pedem a cabeça do produtor do filme. Agora temos uma nova guerra surgindo, e onde isso acabará ninguém sabe.

Não sou favorável à luta armada, mas acredito, sim, no respeito às diferenças. Por exemplo: se sou protestante, quero ter o direito de seguir minha fé custe o que custar, não aceito caricaturas de minha crença e muito menos de meu Deus.

E esse barril de pólvora explodiu exatamente por isso. Repito: não sou favorável à violência, mas confesso que admiro ver os muçulmanos defenderem sua crença até com a própria vida! Para nós, aqui, no Ocidente, é muito difícil visualizarmos esse amor e devoção ao divino onde um filme como esse consegue mexer tanto com a pessoa, a ponto de ela dar a própria vida por sua fé.

Quanto ao filme Inocência dos Muçulmanos, em minha opinião ele é ofensivo ao profeta Maomé e cita temas como homossexualismo e pedofilia, além de apresentar os muçulmanos como imorais e gratuitamente violentos. Isso foi uma cobardia totalmente desnecessária a um povo que já sofre preconceitos no mundo inteiro. O que lhes faltava, com esse filme, eles ganharam uma pichação em praça pública de sua fervorosa fé e devoção a Maomé.

Como diria Milton Friedman: “Não existe almoço grátis”.

Ninguém investe US$ 5 milhões sem nenhum tipo de interesse. Em breve teremos eleições presidenciais nos EUA.

Read Full Post »

Infelizmente o discurso político em nossos dias tem sido morno, pra não dizer sem graça e previsível!

Até pouco tempo existiam verdadeiros combates eleitorais e muitos debates exibidos na Tv eram esperados com muita expectativa, pois eram noites de duelo entre direita e esquerda, discussão de propostas, passado, teses defendidas pelo candidato A ou B.

Atualmente com o crescimento da figura do marqueteiro e esvaziamento de ideias nos partidos, que são um reflexo da sociedade em um momento no tempo. Acabou a era de duelos!

E hoje presenciamos um momento de partidos amorfos, sem ideologias onde tudo é resolvido pelo marqueteiro, essa figura desfigurou nossos políticos transformando os mesmos em astros, onde vale tudo para ficar belo diante das câmeras. Até mudar o guarda roupa!

Conseguiram torna-los, casado, fútil, quotidiano e tributável, exatamente o oposto do que Álvaro de Campos luta contra, em seu poema Lisbon Revisited.

A cartilha contemporânea prega um candidato politicamente correto, amorfo, sem sabor, na Tv e no programa do partido esta tudo aquilo que a sociedade quer educação, saúde, segurança, habitação, lazer e defesa de minorias.

Ate ai tudo bem, mas a questão de fundo é que além dos programas dizerem a mesma coisa e os candidatos serem todos iguais, temos algo pior ainda, todos esqueceram seu passado, todos esqueceram suas origens dessa forma acabaram apagando importantes contribuições da historia do Brasil.

O problema disso tudo é que em algum momento as pessoas vão acordar e procurar um novo modelo, ou candidatos que sejam reais, isso que assistimos na Tv é puro reality show. É preciso que nossos políticos sejam eles mesmos, caso contrario o eleitor se cansara dessa fabrica de sabão e buscara alternativas.

E o modelo substituto a democracia, é a ditadura! Seja militar ou de um único governante e isso não é difícil de conseguir, basta ser diferente do trivial.

Read Full Post »