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Posts Tagged ‘Wal Mart’

Hoje quero compartilhar com vocês quem um assunto de foro intimo e pessoal, acho que nunca tratei esse assunto por aqui, somente com amigos, essa questão até então nunca havia sido abordada nesse fórum por acreditar que vocês meus caros leitores não se interessariam em saber quais são mentores, quem são os investidores que me chamam atenção e quais procuro seguir orientação.

De todos os investidores que conheci somente um me chamou a atenção, é claro que existem outros tantos, por exemplo, Sam Walton (Wal Mart), ele tem uma historia de humildade e dedicação imensa mesmo sendo o dono da maior rede de supermercados do mundo o próprio Sam ainda utilizava um carro velho para suas locomoções diárias.

Outro investidor que me chama muito a atenção é o brasileiro Luiz Carlos Barsi, acho interessantíssima a historia de vida e superação dele, talvez por termos a mesma origem me identifico muito com ele, (ao contrário de meu guru que era filho de banqueiro), fora isso temos o mesmo modo de operar.

Mas na minha opinião o único investidor completo se chama Warren Buffet, ele tem diversas habilidades necessárias a quem busca fortuna, humildade, inteligência, sagacidade e calma.

Segundo o mesmo diz, “não adianta comprar uma ação hoje e vende-la amanhã, uma ação é um investimento para a vida toda”, sempre que estou operando busco ter essa mentalidade, comprar poucos papéis mas que sejam bons papeis e tenho em mente tê-los por um longo período.

Outro ensinamento importante de Buffet é, nunca ostentar sua fortuna, segue abaixo alguns conselhos Buffetianos:

  •  Paciência – Todo investidor deve ter o máximo de paciência possível, o mercado é volátil e incerto, crie um planejamento
  •  Não Arrisque muito – Você provavelmente não é um expert dos negócios, não tente correr riscos desnecessários, use a tática que Warren utilizou no inicio de sua carreira, não se envolva em negócios com muitos riscos, mesmo que a proposta aparentemente seja ótima, tome cuidado se for muito arriscado fuja
  • Faça o que você ame – Não tente fazer alguma coisa que você não goste você provavelmente vai se cansar e desistir daquilo muito rapidamente, o primeiro obstáculo vai ser suficiente para criar uma insegurança e te fazer esquecer todo o seu negócio.
  •  Tenha foco – Não fique se preocupando com um milhão de coisas ao mesmo tempo, siga o seu objetivo, tenha foco e chegue lá.
  • Tenha ao seu redor profissionais melhores do que você – Você pode ser excelente e algo, mas nunca será bom em tudo e lembre-se que sempre existem pessoas melhores.
  •  “Você não precisa recuperar o dinheiro da mesma forma que perdeu” – Muitos investidores novatos pensam que devem recuperar o dinheiro da mesma forma que perdeu, como se fosse um jogo de apostas, “se hoje perdi, amanhã quem sabe ganharei”. No mundo dos negócios muitas coisas devem ser calculadas, se você perdeu dinheiro na empresa X, tente primeiro entender o que aconteceu e pense se vale a pena investir na empresa novamente, se não tente recuperar o que foi perdido na empresa Y.

Ensinamentos como esses à primeira vista é bem simples, porém é algo muito mais profundo do que se possa imaginar. Através desses e de muitos outros ensinamentos que Warren Buffett se tornou um dos homens mais ricos do mundo.

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O site da rede americana CNN elegeu as 50 maiores rivalidades no mundo dos negócios de todos os tempos. Embora algumas empresas citadas tenham negócios focados no mercado dos Estados Unidos e a briga faça mais sentido para seus consumidores, a maioria das companhias têm negócios globais.

Nenhuma empresa brasileira é citada, mas grande parte das que foram atuam no Brasil. O maior exemplo é a rivalidade número 1: Coca-Cola x Pepsi, que, segundo a publicação, envolveu “armas” como Papai Noel, Michael Jackson e o ex-presidente dos EUA Bill Clinton para ganhar a batalha.

Para as 11 maiores rivalidades, a CNN elege o vencedor.

Confira a lista:
1 – Coca-Cola x Pepsi (ramo de bebidas. Vencedor: Coca-Cola)
2 – Ford x GM (ramo de veículos. Vencedor: empate)
3 – Thomas Edison x Nikola Tesla (empresários do ramo de energia elétrica. Vencedor: Nikola Tesla)
4 – AT&T x MCI (empresas do setor de telefonia nos EUA. Vencedor: MCI)
5 – Nike x Reebok (ramo de calçados. Vencedor: Nike)
6 – Bill Gates x Steve Jobs (empresários do ramo da computação. Vencedor: Steve Jobs)
7 – Veneza x Gênova (cidades italianas que disputavam a hegemonia do comércio no final do século 12. Vencedor: Veneza)
8 – HP x IBM (ramo de informática. Vencedor: IBM)
9 – Airbus x Boeing (ramo de aviação. Vencedor: empate)
10 – Union Pacific x Central Pacific (ramo de transportes ferroviários nos EUA. Vencedor: empate)
11 – McDonald’s x Burger King (fast food. Vencedor: McDonald’s)
12 – R.J. Reynolds x Philip Morris (ramo de tabaco)
13 – Hertz x Avis (ramo de aluguel de veículos)
14 – Procter & Gamble x Unilever (ramo de produtos de limpeza e beleza)
15 – Netscape x Microsoft (ramo de informática)
16 – Visa x MasterCard (ramo de cartões de crédito)
17 – Ferrari x Lamborghini (ramo de carros esportivos)
18 – Macy’s x Gimbels (ramo de lojas de departamentos)
19 – Budweiser x Miller (ramo de cervejas)
20 – Adidas x Puma (ramo de calçados)
21 – CVS x Walgreens (ramo de farmácias nos EUA)
22 – UPS x FedEx (ramo de transporte de cargas)
23 – Hearst x Pulitzer (ramo da indústria jornalística)
24 – Bayer x Tylenol (ramo de indústria famacêutica)
25 – Duracell x Energizer (ramo de pilhas)
26 – Wal-Mart x Target (ramo de varejo)
27 – Nyse x Nasdaq (ramo de bolsa de valores)
28 – Oreo x Hydrox (marcas de bolachas)
29 – Hasbro x Mattel (indústrias de brinquedos)
30 – Dunkin’ Donuts x Starbucks (ramo de cafés e lanches)
31 – Oracle x Salesforce (ramo de softwares)
32 – Fender x Gibson (ramo de guitarras)
33 – Canon x Nikon (ramo de câmeras fotográficas)
34 – U.S. Steel x Bethlehem Steel (fabricantes de aço)
35 – Sears x J.C. Penney (ramo de lojas de departamento)
36 – Cornelius Vanderbilt x Jay Gould (empresários da indústria de transportes nos EUA)
37 – J.P. Morgan x Goldman Sachs (bancos de investimento)
38 – Sotheby’s x Christie’s (casas de leilões)
39 – Louis B. Mayer x Jack Warner (empresários da indústria cinematográfica)
40 – Blockbuster x Netflix (empresas de aluguel de filmes)
41 – Pan Am x TWA (companhias aereas)
42 – Comcast x Verizon (setor de telecomunicações)
43 – Greyhound x Trailways (empresas de ônibus nos EUA)
44 – Sony x Nintendo (empresas de games)
45 – Estée Lauder x L’Oréal (ramo de produtos de beleza)
46 – Google x Facebook (empresas serviços de internet)
47 – Michael Eisner x Jeffrey Katzenberg (empresários da indústria de entretenimento)
48 – Marvel Comics x DC Comics (empresas do ramo de quadrinhos)
49 – BMW x Mercedes-Benz (fabricantes de veículos)
50 – Netflix x Amazon (empresas de venda de conteúdo por internet)

Fonte: CNN

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Muitos dizem por ai que o custo de vida nos EUA é alto demais e não compensa trocar o Brasil pela America.

Em minha opinião quem diz isso, é um brasileiro de muita fé, que nunca teve a chance ou vontade de ir aos Estados Unidos.

Alias para notar isso nem é preciso ir até lá, basta utilizar a internet e fazer o comparativo de preços. Chega a ser absurdo o custo de ser brasileiro!

Vamos aos exemplos básicos:

Um Chevrolet Camaro nos EUA custa simplesmente $ 23.200,00, ou seja, R$ 41.064,00 com o câmbio a R$ 1,77, já no Brasil o mesmo Camaro não sai por menos de R$ 185.00,00.

Para ter certeza do que estou falando vamos comparar outro produto,  o Polo Black da Ralph Lauren custa no Wall Mart $ 48,00 isso em reais ficaria algo em torno de R$ 84,96, por esse valor aqui no Brasil não é possível comprar nem aqueles vidrinhos pequenos do mesmo perfume.

Já o iPhone 4 da Apple, empresa dignamente dirigida pelo senhor Steve Jobs, custa apenas $ 199,00 em reais ficarei R$ 352,23, aqui no Brasil o mesmo aparelho não custará menos de R$ 1.500,00 e o consumidor ainda ficara refém da operadora por longos anos.

Oque isso tudo significa, que temos uma carga tributaria exorbitante sobre os importados, mas podemos chegar a conclusão que o custo de produção de um veiculo, por exemplo, não custa muito. Até porque os veículos nacionais são absurdamente caros e não vem com nada, tudo é opcional. Não seria o caso de nossos governantes diminuírem pelo menos a metade da carga tributaria dos veículos e com isso fazer a economia girar e o país crescer mais rápido? Sim você pode indagar, mas ai as ruas ficariam abarrotadas e o trânsito um caos total. É verdade, mas nesse momento estamos tratando de crescimento econômico, o trafego fica pra depois.

Para se montar um veículo é necessário o trabalho em conjunto de pelo menos 6 industrias distintas, que com a queda do valor final, seriam obrigadas a contratar mais operários para se produzir mais veículos, que geraria mais receita aos cofres do governo.

Mas como somos brasileiros, felizmente o governo resolveu o nosso problema, hoje é possível comprar um carro em 48 meses, com taxas de juros surreais, porque o carro já é caro, com o financiamento então o valor final fica algo astronômico. E mesmo assim os brasileiros não param de comprar carros 0 km.

Parabéns Brasil, viveremos eternamente no 3º mundo.

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Soyez craintifs quand les autres sont avides, soyez avides quand les autres sont craintifs.” Cet adage boursier, Warren Buffett, l’homme d’affaires américain multimilliardaire de 79 ans et star de Wall Street le respecte depuis toujours à la lettre.

En 2000, le “papy” de la finance était d’ailleurs resté parfaitement indifférent à l’euphorie générale autour des valeurs Internet, figurant ainsi parmi les rares investisseurs épargnés par l’éclatement de la bulle. Aujourd’hui, M. Buffett annonce au contraire des investissements en pagaille : quelques millions de dollars dans Wal-Mart, dans Exxon, et même plusieurs milliards dans une compagnie de chemin de fer. Au moment même où le marché s’inquiète.

L’évolution des indices à Paris, Londres, New York et Tokyo observée entre le lundi 16 et le vendredi 20 novembre, témoigne en effet de la frilosité et des hésitations des investisseurs. Sur la période, le CAC 40 a cédé 2,01 %, retombant à 3 729,36 points… un niveau de mars 1998. Le Footsie de Londres a lui reculé de 0,85 %, quand le S & P 500 aux Etats-Unis et le Nikkei au Japon cédaient respectivement 0,19 % et 2,79 %.

Le “papy de la finance”, aura-t-il raison contre la foule des investisseurs ? “Warren Buffett s’est parfois trompé “, prévient Jean-Louis Mourier, analyste chez Aurel BGC. De fait, pour la plupart des experts, les hésitations du marché ne sont pas absurdes, loin de là. Car si la reprise de l’économie mondiale est maintenant acquise, il y a beaucoup de “mais” à ajouter. Le premier est que cette reprise sera molle.

Jeudi 19 novembre, les prévisions de l’Organisation de coopération et de développement économiques (OCDE) ont confirmé que les trente pays de l’organisation sortiront de la récession en 2009, mais avec une croissance réduite à 1,9 % en 2010. La reprise sera “modeste” et soumise à de “fortes” incertitudes, a prévenu l’organisation.

Les statistiques de mises en chantier aux Etats-Unis, en net recul sur le mois d’octobre (- 10,9 %) indicateur clé, ont aussi illustré cette semaine l’aspect chaotique de la reprise. A Londres, c’est la banque spécialisée dans le crédit immobilier Nationwide, qui a refroidi les investisseurs sur le même sujet, en disant s’attendre à une importante rechute des prix de l’immobilier en 2010.

Pour les autres secteurs de l’économie, les dirigeants d’entreprise ne sont guère plus enthousiasmants. Le groupe agroalimentaire Danone a indiqué mercredi que les effets de la crise, la hausse du chômage et la réduction progressive des aides à l’économie, allaient peser sur les dépenses de consommation. Et aux Etats-Unis, l’éditeur de logiciels d’entreprise Autodesk et Salesforce.com ont fait état de résultats décevants, montrant que la reprise de l’industrie technologique n’était pas franchement explosive.

Quant à ceux qui croient néanmoins à une reprise franche et massive, ils ont aussi des motifs d’inquiétude. Les politiques budgétaires et monétaires d’après-crise sauront-elles gérer la transition ?

“Il y a un risque de gâcher la reprise”, alerte Marc Touati, directeur des études économiques chez Global Equities. De fait, la croissance va s’accompagner mécaniquement d’une reprise de l’inflation. M. Touati redoute alors de voir resurgir la Banque centrale européenne. Réputé pour son obsession à contenir la hausse des prix, l’institut monétaire pourrait décider d’une remontée des taux d’intérêt directeurs. Or, l’opération sera forcément mal accueillie par le marché, car elle contribue à renchérir le coût des crédits, et bride la croissance.

Bref, après s’être en peu emballés en voyant l’économie mondiale sortir du tunnel – les marchés en Europe et aux Etats-Unis ont gagné 50 % depuis mars – “les investisseurs sont un peu perdus”, commente Vincent Juvyns, spécialiste des investissements chez ING IM.

Pour autant, il n’y a pas lieu de crier à la catastrophe. Selon lui, le CAC 40 a encore une bonne marge de progression, et pourrait atteindre 4 500 points en 2010. Doucement et avec des yo-yo réguliers, mais tout de même. Certains experts croient notamment au potentiel des valeurs de l’énergie verte, des technologies de l’information ou des valeurs du secteur des télécommunications, peu spéculatives mais offrant un bon rendement.

Autrement dit, M. Buffett a peut-être bien raison d’acheter dès maintenant, avant tout le monde. “Le but est de découvrir des compagnies extraordinaires à des prix ordinaires, et non des compagnies ordinaires à des prix extraordinaires”, se plaît d’ailleurs à rappeler le septuagénaire.

Claire Gatinois

Fonte: Le Monde

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Nome Última transação Variação
ALCOA INC 12.42 out 30  0.58 (4.46%)
AMER EXPRESS INC 34.84 out 30  1.60 (4.39%)
BOEING CO 47.80 out 30  1.01 (2.07%)
BK OF AMERICA CP 14.58 out 30  1.15 (7.31%)
CATERPILLAR INC 55.06 out 30  2.19 (3.83%)
Cisco Systems, Inc. 22.81 out 30  0.71 (3.02%)
CHEVRON CORP 76.54 out 30  1.41 (1.81%)
DU PONT E I DE NEM 31.82 out 30  1.15 (3.49%)
WALT DISNEY-DISNEY C 27.37 out 30  0.77 (2.74%)
GEN ELECTRIC CO 14.26 out 30  0.61 (4.10%)
HOME DEPOT INC 25.09 out 30  0.82 (3.16%)
HEWLETT PACKARD CO 47.46 out 30  0.89 (1.84%)
INTL BUSINESS MACH 120.61 out 30  2.26 (1.84%)
Intel Corporation 19.11 out 30  0.11 (0.57%)
JOHNSON AND JOHNS DC 59.05 out 30  0.81 (1.35%)
JP MORGAN CHASE CO 41.77 out 30  2.58 (5.82%)
KRAFT FOODS INC 27.52 out 30  0.03 (0.11%)
COCA COLA CO THE 53.31 out 30  0.78 (1.44%)
MCDONALDS CP 58.61 out 30  0.53 (0.90%)
3M COMPANY 73.57 out 30  1.91 (2.53%)
MERCK CO INC 30.93 out 30  0.38 (1.21%)
Microsoft Corporation 27.73 out 30  0.49 (1.74%)
PFIZER INC 17.03 out 30  0.52 (2.96%)
PROCTER GAMBLE CO 58.00 out 30  1.54 (2.59%)
AT&T INC. 25.67 out 30  0.56 (2.13%)
THE TRAVELERS CO 49.79 out 30  2.12 (4.08%)
UNITED TECH 61.45 out 30  2.13 (3.35%)
VERIZON COMMUN 29.59 out 30  0.45 (1.50%)
WAL MART STORES 49.68 out 30  0.72 (1.43%)
EXXON MOBIL CP 71.67 out 30  2.29 (3.10%)

 

Nem os principais papeis do mundo, conseguiram segurar nessa sexta dia 30 de outubro e acompanhando a tendência mundial, todos os papeis da Dow Jones também cairam.

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A retomada da renda variável doméstica mascara mais um mês de pessimismo e volatilidade nos mercados. Ainda que os níveis de tensão estejam longe do visto entre meados de setembro e outubro do ano passado – cujos marcos foram a quebra do Lehman Brothers e a estatização da seguradora AIG – janeiro mostrou muitos dos impactos da escassez de crédito sobre os fundamentos econômicos e sobre o desempenho corporativo.

A temporada de resultados contábeis adicionou preocupação em mercados já imersos de problemas. O desempenho de gigantes como Alcoa, Chevron, Intel, Wal-Mart, Deutsche Bank, Merrill Lynch, Bank of America, General Electric, BNP Paribas, Boeing, Microsoft e Shell, entre outras, foi motivo de impulso à força vendedora. Algumas empresas do setor tecnológico – como IBM, Yahoo!, Apple, Google e Amazon.com -, os bancos Wachovia e JP Morgan e a Monsanto destoaram, com números positivos.

Foi comum em janeiro anúncios de fracos resultados trimestrais virem acompanhados de anúncios de demissões. Somente no dia 26, os cortes de funcionários vistos ao redor do mundo se aproximaram de 100 mil.

O setor financeiro foi caso à parte. Se nos últimos meses as montadoras haviam tomado o cerne das preocupações no ambiente corporativo, com a tentativa de governos em todo o mundo de salvar estas empresas da falência, o nível de capitalização e a baixa qualidade dos ativos deixaram novamente as instituições financeiras em evidência.

E se empresas dos mais variados setores vão mal, a raiz dos problemas é a mesma: economia. Sobraram dados negativos sobre importantes economias como EUA, Reino Unido, Zona do Euro e China.

O Brasil não escapou ileso, com fracos indicadores concentrados, principalmente, na atividade industrial. Os claros sinais de desaquecimento econômico podem explicar a decisão surpreendente do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) de reduzir em 100 pontos-base a taxa Selic, agora em 12,75% ao ano.

Outros tantos mercados, como Reino Unido, Canadá e Índia, também flexibilizaram suas políticas monetárias. Também foram rotina anúncios de pacotes de estímulo econômico e de suporte ao setor financeiro.

Não se pode falar de janeiro sem lembrar da histórica posse do 44º presidente dos EUA. Com árdua tarefa pela frente – recuperar a maior economia do mundo imersa em recessão, como comprovaram os dados do PIB (Produto Interno Bruto) – Barack Hussein Obama II já mostra postura ativa em seus primeiros dias de mandato: conseguiu a liberação da segunda metade do TARP (Troubled Asset Relief Program), de US$ 350 bilhões, e aprovou na Casa dos Representantes seu megapacote econômico de US$ 819 bilhões.

Cifras bilionárias também figuraram nas manchetes internas. Graças ao Tesouro, que realizou um aporte de R$ 100 bilhões no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), para garantir investimentos. Mais modestos, porém ainda bilionários, os destaques corporativos no mês ficam com a aquisição de 49,99% do capital do Banco Votorantim pelo Banco do Brasil por R$ 4,2 bilhões e a compra de 28,03% de participação acionária na Aracruz, por R$ 2,71 bilhões, pela VCP.

Fonte: Infomoney

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